Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores sítios para correr em Lisboa

Os melhores sítios para correr em Lisboa

Sem ideias para as suas corridas em Lisboa? Temos 16 circuitos para correr daqui para fora e ficar em forma na cidade.

maat, corridas
Fotografia: Manuel Manso
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Matas, parques e jardins ou zonas ribeirinhas. Em Lisboa, não faltam opções para se pôr a mexer – e, dependendo das horas, sem qualquer confusão, afinal a ideia é relaxar também. Basta escolher o cenário mais apelativo para começar, ou continuar, a correr na cidade. Saiba onde correr em Lisboa, com as melhores sugestões de circuitos para amadores ou profissionais do jogging e do running. Qual é que vai ser a sua desculpa agora para não ficar em forma? Decore as paragens que se seguem, salte do sofá e dê corda aos sapatos.

Recomendado: As melhores corridas em Lisboa para dar corda aos sapatos

Os melhores sítios para correr em Lisboa

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parque das artes e do desporto
Manuel Manso
Coisas para fazer

Parque das Artes e do Desporto

icon-location-pin Grande Lisboa

A Amadora tem um amor cada vez mais verde com o Parque das Artes e do Desporto, na freguesia de Mina de Água, numa antiga lixeira convertida num parque de lazer. Bela reciclagem, não é? Foram plantadas 1552 novas árvores neste parque que compreende uma área de nove hectares e onde cabem três campos polidesportivos, três campos de ténis, dois campos de padel, um campo de disc golf (modalidade que substitui as bolas e os tacos por discos voadores), dois dog parks, três circuitos (um infantil, outro de caminhada com três quilómetros e ainda outro de esculturas), equipamentos de desporto e uma zona de espectáculos – tudo ao ar livre. Aliada ao desporto e ao bem-estar, poderá ainda admirar uma exposição de arte ao longo do parque, na qual as peças escultóricas de diversos autores e propriedade do acervo municipal são parte integrante de um percurso pedestre.

2
Fotografia: Manuel Manso

Zona Ribeirinha de Belém

Lisboa e o Tejo são eternos namorados e este é, por juntar tão bem a cidade ao rio, um dos primeiros sítios que vem à cabeça quando nos lembramos de corridas ao ar livre. Do Cais do Sodré até Belém, o Google Maps fala-nos em 7 km, mais uns quantos metros para se desviar dos turistas. Dê corda aos sapatos logo cedo e vai ver que a corrida é mais descansada. Se quiser levar a empreitada mesmo a sério, pode sempre juntar-se aos Belém Runners, o grupo de corredores associado ao histórico clube Os Belenenses. Se preferir correr com calma, aproveite para ver a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos e, por que não, visitar o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia.

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Alameda Keil do Amaral, em Monsanto
Fotografia: Arlindo Camacho

Parque de Monsanto

Monsanto é, sem discussão possível, o pulmão da cidade. Mas podemos vê-lo também como o pulmão extra que ajuda a respirar os lisboetas em todas as idades. Em 900 hectares é difícil medir a extensão dos trilhos que existem no parque inteiro. Uma rápida consulta ao mapa de Monsanto mostra uma encruzilhada de estradinhas que só mesmo com muitos meses de corrida deve ficar 100% estudada. Por isso o melhor conselho é: comece a correr, mas decore o caminho (ou vá deitando pedrinhas pelo chão) para voltar em segurança. Lá pelo meio também há-de encontrar um ringue, paredes de escalada e campos polidesportivos, para jogar futebol ou râguebi, e campos de ténis e mesas de ténis de mesa. Pode ficar a saber tudo com a nossa lista do melhor de Monsanto.

4
Parque das Nações

Parque das Nações

O rio, a ponte e as vias desafogadas. São mais de 300 hectares para conhecer de fio a pavio, assim as forças acompanhem a sua vontade. Uma das sugestões possíveis é ir do Parque das Nações ao Parque Tejo (ainda se lembra quando o Super Bock Super Rock se realizava lá?), com partida do Passeio de Neptuno. No total, não correrá mais que 6 km bastante agradáveis e acessíveis aos mais novatos. Nas proximidades, restaurantes modernos à beira-rio, o Centro Vasco da Gama, o Oceanário de Lisboa e o Pavilhão do Conhecimento, para não ter de voltar para casa muito cedo.

