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Moxy cowork
Gabriell Vieira

Espaços de cowork em Lisboa para trabalhar em comunidade

Há cada vez mais coworks em Lisboa – e têm cada vez mais pinta. Está aqui, está a trabalhar.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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Há muitas razões para eleger um cowork como escritório. O desejo de trabalhar por conta própria, a possibilidade de trabalhar remotamente ou a procura por sinergias são algumas delas. Nos últimos anos, nasceram em Lisboa espaços com muita pinta e para todos os gostos e ofícios. Aqui, pessoas e empresas podem partilhar conhecimentos e formar parte de uma comunidade de entreajuda e criatividade. Conheça as nossas sugestões de alguns dos espaços de cowork na cidade.

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Espaços de cowork em Lisboa

Jibóia Studio
DR

1. Jibóia Studio

A arte não está só nas paredes deste recatado espaço de trabalho, de onde ainda se avista o Palácio da Ajuda. Basta descer as escadas para tropeçar no trabalho da pintora Branca Cuvier. É ela uma das anfitriãs do Jibóia Studio, um lugar fotogénico da sala de reuniões à copa. Juntamente com Francisco Nogueira, marido e fotógrafo de arquitectura, quis prolongar a experiência dos últimos anos com outros. Arquitectos, designers e uma ilustradora prestes a entrar formam uma espécie de família, pautada por sinergias e inspiração mútua. Aos interessados numa das dez secretárias, informamos que é preciso gerar alguma empatia com os senhorios e ter alguma pressa, até porque já só restam duas vagas. A mensalidade anda à volta dos 200€.

Moxy
Fotografia: Gabriell Vieira

2. Moxy

Os hotéis Moxy chegaram a Lisboa em 2021, primeiro em Picoas (Abril) e depois no Parque das Nações (Julho). Esta marca de franchising da cadeia internacional Marriott, tem um conceito mais moderno, com pinta e acessível. E espaços de trabalho diferentes do costume. No Moxy Lisbon Hotel – o de Picoas, que fomos conhecer –  qualquer cliente, do hotel ou apenas do bar, pode sentar-se numa espécie de anfiteatro onde alguns lugares sentados têm direito a uma tomada eléctrica e entradas USB. O espaço de cowork oficial, com mesas corridas e tomadas para carregar o computador, fica numa mezzanine por cima do anfiteatro. Os clientes também podem usar, gratuitamente e sem reserva, o iMac comunitário de serviço.

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  • Restaurantes
  • Chiado/Cais do Sodré

A CoCasa fica na Bica e todos os dias tem uma programação diferente. De dia é um cowork com café de especialidade da Buna e com um menu de saudável e simples, à noite tem pop-ups de novas marcas de comida: há Beauty’s Burgers, hambúrgueres grandes e gulosos, Bonitas Burritos, burritos “ao estilo californiano”, kebabs vegan feitos com raiz de aipo marinada e servido em pão pita caseiro, ostras portuguesas ou pizzas napolitanas. Aqui existe também um co-work (que pode alugar ao dia, semana ao mês, escolhendo o tipo de secretária) e uma loja de plantas, a Janvier Plants.

  • Compras
  • Decoração
  • Estrela/Lapa/Santos

É um dos espaços mais frescos da cidade, em idade e decoração. A loja Santo Infante é um espaço que reúne mais de 50 marcas portuguesas –  em áreas como o mobiliário, a cerâmica, o têxtil, a luminária, a tapeçaria ou a ilustração – em poucos metros quadrados e onde se esconde um cowork, na cave, com capacidade para dez pessoas, num ambiente bastante familiar. Neste espaço colaborativo, vocacionado para freelancers, podem nascer novas sinergias entre as várias actividades que por aqui passem. Por 190€/mês + IVA (peguem nas calculadoras) os coworkers têm acesso à impressora, sala de reuniões, phone booth para chamadas importantes, à copa e a café, uma importante ferramenta de trabalho. Ah, e é modelo chave na mão, o que se traduz num acesso sem qualquer restrição horária.

