Quiosque do Mercado
Arlindo Camacho | Quiosque do Mercado
Arlindo Camacho

Os melhores quiosques em Lisboa para aproveitar o ar livre

Sem reservas e com espaço de sobra: se procura o melhor quiosque de Lisboa para trabalhar ou relaxar, veio ao sítio certo.

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Já lá vai o tempo em que qualquer quiosque em Lisboa era apenas sinónimo de jornais e caramelos. Hoje, estas pequenas e charmosas estruturas são pontos de paragem obrigatória em zonas como o Cais do Sodré, a Avenida da Liberdade, o Saldanha ou o Campo Grande, mas também a Graça, Campolide ou Benfica. A sua grande vantagem é a total espontaneidade com que os podemos encarar: não exigem mesa marcada e estão sempre abertos para nos acolher no final do dia – para uma cerveja, um cocktail, petiscos ou mesmo refeições saudáveis. A oferta está sempre a crescer e animação não falta. Aqui, reunimos os 20 melhores quiosques de Lisboa.

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Os melhores quiosques em Lisboa

  • Cafés em parques
  • Estrela/Lapa/Santos

O quiosque da Estrela, mesmo ao lado da basílica, foi pintado de azul e branco e exibe orgulhosamente o indicativo de Portugal que dá nome à marca de roupa +351. A ideia é ser mais do que um ponto de encontro no bairro: é ser um lugar onde os aficionados do gamão podem jogar umas partidas. Aqui, os jogos de tabuleiro podem vir acompanhados de um café de especialidade, de uma cerveja artesanal ou de pastelaria da Isco. Há ainda t-shirts da +351 à venda.

  • Cafeteria
  • Lisboa

O Largo do Leão ganhou vida nova com o Quiosque Absurdo, que rapidamente se assumiu como ponto de encontro no bairro. A qualquer hora, a esplanada convida a pausas sem pressa. De manhã, o galão e o pastel de nata abrem as hostilidades, sempre bem ladeados por clássicos de balcão como croquetes, empadas ou pão de queijo. Se a fome for maior, há várias tostas – com destaque para a especialidade da casa, a Absurda – e smash burgers. Quando as horas começam a avançar, entram em cena a sangria de maracujá, a cerveja artesanal e os cocktails. À noite, se for recebido com um DJ set ou uma roda de samba, aproveite e entre no espírito.

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  • Cafés em parques
  • Avenidas Novas

Dentro do Jardim do Palácio Galveias, este quiosque é um pequeno refúgio para quem procura uma esplanada ampla e sossegada, longe do trânsito e do ruído da cidade. Há muitas mesas, mas também muito espaço verde à volta, o que o torna especialmente prático para famílias. A proposta é simples e versátil, acompanhando o ritmo do dia: café de qualidade, petiscos rápidos, gelados e alguns clássicos para refeições ligeiras, incluindo sopas e saladas. Tanto serve para um pequeno-almoço demorado como para uma pausa a meio da tarde ou um copo ao final do dia, sempre num ambiente sossegado e descontraído.

  • Cafés em parques
  • Alcântara
  • preço 1 de 4

O nome oficial é Jardim Avelar Brotero, mas é provável que não lhe diga nada. Fica na zona de Santo Amaro, em Alcântara, e acolhe o tranquilo Quiosque Alto do Santo. Um recanto revitalizado que é ideal para quem foge das enchentes do centro da cidade e prefere evitar os habituais encontros indesejados. Sempre com banda sonora – por vezes mesmo música ao vivo –, as mesas ora aproveitam o sol, ora gozam da sombra proporcionada pelo jardim. A carta é despretensiosa, com sumos naturais, limonadas, tostas, cachorros, pizzas variadas e chouriço assado. Quando é tempo deles, há caracóis aos fins-de semana.

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  • Cafeteria
  • Chiado/Cais do Sodré

Uma verdadeira instituição do final de tarde lisboeta, o Miradouro de Santa Catarina (para sempre tratado por Adamastor) vai continuar na moda enquanto o astro-rei teimar em desaparecer naquele horizonte. A esplanada do quiosque resiste de pedra e cal, mesmo após as polémicas obras que trouxeram um gradeamento ao recinto e ditaram o fim das enchentes descontroladas de outrora. Hoje com um ambiente mais contido, o espaço não perdeu o seu magnetismo. A esplanada em si é pequena, mas as vistas desafogadas sobre o Tejo compensam tudo. É pedir um copo e apreciar o cenário, na companhia de locais, de turistas e dos habituais artistas circenses de méritos questionáveis.

