Lisboa icon-chevron-right Os 21 melhores parques e jardins em Lisboa

Os 21 melhores parques e jardins em Lisboa

Do jardim da Estrela a Monsanto, espaços verdes não faltam na cidade. Descubra os melhores parques e jardins e tudo o que por lá pode fazer
quinta das conchas, lumiar, parque, jardim,
Fotografia: Duarte Drago
Por Vera Moura, Cláudia Lima Carvalho e Francisca Dias Real |
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Em Lisboa há parques para todos os gostos e nós escolhemos os melhores para brincar com os miúdos, ler um livro ou fazer um piquenique, independentemente da altura do ano. Afinal todos os dias são bons para uma pausa num destes parques e jardins de Lisboa. Do jardim da Estrela ao pulmão verde de Lisboa – falamos do Monsanto, pois claro –, espaços verdes não faltam na cidade. Com parques infantis, espaços para praticar desporto e correr ou simplesmente para se deixar estar. Vale tudo, menos ficar em casa.

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Os melhores parques e jardins em Lisboa

Campo das Cebolas
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Campo das Cebolas

icon-location-pin Santa Maria Maior

É um admirável mundo novo que surge no Campo das Cebolas. Depois de vários anos com a zona transformada num estaleiro e trânsito entupido, surge um novo espaço verde na cidade, com parque infantil para os mais pequenos. 

parque das artes e do desporto
Manuel Manso
Coisas para fazer

Parque das Artes e do Desporto

icon-location-pin Grande Lisboa

A Amadora tem um amor cada vez mais verde com o Parque das Artes e do Desporto, uma antiga lixeira convertida num parque de lazer. Bela reciclagem, não é? Foram plantadas 1552 novas árvores no novo parque que compreende uma área de nove hectares e onde cabem três campos de futebol, três campos de ténis, dois campos de padel, um campo de disc golf (modalidade que substitui as bolas e os tacos por discos voadores), dois dog parks, três circuitos (um infantil, outro de caminhada com três quilómetros e ainda outro de esculturas), equipamentos de desporto uma zona de espectáculos – tudo ao ar livre. 

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parque urbano do vale da montanha

Vale da Montanha

É uma das peças do programa Corredor Verde Oriental, que liga o Parque Vinícola de Lisboa (junto à Rotunda do Relógio) ao futuro Parque Ribeirinho Oriente. Inaugurado em Março de 2017, são 11 hectares, com ciclovia, caminhos pedonais, muita verdura, equipamentos de fitness e dois parques infantis. Há ainda um quiosque a servir o parque, o Descasca, que serve refeições saudáveis e ainda é pet friendly. 

Jardim Botânico no Palácio Nacional de Queluz
ManuelManso

Jardim Botânico no Palácio Nacional de Queluz

Não tem salas de aula, mas é um recreio de conhecimento botânico. O renovado Jardim Botânico no Palácio Nacional tem quatro estufas, 24 canteiros, cada um corresponde a uma classe de Carlos Lineu (sueco considerado o pai da taxonomia moderna, que agrupava as plantas através do seu sistema reprodutor) e um lago central. Tudo obra da Parques de Sintra, que devolve à população, numa aproximação quase perfeita à disposição primordial do jardim, um lugar que servia de recreio à corte portuguesa e à família real. Diz a história que foi aqui, nas estufas do Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz, que se cultivaram os primeiros exemplares de ananás em Portugal.

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jardim de santos
©Junta de Freguesia da Estrela
Notícias, Vida urbana

Jardim de Santos

Abandonado durante anos, o Jardim de Santos (oficialmente Jardim Nuno Álvares) tem agora relva que até brilha e novo mobiliário urbano. Ao centro continua a estátua em bronze do jornalista e escritor Ramalho Ortigão (1836-1915), uma obra do escultor açoreano Numídico Bessone inaugurada em 1957. 

Jardim do Campo Grande
Fotografia: Manuel Manso
Atracções, Parques e jardins

Jardim do Campo Grande

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Foi aos poucos que o Campo Grande ganhou uma nova vida. Em 2013 a zona norte, em 2017 o Caleidoscópio, e em Abril de 2018 concluiu-se o projecto da zona sul. O jardim ganhou nova mobília, vegetação e um novo nome: Jardim Mário Soares, em homenagem ao histórico líder do PS que morava ali ao lado e tinha por hábito ali dar os seus passeios. O lago dos barquinhos a remo continua todo bonito, e pode aproveitar a relva e sombras em redor durante o bom tempo. 

