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Gyosas num instante? Sim, diz-se Oza

Por Catarina Moura
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Há um ano, Martim não sabia bem de que é que alguém estava a falar quando dizia gyozas. João, que vivia na altura em Londres, falou-lhe de uma food truck com que se cruzou por lá e que só vendia, adivinhe, gyozas. Martim Coutinho foi pesquisar sobre estas massas de arroz japonesas recheadas tradicionalmente com porco ou vegetais. João Nunes agarrou-se à ideia com todas as forças. Agora estão no Saldanha Residence com o Oza, um balcão onde se comem gyozas de porco – como manda a lei – mas também de bacalhau, frango com gengibre ou de caril vegetariano.

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O balcão do Oza é um dos primeiros do Saldanha Residence
Fotografia: Manuel Manso

Este centro comercial do Saldanha está agora a arrancar uma área de restauração renovada e o Oza é um dos primeiros balcões. Martim, dono da Croqueteria do Time Out Market, já tem o processo mais ou menos automatizado: as gyosas são preparadas na cozinha de produção onde João trabalha, segundo receitas criadas por ele e pelo pai. Aqui é cozinhá-las ao vapor nos cestos de bambu e deixá-las na zona de estágio a repousar. Quando sai um pedido num minuto põem-se na chapa para criar uma capa crocante num dos lados. Podem ser compradas à unidade (1,50€) ou no menu de quatro com dois acompanhamentos (tártaro de beterraba e cenoura, arroz de soja ou salada) e um molho (7,50€).

Se não se orienta com pauzinhos, não se preocupe, que Martim está solidário – até há bem pouco tempo também ele andava em luta com os talheres orientais – e os garfos e facas de plásticos saem debaixo de um balcão num instante.

Saldanha Residence, Avenida Fontes Pereira de Melo 42E. Seg-Dom 10.00-23.00

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