Natal o ano inteiro: A melhor literatura infantil para oferecer

A boa oferta de literatura infantil é como os miúdos, não pára de crescer. Reviva estas sugestões de 2017 para diferentes gostos e idades
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Senhor Despachado Ninguém pára o Senhor Despachado, que provavelmente perderia a paciência com o Senhor Vagaroso. E que dizer da Senhora Troca-Tintas? Talvez se recorde desta série criada pelo popular autor e ilustrador britânico Roger Hargreaves (1935-1988), que regressa às livrarias. Uma minicolecção recomendada a partir dos 4 anos. Roger Hargreaves, Presença,36 pp, 2,69€
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Oh! Um Livro com Sons Para começar a brincar, basta colocar os dedinhos nos círculos que vão surgindo ao longo das páginas. Que descansem os pais que aqui os sons produzidos ficam à inteira responsabilidade dos pequenos utilizadores (não há botões que activem chinfrins inesperados). Imitar o barulho dos carros, dos passarinhos, ou inventar canções são alguns dos desafios colocados aos maiores de três anos. Hervé Tullet, Presença,64 pp, 10,35€
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Animais Selvagens do Norte Nota: este exemplar exige alguma força tal o peso do álbum. Mas acredite que o esforço vale a pena. Nesta edição da Orfeu Negro, factos e curiosidades divertidas cruzam- -se com ilustrações de estalo para uma viagem inesquecível ao hemisfério norte. Há ursos polares do Ártico, cisnes da Europa, pandas da Ásia, e outras criaturas para fãs de animais a partir dos sete anos. Dieter Braun, Orfeu Negro,144 pp, 22,50€
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O Céu e o Espaço Nada como uma lanterna mágica para iluminar o espaço, esse desconhecido. É de olhos postos no alto que recuamos ao tempo dos babilónios, de Galileu e dos primeiros planadores. No final do livro, encontra o tal instrumento para montar e conseguir descortinar as imagens escondidas nas páginas mais escuras. Claude Delafosse, Gallimard Jeunesse e Donald Grant, Nuvem de Letras,30 pp, 10,70€
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Tattoo Uma edição para mais crescidos, com uma prosa corrida sobre as aventuras de Tattoo, a menina que vive rodeada de adultos e gostava de conhecer outras crianças. Tattoo. De noite, um cavalo branco é um romance jovem da autoria de Margarida Marinho, mais conhecida junto do público pelo desempenho como actriz, a aventurar-se, e bem, nos livros para maiores de 10. Este tem chancela Asa. Tattoo, Margarida Marinho, Asa,120 pp, 8,91€
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Palavras Bonitas sobre Contas Ela quer salvar o mundo através das contas, ele quer salvar o mundo com as palavras. A diferença de ideias manifesta-se em Palavras Bonitas sobre Contas. São 30 páginas com as letras de Valter Hugo Mãe e as ilustrações de Cátia Vidinhas. Ideal para maiores de sete anos. Valter Hugo Mãe e Cátia Vidinha, Tcharan, 30pp, 12,90€
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O Diário de Anna Frank À boleia da efeméride, uma edição para todas as idades. O Diário de Anne Frank é lançado mundialmente por ocasião do 70º aniversário da publicação das confissões da menina judia. O destaque vai para a adaptação das entradas para banda desenhada. O formato gráfico, autorizado pelos herdeiros, tem por base os textos originais, sobre os quais trabalharam Ari Folman e David Polonsky, os mesmos de A Valsa com Bashir. O Diário de Anna Frank, Ari Folman (Adaptação), David Polonsky (Ilustração), Porto Editora, 160 pp, 18,80€
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Desenho Livre Figuras, números e bandeiras. Saque do estojo das canetas porque as páginas deste volume são um convite a pinturas, ainda que esta não seja obrigatória. Não estranhe no entanto se se entusiasmar e der por si a preencher as formas com cores. É assim este Desenho Livre, um conforto para quem frequenta os primeiros anos de escolaridade. Andrés Sandoval, Planeta Tangerina, 144 pp, 12,51€