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  • Coisas para fazer
  • Campolide

Esqueça as horas de expediente passadas ao computador, os blazers e os saltos altos. Aqui, usam-se aventais, baldes e pincéis. Diana Marques tem 26 anos e abriu o Hall há quase dois, mesmo antes de a pandemia fechar toda a gente em casa. Desconfinados, os primeiros inquilinos chegaram aqui com muita vontade de sujar as mãos e sobretudo mortinhos por um recanto de trabalho fora de casa. Há ceramistas, designers, pintores e arquitectos. Uns vêm a tempo inteiro, outros optam por aparecer apenas alguns dias por mês. Juntos fazem desta uma casa versátil: há workshops, mercados de marcas portuguesas, vendas solidárias e até sessões fotográficas que tiram partido da pinta do espaço. Resta uma vaga, caso queira juntar-se à trupe. A mensalidade é de 290€.

  • Coisas para fazer
  • Beato

É que há dez espalhados por Lisboa (e ainda três no Porto). Alguns já têm a lotação esgotada, mas outros ainda recebem quem queira um escritório, um ateliê ou uma mesa de trabalho. No Sítio Alto de São João, por exemplo, há lofts a partir de 750€/mês, capazes de albergar entre nove a dez pessoas, sem contar com uma mezzanine que é possível utilizar como copa ou espaço de reuniões. Quem pagar uma mensalidade no Sítio tem vantagens como acesso às zonas de business lounge e a todas as outras áreas comuns: terraço, café, cozinha, e até chuveiros se se quiser refrescar a meio do dia. Mas também é possível trabalhar em cowork sem um compromisso mensal, comprando acessos diários ou em pacote.

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Loonie
DR

7. Loonie

A comida de conforto do Canadá dá uma trabalheira no Loonie. O espaço, aberto desde Julho, fica na zona de Santos e é “o primeiro restaurante canadiano em Portugal”, garante Marc Parent, um dos donos. No piso de cima afaga-se o estômago a quem, no piso de baixo, labuta. O cowork tem lugar para oito pessoas, com internet rápida e impressora. Os coworkers têm ainda direito a um desconto no restaurante e a café grátis durante o dia. O custo diário é de 10€, para os trabalhadores nocturnos, e 15€ para os que utilizam o espaço durante o dia. O Loonie funciona de segunda a sábado, entre as 10.00 e as 22.00, e domingo das 9.00 às 14.00.

  • Coisas para fazer
  • Lisboa

Num antigo armazém em Arroios, nasceu há poucos meses a Corrente, um espaço colaborativo e multidisciplinar de portas abertas para artistas, marcas, eventos comunitários, projectos independentes e artesãos. Esta nova Corrente é permeável às mais diversas iniciativas pop-up e inclui uma zona dedicada ao cowork que ajuda a financiar todo o projecto. E a ideia é que os residentes façam parte desta comunidade e possam também desenvolver eventos neste espaço que não se cansa de juntar o útil ao agradável. Um lugar custa 190€/mês e a mesa, que dá para duas pessoas, fica-se pelos 300€. Há ainda a possibilidade de fazer uma assinatura em part-time, por 95€. Já o acesso é livre, uma vez que a chave fica na posse dos coworkers.

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  • Coisas para fazer
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Para atingir o sucesso, há que começar pela base, ou The Base. Este espaço de cowork no centro da cidade abriu aos membros em 2019 para ajudar os “negócios a crescer”. E porque a maioria desses membros trabalham com empresas internacionais em diferentes fusos horários, o cowork está aberto todos os dias, durante 24 horas. O espaço tem capacidade para 70 pessoas e os preços variam consoante a modalidade escolhida: para utilizar as secretárias rotativas, o custo mensal é de 99€ (+IVA); no caso das secretárias fixas o preço sobe para 149€ (+IVA); um escritório para quatro pessoas custa 499€ (+IVA) e as empresas que desejam alugar um espaço privado pagam 1000€ (+IVA). A isto estão associadas uma série de comodidades, tais como a oferta de bebidas e aperitivos, parcerias com ginásios, duches e não só. 

