Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores parques e jardins em Lisboa

Os melhores parques e jardins em Lisboa

Do jardim da Estrela a Monsanto, espaços verdes não faltam na cidade. Descubra os melhores parques e jardins em Lisboa

quinta das conchas, lumiar, parque, jardim,
Fotografia: Duarte Drago
Por Vera Moura, Cláudia Lima Carvalho e Francisca Dias Real |
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Em Lisboa há espaços verdes para todos os gostos e nós escolhemos os melhores para brincar com os miúdos, ler um livro ou fazer um piquenique, independentemente da altura do ano. Afinal todos os dias são bons para uma pausa num destes parques e jardins de Lisboa. Do jardim da Estrela ao pulmão verde de Lisboa – falamos do Monsanto, pois claro –, espaços verdes não faltam na cidade. Com parques infantis, espaços para praticar desporto e correr ou simplesmente para se deixar estar. Vale tudo, menos ficar em casa.

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Os melhores parques e jardins em Lisboa

Campo das Cebolas
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Campo das Cebolas

Santa Maria Maior

É um admirável mundo novo que surgiu no Campo das Cebolas. Depois de vários anos com a zona transformada num estaleiro e trânsito entupido, surgiu este espaço verde na cidade, com parque infantil para os mais pequenos e uns bancos para descansar as pernas. Quem prefere a relva também se pode deitar e fazer a fotossíntese estendido no verde. 

Jardim botanico de lisboa
Fotografia: Manuel Manso
Atracções

Jardim Botânico de Lisboa

Princípe Real

Fechou em Outubro de 2016, e este espaço verde com mais de 140 anos de história foi devolvido à cidade em Abril de 2018 depois das obras estruturais que recuperaram o pavimento de todos os caminhos e os gradeamentos que revelam pontos de observação das colecções botânicas. O Jardim ganhou também um anfiteatro – pronto a receber espectáculos de Verão – e novos bancos plantados ao longo dos percursos. É um belo local para uma sessão fotográfica em cenário tropical-urbano.

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Jardim Botânico tropical de belém
Fotografia: Manuel Manso
Atracções, Parques e jardins

Jardim Botânico Tropical

Belém

O Jardim Botânico Tropical fechou para obras em Janeiro de 2019 para levar um banho de loja, que é como quem diz, uma intervenção paisagística e de património. Restaurada a paisagem deste belo espaço verde, há muita espécie para ver para os lados da zona monumental de Lisboa, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, onde fica. Ocupa uma área de cerca de sete hectares, integrando um Jardim Botânico com cerca de cinco hectares, que inclui uma estufa com aquecimento, e outros abrigos de vários tipos. Por lá existem cerca de 600 espécies originárias de vários continentes, um oásis de folhagens e arvoredo que não encontra em mais lado nenhum na cidade. Uma maravilha escondida que é quase uma volta ao mundo sem sair de Belém.

Jardim da Cerca da Graça
©Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Jardim da Cerca da Graça

São Vicente 

É um segredo mal guardado à vista de todos. Ainda poucos o conhecem, mas é o maior espaço verde de acesso público da zona histórica de Lisboa. É ideal para um piquenique em que leve a família toda atrelada, com uma vasta área relvada para estender toalha. O jardim tem três miradouros, uma zona com parque de merendas – se quiser sentar-se à mesa – e um pomar. Os miúdos têm um parque infantil só para eles, mas se preferirem andar à solta têm espaço para correr, dar toques na bola ou jogar ao lencinho com a família – é só uma ideia.

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Esplanada do Jardim da Estrela
Fotografia: Ana Luzia
Atracções

Jardim da Estrela

Estrela/Lapa/Santos

É o jardim. Plantado no coração de Lisboa, perfeito para ir para fora cá dentro. Foi desenhado há 174 anos naquela assimetria cuidada dos jardins tropicais. Tem um bom parque infantil onde os miúdos se podem espojar (a qualidade da areia é inspeccionada a cada 15 dias); meia dúzia de clareiras relvadas a pedir piqueniques e tardes de sorna com um livro (pode requisitá-los na biblioteca-quiosque); e uma frota de bancos a ladear o passeio público, que é também um dos melhores circuitos de corrida da cidade. A servir de apoio, duas esplanadas de dois quiosques, perfeitas ora para o café matinal, ora para a cervejinha no final da tarde. No primeiro fim-de-semana de cada mês, o ambiente é de feira - o Crafts & Design junta o melhor de uma nova geração de artesãos e designers, num mercado de rua que já se entranhou na agenda lisboeta.