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Triângulo Vai desejar bastante ter este objecto quadrangular que se chama Triângulo, que saiu de casa para ir pregar uma partida ao amigo Quadrado. Mas não lhe vamos adiantar muito mais, até para não ficar com a cabeça à roda, assim meio em forma de círculo. A obra é de uma dupla galardoada com a Caldecott, medalha para os melhores livros infantis ilustrados. Este é para maiores de quatro. Triângulo, Marc Barnett e Jon Klassen, Orfeu Mini, 48 pp, 14€
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Daqui Ninguém Passa! Vale a pena retomar este título da Planeta Tangerina, editado em 2014. Daqui Ninguém Passa!, de Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, acaba de vencer o prémio alemão para a Paz Gustav Heinemann 2017 para livros infantis. Uma estreia para autores nacionais, no que toca a esta distinção, criada em 1983, e que estimula os mais novos a lutar pelos direitos humanos. Que os maiores de quatro anos sejam bem-vindos à história do general que quer ser herói. Daqui Ninguém Passa, Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho, Planeta Tangerina, 40 pp, 12,15€
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Adeus, Peúgas O título não fala realmente de meias, mas antes de um coelho-anão com um par de orelhas que, de tão grandes podiam bem ser um par daquelas soquetes com raquetes. O bicho é “gordito, molengão, muito bonzinho e rói os fios eléctricos” de casa, o que leva o rapaz protagonista do livro a tentar abandoná-lo nas floresta. Mas depois de tanto tempo juntos isso não é possível sem se pensar duas vezes. É a última tradução de uma obra de Benjamin Chaud, que já tem A Cantiga do Urso ou As Férias do Pequeno Urso publicados pela Orfeu Mini. Para leitores com quatro ou mais anos. Benjamin Chaud (texto e ilustração), Orfeu Mini, 14,00€
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Maria Trigueira Se não consegue esperar por 23 de Junho, o melhor será ir à pré-venda na Feira do Livro. No último livro de Ivone Gonçalves, Maria é “cabeça no ar”, “cresceu por entre as searas de trigo e sonhava viajar” e, a páginas tantas, meteu-se num barquito com “um noviço a manobrar”. Pintado a preto e branco, o texto vai rimando e casando com as ilustrações ingénuas. Do interior das searas a caminho do mar, o caminho segue intimista. Maiores de sete, este livro é para vocês. Ivone Gonçalves (texto e ilustração), Kalandraka, 12,00€
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Coisas de ir à Mesa De programas de televisão a livros infantis sobre o 25 de Abril, José Jorge Letria já fez de tudo. A última obra para miúdos é Coisas de ir à Mesa, com as ilustrações de Tiago Albuquerque. É um abecedário de tudo quanto há na cozinha e pode ir à mesa: de A (de arroz — “há quem use dois pauzinhos para que ele chegue à boca”) a Zurrapa — “quando o vinho está estragado deve chamar-se zurrapa porque esconde o que não presta debaixo da sua capa”. Para cozinheiros com mais de quatro anos. José Jorge Letria (texto) Tiago Albuquerque (ilustração), Booksmile, 11,90€
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A Rainha do Norte Para os contos infantis serem justos com a vida é preciso riscar a parte do “felizes para sempre” e substituir por “durante algum tempo”. No caso da rainha de Joana Estrela, feita por medida para os maiores de sete anos, não está a ser fácil lidar com a distância do seu país, que deixou para se casar com o rei de um lugar quente e de peles morenas. Ela veio do norte e de vez em quando abraça-se às suas antigas (e agora inúteis) roupas felpudas. Só no meio do branco é que esta senhora loura se sente em casa. Joana Estrela (texto e ilustração), Planeta Tangerina, 13,90€