  • Coisas para fazer
  • Sete Rios/Praça de Espanha

Está a ver aquelas imagens de espaços de trabalho inspiradoras que encontra na internet mas acha que nunca são reais? Pois, o Eli&Co fez acontecer essa utopia imagética e abriu um novo cowork com escritórios privados, escritórios modulares, duas salas de reuniões e outras áreas comuns, como copa e varanda. O novo espaço oferece ainda, inspirado na hotelaria, um serviço de concierge que garante um acompanhamento total e personalizado para a expansão dos negócios. Os preços mensais para escritórios começam nos 225€ por pessoa, dependendo o valor da capacidade do escritório e do tempo de permanência no espaço, sendo possível reservar o espaço apenas por alguns dias. O Eli&Co tem também salas de reuniões com preços a partir dos 15€ por hora.

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  • Coisas para fazer
  • Marvila

Abriu em Marvila o ProdhubLX (vá, leia isto sem trocadilhos), um cowork dedicado sobretudo à comunidade criativa como designers, copywriters, produtores, entre outros, dispondo de mesas flexíveis, espaços versáteis e salas de reuniões.  Por lá já passaram as equipas de produção de telediscos da Shakira e de Pablo Vitar, só para ficar com a referência. Por lá há quatro modalidades disponíveis: a mensal flexível (115€/mês), a mensal com mesa reservada (150€), acesso de dez dias (75€) e o acesso diário (15€/dia). 

  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa

O mote deste cowork em Oeiras é simples: "quando as pessoas se sentem bem, trabalham melhor". Então criaram um ambiente agradável no espaço para alimentar essa produtividade, ao que ajuda o espaço minimalista e com muita luz. Para ir fazendo uma pausa no trabalho, o Well&Work oferece uma série de parcerias de aulas para se manter fisicamente activo como surf, yoga ou HIT. Há salas de reuniões e cabines para videochamadas, balneários, copa e uma sala de eventos. A secretária mensal flexível fica a 129€, enquanto que a fixa fica por 189€, caso seja menos assíduo pode optar pela secretária flexível apenas dois dias por semana (90€). O passe diário fica a 15€ para uma secretária flexível. 

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  • Coisas para fazer
  • Avenida da Liberdade

Mesmo ao lado do antigo edifício do Diário de Notícias, está um outro de 1908 com uma surpresa no piso térreo – o cowork Work Avenida. Este espaço tem um posicionamento premium e os seus residentes vêm de várias áreas de trabalho, de forma a promover um ambiente de partilha e uma atmosfera criativa. A capacidade ronda as 25 pessoas residentes e podem ser em regime de cowork fixo, em secretárias ou gabinete de uma ou mais pessoas, ou flexível. Pode optar por um regime fixo (375€/mês + IVA) com direito além da secretária a recepção de correio, impressões, acesso 24/7, salas de reunião (quatro horas) e a áreas comuns.  Num regime mais flexível (30€/dia + IVA), o acesso fica restrito entre as 09.00 e as 19.00 e o acesso às de salas de reunião fica-lhe a 20€ por hora. Além dos espaços de trabalho, conte com um Business Lounge – ideal para eventos –, várias salas de reuniões com tecnologia adaptada, uma copa e cozinha.  

  • Coisas para fazer
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

O Wood não é mais um prédio de escritórios convencionais, é um cowork com aulas de yoga, massagens ou consultas de bem-estar. Há 2000 m2 prontos a acolher até 220 pessoas – seja nos 45 escritórios disponíveis, na zona open space ou na zona lounge. No lounge está a maior sala de reuniões, um bar, o estúdio para as aulas de yoga e balneários de apoio. No que toca ao trabalho, as modalidades dão para todos – a mais barata é uma mesa no lounge (190€/mês), sendo que funciona em regime flexível. No piso open space o regime muda para mesa fixa (330€/mês), com secretárias numeradas e um cacifo para guardar os pertences. Nos pisos superiores o cenário e o espaço dividem-se em gabinetes (a partir de 410€) que podem ser duas, quatro, cinco ou oito pessoas. 

