Os melhores restaurantes no Algarve para este Verão

Uma boa refeição é meio caminho andado para umas férias descansadas. Estas 30 mesas são imperdíveis. Eis os melhores restaurantes no Algarve para este Verão.

Fotografia: Francisco Santos

No Verão, o melhor do Sul inclui, obrigatoriamente, comida. Logo, restaurantes. Estes 30 são os melhores restaurantes no Algarve para este Verão.

Há de tudo: os sazonais, que chega ali a Setembro e fecham para obras até à próxima época balnear; os estrelados, onde convém ir preparado para gastar uma nota grande; os na praia, onde pode comer com areia nos pés e voltar logo para dentro de água; os de hotel, que não só para os hóspedes e, last but not least, os clássicos, onde vale sempre a pena regressar. 

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Os melhores restaurantes no Algarve para este Verão

Sargo

Se tiver com desejos de um peixinho grelhado à saída da praia de Monte Clérigo, escusa de entrar no Sargo. Em tempos foi o mais típico dos restaurantes de praia, agora é o mais cool da zona – mantém apenas um painel de azulejos de Zé Penicheiro, que representa Aljezur. Durante todo o dia há refeições leves (wraps, saladas e petiscos), à noite o menu muda e há um bom polvo marinado com mel e creme de batata doce roxa e leite de côco a acompanhar (14€), um gnocchi com pato fatiado ou um risoto de abóbora. À tarde há uma carta de cocktails com muito por onde escolher.

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Rei das Praias

Nenhuma lista de restaurantes de praia do Algarve está completa sem o Rei das Praias, monarca que governa da Praia dos Caneiros, em Ferragudo, desde 1976. A carta é clássica, mas com qualidade: há peixes grelhados, ao sal e um sem-fim de mariscos (o camarão tigre é um dos que há sempre, grelhado, 83€/kg). No piso de cima do restaurante abriu, em 2016, um lounge bar com carta de snacks própria, dos pratos de presunto (10€) às bruschettas ou pregos no pão com batata frita (12€). O Rei das Praias é também o responsável pela animação de Verão da praia, com festas temáticas todas as semanas.

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A Sardinha

A Sardinha está na brasa da praia dos Arrifes há 35 anos mas tem tido mexidas na grelha – há 15 ruiu uma parte da esplanada e o restaurante fez umas obras grandes. Este Verão construíram um novo deck e zona de bar. Se estiver indeciso, mais vale trocar dois dedos de conversa com quem o estiver a servir, mas ficará sempre bem com uma travessa de percebes e uma dourada grelhada (aqui o serviço é dos bons e dos antigos, portanto não precisa de se preocupar com espinhas).

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Estaminé

É o único edifício da ilha da Barreta, mais conhecida como Ilha Deserta, em Faro, e é acessível apenas por barco (parte do Cais da Porta Nova seis vezes por dia, entre as 10.00 e as 18.00 e demora 35 minutos a lá chegar) mas vale bem a pena a viagem. Aberto deste 1987, foi construído em madeira sobre as dunas e é completamente auto-sustentável. Tem o melhor da gastronomia algarvia, das amêijoas ao camarão da costa, muxama de atum e peixe fresco.

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Pézinhos na Areia

Pode ir pôr realmente os pés na areia, afinal fica em cima do areal da Praia Verde, mas também se pode sentar num dos sofás brancos com cortinas esvoaçantes. O Pézinhos na Areia mantém o ambiente familiar e os pratos para partilhar, como o peixe ao sal ou a cataplana de marisco.

