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Red Dead Redemption 2
©DR Red Dead Redemption 2

Dez jogos longos para perder horas a fio

Gosta de histórias imersivas que lhe ocupem bem o tempo? Experimente estes dez jogos longos e prepare-se para uma maratona

Por Tiago Neto
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A indústria dos jogos de vídeo é uma óptima bitola para o desenvolvimento tecnológico da humanidade. Passámos de ver literalmente quadrados para termos, nos ecrãs e nas televisões, obras que mais se assemelham a filmes do que a jogos no espaço de poucas décadas. Isto fez com que as histórias que percorremos de comando na mão sejam cada vez melhores, mais duradouras ou mais imersivas, e já se torna difícil imaginar o mundo sem elas. Na lista abaixo estão alguns dos títulos que, nos últimos anos, fizeram um óptimo trabalho em nos prender horas a fio. Histórias que vão do velho oeste americano a terras imaginárias, narrativas pós-apocalípticas e contemporâneas, e criações que, pura e simplesmente, nos agarram sem que tenhamos noção do tempo. Conheça alguns jogos longos em que vale a pena mergulhar.

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Dez jogos longos para perder horas a fio

Red Dead Redemption 2

Para começar, é preciso saber que a norte-americana Rockstar Games aplicou uma década de trabalho neste título. Talvez por isso, Red Dead Redemption 2 seja, para muitos, um dos jogos mais bem conseguidos de sempre. A história desenrola-se no Velho Oeste, antes dos acontecimento do primeiro título (se não contarmos com Red Dead Revolver), e centra-se no gangue Van Der Linde, liderado pelo carismático Dutch, cujo braço direito, Arthur Morgan, o jogador controla. Assaltos, glória, desespero, vingança e morte atravessam um mapa com paisagens entre deserto, pântano, cidades, vilas e montanhas, numa experiência verdadeiramente imersiva onde cada acção do personagem implica uma reacção.

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One.

Fallout 4

Quem nunca imaginou um apocalipse atómico que levante o braço. Quem nunca imaginou que a humanidade se refugiaria em bunkers e que, 200 anos depois, voltaria à superfície para caminhar a Terra, infestada de radiação e com uma banda sonora supimpa que levante o outro. Agora só lhe resta baixar os dois braços, pegar no comando e iniciar este Fallout 4. A história desenrola-se na anterior zona de Boston, agora Commonwealth, cenário repleto de criaturas mutantes, transeuntes desesperados e cidades improvisadas, que o nosso herói deve percorrer, em busca do filho que lhe foi roubado dentro de um desses bunkers (aqui chamados de Vaults). Prepare-se para visitar sítios inóspitos, combater em cenários dantescos e fazer amigos improváveis entre robôs semi-humanos, mercenários e outra mão cheia de personagens. Garantidamente que são horas bem passadas.

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One.

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The Witcher 3: Wild Hunt

Os livros de fantasia medieval de Andrzej Sapkowski em que se baseia The Witcher são objectos de culto na sua Polónia natal e no leste europeu. Mas não é preciso de ter qualquer conhecimento prévio dos livros ou dos jogos anteriores (e muito menos da série da Netflix) para desfrutar de The Witcher 3: Wild Hunt. É um RPG complexo e completo, que nos prende durante centenas de horas a um raro mundo virtual em que todas as decisões têm consequências. Disponível desde 2015 no PC, PlayStation 4 e Xbox One, chegou à Nintendo Switch no ano passado, e irá sempre ser um dos melhores títulos dos anos 2010.

Plataformas: PC, PlayStation 4, Switch, Xbox One.

Final Fantasy VII Remake

2020 não está a ser incrível mas, a partir de Abril, há boas notícias para os mais nostálgicos. Depois de em 1997 ter deixado a comunidade em alvoroço, Final Fantasy VII, ou FFVII, está de regresso numa versão totalmente refeita, de gráficos a banda sonora, sem esquecer a mecânica de jogo. Para quem não viveu ou não percebeu o entusiasmo, este é o resumo: Cloud Strife, um rapaz que fazia parte de uma divisão militar especial, a Soldier, é agora um mercenário. As circunstâncias levam-no a cruzar caminho com uma organização activista, a Avalanche, focados em acabar com a exploração de energia Mako, uma espécie de sangue no planeta. Mas aquilo que seria um trabalho pontual de fazer explodir um reactor na cidade de Midgar, torna-se uma epopeia de descobertas, surpresas e confrontos com o passado para o nosso herói. A quem jogou, prepare-se para reencontrar nomes como Tifa, Sephiroth, Red XIII ou Aeris.

