Os 21 melhores parques e jardins em Lisboa

Do jardim da Estrela a Monsanto, espaços verdes não faltam na cidade. Descubra os melhores parques e jardins e tudo o que por lá pode fazer

Fotografia: Arlindo Camacho

Em Lisboa há parques para todos os gostos e nós escolhemos os melhores para brincar com os miúdos, ler um livro ou fazer um piquenique, independentemente da altura do ano. Afinal todos os dias são bons para uma pausa num destes parques e jardins de Lisboa.

Recomendado: Gaste calorias sem gastar dinheiro nestes ginásios ao ar livre em Lisboa

Os melhores parques e jardins em Lisboa

Campo das Cebolas
ManuelManso
1/21

Campo das Cebolas

É um admirável mundo novo que surge no Campo das Cebolas. Depois de vários anos com a zona transformada num estaleiro e trânsito entupido, surge um novo espaço verde na cidade, com parque infantil para os mais pequenos. 

+ Dez paragens obrigatórias na Rua dos Bacalhoeiros

Ler mais
Por Cláudia Lima Carvalho
Vale da Montanha
2/21

Vale da Montanha

É uma das peças do programa Corredor Verde Oriental, que liga o Parque Vinícola de Lisboa (junto à Rotunda do Relógio) ao futuro Parque Ribeirinho Oriente. Inaugurado em Março, são 11 hectares, com ciclovia, caminhos pedonais, muita verdura, equipamentos de fitness e dois parques infantis. Há ainda um quiosque que deverá abrir nas próximas semanas.

Parque Fonte das Avencas
Fotografia: Manuel Manso
3/21

Parque Fonte das Avencas

Perto de cinco hectares de bosque abandonado foram devolvidos à população, num projecto que transformou a Fonte das Avencas, na Amadora, num parque urbano de lazer. Um verdadeiro pulmão verde que volta a respirar. O parque dispõe de trilhos de caminhada — ou mesmo para quem se quiser aventurar de bicicleta de montanha, que as subidas são muitas —, bancos de jardim ao longo de todo o terreno e uma zona aplanada para piqueniques e acampamentos servido com tanques de água canalizada. Logo à entrada há um parque infantil onde pode deixar os miúdos a baloiçar.

Ler mais
Por Francisca Dias Real
Jardim Botânico no Palácio Nacional de Queluz
ManuelManso
4/21

Jardim Botânico no Palácio Nacional de Queluz

Não tem salas de aula, mas é um recreio de conhecimento botânico. O renovado Jardim Botânico no Palácio Nacional tem quatro estufas, 24 canteiros, cada um corresponde a uma classe de Carlos Lineu (sueco considerado o pai da taxonomia moderna, que agrupava as plantas através do seu sistema reprodutor) e um lago central. Tudo obra da Parques de Sintra, que devolve à população, numa aproximação quase perfeita à disposição primordial do jardim, um lugar que servia de recreio à corte portuguesa e à família real. Diz a história que foi aqui, nas estufas do Jardim Botânico do Palácio Nacional de Queluz, que se cultivaram os primeiros exemplares de ananás em Portugal.

Jardim de Santos
©Junta de Freguesia da Estrela
5/21

Jardim de Santos

À boleia da Primavera, os portões de ferro do Jardim de Santos finalmente abriram. Abandonado durante anos e encerrado desde Junho do ano passado, o Jardim de Santos (oficialmente Jardim Nuno Álvares) tem agora relva que até brilha e novo mobiliário urbano. Ao centro continua a estátua em bronze do jornalista e escritor Ramalho Ortigão (1836-1915), uma obra do escultor açoreano Numídico Bessone inaugurada em 1957. 

