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©DR Little Orpheus

Apple Arcade: os melhores jogos para iPhone (e não só)

O serviço de subscrição Apple Arcade reúne alguns dos melhores jogos para iPhone e outros dispositivos da Apple

Por Luís Filipe Rodrigues
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A abertura da Apple Arcade, em Setembro do ano passado, foi uma excelente notícia para quem gosta de jogar no telemóvel. Apesar de também estar disponível no iPad, na Apple TV e nos computadores Mac, é nos iPhones que o serviço de subscrição de videojogos se destaca. Por apenas 4,99€ por mês, é possível aceder a mais de uma centena de títulos, sem ter de pagar mais nada, nem se preocupar com microtransacções e outros esquemas predatórios. Não há sequer anúncios nas aplicações.

A Apple Arcade celebra o potencial dos jogos móveis, e mostra o que é possível fazer quando os estúdios não têm de se preocupar com a maneira como vão rentabilizar o seu trabalho; quando a única preocupação é proporcionar uma experiência memorável ao consumidor. Não é por acaso que alguns dos mais elogiados títulos independentes do ano passado, como Sayonara Wild Hearts, Grindstone e não só, fazem parte do catálogo do serviço. Estes são os melhores.

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Apple Arcade: os melhores jogos para iPhone (e não só)

Assemble With Care

O mais recente opus dos criadores de Monument Valley é uma breve experiência táctil e narrativa – passa-se em cerca de duas horas. Foi feito com cuidado e escrito com subtileza, tem óptimo aspecto e melhor música. Cabe-nos consertar vários objectos e aparelhos electrónicos, ao mesmo tempo que a história se desenrola e percebemos que estamos também a consertar as relações das personagens à nossa volta.

Dear Reader

Há muitos jogos de palavras para telemóvel, mas são quase todos inspirados no Scrabble. Dear Reader é diferente. É um quebra-cabeças literário, onde nos debruçamos sobre passagens de clássicos da literatura, como Moby Dick ou Orgulho e Preconceito, e temos de completar ou reorganizar frases, mudar palavras de sítio, preencher lacunas. E ler.

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Grindstone

Há dezenas de jogos móveis em que o objectivo é juntar e destruir peças da mesma cor. Grindstone é mais um, só que não é só mais um. Aqui as peças coloridas são inimigos, nalguns casos agressivos, que têm de ser desancados por um bárbaro. O resultado é um misto de acção, aventura e puzzle, que pega numa fórmula familiar e faz algo de novo e cativante.

Little Orpheus

Os estúdios The Chinese Room são conhecidos pelas suas excelentes aventuras narrativas na primeira pessoa, como Dear Esther ou Everybody's Gone to the Rapture. O novo Little Orpheus é diferente, se bem que igualmente cativante. Nesta aventura de plataformas em 2D controlamos um cosmonauta russo numa viagem ao centro da Terra. Mecanicamente, lembra o clássico Pitfall!, mas narrativamente é infinitamente mais ambicioso.

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Neo Cab

Neste romance visual, vestimos a pele de uma motorista que trabalha para uma empresa transportadora de passageiros privada. A acção passa-se num futuro distópico, em que a automatização de certos sectores da economia tornou as relações laborais ainda mais precárias. E é um prazer explorar este mundo, enquanto conversamos com os passageiros sobre filosofia, física quântica, padrões de beleza ou relações tóxicas.

Oceanhorn 2

A continuação de Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas – que na realidade é uma prequela – continua a inspirar-se em The Legend of Zelda. É uma aventura móvel complexa e, que demora pelo menos uma dúzia de horas a terminar. Apesar de ficar aquém dos clássicos da Nintendo, é tecnicamente impressionante e um jogo muito completo.

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Overland

Neste jogo de estratégia por turnos, controlamos um pequeno grupo de sobreviventes, numa viagem por uma América pós-apocalíptica, em busca de um porto de abrigo. O ambiente é sufocante e cada decisão pode ter consequências desagradáveis, pelo que é preciso pensar duas vezes antes de fazer qualquer coisa. O objectivo é sobreviver.

Pilgrims

A nova aventura gráfica dos criadores de Machinarium não desilude. Tem uma estética singular, com personagens e cenários desenhados à mão, e um enredo aparentemente simples, mas que se desenrola de maneiras inesperadas. As surpresas sucedem-se e os quebra-cabeças são fáceis de resolver. No entanto, vale a pena jogá-lo uma e outra vez.

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Sayonara Wild Hearts

Criado pelos estúdios suecos Simogo e distribuído pela sempre fiável Annapurna Interactive, Sayonara Wild Hearts é um pequeno grande jogo de acção rítmica. Esteticamente arrojado e, com uma óptima banda sonora, foi um dos melhores títulos do ano passado. Também está disponível em todas as consolas, mas parece feito à medida dos dispositivos móveis.

What The Golf?

What the Golf? é um daqueles raros videojogos que consegue fazer com que o golfe não seja aborrecido. Em parte porque tem mais a ver com um episódio de Os Malucos do Circo dos Monty Python do que com qualquer coisa que possa acontecer num resort de golfe. Cada novo nível é uma surpresa; cada tacada é um pequeno prazer e uma exploração surrealista das propriedades físicas de diferentes objectos e criaturas.

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Switch

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