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festival máscara ibérica
©Progestur - Nuno Feliz Caretos - Podence

Tudo o que não pode perder no Festival da Máscara Ibérica

Os mascarados saem a rua em Belém e trazem de volta as tradições ancestrais de várias regiões.

Por Francisca Dias Real
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A parada carnavalesca do Festival Internacional da Máscara Ibérica, organizado pela Progestur em parceria com a EGEAC, está de regresso a Belém entre esta quinta e domingo, 16 a 19. E não vale a pena temer estes mascarados, que voltam a ocupar a zona ocidental da cidade para apresentar tradições ancestrais através de uma programação que junta na mesma receita gastronomia, artesanato e música, com o ponto alto a ser marcado pelo Desfile da Máscara Ibérica – onde, pela primeira vez, participam a Hungria, com o grupo Busós, e Macau, com os Leões de Macau. Siga as nossas sugestões do que pode fazer por lá.

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O que não pode perder no Festival da Máscara Ibérica

Desfile

É o ponto alto deste evento e semelhante a um grande desfile carnavalesco – porque se o Natal é quando um homem quiser, o Carnaval também. O Desfile da Máscara Ibérica acontece no sábado, 18, a partir das 16.30, onde, todos os anos, mais de 500 participantes exibem as melhores máscaras, com direito a matrafonas e caretos, e fazem- -se acompanhar pela música tradicional de cada região. Marcam presença os habituais portugueses Caretos de Grijó (Bragança) e os de Podence (Macedo de Cavaleiros), os Cardadores de Vale de Ílhavo (Ílhavo), e os Chocalheiros de Bemposta (Mogadouro). Do país vizinho vêm grupos como os Mazcaritos d’Uviéu (Astúrias), o Entroido de Samede (Galiza) ou os Merdeiros de Vigo (Vigo), e da Colômbia, país convidado que participa pela 2.ª vez no festival, traz um novo grupo, o Folclor Colombia. No desfile participam também os estreantes Urthos e Buttudos, directamente da Sardenha (Itália), e, como já referido, o grupo Busós (Hungria) e os Leões de Macau. 

Mostra de regiões

Certamente já escapou ileso a alguma senhora que lhe tentou ler a sina neste jardim, coisa com a qual não precisa de se preocupar durante estes dias de festival. O jardim da Praça do Império vai estar ocupado com dezenas de tendas com a Mostra das Regiões, onde reinam as bancas de gastronomia regional, doces conventuais, artesanato, show cookings e tertúlias. 

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Palco ibérico

E como em qualquer festival, há tempo e espaço para a música. De sexta a domingo, os concertos decorrem no Palco Ibérico, com grupos que vão do folk de raiz tradicional ibérica ao reggae e rock. Na sexta, às 21.00, o grupo português Recanto abre este palco, que às 22.00 é ocupado pelos punks espanhóis Skama la Rede. No sábado, também há sonoridades nacionais com o concerto d’ O Gajo, às 21.00, e às 22.00, com os Galandum Galundaina. No domingo, a festa começa mais cedo com um baile encabeçado pela banda portuguesa Ciranda, às 17.00.

Actividades

A par do desfile e da animação de rua, ao longo de todos os dias de festival haverá momentos para pôr as mãos na massa. No Espaço Acontece, no Jardim da Praça do Império, há um workshop de pinturas faciais típicas do columbiano Carnaval de Barranquilla, quinta às 15.00, e, às 15.30, uma performance do grupo Los Sidros y la Bandina de Valdesoto, das Astúrias. Na sexta, assista ao debate sobre “As Tradições da Máscara na Colômbia” no Espaço Eventos, às 14.30, e leve os miúdos a uma oficina de instrumentos tradicionais transmontanos com os Galandum Galundaina no mesmo local (17.00). Ainda para os mais pequenos, no sábado, há animação infantil às 11.30 e às 15.30 com a peça O Lixo do Sr. Bartolomeu no Espaço Acontece, e às 12.00 esteja atento ao debate cultural sobre o uso da máscara promovido pela Fundação Oriente. No domingo, o Espaço Acontece recebe a oficina “O outro lado da Fantasia”, às 15.00, e a peça A Princesa Ziah, às 16.00.

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