Ler mais
Por Renata Lima Lobo
Jardim do Campo Grande
Fotografia: Manuel Manso
6/21

Jardim do Campo Grande

O lago dos barquinhos a remos está todo bonito, o antigo centro comercial foi renovado – agora é um McDonalds, enfim – mas só a partir do dia 25 de Abril é que o Jardim do Campo Grande fica completo. É nessa data que reabre a parte Sul, a última a ser intervencionada. Por agora é aproveitar os campos de padel, o lago, a piscina, o parque de recreio canino e a sombra.

+ Jardim do Campo Grande ganha novo nome: Mário Soares

Ler mais
Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Jardim da Cerca da Graça
©Arlindo Camacho
7/21

Jardim da Cerca da Graça

É um segredo mal guardado à vista de todos. Ainda poucos o conhecem, mas é o maior espaço verde de acesso público da zona histórica de Lisboa. É o espaço ideal para um piquenique em que leve a família toda atrelada, com uma vasta área relvada para estender toalha. O jardim tem três miradouros, uma zona com parque de merendas – se quiser sentar-se à mesa – e um pomar. Os miúdos têm um parque infantil só para eles, mas se preferirem andar à solta têm espaço para correr, dar toques na bola ou jogar ao lencinho com a família – é só uma ideia.

+ Se ficar com fome, eis os restaurantes obrigatórios na Graça

Ler mais
São Vicente 
Jardim Botânico Tropical
8/21

Jardim Botânico Tropical

O Jardim Botânico Tropical (JBT) está situado na zona monumental de Lisboa, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos. Ocupa uma área de cerca de sete hectares, integrando um Jardim Botânico com cerca de cinco hectares, que inclui uma estufa com aquecimento, e outros abrigos de vários tipos. Por lá existem cerca de 600 espécies originárias de vários continentes, um oásis de folhagens e arvoredo que não encontra em mais lado nenhum na cidade. Uma maravilha escondida que é quase uma volta ao mundo sem sair de Belém.

+ E para um pouco de cultura, Belém monumental

Todos os dias 09.00-17.00 (Outubro a Março) e 09.00-20.00 (Abril a Setembro). 2€. geral@museus.ulisboa.pt. 

Ler mais
Belém
Jardim da Estrela
Fotografia: Ana Luzia
9/21

Jardim da Estrela

É o jardim. Plantado no coração de Lisboa, perfeito para ir para fora cá dentro. Foi desenhado há 174 anos (o aniversário é a 3 de Abril) naquela assimetria cuidada dos jardins tropicais (nestes cinco hectares há figueiras-da-Austrália e araucárias-de-Cook, castanheiros-da-Índia e cedros-do-Líbano). Tem um bom parque infantil onde os miúdos se podem espojar (a qualidade do areão é inspeccionada a cada 15 dias); meia dúzia de clareiras relvadas a pedir piqueniques e tardes de sorna com um livro (pode requisitá-los na biblioteca-quiosque, das 13.00 às 17.00, fecha domingos e segundas); e uma frota de bancos (um a cada vinte passos – acredite, nós medimos) a ladear o passeio público, que é também um dos melhores circuitos de corrida da cidade. A servir de apoio, duas esplanadas. O Quiosque Gengibre da Estrela funciona das 08.00 às 23.00, é uma boa opção para pequenos-almoços bucólicos a dar migalhas aos patos-reais, embora as tostas de cabra, manjericão e tomate (5€) sejam mais adequadas para o lanche; e o café restaurante Jardim da Estrela (junto à Basílica), que se aconselha para tardes de bola (ecrã gigante na esplanada) ou para trabalhar ao ar livre (wi-fi grátis). No primeiro fim-de-semana de cada mês, o ambiente é de feira. O Crafts & Design junta o melhor de uma nova geração de artesãos e designers, num mercado de rua que já se entranhou na agenda lisboeta.