  • Cafés em parques
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Aninhado no Jardim das Amoreiras, o quiosque beneficia de um cenário invejável: está resguardado pelo Reservatório da Mãe d'Água, abraçado pelos arcos do aqueduto e tem o Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva como vizinho. É um autêntico refúgio. A sombra farta do arvoredo convida a desligar da agitação da cidade, acompanhando a pausa com refeições ligeiras, de tostas a salgadinhos, sem esquecer a pastelaria. Para beber, a escolha vai dos nostálgicos refrescos de capilé e groselha até à insubstituível imperial e aos cocktails. Nas estações mais soalheiras, há música ao vivo aos sábados. Conte com fado, roda de samba e não só.

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  • Cafeteria
  • Santa Maria Maior

A marca Banana Café multiplicou-se rapidamente pela cidade ao longo de uma década. Nem todos os espaços singraram, mas há alguns de pedra e cal – a mão-cheia de quiosques na Avenida da Liberdade, o eléctrico que transformado em cafetaria e estacionado em Belém, e este, na Praça do Município, que se destaca precisamente pela localização. Não é fácil encontrar um poiso de confiança numa zona tão turistificada. Ora, nesta esplanada tem garantia de sumos naturais frescos, tostas, saladas e empadas. Vai ver que ganha logo outro ânimo para enfrentar a Babel de fotógrafos amadores que por lá circula. À noite, tem espaço para dar um pezinho de dança, que música não falta.

  • Cafés em parques
  • Benfica/Monsanto

Nas antigas casas de banho públicas do Parque Silva Porto nasceu uma cafetaria com esplanada rodeada de natureza. O espaço é explorado por Filipa Barroso e Paulo Martins, que têm outros dois quiosques em contexto florestal (um em Monsanto, junto ao Anfiteatro Keil do Amaral, e outro no Parque Bensaúde, nas Laranjeiras), e servem aqui bowls, panquecas, sumos naturais, aperitivos e vinhos, na companhia permanente dos pássaros. O ambiente é tranquilo e tanto acomoda uma pausa no passeio pela mata como um par de horas de trabalho fora de casa e longe da cidade apressada.

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  • Cafeteria
  • Cais do Sodré

O menu e as opções para beber e comer dão a volta à estrutura. Além dos produtos obrigatórios de cafetaria, pastelaria e bar (há ginginha, moscatel ou vinho do Porto, pão-de-ló e pastel de nata, só para destacar alguns produtos nacionais), há cocktails com e sem álcool, salgadinhos como croquetes e empanadas, pizzas, chapatas, chouriço assado ou tábuas de presunto e tostas. E comida saudável, das sopas e saladas às muito populares taças de açaí.

  • Cafeteria
  • Campolide

Campolide tem uma praça central renovada, um novo e vermelhinho quiosque a dar-lhe vida e um amarelinho a acrescentar cor e alegria: o eléctrico 24, que retomou a circulação mais de duas décadas depois, tem aqui a sua estação terminal. Servidas ao balcão ou na esplanada, as refeições são leves, com as tostas, as saladas e os wraps entre os mais pedidos pelos vizinhos – o nome usado para os fregueses. A propósito: a Junta local gosta de dinamizar eventos por aqui e juntar o povo em volta da mesa e entre copos. E isso é bonito.

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  • Cafeteria
  • Benfica/Monsanto

Pintado de vermelho vivaço não passa despercebido na renovada praça junto ao centro comercial Fonte Nova. O Quiosque Caricato nasceu da vontade de Salvador Melo, João Figueiredo e Gonçalo Dominguez de levar o rodopio dos quiosques do centro da cidade para um bairro residencial. Na carta há tostas e saladas, mas as estrelas da casa são as bowls de iogurte e açaí. Além das bebidas habituais e dos sumos naturais, o quiosque tem um menu de cocktails que convida a tardes demoradas. Do outro lado da praça, há um segundo quiosque, o Caricato Burgers, para refeições mais robustas.

  • Cafés em parques
  • São Vicente 

No Jardim Botto Machado, epicentro da Feira da Ladra, o Clara Clara é um espaço que respira tranquilidade no meio do rebuliço. A esplanada oferece vistas desafogadas sobre o rio e o Panteão Nacional – e isso é evidente a qualquer um. Já os pais de filhos pequenos conseguem valorizar as vistas sobre o parque infantil, o que torna um lugar de eleição para famílias (sem o ambiente chato das conversas sobre fraldas). A ementa tem argumentos para todas as estações. Nos dias longos, à sombra do arvoredo, as tostas e os crepes franceses pedem a companhia de cervejas e vinhos. Quando o frio aperta, mantinhas e aquecedores convidam a ficar, confortados por scones, chocolate ou vinho quente.

