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Os melhores jogos para Xbox One

A Xbox One não repetiu o sucesso da Xbox 360, mas melhorou com o tempo. Estes são os 12 dos melhores jogos para Xbox One

Escrito por
Luís Filipe Rodrigues
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A Xbox One não conheceu o mesmo sucesso que a anterior consola da Microsoft, a Xbox 360. Por várias razões. A começar pelo preço de lançamento e pelo foco em funções e características que não tinham nada a ver com videojogos, e a terminar na ligeira desvantagem técnica do hardware original face à PlayStation 4 – a maior parte dos jogos corriam melhor na consola da Sony, antes da chegada da Xbox One X. Com o tempo, estas falhas foram corrigidas, mas foi tarde demais. Mesmo assim, há centenas de títulos que vale a pena jogar na consola da Microsoft. Desde produções independentes a grandes blockbusters, estes são os 12 melhores jogos para Xbox One.

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Os 12 melhores jogos para Xbox One

Cuphead é pura nostalgia. Os gráficos prestam homenagem à animação dos anos 30, a banda sonora é inspirada pelo jazz de Duke Ellington, e a jogabilidade remete para os clássicos dos anos 80 – há níveis de tiros e plataformas à moda de Contra ou Mega Man, momentos que lembram os shoot 'em up de antanho e bosses para lá de difíceis. Aliás, tudo é difícil. Mas sempre belo.

Hidetaka Miyazaki é o melhor naquilo que faz, e o que ele faz são RPG (role-playing games) estupidamente difíceis, que exigem muito do jogador mas sabem como recompensá-lo. E Dark Souls III é o culminar do seu trabalho em Demon Souls e Dark Souls. O mestre japonês esteve afastado da produção de Dark Souls II, mas voltou a tomar as rédeas do terceiro jogo da série. 

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Durante anos, Doom foi o padrão-ouro dos FPS (first-person shooters). Mas o título da id Software fora ultrapassado a todos os níveis por novos jogos e séries, de Half-Life a Halo, passando por Call of Duty, até que esta nova encarnação recuperou a glória do passado. E lembrou toda a gente de que um bom jogo de tiros não precisa de histórias militaristas mal amanhadas nem de um grande orçamento. Apenas de monstros e armas que os fazem explodir.

Final Fantasy XV é um jogo encantador, ao mesmo tempo uma aventura épica e uma pequena viagem com um grupo de amigos. Sob a direcção de Hajime Tabata, introduz várias alterações às mecânicas tradicionais da série e do género, e é acessível para quem nunca teve qualquer contacto com um RPG japonês. Mas mantém vários elementos familiares, e há piscares de olho ao legado de Final Fantasy ao virar de cada curva.

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Saiu originalmente na PlayStation 3 e Xbox 360, em 2013, mas não tardou a ser adaptado para a PlayStation 4 e Xbox One. E milhares de pessoas continuam a jogá-lo todos os dias, sobretudo online. Uma longevidade completamente inédita, mas merecida. Com um mapa inspirado em Los Angeles, é o melhor capítulo da venerada e venerável série e a súmula de tudo o que um Grand Theft Auto pode ser.

Durante quase três décadas, o iconoclasta Hideo Kojima expandiu limites e quebrou barreiras com cada novo capítulo da saga Metal Gear. E Metal Gear Solid V: The Phantom Pain será sempre o ponto alto da série. Um jogo de acção furtiva que nos transporta para o Afeganistão e Angola durante os últimos anos da guerra fria, antes de se transformar numa história pessoal, densa e meta-referencial.

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A mais recente criação do iconoclasta japonês Yoko Toro, em parceria com a Platinum Games, é diferente de tudo. Ainda assim, reconhece e celebra a sua linhagem e o passado dos videojogos enquanto meio artístico e forma de expressão cultural. NieR: Automata é um excêntrico RPG japonês e uma distopia sci-fi, mas também é um jogo de acção filosoficamente intenso e sem medo de fazer perguntas complicadas.

É o western mais imersivo alguma vez concebido. Partindo das estruturas erguidas pelo Red Dead Redemption original e inúmeros filmes de cowboys, a Rockstar criou uma experiência narrativa austera, profunda e pausada, que larga o jogador num vasto mundo aberto e o encoraja a explorá-lo, a vivê-lo. Paralelamente, obriga-o a confrontar-se com o fim de um tempo e a chegada do próximo.

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É um inspirado regresso às origens e, ao mesmo tempo, uma reinvenção. Por um lado, boa parte da acção está restrita a uma mansão e os terrenos envolventes, como no primeiro e melhor Resident Evil. Por outro, a perspectiva na terceira pessoa característica da série foi substituída pela primeira pessoa. E tal como no primeiro jogo a câmara estática e os controlos pouco fluídos aumentavam a tensão, também aqui a limitação do campo de visão ajuda a aumentar o suspense.

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no leste europeu. Mas não é preciso de ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores (e muito menos da série da Netflix) para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. É um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas a um raro mundo virtual em que todas as decisões têm consequências.

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O primeiro jogo dos estúdios indie Annapurna, com créditos firmados no cinema, continua a ser o melhor. What Remains of Edith Finch é uma história sobre histórias – a da protagonista, as da sua genealogia e as dos livros que se amontoam na casa onde se desenrola a acção – que são apresentadas como pequenos jogos, aliás, experiências ludonarrativas bem sintonizadas com a história que contam.

Yakuza: Like A Dragon

Durante a maior parte do tempo, Yakuza: Like A Dragon é um RPG tradicional, com combates por turnos e uma sensibilidade singular e absurdista. Mas ao mesmo tempo é um policial japonês. E depois há momentos em que se transforma num jogo de corridas, num simulador de gestão empresarial, num jogo rítmico. E ainda há salões de arcade onde é possível reproduções fiéis de clássicos da Sega como Virtua FighterOut Run e muitos outros. Também dá para jogar às cartas ou shogi e mahjong. Cabe tudo cá dentro. E é tudo bom.

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