Sete restaurantes em Lisboa que parecem um jardim

Jardins verticais, plantas a cair do tecto. Estes restaurantes parecem jardins ou, vamos mais longe, são florestas urbanas.
QUORUM
Fotografia: Manuel Manso
Por Inês Garcia |
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Se há coisa que não falta nesta cidade são parques e jardins para se refastelar, mas os espaços verdes não se esgotam ao ar livre. Lisboa soma e segue nos restaurantes onde crescem verdadeiras selvas urbanas lá dentro, o verde é o Pantone predominante e compõe o cenário perfeito para um momento instagramável. Em cima da mesa, no chão, presas à parede tipo jardim vertical ou suspensas no tecto, as verduras saltam de todos os cantos. Se possível, peça juntamente com a refeição um dicionário de A a Z para perceber a flora que habita nestes espaços. 

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Sete restaurantes que parecem um jardim

O Botanista
©Duarte Drago
Restaurantes, Vegano

O Botanista

icon-location-pin Chiado/Cais do Sodré

Paredes verdes, plantas a cair do tecto, vasos enormes com verduras volumosas. O Botanista, um projecto de Catarina Gonçalves (do Ao 26 – Vegan Food Project) com André Baptista, é praticamente um jardim. Vegan. Tem um piso térreo muito verde e um menu com opções para todas as horas do dia, do pequeno-almoço com french toast ao almoço e lanche tardio.

QUORUM
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Cozinha contemporânea

Quorum

icon-location-pin Chiado

Rui Silvestre veio abrir o Quorum a Lisboa e agora passa o reinado na cozinha deste restaurante florido ao chef Tiago Santos. Entre os novos pratos desta nova cozinha está um ovo de tomatada, uns raviolis com gamba-rosa do Algarve, algas de Ilhavo e dashi de enchidos fumados da Serra do Barroso, ou o Carapau curado do Canhão de Sesimbra com sucos de cebola fermentados e texturas de tubérculos

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Unique Sushi Lab
©Manuel Manso
Restaurantes, Japonês

Unique Sushi Lab

icon-location-pin Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O desafio era criar uma cozinha japonesa de preços acessíveis e com matérias-primas diferentes. Há combinados especiais com niguiris de amêijoa japonesa, de percebes ou de ouriço, a fugir aos básicos só com salmão, atum e peixe branco. Este laboratório tem ainda pratos quentes, como a massa no wok, e três opções de ramen. Aproveite a parede com jardim vertical como cenário para um dos bons cocktails.

salada de algas do rabo d'pêxe
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Rabo d'Pêxe

icon-location-pin Avenidas Novas

Durante toda a refeição é como se estivesse dentro de um aquário com um jardim em torno. Um ambiente confortável para comer ora um bom grelhado com peixe fresco (que vem maioritariamente dos Açores), ora peças de sushi e sashimi bem trabalhadas. A tratar da carta está o chef Abel Cunha, que a complementa também com pratos de carne como o T-Bone. Para agradar a todos.

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Royale
© Arlindo Camacho
Restaurantes, Cafés

Royale Café

icon-location-pin Chiado

Tem um dos pátios interiores mais bonitinhos e acolhedores até para tardes frias, culpa também do jardim vertical. Não vai em modas e as ementas deste Royale Café rodam muito, assim como os modelos de brunch. Tem pratos do outro mundo, como o tzatiki grego servido com pão pita, e pratos principais como o mais clássico polvo à lagareiro. Numa onda mais petisco, há burrata ou chouriço assado.

A Time Out diz
Prado
Arlindo Camacho
Restaurantes, Português

Prado

icon-location-pin Castelo de São Jorge

António Galapito fez crescer um Prado ao pé da Sé, onde trabalha gado e vegetação orgânica. Usa os ingredientes que os produtores portugueses lhe dizem que estão bons e, por isso, não tem uma carta propriamente fixa. E o nome não engana: as plantas a pender do tecto, num pé direito altíssimo, fazem deste um dos restaurantes mais bonitos da cidade.

A Time Out diz
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Erva
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Português

Erva

icon-location-pin Sete Rios/Praça de Espanha

Erva porque há jardins verticais aqui e ali, biombos e colunas carregadinhos de plantas no meio da sala ampla, dividida entre bar e restaurante, chefiado por Carlos Gonçalves. Aqui há uma cozinha cuidada, assente nos sabores dos ingredientes sazonais, sem grandes transformações. 

Os melhores restaurantes em Lisboa por zona

taberna do mar
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Restaurantes obrigatórios na Graça

Lá em cima, há muita coisa nova a dar nas vistas. No bairro que está cheio de graça, sobra sempre espaço para um novo restaurante, mais um cantinho com um petisco ou até um docinho dos bons, dos crepes recheados aos famosos pastéis de nata. Seja para quem vai dar um saltinho à Feira da Ladra e quer almoçar naquela zona, para quem quer instagramar o miradouro e lanchar a seguir, ou até mesmo quem vai àquele concerto de sábado à noite nas Damas. Eis 13 restaurantes e pastelarias obrigatórios na Graça. 

boubou's, principe real
©Manuel Manso
Restaurantes

Onde comer bem no Príncipe Real

A nova dinastia da restauração lisboeta instalou-se aqui e as novidades sucedem-se – grande parte delas com grandes janelas e balcões virados para a rua para que possa aproveitar o melhor da zona. O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento. A oferta é variada e não desilude. Asiáticos, italianos, cozinhas de autor: abram alas para a família real de restaurantes do Príncipe Real. Há muito por descobrir e provar, do Irão ao Vietname. Vá por nós e coma como um príncipe. 

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Ingri, um dos pratos do Tantura
© Arlindo Camacho
Restaurantes

Os melhores restaurantes no Bairro Alto

Corremos o Bairro Alto e cruzámo-nos com mais de 100 restaurantes pelo caminho, nem todos merecedores de nota, é certo. Da cozinha de autor ao restaurante israelita, estes são os oito melhores restaurantes no Bairro Alto. 

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