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A Cidade dos Animais Folhear A Cidade dos Animais dá vontade de citar a música que diz que Nina, a personagem principal, “mora num país tropical/ abençoado por Deus/ E bonito por natureza”. De cores vivas e com as páginas enebriantemente cheias (olá maiores de quatro anos), Joan Negrescolor pinta uma história em que esta rapariga desce a uma cidade selvagem secreta, uma sombra muito alegre de uma cidade humana do passado. Aí conta histórias aos animais – os flamingos são fãs de mitologia, os macacos gostam de extraterrestres, a serpente prefere contos sobre o mar. Joan Negrescolor (texto e Ilustração), Orfeu Negro, 14,50€
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O Livro com Sono São os primeiros livros infantis da Editorial Bizâncio, que inicia assim a sua colecção “Meio Palmo, Palmo e Meio”. Cédric Ramadier e Vincent Bourgeau escreveram O Livro com Sonoe O Livro Zangado, em que os livros são os protagonistas de si próprios. No primeiro há que falar baixinho e tapar as páginas com olhinhos de sono, quase a dormir; o livro está vermelho de raiva e o melhor é deixá-lo em paz até que queira contar o que se passa. Afinal, o que não se resolve com uma boa sesta ou paciência, beijinhos e festinhas? Para miúdos de dois e três anos. Cédric Ramadier (texto) e VincentBourgeau (ilustrações), Bizâncio, 11,90€
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Cá Dentro Uma das estruturas mais misteriosas do universo está Cá Dentro, diz este livro da Planeta Tangerina, longe de ser apenas um livro infantil. O cérebro é um instrumento complicado com 86 mil milhões de neurónios, mais do que as pessoas que há na Terra, e todos eles “capazes de proezas complexas”. Este guia do cérebro não tem medo da linguagem científica para falar dos sentidos, da consciência ou da memória e, simplificando a informação, não a infantiliza quando explica as parecenças entre humanos e lesmas ou porque procrastinamos. Este calhamaço sucede a Lá Fora, o livro que incentivava o público a descobrir a natureza, indo para a rua e observando. Ofereça-o a crianças com 10 anos. Isabel Minhós Martins e Maria Manuel Pedrosa (textos) Madalena Matoso (ilustrações), Planeta Tangerina, 24,60€
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A Bola Amarela Luís e Luísa estavam só a jogar uma partida de ténis calma quando a bola caiu na dobra do livro. Puseram a cabeça entre as páginas mas não a viram, então decidiram entrar nos bastidores do livro para a encontrarem. A partir daí cada dupla de páginas é um mundo gráfico diferente: eles entram em festas, numa fotografia de burros a preto e branco e até falam com Deus. Quando voltam ao campo para recomeçar o jogo, falta a raquete ao Luís e assim, no final do livro, pode bem voltar-se ao início para agora descobrir não a bola amarela, mas a raquete. Para maiores de sete. Daniel Fehr (texto), Bernardo P. Carvalho (ilustrações), Planeta Tangerina, 13,50€
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Máquina O par livro-máquinas digitais não tem de ser de rivalidade, como sempre se pinta. Tomem nota, miúdos com quatro anos. O livro de Jaime Ferraz mostra, sem precisar de palavras, como os dois mundos coexistem e nos levam para fora da realidade: os tablets levam o miúdo deste livro para um universo de bonequinhos de píxeis em jogos de plataformas, os livros fazem-no mergulhar num mar profundo cheio de criaturas por inventar, em florestas ou até fora da estratosfera – sempre na companhia do avô, na rua e sem necessidade de corrente eléctrica. Afinal, este livro em que tudo é cor de laranja também é uma máquina de produzir realidades. Jaime Ferraz (texto e ilustração), Pato Lógico, 32 pp, 13,50€