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5
Paredão do estoril
Fotografia: Manuel Manso

Paredão de Cascais

Não é aconselhável aos domingos por causa das multidões, não é aconselhável às horas em que o sol está forte porque lhe pode dar para se atirar à água (sem falar dos escaldões) e também não é aconselhável fazer com fome porque os restaurantes são mais que muitos. De resto, é uma corrida com cerca de 2,8 km com vistas bem agradáveis. Pelo caminho ficam as praias da Duquesa, Moitas, Tamariz e Poça e duas piscinas oceânicas de uso gratuito: Alberto Romano, junto à praia das Moitas, e do Tamariz, na praia com o mesmo nome. Ao longo do percurso, há bancos, sombras, bebedouros e dois circuitos de fitness. O Lifetrail, distribuído ao longo do Paredão, desde a Piscina Oceânica Alberto Romano até à Praia da Poça, é composto por 11 estações de exercício, cada uma com três faces, duas dedicadas ao exercício e uma ao aconselhamento e informação. O Wordltraild, junto à Praia das Moitas, no Monte Estoril, é composto por nove estações, sendo duas dedicadas ao aquecimento e relaxamento e as restantes a exercícios com dois níveis de dificuldade: principiantes e avançados.

6
Parque Eduardo VII
©DR

Parque Eduardo VII

Desde que evite as datas da Feira do Livro, uma corrida no Parque Eduardo VII, o maior parque do centro de Lisboa, será, à partida, tranquila. Uma volta completa ronda os dois quilómetros, mas há que contar com subidas e descidas nos cerca de vinte e cinco hectares. Para um treino completo, porém, convém dar mais que uma volta, ou ir atravessando o parque de um lado ao outro. No canto noroeste do parque, no local de uma antiga pedreira de basalto, encontra-se a Estufa Fria, com uma diversidade plantas exóticas, riachos, cascatas, palmeiras e trilhos, fúcsias, arbustos em flor e bananeiras; e a Estufa Quente, com plantas luxuriantes, lagos, cactos e aves tropicais. Perto das estufas, encontra-se um lgado com carpas e um parque para as crianças brincarem, com a forma de um galeão. No lado leste está o Pavilhão Carlos Lopes, que recebeu o nome do vencedor da maratona olímpica de 1984. No topo norte, existe um miradouro monumental. A Feira do Livro decorre anualmente nos dois passeios longitudinais do parque.

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7
correr em Lisboa

Estádio Universitário de Lisboa

Aberto à comunidade em geral mas com preços especiais para a comunidade académica, o Estádio Universitário de Lisboa proporciona uma oferta desportiva diversificada. Antes de começar a correr até pode visitar o centro médico para ver se está tudo bem consigo. Às quintas-feiras, às 19.00, em frente ao Pavilhão n.1, pode juntar-se ao serviço de aconselhamento gratuito de running do Estádio Universitário de Lisboa, feito por técnicos especializados. Quem já está um nível acima, pode apenas usar os espaços exteriores e a pista de atletismo n.2. Ao todo, são cerca de 40 hectares de área, com um amplo complexo desportivo e bastante arvoredo. Além do estádio de honra e de campos de treino, tem piscinas, campos de ténis e pavilhões polidesportivos.

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Quinta das Conchas
Fotografia: Ana Luzia

Jardim da Quinta das Conchas

Com uma superfície de cerca de 26 hectares, foi construído no espaço de duas quintas quinhentistas (a das Conchas e a dos Lilases) e tem algumas virtudes, que dão sempre jeito, especialmente quando a resistência física está a milhas dos mínimos olímpicos. É fácil e grátis estacionar por aqui, o percurso não vai além dos três quilómetros e os atletas ainda contam com zonas de repouso e alguns serviços que atenuam por momentos esta estafa. Existe ainda uma pequena biblioteca ao ar livre, pertencente à rede norte-americana de troca de livros gratuita Little Free Library. Tudo boas razões para se meter a caminho do Lumiar.

 

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9
Jardim da Estrela
Fotografia: Ana Luzia

Jardim da Estrela

Se quiser exercitar-se pelas sete da manhã, venha daí. Se pertence ao clube dos que apenas começam a funcionar depois das 11.00, mais vale marcar o encontro com o Jardim da Estrela, construído ao estilo dos jardins ingleses, quando a lua já vai alta. Afinal, o espaço só fecha portas à meia-noite. O circuito é pouco extenso mas isso só o torna ainda mais perfeito para quem prefere caminhadas e corrida em modo lento. Os patos e carpas do lago deliciam-se com o comer que algumas pessoas levam, dispondo o jardim também de um café e de belíssimos canteiros. Um dos pontos centrais do jardim é o coreto verde de ferro forjado, onde os músicos tocam nos meses de Verão

10
Parque Urbano do Jamor
©Ze Caetano

Jamor

Além de um parque urbano e uma extensa zona de mata, é o local ideal para a prática desportiva a todos os níveis, desde o desporto de alto rendimento ao desporto federado e ao desporto de lazer. O difícil, aliás, vai ser escolher: entre os verdadeiros pisos dos campeões, a pista de crosse ou um treino livre, por exemplo. Se preferir actividades náuticas, também há. Para fazer as delícias dos mais novos, recomenda-se o Parque Aventura, um circuito constituído por várias estações de madeira, colocadas no topo de árvores, cujas ligações são feitas através de pontes de cordas, túneis, redes, estribos e carreiros.

