20 coisas para fazer na Arrábida

A serra, o mar, as paisagens únicas: tudo isso, já sabe, são razões para voltar sempre à Arrábida. Damos-lhe muito mais coisas para fazer na Arrábida entre Palmela, Setúbal, Azeitão e Sesimbra

Fotografia: Arlindo Camacho

O bom tempo dá mostras de querer voltar em força e antes que a confusão se instale de vez, aproveite para redescobrir a zona. Primeiro que tudo, tome nota de algumas das melhores coisas para fazer na Arrábida. Quando terminar a leitura, livre-se de dizer que falhámos clássicos como as tortas de Azeitão ou o choco frito setubalense — preparámos toda uma outra lista exclusivamente dedicada à engorda (basta conferir os links em baixo). Quanto ao elenco de praias, também lhe fizemos a papinha toda.

Recomendado: 

+ Os melhores sítios para comer na Arrábida

+ Todas as praias da Arrábida

20 coisas para fazer na Arrábida

1
Mergulhe no azul e verde

Mergulhe no azul e verde

A sabedoria popular afiança que “azul e verde borra a parede” mas apostamos que o autor da frase nunca visitou a Arrábida. Águas claras, mar calminho, um postal da serra nas costas. Há toda uma promessa de felicidade à sua espera, mas releia por favor o nosso guia antistress porque o cenário do trânsito só costuma ter uma cor: negro.

Praias de Galapos, Galapinhos, Coelhos, Creiro, Portinho, etc

2
Tire uma selfie sem correr riscos

Tire uma selfie sem correr riscos

Seja no abandonado Palácio da Comenda (onde a irmã de Jackie Kennedy terá passado temporadas com o amigo Truman Capote) ou em plena estrada, numa rampa para o parapente imprópria para quem sofre de vertigens, esta cadeia montanhosa está repleta de miradouros, muitos deles naturais. A Sétima Bateria do Regimento de Artilharia de Costa de Outão, também desactivada, é outra hipótese para a selfie da inveja, sempre em segurança, por favor.

Miradouro das Antenas, da Santa ou dos Conventos

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3
Deixe que o guiem nove horas

Deixe que o guiem nove horas

Na Wild Beach Tour não é difícil adivinhar que o guia Duarte Antão promete ir além daqueles trajectos aborrecidos. Se não se importar de passar nove horas acompanhado, talvez dê por si a descobrir sítios e a protagonizar experiências inesperadas. Este périplo envolve passagem por grutas, praias selvagens, saborear peixe, saltar para a água e terminar o dia na vinha de um amigo, ora de copo na mão, ora a pular para a piscina.

Keep It Local Tours. 914 918 197. 40€

4
Salte para a água sem medos

Salte para a água sem medos

Decida-se entre a canoagem na Arrábida ou uma experiência de coasteering. Se costuma ler a Time Out já terá percebido que nos inclinamos, literalmente, para esta aventura em rappel e saltos para a água, daí retomarmos tantas vezes o assunto. O facto é que a coisa é bem divertida, sobretudo em grupo.

www.vertentenatural.pt. 30€

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5

Visite a estação arqueológica do Creiro

Tome nota destas linhas para poder impressionar a companhia quando se deslocar à estação do Creiro. À pergunta: “O que era isto?”, responda assim: “Um complexo de salgas de peixe, da época romana, fundado na segunda metade do século I.” O sítio arqueológico foi escavado em 1987, caso lhe interesse adensar os níveis de cultura geral/exibicionismo.

Encosta da Praia do Creiro/Portinho da Arrábida

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6

Confira raridades na Igreja de São Lourenço

Uma paragem recomendável na Rua José Augusto Coelho (nº1), em Azeitão, é a escultura cerâmica atribuída à escola de Andrea Della Robbia (se assim for, uma raridade para ver fora de um museu). A obra pertenceu ao Convento de São Domingos de Azeitão, cuja igreja foi destruída pelo terramoto de 1755 e terá sido trazida por Dom Jorge de Padilha, frade deste convento e mais tarde bispo em Itália, nos finais do século XVI. Foi preciso esperar até 1840 para vê-la chegar e instalar-se na Igreja de São Lourenço.

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7

Enturme-se com O Bando

Costumam circular pelos palcos lisboetas, entre o Castelo de São Jorge, o CCB ou o D. Maria II, mas é entre estrelas, oliveiras e penedos que a cooperativa cultural fundada em 1974 espera “por vós, sempre com uma sopa, pão e queijo, um moscatel, uma conversa ao pé do lume”. Com dramaturgia e encenação do director criativo João Brites, vá acompanhando as propostas da companhia de teatro.

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8

Pesque com estilo personalizado

As histórias de pescadores podem dever um pouco ao rigor mas é rigorosamente verdade que a sua cana de pesca tornar-se-á única se sair deste processo de costumização. Na 7even Costum Rods personalizam esta ferramenta essencial, e também reparam e reconstroem, se for necessário.