Ler mais
Estrela/Lapa/Santos
Jardins do Palácio Marquês de Pombal
©Joao Miguel Otao da Silva Pereira
10/21

Jardins do Palácio Marquês de Pombal

Oeiras 

Se o parque dos seus sonhos não inclui cães à solta (ou mesmo com trela), miúdos a descer escorregas em loop, ciclistas com aspiração à Volta à França ou piqueniques com direito a geleira azul e vinho de pacote, rume a Oeiras e estenda-se nos enormes relvados deste jardim. Inspirado em Versalhes, o espaço de seis hectares que ficou conhecido por receber o festival com mais charme da capital (EDP Cool Jazz) é perfeito para namorar ou ler um livro. Aqui, pode fazer tudo o que não ponha em risco o património arquitectónico e ambiental. Ou seja, não pode fazer quase nada. Bolas, skates e bicicletas são proibidos, bem como animais, mochilas e arcas de piquenique. É para relaxar, mas sem preguiça: em vez de se instalar na primeira área verde à vista, atravesse a ponte sobre a ribeira da Laje e descubra os painéis de azulejos, as esculturas, cascatas e fontes. Não está interessado num museu ao ar livre? Basta atravessar uma rua. O Jardim Municipal de Oeiras fica mesmo ali ao lado e tem baloiços, parque de merendas e cafetaria.

Jardins Gulbenkian
©bjaglin
11/21

Jardins Gulbenkian

Praça de Espanha

São provavelmente os jardins mais icónicos de Lisboa, projectados pelo arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. São o local ideal para passear com os miúdos ou para não fazer nada, ou seja, para se estender na relva. Os Jardins da Gulbenkian são também muito procurados nas pausas de almoço. Há espaços escondidos entre as árvores, lagos, percursos de pedra, tartarugas com fama de morder e pássaros a perder de vista.

Monsanto
Fotografia: Arlindo Camacho
12/21

Monsanto

Está a ver um campo de futebol? Agora imagine... 900. Todos juntinhos. É mais ou menos essa a dimensão do Parque Florestal de Monsanto. Mas então, 'como escolher um canto para onde ir?', estará o leitor a perguntar-se. Nós damos uma ajuda, a começar pela óbvia mas incontornável Alameda Keil do Amaral, com os seus 1300 metros ideais para passear, correr, andar de bicicleta, skate ou patins. Se é um piquenique que quer fazer, ou estende a toalha no meio da mata ou tem quatro hipóteses com mais condições: o parque de merendas da Alameda Keil do Amaral, o jardim do miradouro dos Montes Claros, o Moinho do Penedo e a Mata de Benfica. Todos têm casa de banho, bebedouros e caixotes do lixo (muitas vezes ignorados... mas estão lá). Se está a caminho e leva os miúdos no banco de trás, rume ao Alvito, com tendas, uma caravela e um comboio de madeira. Se, por outro lado, está sozinho e quer é relaxar, sente-se no miradouro Keil do Amaral e desfrute de uma das melhores vistas sobre Lisboa, o Tejo e a Ponte 25 de Abril. 

+ O melhor de Monsanto

Parque José Gomes Ferreira
©Reino Baptista
13/21

Parque José Gomes Ferreira

Mata de Alvalade

É dos melhores parques de Lisboa para se fazer um piquenique. Tem árvores por todo o lado, incluindo oliveiras e alfarrobeiras, e duas zonas de mesas, uma delas com um grelhador em pedra. Aos fins-de-semana há quem vá logo pela manhã para marcar lugar e pode ser difícil meter a carne toda no assador. Em qualquer caso, não há nada melhor do que estender a toalha mesmo sobre a relva, no meio das flores. Escolha o pequeno vale, já do lado do quiosque. Aqui comem-se tostas mistas gigantes com orégãos, bons chás e, frequentemente, há DJs a tocar. Também pode levar o cão: o quiosque é um dos grandes pontos de encontro da canzarrada do bairro. É também dos poucos parques em Lisboa com mesas de pingue-pongue ao ar livre e o único jardim público com luzes de sinalização de aterragem ao lado de pinheiros (são aqueles postes vermelhos e brancos)

