Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right As melhores músicas de karaoke para brilhar

As melhores músicas de karaoke para brilhar

Siga estas sugestões das melhores músicas de karaoke para animar a sessão.

Karaoke
©Bruno Cervera/Unsplash
Por Renata Lima Lobo e Tiago Neto |
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"Ponha o microfone à frente, muito disfarçadamente." A letra é de "Playback", a célebre música de Carlos Paião, que figura nesta lista de sugestões para brilhar numa sala de gente pronta a cantar, ou tentar cantar, no karaoke. Mas há muito mais por onde escolher, entre clássicos portuguesões e internacionais. Numa altura em que as nossas casas são os palcos possíveis, e que as saudades das noites de segunda-feira no Viking são muitas, não queremos que lhe faltem soluções cantantes para dar tudo de microfone em mãos. Eis a lista das melhores músicas de karaoke que queremos que cante.

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As melhores músicas de karaoke para brilhar

1

"Wonderwall", de Oasis

Vá lá, já sabemos que isto é daqueles clássicos estrondosos. E nem tente, porque mesmo que diga, por vergonha, "não sei a letra, juro", alguma coisa há de saber. Os irmãos – e agora arqui-inimigos – Gallagher sabiam fazer cantigas para encrostar na cabeça. E esta certamente que foi cantarolada e assobiada ao longo das décadas. Pegue no micro e deixe-se de tretas porque é isto que o público quer!
2

"Love On Top", de Beyoncé

Haverá música mais bonita, animada, ritmada, sensacional e espalhafatosa para aplicar num karaoke? Provavelmente. Mas isso não tira mérito algum a esta "Love On Top", que integra o quarto disco de Beyoncé, 4, e é inspirada na interpretação que a queen B tinha feito de Etta James, no filme Cadillac Records, de 2008. E lembre-se: love on top, sempre.

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3

"Baile de Verão", de José Malhoa

"Ainda te lembras amor/ como tudo começou/ se te esqueceste, eu não". E como esquecer este estrondoso hit de José Malhoa, aqui a piscar o olho ao movimento do esqueleto e à sexidão, para aplicar sem pudores em bailes e festas? Além disso é um dos clássicos dos Santos Populares em Lisboa, e sabe perfeitamente que já andou de cervejinha na mão a chilrear disto. Ponha o som no volume certo, lance o fogo, apanhe as canas; é assim que José Malhoa o há de querer.

4

"Under The Bridge", de Red Hot Chili Peppers

É um dos clássicos dos californianos e um favorito daquele amigo que já virou uma garrafa e meia sozinho e agora quer um coro dos mais capazes para homenagear "os velhos tempos" em que todos eram "grandas malucos". Felicidade à parte, "Under The Bridge" será sempre um hino, e tem uma letrinha fácil de aprender para se fazer ao microfone. 

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5

"Don't Stop Me Now", de Queen

Antes de um anúncio televisivo nos ter dado cabo da paciência com o tema, "Don't Stop Me Now" era uma faixa bem bonita e acelerada que traduzia na perfeição aqueles momentos em que o caminho era sempre a andar. Leve de volta o sentimento e aplique-o de maneira forte novamente. E tente esquecer-se que, durante alguns meses, mudava de canal assim que ouvia os primeiros acordes.

6

"Taras e Manias" de Marco Paulo

O ano de 1991 deu-nos álbuns como o Nevermind dos Nirvana e também Dangerous de Michael Jackson. Como não há duas sem três, acrescentamos mais um para fazer uma espécie de trilogia imbatível do universo musical: nesse mesmo ano sai a colectânea Maravilhoso Coração que automaticamente integra “Taras e Manias”, o single de Marco Paulo que nesse ano levou para casa cinco discos de platina. Uma versão de um original brasileiro, cantado por Elymar Santos, que explica muito aquela parte em que o cantor trata a amada por “você”. Se escolher esta música para brilhar no karaoke é provável que surja um romântico e sentido coro na plateia.

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7

"Let Me Love You", de Mario

Ai queria um R&B melado para escorrer microfone abaixo enquanto sensualiza de frente para o povo? Claro, não podíamos deixar de fora esta "Let Me Love You", tirada de Turning Point, o disco de 2004 que pode perfeitamente encaixar na sua vida se a souber cantar a preceito.   

8

"Santeria", de Sublime

Mais um clássico da Califórnia, desta feita dos Sublime. E que belo hino aos anos 90 e princípio dos 2000, altura em que todo o adolescente aprendeu – alguns de forma atabalhoada – a entoar este "I don't practice Santeria/ I ain't got no crystal ball". Já agora, porque sempre se perguntou, Santeria é uma religião afro-americana. Portanto já sabe, quando Bradley Nowell cantou sobre o assunto, era porque não estava para aí virado. A praticá-la, entenda-se.

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9

“Jardins Proibidos” de Paulo Gonzo

Paulo Gonzo nunca se irá livrar desta música, nem os karaokes portugueses, onde esta é uma das mais batidas. E ou se ama, ou se odeia. É um tema importante na carreira de Alberto Ferreira Paulo (sim, porque Paulo Gonzo é nome artístico) que integra o álbum Pedras da Calçada, o primeiro cantado em português pelo artista e o segundo grande hit depois de "So Do I". Em 1997, Gonzo lança uma segunda versão acompanhada de Olavo Bilac, tornando esta numa canção que também convida ao dueto.

10

"This Love", de Maroon 5

Nem todos temos o alcance vocal de Adam Levine. Mas nem precisamos, porque aqui o objectivo é que toda a gente se divirta, e se alguém falhar miseravelmente os agudos, melhor ainda. Alimente o vocalista que tem dentro com suaves doses desta "This Love", até porque a sabia mais ou menos de cor há uns anos.

