Lisboa zen: as modalidades alternativas que tem de experimentar

O stress da cidade leva-o à loucura? Não vá mais longe, estas modalidades ajudam a relaxar e a esquecer a confusão.
Yoga
©DR
Por Francisca Dias Real |
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Inspirámos e expirámos para saber quais são as modalidades alternativas para combater o stress e entrar em modo zen. Relaxe e alinhe o corpo com a mente, do yoga ao tai chi. 

As modalidades alternativas que tem de experimentar

Ilustração Rui Pita

Meditação

Hummm… inspire e expire. Encontre um lugar sem distracções, cruze as pernas à chinês e atinja o ponto máximo de relaxamento – é isso que a meditação promove. “Meditação é parar as ondas mentais, para entrar em estados de concentração máxima – é trazer o corpo junto com a mente”, conta-nos Jorge Moreira, professor na Yoga Live Academy (Ter 20.30 e Qui 20.45. Rua António Pedro, 1). Na meditação não existe tempo, cada corpo e cada mente tem o seu percurso, ou seja, qualquer pessoa de qualquer idade a pode praticar porque é uma modalidade que se adapta. Maior concentração, mais disciplina e consciência são algumas das valências que pode arrecadar. Para praticar meditação siga os métodos tradicionais em escolas como o Centro Upaya (Ter 19.30, Qua 13.00 e Qui 18.00; 20€/cartão de 5 sessões; Calçada dos Sete Moinhos, 143 A) ou procure uma opção mais alternativa, como o recente projecto No Teu Jardim, que arrancou em Janeiro e propõe uma aula de meditação guiada todas as semanas num jardim diferente de Lisboa (11 de Fevereiro no Jardim da Estrela, 10.00/ 5€. noteujardimlisboa@gmail.com).

Ilustração Rui Pita

Yoga

Esta será talvez a modalidade que dispensa apresentações. “O yoga não é só físico, envolve sobretudo a mente”, explica Beatriz Katchi, professora na Associação de Yoga Integral (Seg-Qui vários horários; 25€/mês uma vez por semana; Av. de Madrid, 28- 1.º Dto). A base do yoga é sempre a mesma, o que varia são as suas vertentes, que podem exigir mais movimento – no caso do yoga dinâmico – ou algo mais vagaroso, no caso do yoga integral, e tudo isto depende da adaptação do próprio praticante e aquilo que o relaxa mais. “Uma das coisas mais importantes que se trabalha no yoga, em qualquer vertente, é a respiração e o seu ajuste às condições do dia-adia”, diz. O yoga, que pode ser praticado por todas as idades, acaba por equilibrar as atitudes físicas, o tónus muscular e o ritmo respiratório, conseguindo que cada pessoa se molde à prática. Inscreva-se nas aulas do Dhara Yoga & Mind Center (yoga integral e dinâmico de segunda a sábado; Avenida Conde de Valbom. 82- 7.º piso) ou na Casa Vinyasa para ashtanga yoga (Seg-Sáb 07.00-09.45; 12.30-14.00 e 18.30-21.00. Av. Sidónio Pais, 16). Sem esquecer o Centro Português de Yoga (Seg-Sáb nível iniciantes, intermédios e avançados; Av. Miguel Bombarda, 145 R/C).

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Tai Chi

Tem origem na China e pratica-se há mais de mil anos. A práctica constante cultiva o equilíbrio e harmonia, “é uma espécie de preparação do corpo e da mente para enfrentar o dia”, explica-nos Luís Moreira, professor da modalidade. O tai chi continua a provar que tem efeitos imediatos na mente e, feito com regularidade, ajuda as articulações do corpo e a adquirir mais elasticidade e coordenação. “Qualquer pessoa pode praticar, dos 8 aos 80, e mais do que isso, não tem limitações de espaço. Depois de aprenderem, as pessoas podem fazer tai chi em casa”, diz. Não é fácil encontrar locais onde possa praticar tai chi, mas para que nada lhe falte dizemos-lhe onde o pode fazer. Junte-se com os seus amigos e marque umas aulinhas ao ar livre em pleno Martim Moniz, no quiosque da Terra Heal (Aulas em grupo por marcação info.terraheal@ gmail.com; 20€/mês uma vez por semana). Tem a opção de aulas na Associação de Arte Orientais, a Neijia (Seg e Qui 19.00; Avenida Coronel Eduardo Galhardo, 28C) ou no Museu do Oriente (1.º e 3.º domingo de cada mês - aulas bimensais; 20€/mês; Avenida Brasília, 352).

Ilustração Rui Pita

Chi Kung

Tanto o tai chi como o chi kung derivam do kung fu, portanto têm algumas coisas em comum. Ainda assim, o chi kung tem uma componente mais terapêutica que mexe e remexe com o nosso organismo. “No chi kung trabalhamos o sistema circulatório, osteomuscular, as emoções e, claro, mexemos com os sistemas energéticos que fazem parte do nosso corpo”, diz Margarida Bettencourt, professora no Instituto Macrobiótico de Portugal (Ter e Qui 12.30 e 18.45; 40€/ mês uma vez por semana; Rua Anchieta, 5, 2.ºesq). “É muito adaptável às condições das pessoas e aos problemas que elas apresentam”. A prática desta modalidade serve para regular a energia, o que resulta numa melhor postura e um corpo com menos tensões físicas e mentais — uma maravilha para ir trabalhar descansadinho. Experimente as sessões na Escola de Medicina Tradicional Chinesa (Seg, Qua e Sex 19.00 e Sáb 10.00. Rua de Dona Estefânia, 175), onde também pode cuscar as restantes aulas de artes marciais, ou as do Instituto de Reflexologia (Ter e Qui 18.30; 25€/mês uma vez por semana; Rua Dr. António Granjo, 12 - R/C).

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