Museu Calouste Gulbenkian
© Lydia Evans / Time Out
Atracções

Jardins da Gulbenkian

São Sebastião

São provavelmente os jardins mais icónicos de Lisboa, projectados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. São o local ideal para passear com os miúdos ou para não fazer nada, ou seja, para se estender na relva. Os Jardins da Gulbenkian são também muito procurados nas pausas de almoço. Há espaços escondidos entre as árvores, lagos, percursos de pedra, tartarugas com fama de morder e pássaros a perder de vista.

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Jardim das Ondas
ANTONIO AZEVEDO/JF do Parque das Nações
Coisas para fazer

Jardim das Ondas

Parque das Nações

Está entre o Oceanário de Lisboa e o Tejo, e chama-se assim porque o terreno simula o ritmo do oceano e o movimento das águas, um projecto da autoria da artista Fernanda Fragateiro. Além de poder deixar os miúdos correr à vontade, pode deitar-se na relva e ter um encosto natural, quer mais?

jardim de santos
©Junta de Freguesia da Estrela
Atracções, Parques e jardins

Jardim de Santos

Santos

Abandonado durante anos, o Jardim de Santos (oficialmente Jardim Nuno Álvares) reabriu a fazer pandã com a requalificação levada a cabo pela Câmara Municipal de Lisboa na zona envolvente, dotada de ciclovia e passeios bem largos. Muita relva e novo mobiliário urbano fazem parte do cenário. Ao centro continua a estátua em bronze do jornalista e escritor Ramalho Ortigão (1836-1915), uma obra do escultor açoreano Numídico Bessone inaugurada em 1957. É um belo jardim para se sentar a ler à sombrinha. 

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cabeço das rolas
©DR
Coisas para fazer

Jardim do Cabeço das Rolas

Parque das Nações

Cento e trinta e nove degraus. Leu bem. Para chegar ao ponto mais elevado do Parque das Nações (não estamos a falar da Torre Vasco da Gama), é preciso subir pelo menos 104 degraus, havendo para os restantes 35 uma rampa alternativa. Contas feitas, caso queira passar um bom bocado com os miúdos numa zona verde escondida entre os arranha-céus de empresas e apartamentos da Expo, suba até ao Cabeço das Rolas. Lá em cima tem áreas relvadas generosas para estender a manta e apanhar sol ou petiscar. Também não faltam bancos de madeira à sombra e uma área de merendas com mesas e cadeiras. 

Jardim do Campo Grande
Fotografia: Manuel Manso
Atracções, Parques e jardins

Jardim do Campo Grande

Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Foi aos poucos que o Campo Grande ganhou uma nova vida. Em 2013 a zona norte, em 2017 o Caleidoscópio, e em Abril de 2018 concluiu-se o projecto da zona sul. O jardim ganhou nova mobília, vegetação e um novo nome: Jardim Mário Soares, em homenagem ao histórico líder do PS que morava ali ao lado e tinha por hábito ali dar os seus passeios. O lago dos barquinhos a remo continua todo bonito, e pode aproveitar a relva e sombras em redor durante o bom tempo. 

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Coisas para fazer

Jardim dos Coruchéus

Grande Lisboa

Vizinho da Biblioteca dos Coruchéus, o Jardim dos Coruchéus já não tem o ar de abandono que tinha há uns tempos. Está mais verde que nunca, com espaço para quem se quiser esticar na relva e um parque infantil para os miúdos se entreterem.  O jardim conta ainda com um mural em homenagem a João Ribas, músico falecido em 2014 que parava muito por ali. 

Entrada do Parque José Gomes Ferreira
©Reino Baptista
Coisas para fazer

Jardim José Gomes Ferreira

Alvalade

É dos melhores parques de Lisboa para se fazer um piquenique. Tem árvores por todo o lado, incluindo oliveiras e alfarrobeiras, e duas zonas de mesas, uma delas com um grelhador em pedra. Aos fins-de-semana há quem vá logo pela manhã para marcar lugar e pode ser difícil meter a carne toda no assador. Em qualquer caso, não há nada melhor do que estender a toalha mesmo sobre a relva, no meio das flores. Escolha o pequeno vale, já do lado do quiosque. Aqui comem-se tostas mistas gigantes com orégãos, bons chás e, frequentemente, há DJs a tocar. Também pode levar o cão: o quiosque é um dos grandes pontos de encontro dos bichos do bairro. É também dos poucos parques em Lisboa com mesas de pingue-pongue ao ar livre.

