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Valentine's day movie
Cooper e Roberts na versão de Garry Marshall

Sete filmes sobre o Dia dos Namorados

Ainda não tem planos para o São Valentim? Aproveite para ficar em casa a ver um destes filmes passados no Dia dos Namorados.

Escrito por
Eurico de Barros
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Nem só de comédias românticas se fazem as fitas dedicadas à data, porque há também dramas indie e até animações com Charlie Brown e Snoopy. Nestes sete filmes sobre o Dia dos Namorados, encontra ainda nomes como Julia Roberts, Bradley Cooper, Anthony Michael Hall, Shirley McLaine, Nia Vardalos ou Ann Hathaway. Prepare-se para uma sessão de cinema no escurinho do quarto ou da sala de estar e para rir, chorar ou comover-se na companhia do seu namorado ou da sua namorada. Para o mood perfeito, o melhor é arranjar umas mantas, umas velas cheirosas e um bom vinho.

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Sete filmes sobre o Dia dos Namorados

‘Massacre de Chicago’, de Roger Corman (1967)

Este filme de Roger Corman ilustra na perfeição, embora de maneira radical, os perigos do chamado Dia dos Namorados. Principalmente quando se era gangster, em Chicago, nos idos de 1920, apesar de a regra ser aplicável aos membros de gangues da actualidade. Por outras palavras: Al Capone (Jason Robards) estabeleceu-se como patrão do crime na cidade, não obstante ainda ser incomodado pela actividade de Bugs Moran (Ralph Meeker). Vai daí, numa jogada que não deixa de envolver um certo homoerotismo simbólico, escolhe o Dia dos Namorados de 1929 para um orgíaco massacre dos principais membros da quadrilha adversária. É o chamado massacre do Dia de São Valentim.

‘On Valentine’s Day’, de Ken Harrison (1986)

Este drama passado nos EUA do início do século XX é a adaptação ao cinema de uma das peças de um ciclo de nove, da autoria do dramaturgo e argumentista Horton Foote, todas passadas na mesma cidade do Texas, Harrison, e abrangendo várias gerações da mesma família. A história centra-se num jovem casal, Horace e Elizabeth Robedeaux, que fugiram no Dia dos Namorados para se casarem, contra a vontade do pai dela, e um ano depois esperam o primeiro filho.

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‘A Charlie Brown Valentine’, de Bill Melendez (2002)

Primeira animação dos Peanuts produzida após a morte do seu criador, Charles M. Schulz, A Charlie Brown Valentine apanha Charlie Brown a pensar como é que há-de ganhar coragem para falar à menina ruiva pela qual está apaixonado e como aproveitar o Dia dos Namorados em seu favor. Toda a gente está entusiasmada com a data e há uma festa temática na escola, na qual Snoopy quer participar. Problema: só deixam entrar crianças, e Snoopy é um cão.

‘Funny Valentine’, de Jeff Oppenheim (2005)

Anthony Michael Hall é o principal intérprete desta comédia romântica, onde interpreta Josh, um argumentista que se instala em Nova Iorque em busca de sucesso e de amor, com a ajuda de dois amigos alegadamente peritos em relações sentimentais. Mas quanto mais conselhos estes lhe dão, mais as coisas correm mal a Josh. Até que, num Dia dos Namorados, conhece uma jovem e bonita mãe solteira. Só que esta não quer ter absolutamente mais nada a ver com o amor.

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‘Eu Odeio o Dia dos Namorados’, de Nia Vardalos (2009)

Nia Vardalos, (Viram-se Gregos para Casar), escreve, realiza e desempenha o principal papel desta comédia, personificando Genevieve Gernier, uma florista de Manhattan que tem uma regra muito especial para a sua vida sentimental: não sai com um homem mais do que cinco vezes, para evitar envolver-se numa relação séria. E detesta mesmo o Dia dos Namorados. Até começar a sair com o novo dono do restaurante vizinho da sua loja.

‘Dia dos Namorados’, de Garry Marshall (2010)

Garry Marshall, o realizador de Um Sonho de Mulher, assina esta fita passada em Los Angeles, que entrelaça várias histórias submetidas a um mesmo tema: os problemas relacionados com o Dia dos Namorados e as suas obrigações e pressões, envolvendo uma série de homens e mulheres de diversas idades, várias proveniências sociais e com as mais diferentes profissões. Julia Roberts, Bradley Cooper, Shirley MacLaine, Jamie Fox, Anne Hathaway e Patrick Dempsey são alguns dos intérpretes.

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‘Obvious Child’, de Gillian Robespierre (2014)

Donna, uma comediante de stand-up, é rejeitada pelo namorado, que lhe anuncia que se apaixonou por uma das amigas dela. Nessa mesma noite, Donna vai para a cama com Max, que conheceu no clube de comédia onde actua, e deixa-o na manhã seguinte sem se despedir ou deixar um contacto. Semanas depois, descobre que está grávida e escolhe o Dia dos Namorados para fazer um aborto. Mas Max conseguiu entretanto encontrá-la. Uma comédia dramática indie que foge aos clichês do tema e da data.

O romance está no ar

As melhores comédias românticas de sempre
  • Filmes

As comédias românticas podem ser dolorosamente más – pirosas e esquecíveis, tudo menos cómicas e sem pinga de romance. Mas seria preciso termos um coração de pedra para não nos apaixonarmos pelos melhores exemplares do género. Ocasionalmente hilariantes, às vezes com humor negro e amargo-doce, dificilmente o cinema nos terá dado uma melhor, mais divertida, mas também mais detalhada, anatomia das relações amorosas. Prepare os lenços para rir e chorar com as melhores comédias românticas de sempre, de Uma Noite Aconteceu, de Frank Capra, a Amor de Improviso, de Michael Showalter.

  • Hotéis

Fevereiro é o mês mais propício a escapadinhas românticas, mas todos os dias do ano são bons para levar a sua cara-metade a passear – e melhores ainda para experimentar uma nova cama king size ou ver as vistas à mesa do restaurante do hotel, sobretudo num ano ainda atípico. Para não deixar nada ao acaso, fomos à procura de hotéis românticos em Portugal e encontrámos várias propostas nos destinos mais encantadores do país. Conhecidas ou à espera de serem descobertas, há propostas para todos os casais, desde o ecológico Areias do Seixo até ao melhor hotel resort da Europa.

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  • Coisas para fazer

Pode parecer complicado encontrar um sítio com poucas pessoas capaz de derreter corações. Mas é possível. No escurinho do cinema, no mais secreto dos restaurantes, no meio do rio Tejo, no recanto de um jardim, a olhar para as estrelas ou num hotel com ar de palacete exclusivo a príncipes e princesas. Há opções até para convencer os cépticos com corações empedernidos. Se tem um desses, já é altura de baixar a guarda e espreitar estes sítios românticos em Lisboa. Depois de um dia ou de um fim-de-semana rendido ao amor, não haverá volta a dar.

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