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©Bing N./Pixabay

Cinco coisas que não sabe sobre o Dia dos Namorados

Fevereiro é o mês do amor. A pensar nisso, contamos-lhe cinco coisas que não sabe sobre o Dia dos Namorados

Escrito por
Renata Lima Lobo
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Um encanto para uns, um enjoo para outros. O Dia de São Valentim, ou Dia dos Namorados, é um verdadeiro frenesim consumista, mas por outro lado é mais uma desculpa para celebrar o amor. Em Lisboa temos um santo casamenteiro e vai ler já de seguida como Santo António também está de alguma forma ligado ao Dia dos Namorados, embora longe de Portugal. De qualquer forma, assim sempre temos a oportunidade de falar sobre namoro e casamento duas vezes por ano, a 14 de Fevereiro e a 13 de Junho, feriado municipal em honra ao santo do amor lisboeta.

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Cinco coisas que não sabe sobre o Dia dos Namorados

©DR

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Comecemos pelo culpado, o senhor São Valentim. A data de 14 de Fevereiro assinala a morte deste mártir cristão que viveu no século III, contemporâneo do general e imperador romano Cláudio II, um insensível que decretou o fim dos casamentos. Mas o então sacerdote Valentim decidiu casar pessoas em segredo, o que resultou numa tragédia: descoberto o esquema, foi decapitado. Antes de morrer escreveu uma mensagem para a sua amada que terminava com “o seu Valentim”, dando assim origem às mensagens do Dia dos Namorados.

©DR/Museu de Londres

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E sabe quando começou esta mania toda dos postais decorados com corações e das declarações de amor? A tradição veio de Inglaterra, quando no século XIX se oficializaram os cartões enfeitados e se celebrizou a frase “Would you be my valentine?”. Na imagem, um dos 1700 postais que estão sob a guarda do Museu de Londres.

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Fotografia: Arlindo Camacho

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Não tome nada por certo. Nem o Dia dos Namorados. Pelo menos no Brasil, onde a data é diferente e ainda metem o nosso Santo António ao barulho. Do outro lado do Atlântico a data é celebrada a 12 de Junho, véspera de Santo António, o santo casamenteiro, como todos os alfacinhas sabem bem. A ideia foi do publicitário paulista João Doria que em 1949 lança uma campanha comercial com o slogan "Não é só com beijos que se prova o amor".

©rud0070/Pixabay

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O dia 14 de Fevereiro é também o Dia Nacional do Doente Coronário. O que faz sentido, sendo que o amor é também uma maleita do coração (embora haja dias melhores que outros). Ora, o Dia Nacional do Doente Coronário foi instituído pela Fundação Portuguesa de Cardiologia, que aproveita a efeméride para alertar a população para os perigos dos maus tratos ao coração (como o tabaco). Também a 14 de Fevereiro assinala-se o Dia Europeu da Disfunção Eréctil, vá-se lá saber porquê...

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Voltando a Valentim, per se. O crânio do santo pode ser visitado numa das capelas laterais da Igreja Greco-Católica de Santa Maria em Cosmedin, em Roma. E a relíquia foi a base para que, em 2017, o designer 3D brasileiro Cícero Moraes apresentasse a face do santo. Assim já pode associar uma carinha laroca ao nome.

Mais para os pombinhos

  • Compras
  • Floristas

Um ramo de flores bem arranjadinho é um presente que nunca sai de moda. Para assinalar o nascimento do bebé da amiga, o aniversário da mãe, o dia dos Namorados ou simplesmente para pedir desculpa ou surpreender alguém no local de trabalho. Para ajudar a resolver o problema da falta de tempo para ir escolher o bouquet mais bonito, há serviços de entrega de flores ao domicílio prontinhos a ajudarem (abençoados motoboys). Há opções singelas, mais em conta, ramos com flores secas e outras de todas as cores e feitios que impressionam qualquer um, independentemente da efeméride.

  • Bares
  • Enotecas

Se precisar de beber um copo para esquecer a pandemia, aconselhamos moderação mas não julgamos. Compreendemos. Mas beba vinho do bom. Se quiser provar em casa em vez de sair à rua, há lojas, marcas e wine bars a fazer entregas de vinho ao domicílio para garantir que nada lhe falta nestes meses invernosos. Vinhos naturais ou convencionais, brancos, rosés ou tintos, para encher o copo sem medos e brindar à nossa saúde e da nossa família. Faça o que fizer, não deixe o copo esvaziar.

 

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