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A Mala Misteriosa do Senhor Benjamin Pei-Yu Chang dedica este livro a “todos aqueles que tiveram de sair dos seus países” e inspira-se na história de vida do filósofo Walter Benjamin, que teve de fugir da Alemanha enquanto o regime nazi subia ao poder. Neste livro (para mais de sete anos), com ilustrações que estão entre os desenhos a lápis de cera e as colagens, uma mala misteriosa e pesada é a única coisa que leva consigo e todos lhe pergunta se tem a certeza de a querer carregar — é que não parece de um homem inteligente subir montanhas com um peso morto atrás.  Pei-Yu Chang (texto e ilustração), Nuvem de Letras, 13,90€
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Aqui há Gato! É curioso que esta breve história sobre um rei, a lei e a capacidade de quebrar a rotina seja ilustrada em todas as páginas com códigos de barras. Não vale a pena porém querer fazer análises à sociedade capitalista de consumo através de Aqui há Gato! El-Rei Dom Chato vivia na rotina de fazer tudo igual todos os dias e à mesma hora, até que Dona Cristina cortou essa lei ao dizer “basta” e fez-se uma revolução com burros a uivar, pássaros a miar e árvores a irem ao cabeleireiro. O primeiro livro da ilustradora brasileira Renata Bueno em Portugal foi escrito por Rui Lopes, tradutor de alguns outros títulos da colecção Orfeu Mini. O formato é também ele mini, a preto, branco e um vermelho alaranjado que fica a ressoar tanto na cabeça como o sorriso do gato Silvestre. Para maiores de quatro anos. Rui Lopes (texto) e Renata Bueno (ilustração), Orfeu Negro, 9,90€
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Se as Maças Tivessem Dentes Um exercício de "e se", ou se quiser uma perspectiva pedagógica, um exercício para aprender a usar o conjuntivo. Se as Maçãs Tivessem Dentes lança-se numa especulação que nunca deixa de fazer sentido – afinal, se esta fruta tivesse dentes aquela história do pecado original estava embargada e o logotipo da Apple tinha de ser redesenhado. O texto de Shirley Glaser com frases curtas e às vezes rimantes como “se um jacaré se disfarçasse de mala, emalava quem fosse comprá-la” completa-se com as ilustrações coloridas de Milton. É para maiores de quatro.  Shirley Glaser (texto) e Milton (ilustração), Bruaá Editora, 14€
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O Piolho Sabe Que Se eles têm quatro anos ou mais, vão perceber isto: o conhecimento de um piolho não deve ser negligenciado. São especialistas no pêlo de girafas, de ovelhas, de ursos. Por muito variados que sejam os habitats de um piolho, o que ele nunca viu foi a vida num quintal, a comer um gelado. Ou então anda enganado e em não anda nada a correr no pelo de girafas, ovelhas e ursos – a dúvida está lançada nas ilustrações de O Piolho Sabe Que. É afinal aquilo a que Boaventura Sousa Santos chama um "ignorante especializado". Mathis e Aurore Petit lembram que por muitas pilosidades que conheçam, os piolhos não sabem muito sobre o que se passa fora da pele da bicharada. Mathis (texto) e Aurore Petit (ilustração), Orfeu Negro, 9,90€
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Animais e Animenos Não são bem animais, são “animenos,/ Bichos tal qual os demais/ Mas tendo bastante menos”. Os versos de Rita Taborda Duarte apostam em unir opostos e com isso criar jogos de palavras para que é preciso ter olho aberto e boca treinada em trava-línguas – “são então mais que pequenos,/ Só podem ser pequemenos” – e falam de um rebanho de animais, mais pequenos do que “a migalha da migalha” mas que não se vêem em microscópios – só com os olhos bem fechados. Os desenhos de Pedro Proença criam figuras entre os insectos, os micróbios e um animalário surrealista. Ou talvez tudo isto ao mesmo tempo. Para crianças com sete ou mais anos. Rita Taborda Duarte (Texto) e Pedro Proença (ilustrações), Caminho, 12,90€