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  • Coisas para fazer
  • Belém

As mesas da Galeria 218 são o sítio mais indicado para inovadores e criativos encontrarem inspiração. O cowork abriu em 2020, alberga 60 postos de trabalho e pretende ser um espaço de sinergias, onde artistas, empresários, pequenas empresas, freelancers e nómadas podem desenvolver e partilhar ideias. Na elegante Galeria 218, localizada em Belém, os coworkers têm à sua disposição, todos os dias, durante 24 horas, salas de reuniões, mesas individuais e partilhadas, estúdios privados, uma copa, chuveiros e um terraço. Tudo a partir dos 175€ por mês. 

  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa

O cowork Resvés fica no número 1 da Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique, e garante o acesso 24 horas aos membros. Tem bicicletas partilhadas e quer ser um pólo de dinamização cultural e de networking na cidade. À entrada do cowork está uma zona lounge e uma mesa redonda, e são estes espaços que permitem aceder à modalidade base de flex coworker (100€/mês). Ainda no piso térreo, este divide-se entre a modalidade standard (180€/mês) e a premium (225€/mês), com mais luz e mesas mais largas – é nessa área que está também a sala de reuniões do Resvés, fechada e toda em vidro, acessível a todos os membros (por marcação) e até a pessoas que não trabalham no cowork (15€/hora). Além disso, há hubs privados, para empresas já com algumas pessoas.

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  • Coisas para fazer
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

O mítico Cinema Quarteto foi virado do avesso e transformado no Places – um espaço de cowork num edifício com três pisos e capacidade para 130 lugares, com direito a um belo terraço para fugir do trabalho. Existem quatro planos disponíveis no menu do Places. O Plano Virtual, para quem não precisa de um espaço físico, mas sim de um escritório virtual (40€), o Plano Flex, onde basta trazer o seu computador e escolher um espaço da área comum (120€) e o Plano Fix, que lhe permite ter um local fixo de trabalho e gavetas (200€). O Plano Office (escritórios de três a cinco pessoas) é o mais completo e, além de todas as comodidades dos outros planos, tem um número de telefone dedicado e horas em sala de reunião (a partir de 600€). 

  • Coisas para fazer
  • Lisboa

A famosa fábula de Esopo, A Lebre e a Tartaruga, assumiu novas formas – a de um cowork. The Hare and the Tortoise abriu na Estrela como um espaço de cowork multifunções de dois pisos com mesas partilhadas, salas privadas, um auditório para eventos e aulas de yoga para todos. No que toca às modalidades de trabalho, há fórmulas que dão para todos os gostos, carteiras e tipos de empresa. A modalidade mais barata diz respeito a um lugar em hot desk, ou seja, escolhe-se um posto de trabalho mas este pode mudar todos os dias (200€/mês), sendo que há lugares tanto no piso térreo como no piso subterrâneo. Além destas, há dedicated desks, que são um posto fixo já com lugar para guardar os pertences (240€/mês). Para quem quer privacidade existem salas privadas com seis lugares (a partir de 400€). E para quem precisa de uma secretária apenas por um dia há um passe diário a 14,99€. No piso subterrâneo há um auditório que pode ser usado para apresentações de projectos de residentes, mas a ideia é alugar o espaço a gentes de fora que precisem de um local para fazer um evento ou dar um workshop. As aulas são abertas a todos, não apenas aos coworkers, e os horários vão sendo anunciados no Instagram do The Hare and the Tortoise. É possível adquirir apenas uma aula, ou em packs de cinco ou 10.

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Heden
  • Coisas para fazer
  • São Vicente 

Lisboa há muito que fervilha de criatividade e prova disso são os espaços criados propositadamente para a indústria criativa. A Graça ganhou este espaço de cowork – o Heden, um pólo criativo que combina as mesas de trabalho partilhadas com ateliês para artistas ou criativos e zonas de exposição. O Heden é também um espaço sustentável, tendo a equipa associado-se à Coopérnico, uma associação que envolve os cidadãos e empresas na criação do novo paradigma energético – renovável e descentralizado – em benefício da sociedade e do meio ambiente. A mensalidade varia entre os 150€ (secretária flexível) ou 200€ (secretária fixa), sendo que as mulheres têm 17,5% de desconto, equivalente à diferença salarial em Portugal – uma medida que pretende promover a igualdade. Tome nota: o Heden abriu um segundo espaço no Chiado, para ter debaixo de olho, e outro especial em Santa Apolónia.