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avenidas novas, ciclovia
Fotografia: Arlindo Camacho

Saldanha

O risco de ser atraído pela montra da Versailles, do Choupana Caffé ou do LAB da Padaria Portuguesa é enormíssimo, mas confiamos no foco de quem nos lê e na vontade de chegar à praia um verdadeiro Adónis. As pistas estão lá para as bicicletas, há pavimento confortável mesmo ao lado para usar em passo de corrida.

12
Parque da Bela Vista
DR

Parque da Bela Vista

Muito boa gente só lá vai de dois em dois anos pelos brindes, ups!, pela música do Rock in Rio. Mas o Parque da Bela Vista é uma excelente pista para corridas. Os sítios que vai pisar são tal e qual os mesmos que pisa para encontrar um lugar com boa vista para o Palco Mundo, mas aqui é seguir sempre em frente. Além de um recinto polidesportivo, integra ainda um parque de merendas e um miradouro.

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Entrada do Parque José Gomes Ferreira
©Reino Baptista

Mata de Alvalade

Chama-se Parque José Gomes Ferreira, mas pode simplificar a coisa para Mata de Alvalade, onde o esperam cerca de três relaxantes quilómetros. Usamos a expressão relaxante porque aqui o adjectivo é mais que possível. A área é perfeita para trazer a família, para rematar o esforço com uma merenda, para usufruir da sombra ou para fazer uma paragem no parque infantil. Para além da flora variada, esta mata serve de refúgio a várias espécies de aves, por isso também pode aproveitar para fazer observação de avifauna.

 

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parque urbano do vale da montanha

Parque Urbano do Vale da Montanha

É parte do Corredor Verde Oriental, que liga o Parque Vinícola de Lisboa (junto à Rotunda do Relógio) ao futuro Parque Ribeirinho Oriente. São nada mais nada menos que 11 hectares, com ciclovia, caminhos pedonais, muita verdura, equipamentos de fitness e até dois parque infantis – e isto é só uma primeira fase. Ou seja, não falta espaço para correrias e, se gosta de crossfit, há um circuito com halteres, de cinco e dez quilos, e com cordas pesadas para testar a flexibilidade das costas e dos ombros.

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Oeiras - Paço de Arcos

Não precisa de ser um menino da Linha para mudar de ares e ir apanhar a brisa marinha da zona de Oeiras. O piso foi renovado há poucos anos e está feito uma verdadeira pista de atletismo, com uma extensão aproximada de 3,4 km. É só evitar os fins-de-semana e terá uma bela corrida com alguns desníveis entre a Praia da Torre e a de Paço de Arcos.

16
correr em Lisboa
Atracções, Espaços públicos

Passeio Marítimo de Algés

icon-location-pin Oeiras

A pé ou de bicicleta, mas sempre a acelerar, pode usufruir de um troço de quase dois quilómetros, a ligar o Forte de São Bruno, em Caxias, à Praia da Cruz Quebrada. Este passeio combina uma zona destinada à circulação pedonal (cinco metros de largura) com uma faixa reservada à circulação de bicicletas (2,5 metros de largura). Somando isto aos quase quatro quilómetros de Passeio Marítimo que ligam Oeiras a Paço de Arcos, o concelho oferece um total de 5840 metros.

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ciclovia de Cascais

Ciclovia de Cascais

É verdade que o nome leva para um passeio de duas rodas, mas a ciclovia tem espaço para todos. Com partida do Farol Design Hotel e término no Parque de Campismo do Guincho, são 8,7 km, sempre com o mar à sua esquerda. Duas notas: a primeira parte do percurso tem uma leve inclinação (ler: subida) e em dias de vento (muitos) o nível de dificuldade aumenta consideravelmente.

Lisboa em forma

Atitude Outdoor
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Experimente treinar ao ar livre em Lisboa

Os grupos de treino que praticam exercício físico ao ar livre multiplicam-se e são a solução perfeita para quem não gosta de treinar enfiado dentro de um ginásio. À beira-mar, à beira-rio ou fazendo uso dos altos e baixos de Lisboa, conheça oito grupos de treino ao ar livre.

passeio de bicicleta
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Dê ao pedal: sítios onde alugar bicicletas em Lisboa

Há quem passe o dia a catarolar a velha música dos Queen "I want to ride my bicycle/ I want to ride my bike" sem duas rodas em casa que possa usar. Estes são os lugares onde alugar bicicletas em Lisboa e tirar a barriga de misérias no que toca a pedalar. 

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avenidas novas, ciclovia
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Ciclovias em Lisboa. Só precisa de pedalada para percorrer a cidade

Pedalar pela cidade já entrou na rotina de muitos lisboetas e usar a desculpa das colinas da cidade para deixar as duas rodas estacionada em casa também caiu em desuso. Muito menos vale a pena dizer que não sabe onde arranjar uma bicicleta. É certo que precisa de alguma pedalada para circular por Lisboa mas se precisa de incentivo extra, também se arranja.

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