Parque Marechal Carmona
©Pedro Salvaterra
14/21

Parque Marechal Carmona

Cascais 

Nem só de areia e mar se faz a linha: o Parque Marechal Carmona também é um óptimo destino. Tem relvados extensos, lagos, percursos românticos, uma mata com árvores de grande porte e um parque infantil dividido em três partes (uma para cada idade). Patos, galos e pavões passeiam-se sem vergonha, à espera da comida que os guardas não deixam ninguém dar. Situado em pleno bairro dos museus, entre a Casa das Histórias Paula Rego e o Centro Cultural de Cascais, este jardim criado na década de 1940 recebe, todos os sábados, um mercadinho biológico, com fruta, verduras, compotas, pão e bolos regionais. Por vezes, é também cenário de aulas de yoga gratuitas.

+ Mais coisas para fazer em Cascais

Ler mais
Cascais
Parque Urbano do Jamor
©Ze Caetano
15/21

Parque Urbano do Jamor

Pode levar os sapatos da moda e o chapéu de palha. Mas aqui o dress code é outro: fato de treino e ténis de corrida. Ideal para quem não consegue imaginar um fim-de-semana sem fazer desporto, o parque do Jamor é um verdadeiro ginásio ao ar livre. Sem jóia nem mensalidade. Tem pistas de corrida bem definidas entre as zonas verdes e os canais de água, está equipado com aparelhos de exercício enferrujados mas eficazes e até tem um circuito de 18 buracos de minigolfe (a sério: ainda alguém joga minigolfe?). Se levar os miúdos, há uma zona de recreio com construções em madeira dignas de pequenos Indiana Jones. Os mais radicais que não se entusiasmem com a parede de escalada. Há muito que está ao abandono. Mas se é aventura a sério que procura, pode sempre optar pelo Adventure Park. Com entradas a partir dos 6€, tem circuitos de arborismo com pontes de corda, túneis suspensos, obstáculos e slides. 

Quinta das Conchas
Fotografia: Ana Luzia
16/21

Quinta das Conchas

Lumiar

Cinco, seis, sete hectares? Isso é coisa de meninos. A área total da Quinta das Conchas, incluindo a vizinha Quinta dos Lilases e a mata, é de 26 hectares. Na principal mancha verde do concelho a seguir a Monsanto, encontrar lugar para estender a toalha é garantido, mesmo naqueles fins-de-semana de sol em que todos os lisboetas se lembram de ir para o parque. Quer fazer um piquenique? Pode, tem mesas e bancos de pedra à sombra dos eucaliptos. Quer deitar-se a apanhar sol sem correr o risco de levar com uma bola na cabeça? Pode, a nave central com relva é tão grande que dá para todos. Quer ler o jornal ou uma revista sem ter de parar a caminho do jardim? Pode: numa das entradas, mesmo ao lado do café, há uma papelaria. Quer ir gastar a energia dos seus filhos, para eles dormirem que nem anjinhos toda a noite? Também pode – o parque infantil tem vários baloiços e escorregas. 

Tapada das Necessidades
Fotografia: Arlindo Camacho
17/21

Tapada das Necessidades

Em 1910, o Governo Provisório da República Portuguesa avisou: “A Tapada estará aberta ao público permanentemente, servindo para passeio (...) bem como para a lição das coisas ”. A declaração mantém-se actual e o parque botânico encaixado entre Alcântara e a Lapa, que terá inspirado Manet para pintar o seu famoso quadro Almoço na Relva, continua a ser um dos melhores spots da cidade para os fins-de-semana com bom tempo.