  • Coisas para fazer
  • Alfama

Em Dezembro de 2019, abriu o Heden Santa Apolónia, o espaço de Manuel Bastos e László Varga ganhou vista para o rio (ou cruzeiro, dependendo da afluência de navios) e a mesma pretensão a ser um pólo criativo, preocupado com a sustentabilidade e a querer relacionar-se com a vizinhança. O espaço de mil metros quadrados quer ser o primeiro cowork auto-suficiente do país e para cumprir essa meta, serão instalados no telhado 100 painéis fotovoltaicos. E porque a preocupação em diminuir o consumo energético é política da casa, foram pensadas duas fachadas bioclimáticas que permitem reduzir o consumo energético.  Os valores para ter um lugar no espaço são discutidos após uma visita ao espaço que pode ser marcada no site. O Heden tem também espaços de cowork no Chiado (actualmente lotado e apenas com sala de reuniões disponível) e na Graça (a partir de 150€/mês). 

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  • Coisas para fazer
  • Avenida da Liberdade

Num edifício do século XIX, na Avenida da Liberdade, o Liberdade 229 é um dos coworks mais antigos da cidade e mantém a linha de acção e partilha de ideias desde a sua abertura. Tem 34 mesas espalhadas por sete salas e a modalidade é simples: 249€ por mês por uma secretária, tendo acesso a sala de reuniões, cabine telefónica, copa, internet, impressões e recepção de correio. Para pausas produtivas há uma mesa de ping pong e “material de leitura nas casas de banho para uma estadia extra agradável” – caso lhe interesse. O acesso dos membros é de sete dias por semana durante 24 horas por dia, para quem tem dinâmicas de trabalho próprias e não gosta de cumprir o horário de expediente. 

Unicorn Workspaces
  • Coisas para fazer
  • Avenida da Liberdade

Depois da Alemanha, a empresa Unicorn Workspaces fez a sua expansão internacional e aterrou em Lisboa. Não um, mas dois espaços novos de cowork nasceram em Lisboa, resultado da expansão internacional da empresa Unicorn Workspaces. Uma casa no Marquês de Pombal e outra nos Restauradores, no edifício do Hard Rock, fazem um total de 1600m² disponíveis para albergar 240 pessoas, desde PMEs a startups. No espaço dos Restauradores há capacidade para uma centena de pessoas, divididas entre escritórios para equipas, open-spaces e salas de reunião. Já o do Marquês é maior e divide-se por dois andares, com 140 mesas de trabalho, oito gabinetes, salas de reunião e open spaces. Os preços começam nos 200€ para espaços singulares e a partir de 180€ (pessoa) para os escritórios privados para equipas, que podem ir de seis a 30 pessoas.

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  • Coisas para fazer
  • Beato

Os Ateliers da Penha servem quem precisa de uma secretária e de um leque de ferramentas para trabalhar. Há casamentos felizes que resultam de combinações improváveis – é o caso dos Ateliers da Penha, um espaço de cowork que traz atrelado a si oficinas de produção e criação. Instalados na Penha de França, estão de portas abertas para receber arquitectos, designers, escultores, carpinteiros, artesãos e artistas. Sebastião de Botton, Rúben Teodoro e Ricardo Morais compõem a equipa vencedora destes Ateliers, o Colectivo Warehouse. Há uma sala multiusos para todos usarem e com mesa de pingue-pongue. E logo colada à sala multiusos está outra mais pequena com secretárias corridas e cadeiras, são espaços de trabalho individuais numa mesa colectiva – a verdadeira acepção de cowork (160€ + IVA/ mês). Há ainda três salas privadas, duas delas já ocupadas por um casal americano que se dedica à escultura e à pintura e a outra por uma dupla de pai e filho que constroem pranchas de surf. O piso de baixo é onde a magia acontece, mas em vez de pós de perlimpimpim há martelos, lixadoras, berbequins e serrotes. São aqui as oficinas onde pode deitar as mãos à obra – no sentido literal da coisa.