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La Preferida

O primeiro restaurante verdadeiramente peruano do Algarve abriu no último Verão. Tem três variedades de ceviche – o clássico (8,90€), o de mercado, com calamares (10,20€) e o nikkei, com atum, batata doce, polvo, picles e abacate (14€) –, vários pratos quentes, como o pulpo a la parrilla, um polvo grelhado com chimichurri bom para duas pessoas (15€). Tem esplanada e um jardim grande, é bom para levar os miúdos mas está sempre cheio (convém reservar mesa). Esta temporada há duas grandes novidades: passa a abrir aos almoços (com menus especiais a 6,50€) e passa a haver música ao vivo todas as sextas-feiras à noite. Não fica bem em caminho – não duvide do GPS quando este o levar para caminhos estreitos de terra batida – mas não se vai arrepender da viagem.

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Guilty Algarve

O restaurante mais animado do grupo Olivier rumou a Sul e instalou-se na discoteca Lick, um dos espaços nocturnos novidade deste Verão. Tem 400 metros quadrados, 120 lugares, esplanada e bar. A ementa é semelhante à de Lisboa: vai das saladas aos grandiosos hambúrgueres, tem massa e pizzas em forno de lenha.

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Salmora

Aqui não pode haver pesadelo na cozinha: o Salmora tem uma live kitchen, o que significa que dá para ver tudo o que se passa na cozinha, todas as interacções entre cozinheiros, tudo o que corre impecavelmente e o que corre mal. E ir perguntando como se faz isto ou aquilo. Manel Perestrelo, que abriu o restaurante em 2016, está agora como chef executivo e é Daniel Azenha a mão forte. A carta é inspirada na comida portuguesa mas também nas viagens e experiência de Perestrelo, que estagiou no londrino Fat Duck. Lagartos de porco preto com salada de favas e espargos (18€), o cone de tártaro de atum com maionese de wasabi (3 uni/10€) ou os peixinhos da horta com molho tártaro (12€). Também funciona como bar, onde tem um impressionante balcão em cobre e uma extensa carta de cocktails.

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Praia na Villa

O Praia na Villa é a extensão algarvia do Praia – Sea, Salt & Pepper, o restaurante inaugurado com o dedo de Olivier em 2015 na praia de São João da Caparica. No último Verão foi a grande novidade em Vilamoura e esteve sempre cheio – apesar de ficar num armazém longe dos areais, leva o ambiente das noites na praia para o espaço. Na carta estão as carnes maturadas do K.O.B mas também há pratos de peixe, caso do bacalhau à lagareiro ou polvo panado com arroz de feijão. Depois do jantar dá para ficar por lá a dançar. É de reservar enquanto é tempo, que este é daqueles sazonais.

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Orta

A Casa Mãe é um dos novos hotéis do Algarve (abriu em Outubro) e é um caso muito especial. Tem três edifícios diferentes, que abriram portas aos poucos: 22 quartos minimalistas, três cabanas com pátios privados e a Casa Mãe, uma casa senhorial recuperada. A ligar tudo está a Orta, um restaurante de onda saudável que aproveita os produtos locais (têm, claro, uma horta a três passos) e tem uma cozinha aberta. O brunch é servido todos os dias entre as 08.00 e as 13.30 – há três menus mas também pode pedir à carta, e não faltam as tostas de abacate com ovo escalfado da moda (7€), as panquecas de aveia (7€), smoothie bowls algarvios (7€). Depois há um menu de almoço, outro de petiscos (servidos na esplanada da Mercearia, um novo espaço mais perto da piscina) e os jantares, cuja carta muda diariamente. À sexta, nos dias quentes, há barbecues com live cooking no exterior.

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Vista do Bela Vista

O chef João Oliveira, comandante do Vista, criou um menu inspirado nos peixes e mariscos do Algarve. São 14 momentos de maresia, sem hidratos de carbono, e com atenção à sustentabilidade. No dia em que a Time Out lá foi, havia amêijoa do Algarve, bacalhau, lingueirão, sardinha, gamba violeta, lula dos Açores, peixe-galo e enguia. Mas pode tudo mudar, depende do que há fresco. Isto por 85€ por pessoa (acresce 60€ se quiser harmonização vínica).