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Aquário Para ler Aquário é preciso olho vivo e atenção redobrada porque não há aqui a bengala das palavras. O texto são as ilustrações da argentina Cynthia Alonso e assim a história se torna tendencialmente mais universal sem necessidade de grandes traduções. A garota que gosta de ir para junto de um lago estar com os peixes cede à tentação de construir um intricado aquário em casa, cheio de mangueiras e ligações entre vasos. A sua saga conta-se num formato horizontal, excepcional como este conto divertido e ternurento, e ao alcance de miúdos com quatro anos. Cynthia Alonso (texto e ilustrações), Orfeu Negro, 12,90€
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Crac! Não sabemos se Carmen Chica e Martina Manyà se inspiraram no hit dos Rádio Macau, O Anzol, para criar Crac!, a história de uma comunidade que se une para pintar o céu... de tons de azul? Não, de várias outras cores, do amarelo ao cor-de-rosa, com todas as hipóteses que isso abre: afinal, o amarelo é a cor dos desertos do Egipto onde há múmias, e o cor-de-rosa é a cor do algodão doce peganhento. O estalar das camadas sucessivas de cor é uma oportunidade para restabelecer a ordem das coisas (e talvez usar um primário). Maiores de quatro, vão gostar disto. Carmen Chica (Texto) e Martina Manyà (ilustrações), Orfeu Negro, 14€
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Sara e o Mago A homenagem ao Nobel da literatura português, concebida para maiores de oito anos, é declarada logo no título que, com as duas letrinhas ao meio de um tamanho pequenino, pode quase ler-se Saramago. Lá dentro, as referências continuam e vão adensando-se, primeiro com a pedra cortada em diamante da Casa dos Bicos do início do livro, despois com uma Península Ibérica que é uma jangada (de pedra, claro) e finalmente com um Mago que tem a cara de José Saramago. O texto do norte-americano John Wolf em Sara e o Mago mete títulos de Saramago pelo meio e às vezes parece encaminhar-se só para que esses títulos possam aparecer. As ilustrações de Manel Cruz ajudam a contar a história deste Mago que sai da sua ilha (a um ano de distância do continente) para se abastecer de papel. John Wolf (texto) e Manel Cruz (ilustrações), Livros Horizonte, 10,10€
livro a minha mãe
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É fácil compreender, mal lhe pomos os olhos em cima, por que motivo este livro mereceu o Grand Prix d’Illustration 2016. O trabalho de Emmanuelle Houdart acrescenta belas doses de fofura a uma história sobre a relação entre uma mãe de “riso indomável” e “tristeza intempérie” e a sua filha. É a sua estreia em Portugal, com um álbum em grande formato para maiores de quatro anos, com selo da Orfeu Negro. A Minha Mãe, Stéphane Servant e Emmanuelle Houdart , Orfeu Negro,32 pp, 15€
Por Maria Ramos Silva e Catarina Moura |
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Mais sugestões para entreter os miúdos

Rua das lisboa com movimento
Fotografia: Arlindo Camacho
Miúdos

Os melhores passeios com crianças em Lisboa

Parque infantil, bicicleta à beira-rio e toca a voltar para casa que já está na hora do banho. A Time Out quer acabar com os velhos hábitos, ajudá-lo a quebrar rotinas e levar os miúdos a descobrir Lisboa. Sempre em diferentes meios de transporte. Sim, até de helicóptero! Estes são os melhores passeios com crianças em Lisboa. 

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Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian
©Cam/Paulo Castanheira
Miúdos

Museus para crianças em Lisboa? São mais que as mães e bem divertidos

É uma grande injustiça dizer que a palavra museu cheira a mofo. Mas se começou por arrastar os miúdos para uma exposição interminável que só interessou aos pais... é bem possível que o programa enfrente alguma resistência. Não desanime. Fomos à procura dos melhores museus para crianças em Lisboa. Para ir ao passado e ao futuro, sem sair do presente.

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