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10

Perca a cabeça na galeria Via Idea

A Via Idea aposta na divulgação de artistas nacionais contemporâneos e peças de design e mobiliário (saímos de lá a cobiçar um candeeiro que caiu no goto de meio mundo). Na galeria encontra trabalhos como as pastilhas mastigadas de Ana Cruz Papoila e Betânia Viana Pires (12€) até obras que ascendem e superam os 2500€, descreve a curadora, Raquel Arrábida Farelo, uma local com um nome feito por medida. 

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11

Faça um passeio fotográfico

A Photo Experience – Café Galeria foi criada em 2016, num prédio antigo e recuperado, na zona histórica de Setúbal, e mais do que olhar para o passarinho (e de fotografar o resto da fauna do estuário) mirou a possibilidade de apostar nas pequenas edições de autor em tempos de smartphonização da existência humana. Organizam workshops e passeios na zona. O próximo é a 30 de Setembro, para explorar a Reserva Natural do Sado.

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12

Diga um olá à Culsete

Chegou a temer-se que a Culsete virasse a última página da sua história quando a então dona, Fátima Medeiros, anunciou o encerramento do espaço em Outubro de 2016. Até que um novo casal pegou no negócio e a livraria aberta desde 1973 segue o seu caminho entre livros. Era uma vez uma boa ideia.

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13

Melhore o seu handicap

Em Julho, Leonor Medeiros revalidou o título de Campeã Nacional de Golfe, Sub 14, em representação do Quinta do Peru Golf & Country Club, um dos greens da zona. Mostre o que é capaz de fazer com 18 buracos e 6842 metros de comprimento. Ah, e sempre com uma vista fantástica da Arrábida. 

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14

Entre na Casa da Avenida

Novos artistas e outros menos recentes, espectáculos, festas, música e poesia. É num edifício de traça pombalina que a arte e a cultura ganham impulso desde 2011, graças a Maria João Frade. 

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15

Beba um chá no Lapidário

Foi no começo dos anos 90 que o marido de Cremilda Alface herdou a propriedade da avó materna, senhora nascida no final do século XIX. A casa conjuga-se com a loja e oficina de azulejos, os workshops e as mesas onde se serve chá a quem faz uma pausa em plena Serra da Arrábida. As tortas estavam acabadinhas de fazer. Também há mel, licores e outras coisas doces para encher o cabaz de compras.

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16

Confira o trabalho do Trendy House

A arquitectura criativa revela-se em projectos como o de Pedra e Sal, com assinatura do ateliê lisboeta Trendy House, que interveio num prédio com 150 anos. O conceito hostel e suítes associa-se ao restaurante (Vasco Alves e Rui Almeida são os responsáveis pela casa), que se inspirou na tradição da pesca de Setúbal, entre cordas e redes.

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17

Observe a passarada no Moinho de Maré da Mourisca

Falemos da garça-real, da águia sapeira, do pernilongo e do flamingo, atracções por estas bandas, óptimas para observação de aves. De visita ao Moinho da Mourisca, certifique-se apenas que a maré está cheia, caso contrário o mau cheiro aumenta e a beleza diminui.

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18

Acelere no kartódromo

As pessoas que em 2017 continuam a usar a expressão “Keep it Simple” vão deliciar-se com as potencialidades da homófona KIP - Kartódromo Internacional de Palmela. “KIP it fast and furious” é só uma humilde sugestão de estampagem em t-shirt depois de sair do Kartódromo de Palmela, uma das mecas dos aniversários e despedidas de solteiro no masculino (ou feminino, para não sermos atropelados por questões de género).

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19

Imagine-se num filme de Manoel de Oliveira

“Não vi o filme mas estive no sítio” é a frase que pode usar se a cinefilia não o assistir (o que é pena, já agora) e desconhecer a história do Fausto moderno. As visitas ao Convento Novo, actual propriedade da Fundação Oriente, realizam-se mediante marcação prévia, às quartas-feiras, sábados e domingos. Foi neste edifício de 1542 que Manoel de Oliveira rodou O Convento (1995).

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20

Siga os passos de Hans Christian Andersen

Em Maio de 1866, o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen chega a Portugal para uma visita que se estende até Agosto. Na manhã do dia 8 de Julho, parte para Setúbal, para passar uma temporada na quinta de Carlos O’Neill. Nas proximidades, visita o convento de Brancanes (que as tropas de Napoleão tinham ocupado algumas décadas antes) e faz uma excursão a cavalo ao Castelo de Palmela. Venha de carro, mas aprecie a vista, inspiradora de um livro, que o Castelo de Palmela oferece.

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Comentários

1 comments
Luisa F

Boa terde


Adoro todas estas coisas que se podem fazer na Arrabida.


MAS ALGUEM PODE DIZER AOS EDITORES QUE A ARRABIDA NAO FICA NA GRANDE LISBOA. 


E que tal um bocadinho de geografia???? Ajudava a nao cometer estes erros.


Cumprimentos de Paris


LuisaFonseca