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Os melhores jogos para PlayStation 5

Toda a gente quer meter as mãos na nova consola da Sony. Caso tenha uma, estes são os melhores jogos para a PlayStation 5.

Escrito por
Luís Filipe Rodrigues
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Ainda é virtualmente impossível comprar uma PlayStation 5. Apesar de ter sido lançada em Novembro, e de já se terem vendido mais de dez milhões de unidades em todo o mundo, é raro encontrá-la à venda. Quando aparece, desaparece logo a seguir. A única maneira de arranjar uma é pagar quase o dobro do preço no mercado cinzento, aos revendedores anónimos do OLX e às lojas com pouca ou nenhuma reputação que a vendem por quantias muito acima do valor sugerido pelo fabricante. Pior: ninguém sabe quando é que a situação vai normalizar. É pena, porque a nova consola da Sony já recebeu pelo menos uma dezena de jogos que merecem o nosso tempo e o nosso dinheiro. E isto é só o princípio. De Astro's Playroom a Yakuza: Like A Dragon, por agora estes são os melhores jogos da PlayStation 5.

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Os seis melhores jogos para PlayStation 5

Assassin’s Creed: Valhalla

A popular série de aventuras históricas (com uma grande pitada de ficção científica) da Ubisoft ganhou um novo fôlego nos últimos anos. O mais recente Assassin's Creed: Valhalla coloca-nos na pele de um viking, durante a invasão das ilhas britânicas, que podemos explorar com relativa liberdade. Como sempre, a narrativa salta entre o passado – neste caso o ano 873 d.C. – e o presente, onde a mitologia da saga continua a revelar-se cada vez mais complicada. Absurda e desnecessariamente complicada.

Astro's Playroom

aqui escrevemos, e não nos cansamos de repetir, que Astro Bot: Rescue Mission é um dos melhores jogos de realidade virtual (de sempre) e de plataformas (dos últimos anos). Astro's Playroom é superior. Um inventivo e encantador jogo de plataformas em 3D, que celebra o passado da PlayStation e aponta para o seu futuro, ao mesmo tempo que mostra o potencial do novo comando DualSense da PlayStation 5. E o melhor é que vem incluído de graça com a consola, portanto não há desculpas para não jogá-lo.

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Control: Ultimate Edition

Uma agência secreta do governo norte-americano estuda fenómenos paranormais, que se desenrolam frequentemente sem que ninguém dê por isso. Quase ninguém. Uma mulher passou vários anos no seu encalço e, quando descobre a base de operações da agência, dá por si no meio de uma aventura de ficção científica, com muitos tiros e quebra-cabeças pelo meio. Control foi universalmente aclamado em 2019, e esta Ultimate Edition é ainda melhor. Inclui ainda as expansões “The Foundation”, uma história paralela que se desenrola ao longo de meia dúzia de horas; e “AWE”, um crossover com Alan Wake.

Disco Elysium: The Final Cut

Disco Elysium é um jogo narrativo, como um RPG de papel e caneta, mas feito de bits e bytes. A sua história prolonga-se por vários dias, durante os quais sentimos a tensão entre o presente e o passado de um homem, e de um mundo. Versa sobre os sonhos estilhaçados pela queda do comunismo e a abertura aos mercados, sobre os escombros de uma relação amorosa, sobre mecanismos de enfrentamento e saúde mental. Jogámos poucos jogos tão bons em toda a vida.

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Demon's Souls

Hidetaka Miyazaki é o melhor naquilo que faz. E o que ele faz são RPG (role-playing games, ou jogos narrativos) ridiculamente difíceis, sem chegarem a ser frustrantes, que exigem muito do jogador mas sabem como recompensá-lo. O primeiro foi Demon’s Souls, uma aventura sombria e fantástica lançada em 2009 para a PlayStation 3. Passados 11 anos, renasceu na mais recente consola da Sony, numa versão recauchutada pela sempre confiável Bluepoint Games e graficamente assombrosa.

Final Fantasy VII Remake Intergrade

remake do clássico Final Fantasy VII começa por ser uma recriação do jogo de 1997, com o grupo eco-terrorista Avalanche a destruir um reactor energético. Lentamente, porém, revela-se mais do que isso e transforma-se numa meditação metanarrativa sobre o que é um remake e quanto se pode afastar do original antes de se tornar algo novo. Esta versão Intergrade, disponível apenas na PlayStation 5, tem melhor aspecto, corre mais depressa e a sua dificuldade foi recalibrada. Além disso, inclui um novo "Episode INTERmission", protagonizado por Yuffie, uma personagem que ficou fora do remake na PS4.

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Ratchet & Clank: Uma Dimensão à Parte

Sem ser o melhor jogo da PlayStation 5, Ratchet & Clank: Uma Dimensão à Parte é o melhor argumento a favor da nova consola da Sony até à data. Tudo foi feito para mostrar do que esta máquina é capaz: parece um filme animado por computador, os tempos de carregamento são inexistentes, e o comando DualSense mergulha-nos na acção. Junte-se a isto o caos calmo dos combates, a fluidez da acção, e é um prazer e uma alegria acompanhar os velhos e novos protagonistas ao longo de 12 ou mais horas.

Spider-Man: Miles Morales

O anterior Spider-Man, desenvolvido pela Insomniac e lançado pela Sony em 2018, foi uma boa surpresa. Uma aventura imersiva que nos transportava para uma detalhada reprodução de Nova Iorque, que podíamos escalar e explorar livremente. Mas o melhor era a maneira como estávamos sempre a ser desviados da história e da acção pelos pequenos criminosos que andavam pelas ruas a roubar pessoas e a fazer tropelias, como o Homem-Aranha dos comics. Esta continuação é mais do mesmo, agora com um novo protagonista, Miles Morales, e uma narrativa mais compacta. Também está disponível para a PS4, mas há uma Ultimate Edition, só na PS5, que inclui uma versão remasterizada do jogo de 2018.

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Tony Hawk's Pro Skater 1 + 2

O Tony Hawk's Pro Skater original, publicado pela Activision em 1999, é o mais importante jogo de skate da história, e ainda hoje é recordado com saudade por quem o jogou. E a sua sequela, lançada um ano depois, continua a ser o melhor jogo de skate de sempre – há até quem o considere um dos melhores de sempre, independentemente do género. Tony Hawk's Pro Skater 1 + 2 recria as pistas e os desafios de ambos, mas actualiza os controlos, os mapas, os gráficos e a icónica banda sonora para o presente. É absurdamente divertido, e o respeito pelos títulos originais é evidente desde os primeiros instantes.

Yakuza: Like A Dragon

Durante a maior parte do tempo, Yakuza: Like A Dragon é um RPG tradicional, com combates por turnos e uma sensibilidade singular e absurdista. Mas ao mesmo tempo é um policial japonês. E depois há momentos em que se transforma num jogo de corridas, num simulador de gestão empresarial, num jogo rítmico. E ainda há salões de arcade onde é possível reproduções fiéis de clássicos da Sega como Virtua FighterOut Run e muitos outros. Também dá para jogar às cartas ou shogi e mahjong. Cabe tudo cá dentro. E é tudo bom.

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