Os 10 melhores jogos para PlayStation 4

A PlayStation 4 é um caso sério. Foi lançada na recta final de 2013 e não tardou a impor-se como a consola mais vendida em Portugal. Eis os melhores jogos

A PlayStation 4 (PS4) é um caso sério de popularidade. Desde que foi lançada, em Novembro de 2013, já vendeu mais de 50 milhões de unidades em todo o mundo. Em Portugal, foi a consola mais vendida em 2014. E em 2015. E em 2016. E em 2017. Este sucesso deve-se não só à superioridade técnica do sistema, como também à forma como a Sony posicionou a sua consola desde a primeira hora, uma máquina de jogos antes de tudo o resto. O catálogo da PlayStation 4 é vasto e abrangente. Um misto de pequenos títulos independentes e de últimas produções milionárias, com uns quantos clássicos à mistura. Feitas as contas, há videojogos para todos os gostos. E estes são dez dos melhores jogos para PlayStation 4.

Os 10 melhores jogos para PlayStation 4

Bloodborne

É o sucessor espiritual de Demon Souls e Dark Souls, os RPGs absurdamente difíceis do mestre japonês Hidetaka Miyazaki. Desenvolvido pela From Software de Miyazaki em exclusivo para a PS4, é um portento gráfico que nos transporta para uma cidade gótica decrépita e ameaçadora. Um jogo difícil e exigente, mas recompensador. Essencial.

Final Fantasy XV

Final Fantasy XV introduz várias alterações às mecânicas tradicionais da série e do género, e é acessível para quem nunca teve qualquer contacto com um RPG japonês. Mas mantém vários elementos familiares, e há piscares de olho ao legado de Final Fantasy ao virar de cada curva. Uma viagem nostálgica para fãs e novatos.

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Grand Theft Auto V

Mais de três anos depois de ter saído na PlayStation 3 e Xbox 360, e dois anos e tal depois de ter aterrado na actual geração de consolas, Grand Theft Auto V continua a figurar entre os jogos mais vendidos um pouco por todo o mundo. Uma longevidade comercial inédita, mas merecida. Com um mapa inspirado em Los Angeles, é o melhor jogo da venerada e venerável série e a súmula de tudo o que um GTA pode ser.

Inside

Limbo (2010), o primeiro jogo dos estúdios Playdead, é um clássico indie. Um jogo de puzzles e plataformas em 2D, aparentemente simples mas cheio de personalidade. O segundo jogo da Playdead, Inside (2016), é ainda melhor, é um clássico moderno, melhor a todos os níveis do que o seu antecessor espiritual.

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Life Is Strange

Inspirado nas aventuras gráficas episódicas da Telltale, Life Is Strange é uma raridade: um jogo derivativo mas superior às suas referências. Uma narrativa densa e humana que versa sobre temas fracturantes, com personagens particularmente bem escritas e conseguidas, e mecânicas de jogo que o separam de outros títulos semelhantes.

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Durante quase três décadas, o iconoclasta Hideo Kojima expandiu limites e quebrou barreiras com cada novo capítulo da saga Metal Gear. E Metal Gear Solid V: The Phantom Pain será sempre o ponto alto da série. Um jogo de acção furtiva que nos transporta para o Afeganistão e Angola durante os últimos anos da guerra fria, antes de se transformar numa história pessoal, densa e meta-referencial.

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Persona 5

É ao mesmo tempo um simulador social e um RPG japonês, com a particularidade de o tempo ser um bem precioso. Somos constantemente forçados a abdicar de fazer algo ou passar tempo com alguém, ao longo de um ano narrativo em que temos de aprofundar relações e fazer algo para melhorar uma sociedade corrupta, através de combates (literais) com demónio interiores e missões com contornos junguianos. Estética e narrativamente glorioso, Persona 5 tem a força de um single punk e a sofisticação libertária do melhor jazz.

The Last of Us: Remastered

The Last of Us foi um dos últimos grandes jogos da PS3 e esta versão remasterizada foi um dos primeiros grandes jogos lançados para a PS4. Produzido pela Naughty Dog, é um portento técnico e lúdico, que combina elementos de diferentes géneros – sobretudo terror e acção furtiva – para contar uma história cativante e com o coração no sítio certo.

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The Witcher 3: Wild Hunt

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no leste europeu. Mas não é preciso de ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. Um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas e um raro mundo virtual em que todas as decisões parecem importar.

Uncharted 4: A Thief’s End

A derradeira aventura de Nathan Drake é também a melhor. Técnica e esteticamente sobe a parada face à trilogia original, e a jogabilidade também foi aprimorada. Uma aventura com valores de produção de blockbuster, mas com suficiente humor e coração para conquistar quem não se contenta com explosões e gráficos perfeitinhos.

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