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  • Cafés em parques
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real

Belo e amarelo, o Corner Quiosque rompe com a estética tradicional dos quiosques. Parece uma pequena casa. Mesmo ao lado do Ritz, levou nova vida àquela ala do Parque Eduardo VII. Rodeado por um deck com esplanada e bastante sombra, o espaço convida a pausas prolongadas. A ementa privilegia refeições leves e saudáveis, com destaque para as saladas e bowls de fruta. Para quem prefere a relva, há a simpática opção de pedir cestos de piquenique prontos a levar. Quando o sol se começa a pôr, o quiosque revela a sua forte vocação para os finais de tarde de copo na mão – é um ponto de encontro perfeito para o período after-work. No Inverno, uma estrutura de vidro assegura abrigo e conforto.

  • Cafés em parques
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade

Na ala sul do renovado Jardim do Campo Grande (agora Jardim Mário Soares), o DejaVu Park é perfeito para as famílias que querem descontrair na esplanada sem perder de vista os miúdos – quiosque está estrategicamente perto do parque infantil. É um sítio para ficar sem fazer contas às horas. A ementa aposta forte na partilha, com destaque para o brie no forno, os nachos com queijo e as tostas fartas. Para opções mais leves, não faltam wraps e saladas, enquanto os mais gulosos podem contar com gelados e crepes quentinhos a sair a qualquer hora.

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  • Cafés
  • São Vicente 

Um clássico, a Esplanada da Graça é o poiso ideal para quem gosta de apreciar o pôr-do-sol de copo na mão. O quiosque ocupa um canto estratégico no adro da igreja, beneficiando de uma zona onde o trânsito deixou de ditar as regras. Com uma estrutura forrada a ripas de madeira, o espaço assumiu um visual "meio oriental" que se funde na perfeição com a envolvente. Com a Mouraria e o funicular da Graça a seus pés, o grande atractivo continua a ser a vista de cortar a respiração sobre Lisboa, que fazem deste um dos locais mais disputados ao final da tarde.

  • Cafés em parques
  • Campo de Ourique

No Jardim da Parada (oficialmente, Jardim Teófilo de Braga), este quiosque une dois grandes prazeres alfacinhas: hambúrgueres e esplanadas. Comodamente perto do parque infantil, permite que os pais relaxem com um olho na esplanada e outro nos miúdos. Na ementa, as estrelas são os hambúrgueres, com combinações que vão do simples com queijo a opções com requeijão e pesto, queijo da Ilha ou bacon e mostarda de Dijon. Para acompanhar, há gins, cocktails e a indispensável imperial. O conforto está garantido todo o ano: no Verão, a sombra do jardim é o refúgio ideal; no Inverno, há aquecedores e mantinhas.

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  • Cafeteria
  • Areeiro/Alameda

O Las Ganas ocupou o lugar do Descasca, no Parque Urbano Vale da Montanha. Idealizado por quatro amigas após umas férias na Grécia, tem a animação como grande trunfo: a agenda junta noites de quiz, jogos de tabuleiro, stand-up comedy e DJ sets. À mesa, reinam os petiscos de partilha, como as tábuas de enchidos, ou os croquetes, o pão de queijo e o bolo do caco com manteiga de alho. Durante a semana, há menus de almoço com tosta e saladas, que incluem ainda sopa e sumo do dia (ou água). Nas bebidas alcoólicas, há cerveja e cocktails.

  • Cafeteria
  • Lisboa

Popularmente conhecido como “aquele quiosque vermelho”, o Quiosque do Mercado fica na Praça D. Luís I, mesmo ao lado do Time Out Market. O sucesso mede-se pela lotação: a esplanada enche nos dias de sol e resiste estoicamente aos dias cinzentos. Depois de várias encarnações, este espaço teve o mérito de devolver vida social a uma das praças mais bonitas da cidade. O ambiente convida a relaxar numa das espreguiçadeiras enquanto se provam as famosas tostas aparadas (sem côdea) ou umas gulosas waffles. Para animar a conversa, a aposta faz-se nos clássicos que nunca falham: sangrias, mojitos e caipirinhas.

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  • Cafés em parques
  • Lisboa

Quem passar pelo Jardim Constantino não vai ficar indiferente ao quiosque que por lá habita. O antigo quiosque verde, que estava fechado ao público, recebeu uma forte pincelada de amarelo mostarda, ganhou uma esplanada e vende hambúrgueres artesanais. Mas nem só destas sandes se faz a casa e há toda uma agenda para que possa aproveitar a esplanada ao máximo. Além dos concertos, há uma televisão que passa vários programas desportivos e a ideia é que, no tempo mais quente, haja noites de cinema ao ar livre.

  • Cafés em parques
  • São Vicente 

Já é difícil imaginar a vida do bairro sem o Jardim da Cerca da Graça, antes antigos terrenos ao abandono recuperados em 2015 pela Câmara Municipal. Faz a ligação entre o bairro e a Mouraria e é ideal para recuperar o fôlego da subida à colina e ver a vista ou ler um livro num banco, na relva (se estiver limpa) ou neste Quiosque Popular, explorado pela Cozinha Popular da Mouraria, que tem mesmo ali ao lado a sua horta comunitária. É de lá que vêm muitos dos produtos usados nos snacks que se servem no quiosque (como os bolos do dia, por exemplo).

