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Museu, Restaurante, Museu Erótico de Lisboa
©Gabriell VieiraMuseu Erótico de Lisboa

Bares românticos em Lisboa para impressionar num encontro

Sem enveredar pelo lamechismo, descubra quais os bares românticos em Lisboa onde os dates são mais apetecíveis.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Tiago Neto
e
Raquel Dias da Silva
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A ginga, o vai-não-vai, aquele mando ou não mando mensagem, sabemos como é. Às vezes, só precisa de um empurrão. Ou do sítio certo. A pensar nisso, sugerimos um conjunto de sítios onde pode levar a cara metade, com cantos, recantos, com pouca gente, música no volume certo, mood convidativo. Não podemos fazer tudo por si, é um facto, mas se seguir as sugestões desta lista de bares românticos em Lisboa fica pelo menos a saber quais são os sítios que lhe sobem os créditos. Sem mel a mais, por favor.

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Bares românticos em Lisboa

  • Bares
  • Cais do Sodré

O Museu Erótico de Lisboa não é um museu. O MEL, instalado no sítio do antigo Sabotage, é um bar do grupo Mainside, responsável por projectos como a reabilitação urbana do Lx Factory, em Alcântara, ou pela emblemática Pensão Amor. Ali reina o erotismo, das cadeiras baloiçantes no ar às paredes pintadas com Cicciolina ou aos nomes sugestivos dos pratos e cocktails. Há ainda uma sala privada que se esconde no piso superior. Um pequeno senão: “Aqui não há talheres”, anuncia o chef. As mãos ou a língua terão de servir, avisam-nos, e uns pratos revelam-se mais fáceis do que outros na tarefa de degustar.

  • Bares
  • Lisboa

Uma advogada francesa, uma viagem reveladora e uma paixão inesperada. Assim se resume a história de O Pif, um bar de vinho a copo nos Anjos, que também faz distribuição na cidade. Além do ambiente bonitinho, em tons rosa, a esplanada em deque de madeira elevado, com vista privilegiada para a passagem do amarelinho 28, revela-se um poiso romântico inesperado. Entre rosés, tintos, brancos e espumantes, encontram-se pouco mais de duas dezenas de referências. Mas são todas portuguesas, de pequenos produtores e de pouca intervenção, escolhidos a dedo por Adélaïde Biret. A copo (desde 4€), os vinhos disponíveis vão rodando e vêm para a mesa, no interior ou no exterior, acompanhados de uma garrafa de água e de azeitonas temperadas.

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  • Bares
  • Castelo de São Jorge

A vista sobre Lisboa, com a Senhora do Monte lá em cima, surge logo à chegada. Tem uma esplanada, mas lá dentro o ambiente é aconchegante, com uma fila de candeeiros retro a pender por cima das mesas, improvisadas com portas antigas e cavaletes e um velho piano ao fundo. Seja durante a tarde ou ao fim do dia, romântico é mesmo a palavra.

  • Atracções
  • Torres e miradouros
  • Castelo de São Jorge

O bar do miradouro das Portas do Sol é mais ao jeito de esplanada do que propriamente um sítio onde o veludo e o jazz abundam. Ainda assim, se o tempo ajudar, a vista sobre o rio e grande parte de Alfama são argumentos fortes para fazer deste um sítio romântico. Aproveite os sofás e faça aquele exercício de se abstrair da banda sonora dos Tuk-Tuk, vai ver que resulta na perfeição.

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  • Bares
  • Chiado

Se chegar a uma hora decente e conseguir monopolizar um cantinho estratégico, já é meio caminho andado. É que no Toca da Raposa, de Constança Cordeiro, o espaço não é muito. Mas, atenção, isso não lhe tira o mérito. Vá com calma, dê uma olhada pelos cocktails, vinhos, cervejas ou pelos petiscos – é importante não ter o estômago a rugir se estiver numa cena super cinematográfica de romantismo – e siga o embalo para onde achar mais conveniente.

  • Bares
  • Chiado/Cais do Sodré

Mantendo a premissa da iluminação no mínimo – ajuda sempre –, o Foxtrot é um clássico nestas andanças. Na carta, há opções para todas as carteiras, a banda sonora passa sempre pelo jazz e pelo easy listening e o serviço ainda é à antiga. Não é fácil estacionar, mas tudo certo, há serviço de valet. Quer mais romântico do que isso?

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  • Bares
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Uma referência para políticos, intelectuais e os mais variados tertulianos, o Procópio foi fundado em 1972 e já então era um sítio de estilo retro. Hoje, muito pouco mudou no bar que foi fundado por Luis Pinto Coelho, e o espaço, com sofás de veludo, luz baixinha e pouco dado a confusões, continua a ser uma boa aposta para conversas que acabam no quarto.  

  • Noite
  • Chiado/Cais do Sodré

Tem uma desvantagem óbvia: a casa está constantemente cheia. Mas os pontos a favor são muitos e passamos a enumerar: bebida (dos chás aos cocktails), cantos (são muitos e alguns são escondidos q.b.), música (se conseguir ouvir, claro está), serviço de mesa à antiga, iluminação (para não ter de semicerrar os olhos), decoração, espaço para circular sem sentir a claustrofobia a apoderar-se. É um clássico da noite lisboeta e certamente que já viu muita relação florescer, portanto, entre orgulhosamente nesta roda. 

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  • Bares
  • Cafés/bares
  • Alfama

E se, um dia, na loucura, decidir fazer um roteiro pela zona da Sé a pé – ou mesmo de eléctrico, ainda que altamente desaconselhável – e rumar até ao miradouro de Santa Luzia? Sabemos que ainda tem alguma coisa a palmilhar, mas no cimo, a vista vale a pena. E é sempre um sítio bonito para dar a conhecer. E romântico. Sim, romântico, a começar desde logo pela vista. Vistas é sempre uma coisa romântica, dizem.

  • Restaurantes
  • Italiano
  • Belém

Se o tempo estiver bom (não necessariamente para mergulhos, mas para um encontro sem tecto, com vista para o rio e para a icónica ponte sobre o Tejo), aposte no pool bar do SUD Lisboa Terrazza. A carta contempla mocktails e cocktails de assinatura, finger food e novos sabores de inspiração mediterrância, para não passar fome enquanto espera pelo pôr-do-sol.

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  • Restaurantes
  • Cafés
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Com uma esplanada colorida e uma vista espectacular sobre a cidade, o Lost In tem tudo para um encontro “très romantique”, a começar pela carta de fusão entre o oriente e o mediterrâneo, porque o amor não tem fronteiras. Não esquecer, entretanto, o bar completo, a música ao vivo ao final do dia, normalmente a partir das 18.00, e a happy hour, de segunda a sexta-feira, entre as 17.30 e as 18.30. 

  • Coisas para fazer
  • Chiado/Cais do Sodré

O mais antigo bar-restaurante da capital, poiso de jornalistas e políticos, é um clássico no registo fora d’horas. À porta fechada, com acesso controlado, tem um ambiente a meia-luz, está aberto todos os dias até às 3.00 da manhã serve refeições ligeiras, incluindo bochechas de porco preto às terças-feiras. A especialidade são os bifes da casa. 

Mais bares em Lisboa

  • Bares
  • Pubs

O número de pubs por terras de Sua Majestade está em queda. Mas nem tudo são más notícias e, como é sabido, a perda de uns é o ganho de outros.Entre, sente-se, peça uma pint bem medida e agradeça-nos depois por lhe mostrarmos os melhores pubs em Lisboa.

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