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Disco Elysium
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Os melhores jogos de 2019

Em tempo de isolamento social, recordamos os melhores videojogos de 2019, de 'Disco Elysium' a 'Outer Wilds'

Por Luís Filipe Rodrigues
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O ano passado trouxe muitos e diversos videojogos. Desde títulos independentes ou semi-independentes, mas com valores de produção consideráveis, aos grandes lançamentos das principais editoras, passando por uns quantos e notáveis remakes. Entre estas novas abordagens a velhas referências, encontram-se alguns dos melhores jogos de 2019, desde o novo Resident Evil 2, que pega num clássico de 1998 e o reinventa e melhora, a The Legend of Zelda: Link's Awakening, que actualiza os gráficos e a direcção de arte de um título lançado originalmente em 1993 para o Game Boy, mas mantendo-se fiel aos pergaminhos do original.

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Os melhores jogos de 2019

Death Stranding

Hideo Kojima é um dos mais visionários e ambiciosos autores de videojogos. Dedicou boa parte da vida à série Metal Gear, que criou na Konami, e ajudou a definir os jogos de acção furtiva. Até que em 2015 se despediu da franquia, com Metal Gear Solid V: Phantom Pain. Death Stranding, o seu primeiro título pós-Konami, é uma narrativa distópica protagonizada por Norman Reedus (The Walking Dead), sobre um estafeta que leva esperança e outras encomendas aos sobreviventes de um cataclismo que arrasou os Estados Unidos. É estranho, mas bom.

Disponívels para PlayStation 4. Brevemente no PC.

Disco Elysium

Começou por ser um pequeno projecto independente na Estónia, mas com o tempo a ambição cresceu, juntaram-se novos membros à equipa, os estúdios mudaram-se para Londres, os apresentadores do excelente e popular podcast de extrema-esquerda Chapo Trap House juntaram-se ao elenco vocal e, de repente, tínhamos uma das mais interessantes experiências ludonarrativas do ano passado. Neste jogo noir de inspiração marxista, o protagonista é um detective ressacado e amnésico que tenta resolver um homicídio. Mas a história não tarda a complicar-se.

Disponível para PC. Brevemente na PlayStation 4 e Xbox One.

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Fire Emblem: Three Houses

Eis um RPG (role-playing game) estratégico e tenso, onde a morte é definitiva – os personagens caídos em combate não voltam mais – e a vida é para ser celebrada, pois as relações e conversas entre os protagonistas são tão importantes como outra coisa qualquer. No papel do professor de uma de três turmas/nações de um colégio militar frequentado pela elite do continente fictício de Fódlan, o jogador guia os seus alunos em batalhas e ajuda-os a crescer. Cada segundo ao comando é recompensador. 

Disponível para Switch.

Outer Wilds

Publicado pela divisão de videojogos dos estúdios Annapurna, Outer Wilds é um hino à curiosidade. Começa com um astronauta a abandonar o seu planeta para explorar o sistema solar que o rodeia, até que passados 22 minutos uma supernova consome o jogador e tudo à sua volta. Só que, em vez de a aventura chegar ao fim, volta ao início, e a informação recolhida não se perdeu. É neste loop temporal de 22 minutos que o jogador vai desvendando os mistérios da galáxia. E quem sabe se algo mais.

Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One.

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Resident Evil 2

Lançado em 1998, Resident Evil 2 foi durante anos um clássico absoluto do terror e um dos pontos altos da série. Esta nova versão não só faz justiça ao original, como é tão boa como qualquer jogo feito de raiz nos últimos anos. Com gráficos melhorados e ao nível do que se faz actualmente, mecânicas de controlo actualizadas, mais outras pequenas mudanças que não traem o espírito da versão de finais dos anos 90, o remake de Resident Evil 2 foi um dos melhores títulos do ano passado. Tal como o original tinha sido um dos melhores de 98.

Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One.

Sekiro: Shadows Die Twice

A mais recente criação do mestre japonês Hidetaka Miyazaki não desilude. À semelhança de Demon Souls, Dark Souls e Bloodborne, foi desenvolvida pela FromSoftware, no entanto os elementos de RPG foram abandonados e há um maior foco na acção, apesar de os combates continuarem a ser difíceis e os bosses desafiantes e verdadeiros obstáculos. Estas não são as únicas diferenças: a história é mais directa e menos esotérica, e o pano de fundo da acção desta vez é o Japão feudal.

Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One.

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Tetris 99

É incrível como o velhinho Tetris continua a reinventar-se, sem se afastar da fórmula original e com um número limitado de peças, ou tetraminós, à disposição dos programadores. A variante Tetris 99 está disponível de graça para todos os assinantes do serviço Nintendo Switch Online. Cada partida começa com 99 jogadores, que tentam limpar linhas para encherem os ecrãs dos rivais, e vão saindo do jogo à medida que perdem, numa derivação do formato de battle royale popularizado por títulos como Fortnite.

Disponível para Switch.

The Legend of Zelda: Link's Awakening

Outro velho jogo que renasceu no século XXI. A primeira versão foi lançada em 1993 no Game Boy; em 1998, reapareceu no Game Boy Color. Duas décadas mais tarde, Link voltou à Switch, num remake tridimensional, mas totalmente fiel ao original. Os combates e os quebra-cabeças são praticamente os mesmos, os níveis mantêm a estrutura, mas agora são pequenos dioramas, e os personagens parecem brinquedos. É encantador e nota-se que foi feito com um cuidado quase artesanal. Como é hábito da Nintendo.

Disponível para Switch.

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The Outer Worlds

Poucos estúdios nos têm dado tão bons RPGs como a Obsidian, de Fallout: New Vegas a Pillars of Eternity ao surpreendente South Park: The Stick of Truth. O mais recente, The Outer Worlds, é o um RPG espacial que consegue ser épico sem ser demasiado longo – vê-se tudo em menos de 20 horas. Respeita o tempo de quem o joga, está muito bem escrito e faz uma crítica preciosa ao actual modelo de exploração capitalista, aqui em versão intergaláctica.

Disponível para PC, PlayStation 4, Xbox One. Brevemente na Switch.

The Witcher 3: Wild Hunt

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no leste europeu. Mas não é preciso de ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores (e muito menos da série da Netflix) para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. É um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas a um raro mundo virtual em que todas as decisões têm consequências. Disponível desde 2015 no PC, PlayStation 4 e Xbox One, chegou à Nintendo Switch no ano passado, e continua a ser um dos melhores títulos dos anos 2010. Essencial.

Disponível para PC, PlayStation 4, Switch, Xbox One.

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