  • Coisas para fazer
  • Estrela/Lapa/Santos

Não é um centro de escritório. Nem é só um espaço de cowork. O Lisbon Art Center & Studios (LACS) ultrapassa essa fronteira, é um pólo criativo aberto ao público com programação cultural e um rooftop com uma vista de 360 graus sobre Lisboa e o Tejo – onde está o restaurante Okah. O LACS quer oferecer meios que permitam maximizar o consumo cultural e ao mesmo tempo apoiar a produção e promover as artes plásticas e eventos culturais, num contexto de forte identidade urbana de criatividade e inovação. No LACS estão disponíveis desdes as secretárias partilhadas, individuais (175€/mês) e, para quem gosta de mais privacidade, há estúdios privados (220€/mês). Também existe um LACS nos Anjos. 

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  • Lisboa

Este é um cowork premium no centro da cidade, com uma imagem mais corporativa em plena Avenida da República. O Ávila Spaces tem várias modalidades de cowork, desde a mais simples business lounge com um posto de trabalho de hotdesking (138€/anuidade), o basic com secretária própria (229€/anuidade), o corporate com direito a secretária e a escritório virtual (275€/anuidade) – utilização de morada para sede social e atendimento telefónico com linha exclusiva –, e o premium com secretária e cacifo, acesso a sala de reuniões e escritório virtual (321€/anuidade). O espaço promove ainda eventos de networking gratuitos para os membros poderem promover a sua empresa ou negócio.

  • Coisas para fazer
  • Grande Lisboa

O espaço Misturado é conhecido pelos seus eventos culturais todas as semanas, mas mais que um palco da arte, é um espaço de cowork. Têm serviços de aluguer de secretárias  partilhadas em open space, secretárias individuais em escritório, escritório virtual, sala de reuniões e espaços para eventos. Os preços e as modalidades estão todas identificadas no site.

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  • Atracções
  • Marvila

Empreendedores, freelancers e nómadas partilham o mesmo espaço de trabalho no Lisbon Workhub. O cowork fica nos antigos e míticos armazéns de vinho Abel Pereira da Fonseca e tem secretárias para alugar a partir de 15€/dia ou a partir de 120€/mês se for uma secretária flexível (190€ se for fixa). 

  • Casas
  • Cais do Sodré

O cowork que viajou de Londres para Lisboa dá a sensação de trabalhar num espaço semelhante a um jardim botânico com computadores. A incubadora de indústrias criativas instalou-se no Time Out Market e além do espaço dedicado ao trabalho de cada empresa (a partir de 340€ por secretária), o Second Home tem uma agenda cultural preenchida com conferências e até aulas de yoga. Pode consultá-la aqui

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  • Atracções
  • Marvila

É uma espécie de bairro criativo, criado pela agência de marketing comOn no fim de 2015. Tem um espaço de cowork, um auditório/ginásio, skates e até uma praça, a Charles Square, com um bar self-service. No Hood os preços começam nos 12,5€ para um passe diário, enquanto uma secretária flexível fica nos 155€/mês e uma fixa a 199€.

  • Coisas para fazer
  • Marvila

Frederico Mancellos e Frederico Miranda criaram o Todos 
em plena crise, em 2013, um universo que aloja mais de 85 criativos num armazém recuperado. Aqui alugam-se estúdios, espaços de trabalho, salas de reuniões ou de maquilhagem. No Todos promove-se a criatividade acima de tudo e são os responsáveis que fixam um valor consoante o tipo de projecto que cada pessoa apresenta.

Desanuviar depois do trabalho

  • Restaurantes

Quiosques, rooftops, esplanadas de rua, interiores, enfim, as opções abundam consoante a vontade e também pode contar com sítios para abanar o corpo nestas que são as melhores esplanadas em Lisboa (e não só).

  • Coisas para fazer

A felicidade tem um preço – e a partir de certa hora é mais barata. Happy hour é aquela expressão estrangeira que ninguém vai enrolar a língua para dizer, ou recusar-se a compreender o conceito. Nas horas mais felizes dos lisboetas as imperiais passam a custar uma módica moedinha e cocktails caem para metade do preço. 

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