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Fotografia: Mariana Valle LimaRua Morais Soares

Sabe como melhorar a mobilidade em Lisboa? A Câmara quer saber

A Câmara Municipal de Lisboa lançou uma 'open call' a inovadores para a criação de soluções digitais para a cidade que ajudem a melhorar a acessibilidade de pessoas com mobilidade condicionada.

Escrito por
Renata Lima Lobo
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O projecto municipal VoxPop – Pessoas, Processos e Tecnologia quer promover a transição digital no sector da mobilidade. E, para que não faltem ideias, lançou um open call à comunidade da inovação digital para a apresentação de ideias que respondam aos desafios de pessoas com mobilidade condicionada, como grávidas, pessoas com deficiência motora ou cognitiva, população idosa, crianças, entre outros.

Para isso, criou uma plataforma específica onde podem ser submetidas candidaturas até 25 de Setembro, que respondam, pelo menos, a uma das destas prioridades fixadas pelo município: planeamento de viagens; navegação autónoma; serviços inclusivos de bilheteira; promoção de uma mobilidade mais segura; gozo pleno de espaços públicos; ou, num desafio mais transversal, soluções comunitárias para uma mobilidade mais inclusiva. Após a fase de candidaturas, serão seleccionados 20 projectos inovadores, cujo custo de desenvolvimento será financiado até 60 mil euros por projecto.

“Cerca de uma em cada cinco pessoas tem a sua experiência de mobilidade condicionada quando se desloca na cidade de Lisboa, seja por deficiência ou incapacidade, temporária ou permanente. Esta iniciativa é um convite à comunidade de inovadores a participar no processo de construção de soluções digitais que ajudem a promover uma maior autonomia de pessoas com mobilidade reduzida”, explica em comunicado Ângelo Pereira, vereador que acumula as pastas da Mobilidade, Transportes, Estrutura Verde, Desporto, Segurança e Socorro, Sistemas de Informação e Higiene Urbana. No mesmo comunicado, a CML conta que o VoxPop “surgiu da necessidade identificada por vários actores locais em trabalhar de forma mais colaborativa e transparente na melhoria do sistema de mobilidade e transportes de Lisboa e em tornar os processos de planeamento mais eficientes”.

O projecto tem como parceiros a EMEL, a Carris, o Metropolitano de Lisboa e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), contando também com a participação da ARMIS, da Beta-i e da Deloitte Portugal.

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