A Time Out na sua caixa de entrada

Procurar
  1. Rua das Pretas no Coliseu dos Recreios
    ©Mariana Valle Lima
  2. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  3. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle LimaO primeiro concerto no Coliseu aconteceu em Junho de 2020
  4. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  5. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  6. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  7. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  8. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  9. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  10. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  11. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  12. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  13. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  14. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima
  15. Rua das Pretas
    ©Mariana Valle Lima

A Rua das Pretas dobrou a esquina e levou vinho e bossa nova ao Coliseu

O projecto do músico Pierre Aderne saiu da sala de casa e, por uma noite, viveu no palco do Coliseu dos Recreios. Fomos ouvi-lo (e bebê-lo).

Escrito por
Mariana Valle Lima
e
Tiago Neto
Publicidade

Caetano já por lá passou, Maria Bethânia também. Adriana Calcanhoto, Maria Gadu ou Ney Matogrosso, idem. Mas há mais do que a língua a unir todos estes nomes ao Coliseu dos Recreios: há música, há ritmo, há uma identidade transversal, uma experiência que comunga com todos aqueles que ocupam a cadeira e têm o prvilégio de a receber.

A Rua das Pretas, projecto musical do brasileiro Pierre Aderne que todos os sábados, num palacete no Príncipe Real, escondia uma rua onde se samba e se canta o fado, é parte dessa linhagem. Músicos de várias geografias juntam-se, tocam, dão voz a clássicos, a originais, regados a vinhaça da boa e a memórias.

Foi isso que este sábado aconteceu. Não no palacete no Princípe Real, mas no palco do da mítica sala lisboeta, uma celebração da nova normalidade por meio da música. Maria João, Tito Paris, Nicolau Santos e Maria Liberdade encheram o peito e brindaram as gentes com "Casa Portugesa", "Lisboa de Janeiro", "A Cor dos Seus Olhos" ou "Vida de Estrela". E, por momentos, se não fossem as máscaras, mais do que normal, extraordinária seria a palavra.

Recomendado: O Brasil cabe todo na Rua das Pretas

Mais para ler e ouvir

  • Música

Quando Silva mergulhou na imensidão de material que tinha armazenado no computador, foi surpreendido pela gravação de um concerto em Lisboa. O músico brasileiro tem por hábito gravar as suas actuações ao vivo, mais para auxílio de memória do que por outra coisa. Mas naquele dia, naquele computador, naqueles registos, reencontrou o amor: num concerto no Cineteatro Capitólio, em Lisboa.

  • Música

A postura de Will Westerman acaba por ser transportada para a música, música essa que não é feita como um mero exercício estético, mas porque lhe reflecte o presente, os pedaços desse presente, porque de alguma forma se consegue rever nela.

Publicidade
  • Música

Não há rótulo que caiba na definição sonora de What Kinda Music, o disco que colocou lado a lado os britânicos Tom Misch e Yussef Dayes. Não é estranho que assim seja, se os ouvidos se debruçarem sobre ele. Afinal, há tanta experiência que lhe cabe dentro, tanto augúrio e tanta satisfação na ausência de barreiras que quase podíamos jurar não se tratar de um disco mas de uma jam session.

Recomendado
    Também poderá gostar
      Publicidade