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A agenda cultural de Lisboa que não pode perder

Das exposições às peças de teatro ou concertos, fique a par dos eventos culturais que marcam o ritmo da cidade.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Lisboa fervilha com cultura. Há galerias com novas exposições, espectáculos de teatro e dança a não perder, sessões no escurinho do cinema e muitos concertos marcados que reclamam espaço no calendário. Depois de dois anos fechados em casa, sair à rua sabe a libertação e a vontade de voltar aos espaços culturais é palpável. A oferta diversificada dos programadores culturais não deixa dúvidas: quem quer sentir o pulsar da cidade tem muito por onde escolher. Veja as sugestões da Time Out, aponte na agenda e faça-se à estrada. Lisboa está à espera.

Recomendado: Coisas para fazer em Lisboa este mês

Agenda cultural de Lisboa

  • Arte
  • Arte contemporânea
  • preço 0 de 4
  • Lisboa
Enquanto decorrem as obras de remodelação e ampliação, o Centro de Arte Moderna da Gulbenkian continua a levar a arte ao encontro do público em vários pontos da cidade. Como no Centro Comercial Fonte Nova, em Benfica, onde no interior de um contentor marítimo onde é possível entrar e observar a obra de Rui Toscano "Music Is the Healing Force of the Universe #4". O artista é um dos convidados do projecto do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian (CAM) que desde Outubro coloca contentores marítimos em locais públicos da cidade com obras pensadas para estes espaços. Outro contentor que passa a constar do mapa de intervenções artísticas do CAM fora de portas fica junto à estação fluvial do Terreiro do Paço. A peça, intitulada "Home", é da autoria de Carlos Bunga, artista português radicado em Espanha, e explora "o conceito do direito à habitação", "a questão das migrações", e pretende ser um testemunho do "fracasso social por todos aqueles que não têm casa".
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém
Com curadoria de Carla Cardoso, António Brito Guterres e Alexandre Farto, esta exposição explora “culturas urbanas e de que forma é que elas contribuíram para o desenho da cidade de Lisboa e desta nova metrópole”. A exposição que ocupa parte do edifício do maat junta obras de mais de 30 artistas – entre nomes já firmados, como ±MaisMenos±, Wasted Rita ou Obey SKTR, e emergentes, como Petra Preta ou Fidel Évora. Cidade, cultura e liberdade são os motes desta mostra, onde convergem obras de diferentes géneros, como painéis, retratos, esculturas, instalações, filmes e videoclipes. “A exposição fala da construção da cidade desde 1974 até hoje, de uma Lisboa em democracia”, expõe António Brito Guterres. A primeira parte é dedicada ao 25 de Abril de 1974 e ao “frenesim da revolução”, seguem-se zonas que lembram as “ausências de certos corpos na cidade” e como isso a modelou até aos dias de hoje. A exposição vai ser completada com workshops, conversas, projecções e performances. Integrada nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, uma das actividades passa por uma reinterpretação do Painel do Mercado do Povo que irá acontecer no dia 10 de Junho numa das grandes paredes nos jardins do maat.
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • preço 0 de 4
  • Marvila
A 1.ª edição do projecto Fachada, a realizar uma vez por ano na Galeria .insofar, em Marvila, inaugura com “A Malha”, uma instalação composta por 155 esculturas inéditas do artista Isaque Pinheiro, que ficam dispostas na fachada até Julho. O objectivo é desafiar estereótipos e repensar as correlações artista-obra-público. Online, encontram-se ainda dois ensaios críticos sobre as obras, escritros por João Silvério e Fábio Gomes Raposo.
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Belém
Um ano após a morte do artista plástico, o museu lisboeta mostra 121 obras de um dos mais internacionais nomes da arte portuguesa. "Abstracto, Branco, Tóxico e Volátil" inclui fotografias, pinturas, esculturas, instalações e até filmes em Super 8 do artista que representou Portugal na Bienal de Arte de Veneza em 1997. Julião Sarmento ainda participou no processo de construção da exposição que ocupa 18 salas do Museu Colecção Berardo. 
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Parque das Nações
O direito humano à água e ao saneamento foi reconhecido pela ONU em 2010. Mas, para cerca de um terço do planeta, um gesto tão banal como abrir uma torneira e ter água potável continua a ser um sonho impossível. É urgente torná-lo realidade: eis o que diz a nova exposição do Pavilhão do Conhecimento, que convida as famílias a experimentar e a descobrir as múltiplas facetas da disponibilidade e uso deste bem essencial. Do “Ciclo Desequilibrado”, que desafia a rever o impacto da acção humana no ciclo da água, até à “Mercearia da D. Rosalia”, onde a factura, que podemos mesmo imprimir e levar para casa, apresenta o nosso perfil de consumidor hídrico, há muito para descobrir sobre a regalia que é viver num “Presente com acesso a água”.
  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Organizada em três núcleos, esta exposição dedicada a Bordalo Pinheiro convida a um percurso através da obra do artista, num ensaio que revisita os seus temas de eleição e oferece uma leitura plural e informada do seu talento, criatividade e notável capacidade de trabalho. À luz do presente, procura mostrar-se como o espírito crítico e o humor podem ser os aliados perfeitos para a construção de uma cidadania activa, participada e construtiva.
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  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • São Sebastião
Vinte e um artistas plásticos europeus com origens familiares nas antigas colónias em África refletem sobre as suas heranças, as suas memórias e as suas identidades. É este o ponto de partida para a exposição que ocupa a Galeria Principal da Fundação Gulbenkian, e que inclui 60 obras de pintura, desenho, escultura, filme, fotografia e instalação. 
  • Arte
  • Estrela/Lapa/Santos
Inédita, Histórias de um Império é a primeira exposição integralmente dedicada à Colecção Távora Sequeira Pinto, que documenta as relações artísticas entre Portugal e as culturas do império asiático. Evitando uma leitura tradicional, cronológica e geográfica, os oito núcleos temáticos que a compõem retratam a riqueza, a complexidade e a surpreendente beleza da arte produzida nas redes comerciais criadas por Portugal, um pouco por toda a Ásia. Entre as mais de 150 peças, destaca-se uma Pedra de Bezoar montada com coral vermelho (Índia e Europa, século XVII). Da porcelana chinesa aos marfins de Goa, do mobiliário indiano às delicadas lacas japonesas, a narrativa visual revela-se de grande impacto e exuberância.
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  • Arte
  • Cascais
Até Setembro, o Centro Cultural de Cascais expõe a obra de Juan Genovés. A primeira mostra em Portugal dedicada ao artista espanhol inclui 58 pinturas, num percurso que começa nos anos 60 e culmina na obra Sin Firmar (2020), o último quadro que Genovés pintou antes de falecer em 2020. 
  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Cascais
São raras as entrevistas de Maria Inês da Silva Carmona Ribeiro da Fonseca, ou Menez, como é conhecida artisticamente. Mas o trabalho da pintora (1926-1995) descortina-se agora numa exposição no Museu Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais. E se é pela pintura que Menez é mais conhecida, na Sala Zero do museu em Cascais descobrem-se outros registos, como um objecto tridimensional, uma tapeçaria ou um painel de azulejo.

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