Tapada da Ajuda
©DR
18/21

Tapada da Ajuda

Há vida para lá do Brunch Electronik (e das caçadas aos coelhos, eternizadas pela família real). Nestes cem hectares, pode observar Lisboa e os seus arredores se subir ao miradouro situado na parte norte – e assistir a uma palestra ou frequentar um curso no Observatório Astronómico, que mantém e fornece a Hora Legal. Aproveite ainda para fazer um piquenique ou churrasco no Jardim da Parada, acampar ou rodar um filme. Os espaços da Tapada e os seus percursos foram organizados pelo Instituto Superior de Agronomia, que aqui funciona, e que em Novembro celebra 100 anos. Aceda ao site no final e descubra a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho, unidade única localizada acima do Pavilhão das Exposições (já agora, alugue-o para uma festa até 1000 pessoas, de casamento ou divórcio, você decide); a biblioteca (ideal para recitais e pequenos eventos que levem até 100 pessoas); ou o auditório de pedra ao ar livre. Os visitantes regulares da tapada podem obter um Cartão de Acesso. Atenção, não são permitidos animais.

Dias úteis 1,50€. Sáb, Dom e feriados 5€ (entrada com veículo ligeiro)

Vale do Silêncio
Fotografia: Ana Luzia
19/21

Vale do Silêncio

Olivais 

Este parque é um mistério. Faz fronteira com uma das artérias mais movimentadas, barulhentas e – convenhamos – feias da cidade. Mas é tão tranquilo, verde, desafogado e silencioso que custa a acreditar. As pistas reservadas aos ciclistas estão impecáveis, tal como os aparelhos de exercício e as suas placas com sugestões de treino. A zona dedicada aos mais novos, com piso de areia para ninguém se magoar, e o campo de futebol e basquete são as únicas partes vandalizadas com graffiti. Mas podemos sempre dizer que é arte urbana e a coisa soa logo melhor. As cores do pulmão dos Olivais vão mudando ao longo do ano, mas não se deixe dormir: as mesas de madeira por baixo dos choupos enchem rapidamente nos fins-de-semana mais quentes. 

Jardim do Cabeço das Rolas
©DR
20/21

Jardim do Cabeço das Rolas

Parque das Nações 

Cento e trinta e nove degraus. Leu bem – e nós sacrificámos as pernas para confirmar: 139. Para chegar ao ponto mais elevado do Parque das Nações (não estamos a falar da Torre Vasco da Gama), é preciso subir pelo menos 104 degraus, havendo para os restantes 35 uma rampa alternativa. Contas feitas, caso queira passar um bom bocado com o seu bebé numa zona verde escondida entre os arranha-céus de empresas e apartamentos da Expo, troque o carrinho pelo sling e suba até ao Cabeço das Rolas. Lá em cima tem áreas relvadas generosas para estender a manta e apanhar sol ou petiscar. Também não faltam bancos de madeira à sombra e uma área de merendas com mesas e cadeiras de padrão navy. Tudo com uma vista para o rio Tejo e para a Ponte Vasco da Gama que só não é de tirar a respiração porque não podemos apagar em Photoshop a sede da Sport TV. 

Jardim dos Coruchéus
DR
21/21

Jardim dos Coruchéus

Está em obras neste momento, mas promete regressar melhor do que nunca e em breve: com um quiosque e, quem sabe, um novo nome: foi aprovada na Assembleia Municipal uma proposta para o rebaptizar de Jardim João Ribas, em homenagem ao músico falecido em 2014 que parava muito por ali. É de lamentar, no entanto, a demolição recente do icónico Restaurante dos Coruchéus.

Mais passeios em Lisboa

Ciclovias em Lisboa. Só precisa de pedalada para percorrer a cidade

Até 2018 a cidade de Lisboa deverá atingir os 200 quilómetros de vias cicláveis. Enquanto nos ficamos pelos cerca de 60 já disponíveis não faltam opções para recorrer à bicicleta como meio de transporte, para que cada vez mais as duas rodas não sejam apenas um plano B. Venha daí pedalar.     

Ler mais
Por Maria Ramos Silva
Publicidade

Comentários

0 comments