Plataformas: PlayStation 4. 

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Grand Theft Auto V

Se pensarmos que a data de saída deste GTA V foi em 2013 e que, sete anos depois, os servidores online continuam cheios, talvez consigamos perceber a verdadeira dimensão da obra. A verdade é que as histórias de Michael, um ladrão reformado que vive sobre a alçada do FBI (aqui FIB), Franklin, um miúdo de um bairro pobre que faz o que pode por uns dólares, e de Trevor, um psicopata funcional, são um ingrediente perfeito para fazer tudo isto funcionar. Os três acabam por cruzar caminhos dando origem a uma sequência de violência rematada a amizade improvável e a escrita irrepreensível por parte da Rockstar. São horas e horas de modo offline, e isto se se ficar unicamente pela história principal.

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One.

The Elder Scrolls V: Skyrim

É o quinto jogo da série de RPGs de fantasia medieval dos estúdios Bethesda, também responsáveis actualmente pela saga Fallout, e decorre 200 anos depois dos eventos do antecessor, Oblivion. Prepare-se para dezenas de horas de aventura, suspense, decisões difíceis e poderes mágicos. Isto se seguir unicamente a história principal. Com desvios, prepare-se para aumentar essa contagem para as centenas. Quais desvios? Pode dedicar o seu tempo a tornar-se o melhor mago vivo, o líder de um grémio de ladrões e de um bando de mercenários. Ou apenas andar de cidade em cidade, à deriva, a resolver os problemas da população. Mais do que um jogo, é uma segunda vida.

Plataformas: PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Switch, Xbox 360, Xbox One.

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Forza Horizon 4

Finalmente um título para gearheads. Chegou em 2018 e desde então que trouxe doses consideráveis de velocidade e beleza à Xbox, combinando gráficos e jogabilidade num sonho automóvel. Prepare-se para muitas horas de estrada aberta, mais de 670 carros oficiais, corridas imparáveis e muito empurrão online. Se preferir não se picar com um Fitipaldi da internet, vá pela sombra do modo offline que também vai bem.

Plataformas: Xbox One. 

The Sims 4

Para quê gastar dinheiro em jogos bem escritos, com acção, aventura, armas, dragões, frustração, sensação de deslumbramento, de dever cumprido ou gráficos monumentais quando podemos fazer o papel de Deus e dizer "façam coisas"?. É exactamente esta a receita da série que teve início há 20 anos e que continua a apaixonar miúdos e graúdos de igual forma. Junte-lhe o doutoramento grátis em arquitectura e em decoração de interiores e garantidamente que tem diversão para horas e horas.

Plataformas: Mac/PC, PlayStation 4, Xbox One. 

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Football Manager 2020

É um título obrigatório a todos os treinadores de bancada. Tudo certo quando a sua equipa cilindra o adversário num resultado sem espinhas. Mas e quando as coisas correm mal e leva um aviamento caseiro com direito a banho de bola, reviengas a torto e a direito, golos de contra-golpe (Jorge Jesus dixit) e, pelo meio, só tem vontade de morder a camisola, o cachecol e a pessoa mais próxima? O Football Manager é a resposta perfeita. Leve a sua equipa desde o campeonato distrital até à final da Champions ou pegue no clube do coração e faça-o competir com taco-a-taco com os maiores. Seja como for, são horas de quase meditação que valem bem a pena.

Plataformas: Android, iOS, Mac/PC, Stadia, Switch. 

The Legend of Zelda: Breath of The Wild

A palavra “aventura” é usada liberalmente para descrever inúmeros videojogos em que nada é conquistado, nada é deixado ao acaso, nada é… aventureiro. The Legend of Zelda: Breath of The Wild, por outro lado, é uma verdadeira aventura. O jogo começa connosco largados num vasto mundo aberto, que é gráfica e formalmente arrebatador, e durante uma centena de horas evita dar-nos a mão. Deixa-nos explorar, cometer erros, aprender com eles. Ser livres.

Plataformas: Switch, Wii U. 

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