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11

“I Will Survive”, de Gloria Gaynor

Se é fã desta música quase que apostamos que não vai precisar da bola de ténis a acompanhar a letra. É um clássico na abertura de algumas pistas de dança nas discotecas portuguesas e um clássico no geral: lançada em 1978 foi o primeiro grande êxito de Gloria Gaynor e começou por ser o lado B de um EP que incluía uma versão de “Substitute”, dos Righteous Brothers. Mas "I Will Survive" convenceu DJ’s do mundo inteiro, da rádio aos espaços de dança. É daqueles hits arriscados para quem não teve aulas de canto, ou seja, pense duas vezes no bem-estar dos presentes e prossiga com cautela.

12

“Garagem da Vizinha” de Quim Barreiros

Está com vergonha e precisa de um música para aquecer? Inscreva-se com os seus amigos para cantar este hit lançado em 2000 por Quim Barreiros, o cantor de música popular portuguesa mais acarinhado em Portugal, especialmente pelo mundo universitário. Sempre ao acordeão, o rei da brejeirice é também profissional no letrismo das músicas com duplo sentido, por isso se estiverem crianças presentes nada tema: acharão que está tudo a falar de estacionamento automóvel.

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13

“Stand by Me”, de Ben E. King

Dezenas de músicos já fizeram uma versão desta música, dos Beatles a Florence + The Machine. Até o Timon e o Pumba do Rei Leão cantam uma versão, apresentando a música a uma nova geração. O tema não é assim tão difícil de cantar e é relativamente consensual no que a gostos diz respeito. É provável que arranque um sincero aplauso no final, embora se arrisque a ter um coro atrás de si aos gritos a cantarolar “oh darling, darling, stand by me”.

14

“Baby One More Time”, de Britney Spears

Longe vão os tempos da Britney colegial, mas este continua a ser um dos seus grandes sucessos, senão o maior: viu a luz do dia em 1998 e é o single que mais rendeu na carreira da cantora americana. Também lhe pode render uma boa noite no karaoke. A melodia é simples, a letra famosa e não exige um alcance vocal extraordinário. Aproveite e treine uma pequena coreografia antes de subir ao palco.
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15

“Perdoa”, dos Anjos

Se correr mal, ao menos já pediu perdão à partida. Há muito bom português que tem sentimentos secretos pelos Anjos, a dupla nascida em 1999 — após uma aventura dos irmãos Rosado pela boy band Sétimo Céu — e que este ano anda em tour para comemorar os seus 20 anos de sucessos. Este “Perdoa” faz parte do primeiro disco dos Anjos (Ficarei) e não só é animado, como a letra faz homenagem a duas figuras centrais da cultura portuguesa: “Sem ti o sabor terá outros sabores/ Pra nós Camões criou a ilha dos amores/ E por manter assim meu peito inflamado/ Também pra nós Amália cantou o fado”.

16

“Summer Nights”, de John Travolta e Olivia Newton-John

Ok, vai um dueto a sério? Este é um grande tema do filme Grease (1978) e pede uma mistura de talento para cantar e talento para representar. Treine as mãos dadas com a sua parelha, o olhar cúmplice e um passinho de dança como se estivesse num musical da Broadway. Pode também contratar uns amigos a custo zero para fazerem algumas vozes e “du bi da ba du dus” do resto do gangue de Danny Zuko e Sandy Olsson.

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17

“Mamma Mia”, dos ABBA

Haveria mais por onde escolher ao olhar para o repertório da banda sueca que em 1974 venceu o Eurovisão com “Waterloo”. Mas Mamma Mia está mais na ordem do dia, à boleia dos filmes homónimos que convenceram Meryl Streep a interpretar temas dos ABBA. A música tem também uma versão em espanhol, cantada pelos próprios, mas é provável que não a encontre num karaoke. Pode é decorar a letra e acompanhar a música na língua de nuestros hermanos. Fica a sugestão.

18

“Papel Principal”, de Adelaide Ferreira

Poucas músicas portuguesas, tirando algumas desta lista, são tão cantadas nos karaokes portugueses. Mas quem sabe o nome do álbum que viu nascer este grande sucesso? Chama-se Entre Um Coco e Um Adeus (1986) e inclui a primeira versão da música que doze anos depois foi parar ao álbum Só Baladas, desta vez com a participação de Dulce Pontes. Não é de cantoria fácil, pede muitos graves e muitos agudos, mas é a música ideal para os karaoqueiros (inventámos esta agora) que fazem questão de açambarcar o papel principal da noite.

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19

“Playback” de Carlos Paião

“Só precisas de acertar/ Não tem nada que enganar/ E assim mesmo, sem cantar vais encantar/ Em play-back.” Apesar do nome e da letra não se vai safar se só mexer os lábios. Carlos Paião levou "Playback" à Eurovisão de 1981, arrecadando apenas 9 pontos (a injustiça do costume é antiga), mas numa noite destas do karaoke faça tudo por merecer o aplauso da noite.
20

“Paradise by the Dashboard Light” de Meatloaf

Mais um dueto, mas de dificuldade elevada. Precisa de voz, de fôlego e de uma queda para a interpretação. Isto se quiser atingir os objectivos mínimos para não abandonar a meio a música interpretada por Meat Loaf e Ellen Foley para o álbum Bat Out of Hell, de 1977. A canção tem cerca de oito minutos e vários andamentos, terminando numa grande apoteose que pode abalar a confiança do próximo cantor a ser chamado ao palco. Ou mesmo a sua se não for bem preparado.

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