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Museu Calouste Gulbenkian
© Lydia Evans / Time Out
Atracções

Jardins da Gulbenkian

icon-location-pin São Sebastião

São provavelmente os jardins mais icónicos de Lisboa, projectados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. São o local ideal para passear com os miúdos ou para não fazer nada, ou seja, para se estender na relva. Os Jardins da Gulbenkian são também muito procurados nas pausas de almoço. Há espaços escondidos entre as árvores, lagos, percursos de pedra, tartarugas com fama de morder e pássaros a perder de vista.

Jardim da Cerca da Graça
©Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Jardim da Cerca da Graça

icon-location-pin São Vicente 

É um segredo mal guardado à vista de todos. Ainda poucos o conhecem, mas é o maior espaço verde de acesso público da zona histórica de Lisboa. É o espaço ideal para um piquenique em que leve a família toda atrelada, com uma vasta área relvada para estender toalha. O jardim tem três miradouros, uma zona com parque de merendas – se quiser sentar-se à mesa – e um pomar. Os miúdos têm um parque infantil só para eles, mas se preferirem andar à solta têm espaço para correr, dar toques na bola ou jogar ao lencinho com a família – é só uma ideia.

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parque fonte das avencas
Fotografia: Manuel Manso
Atracções, Parques e jardins

Parque Fonte das Avencas

icon-location-pin Grande Lisboa

Perto de cinco hectares de bosque abandonado foram devolvidos à população, num projecto que transformou a Fonte das Avencas, na Amadora, num parque urbano de lazer. Um verdadeiro pulmão verde que volta a respirar. O parque dispõe de trilhos de caminhada — ou mesmo para quem se quiser aventurar de bicicleta de montanha, que as subidas são muitas —, bancos de jardim ao longo de todo o terreno e uma zona aplanada para piqueniques e acampamentos servido com tanques de água canalizada. Logo à entrada há um parque infantil onde pode deixar os miúdos a baloiçar.

Esplanada do Jardim da Estrela
Fotografia: Ana Luzia
Atracções

Jardim da Estrela

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

É o jardim. Plantado no coração de Lisboa, perfeito para ir para fora cá dentro. Foi desenhado há 174 anos (o aniversário é a 3 de Abril) naquela assimetria cuidada dos jardins tropicais (nestes cinco hectares há figueiras-da-Austrália e araucárias-de-Cook, castanheiros-da-Índia e cedros-do-Líbano). Tem um bom parque infantil onde os miúdos se podem espojar (a qualidade do areão é inspeccionada a cada 15 dias); meia dúzia de clareiras relvadas a pedir piqueniques e tardes de sorna com um livro (pode requisitá-los na biblioteca-quiosque, das 13.00 às 17.00, fecha domingos e segundas); e uma frota de bancos (um a cada vinte passos – acredite, nós medimos) a ladear o passeio público, que é também um dos melhores circuitos de corrida da cidade. A servir de apoio, duas esplanadas. O Quiosque Gengibre da Estrela funciona das 08.00 às 23.00, é uma boa opção para pequenos-almoços bucólicos a dar migalhas aos patos-reais, embora as tostas de cabra, manjericão e tomate (5€) sejam mais adequadas para o lanche; e o café restaurante Jardim da Estrela (junto à Basílica), que se aconselha para tardes de bola (ecrã gigante na esplanada) ou para trabalhar ao ar livre (wi-fi grátis). No primeiro fim-de-semana de cada mês, o ambiente é de feira. O Crafts & Design junta o melhor de uma nova geração de artesãos e designers, num mercado de rua que já se entranhou na agenda lisboeta.

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Cascata Dos Poetas do jardim do Palácio Marquês de Pombal
©Joao Miguel Otao da Silva Pereira
Atracções, Parques e jardins

Jardins Marquês de Pombal

icon-location-pin Oeiras

Se o parque dos seus sonhos não inclui cães à solta (ou mesmo com trela), miúdos a descer escorregas em loop, ciclistas com aspiração à Volta à França ou piqueniques com direito a geleira azul e vinho de pacote, rume a Oeiras e estenda-se nos enormes relvados deste jardim. Inspirado em Versalhes, o espaço de seis hectares é perfeito para namorar ou ler um livro. Aqui, pode fazer tudo o que não ponha em risco o património arquitectónico e ambiental. Ou seja, não pode fazer quase nada. Bolas, skates e bicicletas são proibidos, bem como animais, mochilas e arcas de piquenique. É para relaxar, mas sem preguiça: em vez de se instalar na primeira área verde à vista, atravesse a ponte sobre a ribeira da Laje e descubra os painéis de azulejos, as esculturas, cascatas e fontes. Não está interessado num museu ao ar livre? Basta atravessar uma rua. O Jardim Municipal de Oeiras fica mesmo ali ao lado e tem baloiços, parque de merendas e cafetaria.

