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Piscina dos Jameos del Agua
Photograph: Courtesy CC/FlickrPiscina dos Jameos del Agua

Cinco razões para visitar Lanzarote

Quer explorar esta ilha selvagem e árida das Canárias? Veja este mini-guia com as melhores coisas para fazer em Lanzarote.

Escrito por
Gemma Bowes
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Fuja das zonas mais movimentadas como Playa del Carmen: Lanzarote é uma terra maravilhosa, árida e selvagem com muito por explorar. A bela ilha vulcânica das Canárias está repleta de cidades cheias de palmeiras, moradias caiadas de branco, praias, peixe fresco e cactos. Aqui encontrará o toque mágico e indelével do influente artista César Manrique em todo o lado — não só deixou várias casas fabulosas e atracções para visitar, como um legado que impede que todos os novos edifícios tenham mais de dois andares. Faça um passeio pelo norte e pelo interior da ilha e sinta a animada brisa boho de Lanzarote.

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Cinco coisas para fazer em Lanzarote

1. Parque Nacional de Timanfaya

Vulcões! Mas nada tema. Não terá de fugir da lava borbulhante: estes vulcões  não  entram em erupção  desde 1824. Esta paisagem espetacular é perigosa para ser explorada a pé, por isso deve apostar numa excursão de autocarro, que oferece uma visão geral deste mar de lava com 25 crateras. No centro interpretativo Montanas del Fuego pode observar os guias a colocarem a palha num buraco até esta se incendiar. Já no restaurante El Diablo, os pratos são preparados com calor geotérmico.

2. Grutas Jameos del Agua

O artista mais famoso de Lanzarote, César Manrique, deu à ilha uma estética funkadélica, da qual esta gruta é a coroa de glória. Trata-se de um sistema de cavernas que abriga um restaurante, uma piscina sinuosa e um auditório com bancos de bar embutidos nas rochas e plantas que descem em cascata pelas paredes. Imagine uma festa de máscaras organizada por James Bond, Barbarella e Twiggy: este seria o local.

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3. El Golfo

É aqui que as poderosas ondas do Atlântico atingem a costa vulcânica ocidental da ilha. El Golfo tem ainda vários cafés, como o Costa Azul, que oferecem lugares à beira-mar. Vá e sinta um spray de água do mar nas bochechas enquanto devora peixe fresco com batatas das Canárias. Vai ver que é revigorante assistir ao embate das ondas contra as rochas negras, a poucos metros de distância, ao mesmo tempo que aves marinhas sobrevoam a sua cabeça. Dica: as rochas irregulares de Los Hervideros, nas proximidades, dão boas fotografias para o Instagram.

4. Teguise

Fundada em 1402, Teguise é a cidade mais antiga das Canárias e, graças à sua posição elevada, foi a capital de Lanzarote durante 450 anos. Está cheia de edifícios brancos atraentes, praças e palmeiras, com um grande mercado ao domingo (sugestão de compras: queijo local e bolsas de couro). É um lugar encantador para gastar dinheiro entre lojas de artesanato e bares. Nas proximidades, em Nazaret, encontrará o Museu Lagomar, outra criação de César Manrique. Explore bem esta casa construída na lava e decorada com pedaços de naufrágios.

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5. Playa de Papagayo

Não é só uma praia maravilhosa, são sim sete pequenos aglomerados de areia amarela pálida que se juntam num promontório no extremo sul da ilha, separados por lava negra. Irá encontrar várias praias igualmente interessantes pelo caminho – como a Playa del Charco de los Clicos, com areia preta, falésias vermelhas e uma lagoa verde; ou a Playa Chica, óptima para fazer mergulho – mas este é o local ideal para se estender em areia fofa e nadar num mar tranquilo.

Escapadinhas para fora do país

  • Noite

Não é o destino mais óbvio quando se fala em noite em Lisboa, mas em Alvalade também há vida depois das seis da tarde e aos fins-de-semana. Traçamos-lhe um mini-roteiro noctívago para todos os gostos e até lhe damos alguns clássicos da noite alfacinha, seja para uma cerveja, um copo de vinho ou um mesmo um cocktail. Em alguns deles, com sorte, ainda pode apanhar concertos. Explore outras possibilidades na noite de Lisboa e passe um bom bocado nestes que são os melhores bares de Alvalade.

  • Noite

Longe vão os tempos em que este bairro era um deserto, uma zona deixada ao abandono, armazéns por ocupar e com tectos a cair. Nos últimos anos Marvila ganhou vida própria, uma existência que compete taco-a-taco com o Cais do Sodré ou o Bairro Alto se tirarmos a confusão e gentrificação dos dois últimos. Isto porque não lhe faltam opções para beber, mas também para encher a barriga, e para passar o tempo. E se a cerveja artesanal for um assunto que lhe é próximo do coração, este bairro é paragem obrigatória. Durante a semana, ou após o começo do fim-de-semana, rume a este oriente para conhecer os melhores bares em Marvila.

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