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  • Cafeteria
  • Castelo de São Jorge

Ok, está cheio de turistas; sim, tem o zumbido dos tuk tuks como música de fundo; e sim, o selfie stick de um turista pode vazar-lhe uma vista. Mas, pesados os prós e os contras, a verdade é que a companhia de forasteiros que usam meias com chinelos é compensada com a vista desta esplanada, uma das melhores da cidade. É boa para assistir ao nascer do sol, ao pôr-do-sol e a tudo o que acontece nos entretantos. O menu tem o que precisa para sobreviver à canícula: sangria, cerveja, cocktails e água. Sim, aqui pode fazer mesmo muito calor. Seja responsável: por cada copo dos três primeiros, uma garrafinha da última (eis um algortimo em que pode confiar). Para picar, há wraps, salgadinhos e quiches.

  • Cafés/bares
  • Princípe Real

Chama-se Quiosque Príncipe Real mas toda a gente o conhece por “O Oliveira”. Não faz parte da vaga de esplanadas moderninhas e com várias demãos de tinta reluzente. Nem precisa de estar nos roteiros da cidade (incuindo este) para estar sempre cheio. É uma instituição alfacinha que acolhe turistas, taxistas, estudantes políticos e outros artistas com o mesmo entusiasmo. A simpatia do Sr. Oliveira – cumprimenta-nos sempre com bom dia de manhã e boa tarde à tarde – é um dos encantos da casa.

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  • Cafés/bares
  • Cais do Sodré

Há poucas esplanadas que combinem tão bem dois factores: longitude e latitude. O Quiosque da Ribeira das Naus é abençoado pela geografia e pela proximidade ao rio Tejo, tornando-se na coisa mais parecida com estar sentado num Cacilheiro sem ter de entrar num Cacilheiro. A esplanada tem espreguiçadeiras e chapéus de sol no Verão e mantas no Inverno e a escultura em bronze de Almada Negreiros a emoldurar o rio. Além do serviço de cafetaria, serve cocktails, jarros de sangria para partilhar e pizzas, croissants ou sandes para quando a fome aperta.

  • Petiscos
  • Cais do Sodré
  • Recomendado

A Taberna da Rua das Flores desceu ao Cais do Sodré e deu nova vida ao histórico Quiosque São Paulo, agora parte do grupo Quiosque Lisboa. Preparados na casa-mãe, nesta esplanada servem-se clássicos alfacinhas, muitos deles injustamente caídos em desuso. O dia arranca com pequenos-almoços à antiga, entre galões, bolos de arroz e os audazes cafés com cheirinho. Depois, a ementa vira-se para os petiscos: sandes de torresmos (como a da extinta Casa Cid), ovos verdes, pastéis de massa tenra e pastéis de bacalhau. Nas bebidas, brilha uma receita recuperada do século XIX, o refresco de salsaparrilha. Para rematar, conte com mousse de chocolate e o nostálgico pudim Mandarim.

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  • Cafeteria
  • São Sebastião

De todas as localizações oferecidas pelo grande império de quiosques Lisboa, esta é a adequada para dizer mal do seu chefe depois de um dia de trabalho. Não só fica no Saldanha, uma zona cheia de empresas de todos os tamanhos e feitios, mesmo à saída do metro, como tem tremoços temperados com malagueta, o que vem mesmo a calhar para uma tarde de má-língua. Nascida das obras que pedonalizaram parte da praça em frente ao Monumental, nesta esplanada pode ainda alimentar-se a nachos com guacamole, empadas, calzones, tábuas de enchidos, gaspacho ou açaí. Quando o sol desce, o volume sobe, amiúde com a curadoria de um DJ a embalar os brindes regados a cervejas, vinhos e cocktails.

  • Cafés em parques
  • Campolide

Ao final do dia, o Jardim da Amnistia Internacional enche-se – e no centro desse ajuntamento está o Verde Lima. Em Campolide, este quiosque tornou-se ponto de encontro para copos depois do trabalho, com uma esplanada que se espalha pelo anfiteatro do jardim e não se fica pelas mesas: quando estas esgotam, a relva entra naturalmente na equação. O ambiente é informal, muitas vezes com música ao vivo, e adapta-se bem a diferentes ritmos, dos grupos de amigos aos encontros mais tranquilos. Ao fim-de-semana, o cenário muda, mas a lógica mantém-se: famílias, miúdos a correr e muita gente a aproveitar o espaço ao ar livre.

Lisboa ao ar livre

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