Parque Florestal de Monsanto
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Parque Florestal de Monsanto

icon-location-pin Benfica/Monsanto

Está a ver um campo de futebol? Agora imagine... 900. Todos juntinhos. É mais ou menos essa a dimensão do Parque Florestal de Monsanto. Mas então, 'como escolher um canto para onde ir?', estará o leitor a perguntar-se. Nós damos uma ajuda, a começar pela óbvia mas incontornável Alameda Keil do Amaral, com os seus 1300 metros ideais para passear, correr, andar de bicicleta, skate ou patins. Se é um piquenique que quer fazer, ou estende a toalha no meio da mata ou tem quatro hipóteses com mais condições: o parque de merendas da Alameda Keil do Amaral, o jardim do miradouro dos Montes Claros, o Moinho do Penedo e a Mata de Benfica. Todos têm casa de banho, bebedouros e caixotes do lixo (muitas vezes ignorados... mas estão lá). Se está a caminho e leva os miúdos no banco de trás, rume ao Alvito, com tendas, uma caravela e um comboio de madeira. Se, por outro lado, está sozinho e quer é relaxar, sente-se no miradouro Keil do Amaral e desfrute de uma das melhores vistas sobre Lisboa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril. 

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Entrada do Parque José Gomes Ferreira
©Reino Baptista
Coisas para fazer

Jardim José Gomes Ferreira

icon-location-pin Alvalade

É dos melhores parques de Lisboa para se fazer um piquenique. Tem árvores por todo o lado, incluindo oliveiras e alfarrobeiras, e duas zonas de mesas, uma delas com um grelhador em pedra. Aos fins-de-semana há quem vá logo pela manhã para marcar lugar e pode ser difícil meter a carne toda no assador. Em qualquer caso, não há nada melhor do que estender a toalha mesmo sobre a relva, no meio das flores. Escolha o pequeno vale, já do lado do quiosque. Aqui comem-se tostas mistas gigantes com orégãos, bons chás e, frequentemente, há DJs a tocar. Também pode levar o cão: o quiosque é um dos grandes pontos de encontro dos bichos do bairro. É também dos poucos parques em Lisboa com mesas de pingue-pongue ao ar livre.

Jardim Cascais
©Pedro Salvaterra
Atracções, Parques e jardins

Parque Marechal Carmona

icon-location-pin Cascais

Nem só de areia e mar se faz a linha: o Parque Marechal Carmona também é um óptimo destino. Tem relvados extensos, lagos, percursos românticos, uma mata com árvores de grande porte e um parque infantil dividido em três partes (uma para cada idade). Patos, galos e pavões passeiam-se sem vergonha, à espera da comida que os guardas não deixam ninguém dar. Situado em pleno bairro dos museus, entre a Casa das Histórias Paula Rego e o Centro Cultural de Cascais, este jardim criado na década de 1940 recebe, todos os sábados, um mercadinho biológico, com fruta, verduras, compotas, pão e bolos regionais. Por vezes, é também cenário de aulas de yoga gratuitas.

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Parque Urbano do Jamor
©Ze Caetano
Coisas para fazer

Parque Urbano do Jamor

icon-location-pin Oeiras

Pode levar os sapatos da moda e o chapéu de palha. Mas aqui o dress code é outro: fato de treino e ténis de corrida. Ideal para quem não consegue imaginar um fim-de-semana sem fazer desporto, o parque do Jamor é um verdadeiro ginásio ao ar livre. Sem jóia nem mensalidade. Tem pistas de corrida bem definidas entre as zonas verdes e os canais de água, está equipado com aparelhos de exercício enferrujados mas eficazes. Se levar os miúdos, há uma zona de recreio com construções em madeira dignas de pequenos Indiana Jones.

Se é para a aventura a sério que procura, pode sempre optar pelo Adventure Park. Tem circuitos de arborismo com pontes de corda, túneis suspensos, obstáculos e slides. 

quinta das conchas, lumiar, parque, jardim,
Fotografia: Duarte Drago
Atracções, Parques e jardins

Quinta das Conchas

icon-location-pin Lumiar

Cinco, seis, sete hectares? Isso é coisa de meninos. A área total da Quinta das Conchas, incluindo a vizinha Quinta dos Lilases e a mata, é de 26 hectares. Na principal mancha verde do concelho a seguir a Monsanto, encontrar lugar para estender a toalha é garantido, mesmo naqueles fins-de-semana de sol em que todos os lisboetas se lembram de ir para o parque. Quer fazer um piquenique? Pode, tem mesas e bancos de pedra à sombra dos eucaliptos. Quer deitar-se a apanhar sol sem correr o risco de levar com uma bola na cabeça? Pode, a nave central com relva é tão grande que dá para todos. Quer ler o jornal ou uma revista sem ter de parar a caminho do jardim? Pode: numa das entradas, mesmo ao lado do café, há uma papelaria. Quer ir gastar a energia dos seus filhos, para eles dormirem que nem anjinhos toda a noite? Também pode – o parque infantil tem vários baloiços e escorregas. 

