Como à arte não pode faltar natureza, os arquitectos Gonçalo Ribeiro Telles e António Viana Barreto desenharam para os espaços da Fundação Gulbenkian um jardim que se tornou um dos símbolos da cidade, como lugar de ócio, contemplação, percurso, namoro e leitura. Em 2025, o terreno junto ao Centro de Arte Moderna (CAM) reabriu com novos ares sob o projecto do paisagista Vladimir Djurovic, que colaborou com o responsável pela renovação do Centro de Arte Moderna (CAM), o japonês Kengo Kuma. Se de um lado dos jardins, temos as sombras, os riachos, os patos, o bambu, do outro, continuam os espaços poéticos e de ligação total ao ritmo da natureza.
Exóticos pelas espécies que exibem, desenhados à inglesa e à francesa, com mais ou menos pendor para o conceito de mata, ajardinados e simétricos ou em jeito selvagem de floresta, os espaços verdes de Lisboa contam histórias seculares, mas também servem o presente dos urbanos que procuram passar tempo entre as árvores e os pássaros, esgueirando-se do betão. Temo-los graças a engenheiros, paisagistas, biólogos, botânicos, cidadãos e jardineiros, claro. Nesta lista, levamo-lo num passeio pelos melhores parques e jardins de Lisboa, entre árvores de grande porte e arbustos, com pistas para correr e pequenos lagos, mas também pela história de uma cidade desenhada.
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