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Notícias / Vida urbana

Web Summit vai provar a receita da Time Out para a salvação dos media

Julio Bruno
Andy Parsons

O CEO do grupo Time Out vai à Web Summit explicar como está a transformar o negócio de um dos mais reconhecidos títulos da imprensa internacional.

Como é que uma revista, que começou por ser montada numa mesa de cozinha, ultrapassa as fronteiras do papel para abrir mercados culturais e gastronómicos em todo o mundo? É a pergunta a que Julio Bruno, CEO do grupo Time Out, irá responder esta quinta-feira, 7 de Novembro, pelas 12.20, na Web Summit.

A cimeira tecnológica, a decorrer na Feira Internacional de Lisboa (FIL) pelo quarto ano consecutivo, arrancou na segunda-feira, 4 de Novembro, e a apresentação “Time Out: A tasty transformation” é apenas uma das muitas propostas  condensadas em quatro dias de discursos, debates e promessas de negócios – desta edição. No último dia, além do CEO do grupo Time Out, vão estar presentes convidados como o fundador da Revolut, Nikolay Storonsky, a co-fundadora da Mozilla Mitchell Baker, ou o estratega para a tecnologia da Casa Branca, Michael Kratsios.

A Time Out foi publicada, pela primeira vez, no Verão de 1968. Era apenas uma folha A2 de dupla face dobrada num panfleto A5 com listas de coisas para fazer em Londres – e foi montada na mesa da cozinha da mãe do fundador Tony Elliot. Meio século depois, é uma marca global de media e lazer que influencia o que dezenas de milhões de pessoas fazem, comem e bebem em todo o mundo, através de conteúdo distribuído em 327 cidades em 58 países e uma rede de mercados em crescimento.

Em 2014, inaugurou-se o primeiro Time Out Market – em Lisboa. “Se é bom vem na revista, se é óptimo vai para o mercado”, é esta a lógica por detrás do conceito criado de raiz pela equipa da Time Out Portugal. Cinco anos depois, contam-se 26 restaurantes, oito bares, mais de uma dezena de espaços comerciais e uma sala de espectáculos debaixo do mesmo tecto. Este ano abriram mais três mercados: em Miami, Nova Iorque e Boston. Estão previstos mais cinco até 2022.

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