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Tapada das Necessidades
Fotografia: Arlindo Camacho
Atracções, Parques e jardins

Tapada das Necessidades

icon-location-pin Estrela/Lapa/Santos

Em 1910, o Governo Provisório da República Portuguesa avisou: “A Tapada estará aberta ao público permanentemente, servindo para passeio (...) bem como para a lição das coisas ”. A declaração mantém-se actual e o parque botânico encaixado entre Alcântara e a Lapa, que terá inspirado Manet para pintar o seu famoso quadro Almoço na Relva, continua a ser um dos melhores spots da cidade para os fins-de-semana com bom tempo.

Tapada da Ajuda
©DR
Coisas para fazer

Tapada da Ajuda

icon-location-pin Alcântara

Nestes cem hectares, pode observar Lisboa e os seus arredores se subir ao miradouro situado na parte norte – e assistir a uma palestra ou frequentar um curso no Observatório Astronómico, que mantém e fornece a Hora Legal. Aproveite ainda para fazer um piquenique ou churrasco no Jardim da Parada, acampar ou rodar um filme. Os espaços da Tapada e os seus percursos foram organizados pelo Instituto Superior de Agronomia, que aqui funciona. Aceda ao site no final e descubra a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho, unidade única localizada acima do Pavilhão das Exposições; a biblioteca (ideal para recitais e pequenos eventos que levem até 100 pessoas); ou o auditório de pedra ao ar livre. Atenção, não são permitidos animais.

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Parque do Vale do Silêncio
©DR
Atracções, Parques e jardins

Parque Vale do Silêncio

icon-location-pin Encarnação

Este parque é um mistério. Faz fronteira com uma das artérias mais movimentadas, barulhentas e – convenhamos – feias da cidade. Mas é tão tranquilo, verde, desafogado e silencioso que custa a acreditar. As pistas reservadas aos ciclistas estão impecáveis, tal como os aparelhos de exercício e as suas placas com sugestões de treino. A zona dedicada aos mais novos, com piso de areia para ninguém se magoar, e o campo de futebol e basquete são as únicas partes vandalizadas com graffiti. Mas podemos sempre dizer que é arte urbana e a coisa soa logo melhor. As cores do pulmão dos Olivais vão mudando ao longo do ano, mas não se deixe dormir: as mesas de madeira por baixo dos choupos enchem rapidamente nos fins-de-semana mais quentes. 

cabeço das rolas
©DR
Coisas para fazer

Jardim do Cabeço das Rolas

icon-location-pin Parque das Nações

Cento e trinta e nove degraus. Leu bem. Para chegar ao ponto mais elevado do Parque das Nações (não estamos a falar da Torre Vasco da Gama), é preciso subir pelo menos 104 degraus, havendo para os restantes 35 uma rampa alternativa. Contas feitas, caso queira passar um bom bocado com os miúdos numa zona verde escondida entre os arranha-céus de empresas e apartamentos da Expo, suba até ao Cabeço das Rolas. Lá em cima tem áreas relvadas generosas para estender a manta e apanhar sol ou petiscar. Também não faltam bancos de madeira à sombra e uma área de merendas com mesas e cadeiras. 

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Coisas para fazer

Jardim dos Coruchéus

icon-location-pin Grande Lisboa

Vizinho da Biblioteca dos Coruchéus, e ainda a meio gás, o Jardim dos Coruchéus já não tem o ar de abandono que tinha há uns tempos. Está mais verde que nunca, com espaço para quem se quiser esticar na relva e um parque infantil para os miúdos se entreterem.  O jardim conta ainda com um mural em homenagem a João Ribas, músico falecido em 2014 que parava muito por ali. 

Lisboa verde

Miradouro da Graça
@Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Passeios em Lisboa para fazer esta semana

Bem no centro da cidade todas as semanas há uma série de passeios em Lisboa. E os dias que se seguem trazem uma programação particularmente variada. Temos sugestões para ocupar o seu fim-de-semana. Mas, para não ficar a ver navios, já sabe que o melhor é agilizar o processo de reserva e inscrição nas diferentes actividades (muitas delas esgotam num ápice). 

Parque de Monserrate
© PSML Emigus
Coisas para fazer

Os melhores jardins e parques em Sintra

Com o faro bem apurado, parta à descoberta dos melhores jardins e parques em Sintra, um trabalho que ajudamos a fazer – basta consultar esta nossa lista. Há terrenos verdejantes para todos os gostos, ora tem aquele parque com miradouro incluído com uma vista de tirar o fôlego para a serra de Sintra, ora tem o jardim de buxo, aparado milimetricamente.

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