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O grupo italiano que venceu a Eurovisão em 2021 é um dos cabeças de cartaz do Super Bock Super Rock deste ano. Não é bom sinal.

Os Måneskin são conhecidos por terem vencido a Eurovisão em 2021. E por terem sido o alvo de uma das críticas mais virulentas que a Pitchfork publicou em anos e de um título igualmente duro, noutro artigo publicado pelo site de referência americano: “Os Måneskin são o acontece quando o rock corre mal”. Não obstante, e vá-se lá saber porquê, vão conseguindo ser cabeças de cartaz de uns quantos festivais. Incluindo o nosso Super Bock Super Rock, que encabeçam no dia 18 de Julho.
De Itália. Mais concretamente, de Roma. Juntaram-se em 2016 e começaram a dar que falar depois de concorrerem à versão local do Factor X, em 2017. Quatro anos depois, em 2021, venceram o festival de Sanremo e foram os enviados italianos à Eurovisão, que acabariam por ganhar com "Zitti e buoni". E em 2023 editaram Rush! e foram achincalhados pela Pitchfork. De zero a dez, o disco recebeu apenas 2.0.
Os romanos vão invadir a Herdade do Cabeço da Flauta, no Meco, logo na quinta-feira, 18 de Julho, o primeiro dia desta edição do Super Bock Super Rock. A sua actuação tem início marcado para as 22.45 e deve durar menos de uma hora e meia.
Em princípio, sim. Os últimos concertos em festivais europeus têm sido todos iguais. Noite após noite, os Måneskin tocam nove canções de Rush! (2023), quatro do anterior Teatro d’ira, Vol. I (2021) e a sua versão de "Beggin'" dos norte-americanos The 4 Seasons. Há ainda um tema que tocam duas vezes, a meio do concerto e no encore: "I Wanna Be Your Slave". Eis as canções que vão tocar e a ordem exacta.
Pelo palco principal vão passar também os Royal Blood, o guitarrista dos Rage Against The Machine, Tom Morello (que colaborou com os Måneskin numa canção, "Gossip"), e a DJ Nina Kraviz. Enquanto no Palco Pull & Bear se destacam os Capitão Fausto, a tocar na íntegra o segundo álbum Pesar o Sol, lançado há dez anos, mais Marc Rebillet e o ex-Arcade Fire Will Butler, agora acompanhado por Sister Squares. Por fim, no Palco Somersby, tocam New Max, Anna Prior e Victoria.
Claro que sim. Os bilhetes diários custam 72€. Ou 154€, se quiser ver os concertos no chamado golden circle. O acesso ao campismo tem um custo de 14€ por noite. Há ainda passes de três dias, com acesso ao campismo, à venda por 164€ (ou 174€ nos dias do festival). Quem não quiser acampar, poupa 10€. Por outro lado, este valor sobe para 279€ caso queira entrar no golden circle.
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