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parque das artes e do desporto
Manuel Manso
Coisas para fazer

Parque das Artes e do Desporto

Grande Lisboa

A Amadora tem um amor cada vez mais verde com o Parque das Artes e do Desporto, uma antiga lixeira convertida num parque de lazer. Bela reciclagem, não é? Foram plantadas 1552 novas árvores neste parque que compreende uma área de nove hectares e onde cabem três campos de futebol, três campos de ténis, dois campos de padel, um campo de disc golf (modalidade que substitui as bolas e os tacos por discos voadores), dois dog parks, três circuitos (um infantil, outro de caminhada com três quilómetros e ainda outro de esculturas), equipamentos de desporto uma zona de espectáculos – tudo ao ar livre. 

Parque Florestal de Monsanto
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Parque Florestal de Monsanto

Benfica/Monsanto

Está a ver um campo de futebol? Agora imagine... 900. Todos juntinhos. É mais ou menos essa a dimensão do Parque Florestal de Monsanto. Mas então, "como escolher um canto para onde ir?", estará o leitor a perguntar-se. Nós damos uma ajuda, a começar pela óbvia mas incontornável Alameda Keil do Amaral, com os seus 1300 metros ideais para passear, correr, andar de bicicleta, skate ou patins. Se é um piquenique que quer fazer, ou estende a toalha no meio da mata ou tem quatro hipóteses com mais condições: o parque de merendas da Alameda Keil do Amaral, o jardim do miradouro dos Montes Claros, o Moinho do Penedo e a Mata de Benfica. Todos têm casa de banho, bebedouros e caixotes do lixo (muitas vezes ignorados... mas estão lá). Se está a caminho e leva os miúdos no banco de trás, rume ao Alvito, com tendas, uma caravela e um comboio de madeira. Se, por outro lado, está sozinho e quer é relaxar, sente-se no miradouro Keil do Amaral e desfrute de uma das melhores vistas sobre Lisboa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril. 

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parque fonte das avencas
Fotografia: Manuel Manso
Atracções, Parques e jardins

Parque Fonte das Avencas

Grande Lisboa

Perto de cinco hectares de bosque abandonado foram devolvidos à população, num projecto que transformou a Fonte das Avencas, na Amadora, num parque urbano de lazer. Um verdadeiro pulmão verde que volta a respirar. Há bancos de jardim ao longo de todo o terreno, trilhos de caminhada — ou mesmo para quem se quiser aventurar de bicicleta de montanha, que as subidas são muitas — e uma zona aplanada para piqueniques e acampamentos servido com tanques de água canalizada. Logo à entrada há um parque infantil onde pode deixar os miúdos a baloiçar.

Parque Ribeirinho Oriental
Fotografia: Duarte Drago
Coisas para fazer

Parque Ribeirinho Oriental

Marvila

Foi um dos projectos mais aguardados para a frente ribeirinha de Lisboa assim que anunciado e a primeira fase do Parque Ribeirinho Oriental está pronta. Um parque verde que se inicia junto aos armazéns da Doca do Poço do Bispo e se estende para norte ao longo de 600 metros, ocupando uma área total de quatro hectares junto ao rio Tejo. Um projecto do atelier f/c, das arquitectas paisagistas Catarina Assis Pacheco e Filipa Cardoso de Menezes, que muda por completo a forma de viver esta zona de Lisboa. Entre mais de 360 árvores plantadas, há dois percursos pedonais: um ribeirinho e um percurso interior no meio da zona verde. Durante o passeio encontra cinco “esculturas solares”, concebidas especificamente para o lugar, formas geométricas que projectam sombras na sua envolvente e também funcionam como relógio solar. Para a pequenada há um parque infantil para dar apoio aos visitantes há contentores marítimos convertidos em duas cafetarias, um espaço para aluguer de bicicletas, instalações sanitárias públicas, um módulo de biblioteca e ainda um para apoio de manutenção do parque. A construção deste novo parque divide-se em duas fases: falta a segunda que se estenderá até ao Parque das Nações e que se irá fundir com o futuro Parque Interior da Matinha.

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Parque Urbano do Jamor
©Ze Caetano
Coisas para fazer

Parque Urbano do Jamor

Oeiras

Pode levar os sapatos da moda e o chapéu de palha. Mas aqui o dress code é outro: fato de treino e ténis de corrida. Ideal para quem não consegue imaginar um fim-de-semana sem fazer desporto, o parque do Jamor é um verdadeiro ginásio ao ar livre. Sem jóia nem mensalidade. Tem pistas de corrida bem definidas entre as zonas verdes e os canais de água, está equipado com aparelhos de exercício enferrujados mas eficazes. Se levar os miúdos, há uma zona de recreio com construções em madeira dignas de pequenos Indiana Jones.

