Global icon-chevron-right Portugal icon-chevron-right Lisboa icon-chevron-right Os melhores jogos para PlayStation 4
ps4 slim

Os melhores jogos para PlayStation 4

À venda desde 2013, a consola da Sony é um caso de sucesso indiscutível. Estes são os melhores jogos para a PlayStation 4

Por Luís Filipe Rodrigues
Publicidade

A PlayStation 4 (PS4) dominou a actual geração de consolas. Desde que foi lançada, em Novembro de 2013, já se venderam mais de 100 milhões de unidades em todo o mundo. Em Portugal, tem sido a consola mais vendida desde 2014. Este sucesso deve-se não só à superioridade técnica do sistema, como também à forma como a Sony posicionou a sua consola desde a primeira hora: é uma máquina de jogos antes de tudo o resto, com um catálogo vasto e abrangente. Das pequenas edições independentes às últimas produções multimilionárias, mais uns quantos clássicos à mistura, há títulos para todos os gostos. Estes são 12 dos melhores jogos para PlayStation 4.

Recomendado: O melhor da Netflix

 

Os 12 melhores jogos para PlayStation 4

Bloodborne

É o sucessor espiritual de Demon Souls e Dark Souls, os RPG (role-playing games) absurdamente difíceis do mestre japonês Hidetaka Miyazaki. Desenvolvido pela From Software de Miyazaki em exclusivo para a PS4, é um portento gráfico que nos transporta para uma cidade gótica, decrépita e ameaçadora, cuja história se vai revelando lentamente. Um jogo difícil e exigente, mas recompensador. Essencial.

Final Fantasy VII Remake

O remake do clássico RPG japonês era um dos lançamentos mais aguardados dos últimos anos. E não desiludiu. Começa por ser uma recriação do jogo de 1997, com o grupo eco-terrorista Avalanche a destruir um reactor energético. Lentamente, no entanto, revela-se mais do que isso e transforma-se numa meditação metanarrativa sobre o que é um remake e quanto se pode afastar do original antes de se tornar algo novo.

Publicidade

God of War

Os anteriores títulos da série God of War, lançados nas várias consolas da Sony desde 2005, eram jogos de acção violentos, explícitos e lineares, com um outro quebra-cabeças pelo meio. Mas este, o primeiro e único na PS4, é diferente. A acção continua a ser frenética, e os quebras-cabeças estão lá, mas a escrita é mais cuidada e a aventura mais aberta. Além disso, a narrativa passou da Grécia Antiga para o Norte da Europa. E há um filho para educar.

Grand Theft Auto V

Saiu originalmente na PlayStation 3 e Xbox 360, mas impôs-se como um dos jogos mais populares da actual geração de consolas e figurou durante vários anos entre os mais vendidos um pouco por todo o mundo. Uma longevidade comercial inédita, mas merecida. Com um mapa inspirado em Los Angeles, é o melhor capítulo da venerada e venerável série e a súmula de tudo o que um Grand Theft Auto pode ser.

Publicidade

Metal Gear Solid V: The Phantom Pain

Durante quase três décadas, o iconoclasta Hideo Kojima expandiu limites e quebrou barreiras com cada novo capítulo da saga Metal Gear. E Metal Gear Solid V: The Phantom Pain será sempre o ponto alto da série. Um jogo de acção furtiva que nos transporta para o Afeganistão e Angola durante os últimos anos da Guerra Fria, antes de se transformar numa história pessoal, densa e meta-referencial.

NieR: Automata

A mais recente criação do iconoclasta japonês Yoko Toro, em parceria com a Platinum Games, é diferente de tudo. Ainda assim, reconhece e celebra a sua linhagem e o passado dos videojogos enquanto meio artístico e forma de expressão cultural. NieR: Automata é um excêntrico RPG japonês e uma distopia sci-fi, mas também é um jogo de acção filosoficamente intenso e sem medo de fazer perguntas complicadas.

Publicidade

Persona 5 Royal

É a leitura definitiva de um clássico moderno. Um misto de simulador social e RPG japonês, em que somos constantemente forçados a abdicar de fazer algo ou passar tempo com alguém. Ao longo de um ano, temos de aprofundar relações e fazer algo para melhorar uma sociedade corrupta, através de combates (literais) com demónio interiores e missões com contornos junguianos. Estética e narrativamente glorioso, tem a força de um single punk e a sofisticação libertária do melhor jazz.

Red Dead Redemption 2

É o western mais imersivo alguma vez concebido. Partindo das estruturas erguidas pelo Red Dead Redemption original e inúmeros filmes de cowboys, a Rockstar criou um experiência narrativa austera, profunda e pausada, que larga o jogador num vasto mundo aberto e o encoraja a explorá-lo, a vivê-lo. Paralelamente, obriga-o a confrontar-se com o fim de um tempo e a chegada do próximo. 

Publicidade

Tetris Effect

Tetris Effect não é só mais uma variação do velhinho Tetris. É uma experiência sensorial e quase meditativa, que parte das mecânicas e regras traçadas pelo russo Alexey Pajitnov nos anos 80 e as aprimora, aliando-as à estética e sensibilidade maximalista do mestre japonês Tetsuya Mizuguchi (Rez, Lumine), de forma a deixar o jogador num estado de transe.

The Witcher 3: Wild Hunt

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no Leste europeu. Mas não é preciso de ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores (e muito menos da série da Netflix) para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. É um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas a um raro mundo virtual em que todas as decisões têm consequências.

Publicidade

Uncharted 4: A Thief’s End

A derradeira aventura de Nathan Drake é a melhor – mas o seu spin-offUncharted: O Legado Perdido, também vale muito a pena. Técnica e esteticamente sobe a parada face à trilogia original, e a jogabilidade também foi aprimorada. Uma aventura com valores de produção de blockbuster, mas com suficiente humor e coração para conquistar quem não se contenta com explosões e gráficos perfeitinhos.

What Remains of Edith Finch

O primeiro jogo dos estúdios indie Annapurna, com créditos firmados no cinema, continua a ser o melhor. What Remains of Edith Finch é uma história sobre histórias – a da protagonista, as da sua genealogia e as dos livros que se amontoam na casa onde se desenrola a acção – que são apresentadas como pequenos jogos, aliás, experiências ludonarrativas bem sintonizadas com a história que contam.

Os melhores jogos para...

Xbox One

Coisas para fazer Jogos e passatempos

A Xbox One não repetiu o sucesso da Xbox 360, mas melhorou com o tempo. Estes são os 12 dos melhores jogos para Xbox One.

Nintendo Switch

Coisas para fazer

A consola híbrida da Nintendo, lançada em 2017, é um caso de sucesso. Estes são os 12 melhores jogos para Nintendo Switch.

Recomendado

    Também poderá gostar

      Publicidade