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Joaquim Sapinho dá uma nova ordem às obras da Gulbenkian

Por
Francisca Dias Real
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Quando um cineasta mexe num museu, mexe a sério e dá-lhe nós. Os últimos dias de Jardim de Verão na Gulbenkian ficam marcados pela inauguração da exposição de Joaquim Sapinho, que põe as obras a falar umas com as outras, a trazer a sua realidade para dentro daquele que era o seu museu de infância.

Sapinho traça um percurso que se refere ao exílio e à expressão de uma imensa confluência de culturas e civilizações patentes no museu, uma viagem física, uma viagem no tempo e no espaço – tudo para que o comum mortal se consiga pôr na pele de Calouste Sarkis Gulbenkian e que chegue aos tempos e espaços onde, através das peças de arte, conseguiu viajar.

Esta iniciativa corresponde ao segundo momento de uma ideia iniciada em 2016 e que consiste em criar pontes entre as duas coleções do Museu Calouste Gulbenkian: a do Fundador e a Moderna. A exposição começa com as imagens da inauguração da capela de S.Sarkis, em Londres, que Calouste mandou construir e segue viagem museu fora.

Colecção Moderna. Inaugura sexta 18.00 até 24 de Setembro. Qua-Seg 10.00-18.00. 10€.

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