Se é para a aventura a sério que procura, pode sempre optar pelo Adventure Park. Tem circuitos de arborismo com pontes de corda, túneis suspensos, obstáculos e slides. 

Coisas para fazer

Parque Urbano do Vale da Montanha

Marvila

É uma das peças do programa Corredor Verde Oriental, que liga o Parque Vinícola de Lisboa (junto à Rotunda do Relógio) ao novo Parque Ribeirinho Oriental. Inaugurado em Março de 2017, nasceram ali 11 hectares, com ciclovia, caminhos pedonais, muita verdura, equipamentos de fitness e dois parques infantis. 

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Parque do Vale do Silêncio
©DR
Atracções, Parques e jardins

Parque Vale do Silêncio

Encarnação

Este parque é um mistério. Faz fronteira com uma das artérias mais movimentadas, barulhentas e – convenhamos – feias da cidade. Mas é tão tranquilo, verde, desafogado e silencioso que custa a acreditar. As pistas reservadas aos ciclistas estão impecáveis, tal como os aparelhos de exercício e as suas placas com sugestões de treino. A zona dedicada aos mais novos, com piso de areia para ninguém se magoar, e o campo de futebol e basquete são as únicas partes vandalizadas com graffiti. Mas podemos sempre dizer que é arte urbana e a coisa soa logo melhor. As cores do pulmão dos Olivais vão mudando ao longo do ano, mas não se deixe dormir: as mesas de madeira por baixo dos choupos enchem rapidamente nos fins-de-semana mais quentes. 

quinta das conchas, lumiar, parque, jardim,
Fotografia: Duarte Drago
Atracções, Parques e jardins

Quinta das Conchas

Lumiar

Cinco, seis, sete hectares? Isso é coisa de meninos. A área total da Quinta das Conchas, incluindo a vizinha Quinta dos Lilases e a mata, é de 26 hectares. Na principal mancha verde do concelho a seguir a Monsanto, encontrar lugar para estender a toalha é garantido, mesmo naqueles fins-de-semana de sol em que todos os lisboetas se lembram de ir para o parque. Quer fazer um piquenique? Pode, tem mesas e bancos de pedra à sombra dos eucaliptos. Quer deitar-se a apanhar sol sem correr o risco de levar com uma bola na cabeça? Pode, a nave central com relva é tão grande que dá para todos. Quer ler o jornal ou uma revista sem ter de parar a caminho do jardim? Pode: numa das entradas, mesmo ao lado do café, há uma papelaria. Quer ir gastar a energia dos seus filhos, para eles dormirem que nem anjinhos toda a noite? Também pode – o parque infantil tem vários baloiços e escorregas. 

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Tapada da Ajuda
©DR
Coisas para fazer

Tapada da Ajuda

Alcântara

Nestes cem hectares, pode observar Lisboa e os seus arredores se subir ao miradouro situado na parte norte – e assistir a uma palestra ou frequentar um curso no Observatório Astronómico, que mantém e fornece a Hora Legal. Aproveite ainda para fazer um piquenique ou churrasco no Jardim da Parada, acampar ou rodar um filme. Os espaços da Tapada e os seus percursos foram organizados pelo Instituto Superior de Agronomia, que aqui funciona. Aceda ao site no final e descubra a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho, unidade única localizada acima do Pavilhão das Exposições; a biblioteca (ideal para recitais e pequenos eventos que levem até 100 pessoas); ou o auditório de pedra ao ar livre. Atenção, não são permitidos animais.

Tapada das Necessidades
Fotografia: Arlindo Camacho
Atracções, Parques e jardins

Tapada das Necessidades

Estrela/Lapa/Santos

Em 1910, o Governo Provisório da República Portuguesa avisou: “A Tapada estará aberta ao público permanentemente, servindo para passeio (...) bem como para a lição das coisas ”. A declaração mantém-se actual e o parque botânico encaixado entre Alcântara e a Lapa, que terá inspirado Manet para pintar o seu famoso quadro Almoço na Relva, continua a ser um dos melhores spots da cidade para os fins-de-semana com bom tempo.

Lisboa verde

Miradouro da Graça
@Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). 

Parque de Monserrate
© PSML Emigus
Coisas para fazer

Os melhores jardins e parques em Sintra

Com o faro bem apurado, parta à descoberta dos melhores jardins e parques em Sintra, um trabalho que ajudamos a fazer – basta consultar esta nossa lista. Há terrenos verdejantes para todos os gostos, ora tem aquele parque com miradouro incluído com uma vista de tirar o fôlego para a serra de Sintra, ora tem o jardim de buxo, aparado milimetricamente.

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