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Common

Seis concertos a não perder no Festival Iminente

O Festival Iminente regressa ao Panorâmico de Monsanto entre quinta e domingo. Eis seis concertos a não perder

Por Luís Filipe Rodrigues
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O Festival Iminente volta a encher o Panorâmico de Monsanto de música e arte urbana, entre quinta-feira, 19 de Setembro, e domingo, 22. O rapper norte-americano Common é a grande estrela de um cartaz onde o hip-hop está em maioria, apesar de haver espaço para outros sons, da guitarra acústica de Filho da Mãe ao funk carioca de Linn da Quebrada ou ainda, por exemplo, o funaná-punk de Scúru Fitchádu. A estes nomes, vale a pena juntar David Bruno e os Dealema e ficamos com uma ideia dos seis concertos a não perder no Festival Iminente.

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Seis concertos a não perder no Festival Iminente

Scúru Fitchádu

Palco Cave. Qui 22.00.

O funaná-punk, ou melhor, o “funaná má onda”, de Scúru Fitchádu, aliás, de Marcus Veiga, é físico e inspirador. No melhor sentido destas palavras. É uma música áspera, combativa e absolutamente destemida. O género de coisa que vale sempre a pena ouvir.

David Bruno

Palco Cave. Sex 19.00.

As palavras, alegadamente, repetem-se nas paredes e nos muros: “Adriano Malheiro Caloteiro”. E David Bruno repete-as para nós. No seu novo disco, Miramar Confidencial, o produtor do Conjunto Corona pega nestas palavras de ordem imortalizadas no espaço público, num misto de arte urbana e injustiça popular, para erguer um disco nostálgico e doce.

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Common

Palco Outdoor. Sex 21.30.

No activo desde os anos 90, Common já é um relativo veterano do hip-hop norte-americano. À sua maneira, é também uma referência do género, um rapper proficiente e capaz de fazer a sua mensagem chegar a muita boa gente. É um homem cujos interesses e canções têm um alcance universal e alguém que dá sempre prazer ouvir. Chega a Lisboa poucos dias depois de partilhar o álbum Let Love com o mundo, através da editora Universal.

Filho da Mãe

Palco Escada. Sáb 17.30.

Rui Carvalho é um Filho da Mãe de um guitarrista. Cresceu a tocar punk/hardcore, mas ao longo desta década tem feito canções acústicas munido apenas da sua guitarra. Acústicas, mas nunca mansas: a sua música é irrequieta e nervosa, dedilhada com violência e confiança. No Festival Iminente vai continuar a revisitar os melhores momentos do álbum Água-Má, do ano passado.

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Dealema

Palco Outdoor. Sáb 18.30.

Os Dealema são autênticos veteranos do hip-hop nacional. Estão juntos desde a década de 90 e influenciaram mais de uma geração de rappers e produtores. Agora, pela primeira vez em mais de 20 anos, vão apresentar-se ao vivo acompanhados por uma banda tradicional, a Pérola Negra Band, para darem um som mais orgânico aos seus maiores clássicos.

Linn da Quebrada

Palco Cave. Dom 20.30.

De cabeça erguida e rabo empinado, Linn da Quebrada faz uma música valente e mais necessária do que nunca nestes tempos de bolsonarismo, combinando a cadência do rap com as batidas pesadas do funk carioca, confrontando preconceitos heteronormativos e questionando lugares comuns. Ela precisa de cantar isto. Nós só temos de escutá-la.

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©DR

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Não é só no Verão que há festivais. O mês de Outono começa com o Iminente, a levar música e arte urbana ao Panorâmico de Monsanto, continua com o Santa Casa Alfama, que enche ainda mais o bairro de Alfama de fado, e termina com o Super Bock em Stock e música indie na Avenida da Liberdade. Pelo meio, há mais festivais, como o barreirense OUT.FEST, o Jameson Urban Routes ou o Misty Fest.

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