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B&G

Se o Vilalara Thalassa Resort dispensa apresentações (ok, num resumé, está num incrível terreno de 11 hectares, foi construído sobre uma falésia, tem cinco piscinas e um thalassa e medical spa), o restaurante B&G, desde o arranque do ano nas mãos do chef Pedro Sequeira, já tem muito que se lhe diga. É um dos dois restaurantes do resort, tem uma carta de fine dining, numa consultoria com o chef Leonel Pereira, e frescura é a palavra que lhe assenta melhor. Há lagostim e vieira, pezinhos de porco, cremoso de cogumelos silvestres (17€), salmonete lacado e risoto de coentros (31€) ou carré de borrego, saladinha de legumes assados e molho de hortelã (25€). Tudo numa sala com uma incrível vista para o mar.

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Zest

O Zest é um dos 11 restaurantes do Pine Cliffs Resort e o mais saudável de todos. Tudo é verde, desde o jardim vertical numa das paredes, aos sofás e à ementa, que tem as calorias e carbohidratos de cada prato devidamente assinalados. Só utiliza alimentos frescos e orgânicos e tem opções do pequeno-almoço ao jantar. Há uns frescos rolos primavera vietnamitas com camarão tigre e noodles de arroz (18€), tartines de salmão em pão de alfarroba (12€) ou bowls de quinoa (16,50€), mas também pode ir compor a sua própria salada ao balcão. Tem também um bar de sumos prensados a frio (para manter vitaminas e minerais).

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Villa Joya Sea

É dos mais exclusivos deste lote de restaurantes de hotel. Fica entre a piscina e a praia quase privada do hotel Villa Joya, onde antes ficava o Hidden Xiringuito, e tem apenas 25 lugares. Os pratos são da autoria do chef estrelado Dieter Koshina e são essencialmente orientais.

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Piripiri

Começou com conceito de tapas e churrasqueira, em 2005, e, entretanto, transformou-se numa steakhouse à séria. Tem carnes portuguesas, argentinas ou uruguaias, com vários tipos de corte e tempos de maturação. Mantém-se o frango piri-piri (com molho secreto, receita da avó do chef Frederico, 19€).

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Yakuza Algarve

A versão algarvia do restaurante japonês do chef Olivier tem um espaço exterior com mesas altas e um deck em madeira no meio de um jardim oriental, óptimo para beber um copo à saída da praia. Fica à entrada do resort Pine Cliffs, na Praia da Falésia, em Albufeira, é sazonal e levou para baixo os novos pratos da carta do Yakuza First Floor, de Lisboa, caso dos rolos especiais sem arroz. Bom para começar a noite e seguir para outras bandas.

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À Terra

O restaurante do Praia Verde Boutique Hotel tem uma cozinha caseira, utiliza apenas ingredientes das terras locais. É tudo preparado de forma tradicional, no josper ou no forno a lenha.

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Bon Bon

Foi a grande surpresa do Guia Michelin 2016: o restaurante do chef Rui Silvestre, de apenas 29 anos, ganhou uma estrelinha. Subiu assim para seis o número de restaurantes algarvios com o conceituado selo francês (dois deles com duas estrelas). 

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Ocean

Com duas estrelas desde 2012, tem, como o vizinho Vila Joya, um chef austríaco a liderar a cozinha: Hans Neuner. Uma experiência que faz lembrar um mergulho no mar — da decoração à vista, passando pelos sabores do menu, que muda semanalmente e nunca deixa de surpreender.  

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Willie's

O alemão Wilhelm Wurger, que todos conhecem como chef Willie, é um veterano no Algarve e um mestre a misturar peixes e legumes portugueses com molhos e técnicas e internacionais. Recebeu uma estrela em 2006 e serve coisas como sapateira marinada em abacate e vieiras fritas. 

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São Gabriel

Depois de ganhar notoriedade no Panorama, o restaurante do Hotel Sheraton, em Lisboa, o chef Leonel Pereira foi apanhar sol para o Algarve e decidiu montar mesa lá. Situado em Vale do Lobo, o São Gabriel deu-lhe todas as condições para fazer uma carta com muita coisa vinda directamente da Ria Formosa e do mar. Há brincadeiras inspiradas na cozinha molecular, mas também matéria-prima no seu estado mais fresco e puro. 

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Gulli

É relativamente recente no Algarve (abriu em 2015), mas a fama e o estatuto de clássico vem de Cascais, onde começou no Hotel Villa Albatroz e se mudou há dois anos para o Mercado da Vila. Aqui tem estatuto de bistrot e as pizzas napolitanas são óptimas. No menu de Verão há uns novos tentáculos de polvo crocante (8,90€) e um risoto de gambas, lima e gengibre.

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Ribeira do Poço

Alape-se aqui a comer marisco e peixe fresco. A variedade é muita mas as lapas estão sempre incrivelmente bem confecionadas, assim como os mexilhões em azeito e alho. Outra das especialidades é a moreia frita.

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Solar do Perceve

Vila do Bispo é a capital do perceve (vale com v ou com b) e portanto tem um solar dedicado ao bicho. Há outros pratos regionais, como o arroz de marisco, a cataplana de peixe ou a caldeirada de peixe e todos os dias um prato diferente (pode calhar uma feijoada de tamboril, por exemplo).

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Sítio do Forno

Aqui pode usar a hashtag #cataplanawithaview. Este restaurante junta um dos melhores pratos algarvios (na fotografia está a cataplana de polvo e batata doce, 40€) com a vista para a praia do Amado, na Carrapateira. Está sempre cheio, mesmo em dias mais ventosos ou com chuvas-surpresa a meio de Junho, portanto mais vale prevenir e reservar.

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Café Correia

Aqui a comida é de tacho, à Correia, e sempre em doses generosas. Os percebes são um dos cartões-de-visita da casa e são frescos e bons para começar o repasto de Verão. Siga, depois, para um arroz ou massada de peixe ou umas lulas recheadas.

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Tasca do Careca

O nome não engana ninguém: é uma tasca. Tem bancos de madeira e mesas apertadinhas, uma data de cachecóis de futebol pendurados nas paredes (do Sporting, o clube do Careca) e comida muito boa. As lulas recheadas são de comer e chorar por mais e uma dose dá bem para dois, mas o melhor é chegar cedo porque muitas vezes esgotam. A sopa de peixe e o frango no churrasco também fazem parte das especialidades. Não aceitam reservas.

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Barrigada

Que bela barrigada de peixe fresco. Não garante uma vista incrível – fica na traseira da marina, com os barcos dos pescadores em frente – mas por 12,50€ tem direito a quatro variedades de peixe do dia à discrição. Se for mais de carnes, também não fica com a barriga a dar horas. Há uma versão com quatro tipos de carnes, sempre à discrição, a 11€. E aproveite bem o couvert, com lulinhas à algarvia e cenouras baby.

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Tasca do Petrol

Se a Tasca do Petrol não andasse em dúzia e meia de guias, é provável que não desse por ela. Fica na Estrada Nacional, no meio da serra de Monchique, e não e refeição para meninos nem a típica de Verão, mas vale a pena o peso no estômago. Comece pela morcela e lombos de porco na banha (4,50€), siga para uma das travessas de cabrito (12€) e remate com o bolo de medronho e batata doce (3€).

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Noélia

No restaurante da Noélia, uma cozinheira incrível que faz pratos bem portugueses com produtos bem frescos, é tudo tão bom que o mais difícil é escolher. A canja de conquilhas, o arroz de limão com corvina ou a muxama de atum com torradinhas de salmorejo são apenas três dos pratos típicos. Fica mesmo em frente à Ria Formosa e se quiser almoçar lá, não conte ir à praia de manhã – vá directo para o restaurante assegurar lugar (e é bem possível que encontre um ou outro chef lisboeta por lá).

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