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Organii Alvalade
©Duarte Drago Organii Alvalade

Oito negócios liderados por mulheres

Conheça as mulheres inspiradoras e os negócios no feminino que estão a mudar a cidade.

Por Clara Silva
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Da cosmética biológica aos kimonos e soutiens, sem esquecer as festas e as aulas de bodyboard. Juntámos oito negócios inspiradores com mulheres ao comando. Não é uma selecção sexista, apenas um constatar óbvio da mudança dos tempos em Lisboa – afinal, é normal haver mulheres em lugares de liderança, a criar, a mandar e a fazer. Em Lisboa e em todo o lado. E é precisamente isso que acontece na Organii, no Time Out Market, na Rosa Pomar ou na Dama de Copas, que nos pôs a falar de mamas e soutiens sem qualquer vergonha.

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Oito negócios liderados por mulheres

comida independente
comida independente
Fotografia: Manuel Manso

Comida Independente

Compras Mercearias finas Santos

A mercearia mais indie de Lisboa tem um best of de mantimentos de pequenos produtores de
todo o país. Uma ideia de Rita Santos que se concretizou o ano passado no bairro com o mesmo apelido, Santos. Tudo o que está nas prateleiras, da muxama de atum da Real Filetes ao picante da Tia Parakuka, com malagueta trazida de Angola e cultivada em Portugal, foi escolhido a dedo por Rita e pode ser consumido ao balcão, com uma taxa acrescida.

Rua do Cais do Tojo, 28 (Santos). Ter-Dom 12.00-20.00.

A Organii tem loja em Alvalade
A Organii tem loja em Alvalade
©Duarte Drago

Organii

Compras Alvalade

O império de produtos de cosmética natural das irmãs Cátia e Rita Curica começou há dez anos com uma loja no Chiado. Agora têm espaços no Príncipe Real, na LX Factory, em Alvalade e já têm a sua própria marca de cosmética biológica, a Unii, lançada no fim do ano passado e com fábrica em Pêro Pinheiro. Também costumam organizar na cidade um mercado biológico, o Organii Eco Market, a caminho da quarta edição.

Príncipe Real, Lx Factory, Chiado e Alvalade. + info em organii.com

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Rosa Pomar
Rosa Pomar
©Ana Luzia

Rosa Pomar

Compras Chiado

Rosa Pomar, a autora do livro Malhas Portuguesas, é uma espécie de guru das lãs da cidade. A sua loja, a Retrosaria Rosa Pomar, abriu portas há uma década no Chiado e além de vender lãs e tecidos é o melhor sítio para aprender. Inscreva-se nos workshops (de bordado, de iniciação à cestaria de cana ou à tapeçaria, por exemplo) e deite mãos à obra.

Rua do Loreto, 61, 2º (Chiado). Ter-Sáb 10.00-19.00.

ó galeria
ó galeria
©DR

Ó! Galeria

Arte Desenho e ilustração Castelo de São Jorge

Começou no Porto em 2013 e
em 2015 Ema Sara Ribeiro fez
as malas e decidiu experimentar abrir uma loja em Lisboa, mesmo a tempo do Natal. Era apenas uma pop-up store na Mouraria, ao lado do restaurante de um amigo, mas as vendas correram tão bem que a galeria acabou por se instalar definitivamente na cidade, ali nas redondezas, na Calçada de Santo André. Dedica-se à ilustração, com trabalhos de artistas alternativos nacionais e internacionais, grande parte mulheres.

Calçada de Santo André, 86 (Mouraria). Seg-Sáb 12.00-20.00.

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Curry
Curry
©DR

Curry

A DJ Yen Sung, residente do Lux Frágil, lançou há dois anos a sua marca de kimonos, a Curry, uma homenagem às suas várias raízes, da China a Moçambique, sem esquecer Portugal. Os kimonos, com preços a partir dos 80€ e padrões coloridos, são uma maneira de “ajudar as mulheres africanas, criando um comércio justo através da criação de belas peças de vestuário”, escreve no seu manifesto. Uma maneira também de “despertar a consciência para a importância e beleza das trocas culturais”. Por enquanto, a loja só existe online.

curry.pt

Boogie Chicks
Boogie Chicks
©Ricardo Bravo

Boogie Chicks

Num mar dominado por rapazes, é sempre bom louvar quem faz a diferença. Como
a Boogie Chicks, a escola de bodyboard feminino, que começou por apanhar as primeiras ondas nos anos
90, como um projecto para promover o desporto – uma ideia das atletas Dora Gomes
e Catarina Sousa. Em 2005, Catarina Sousa, a primeira portuguesa a vencer uma prova do circuito mundial
de bodyboard, decidiu dar continuidade aos eventos e abriu esta escola para raparigas em Carcavelos, junto à Pastorinha.

Praia de Carcavelos. 91 953 77 64. www.boogiechicks.com

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Música, Noite, DJ, Bleid
Música, Noite, DJ, Bleid

Suspension

Ao lado de Pedro Marum, Bleid (Mariana Freitas) é a criadora da label e agência Suspension, lançada em 2018, e uma das poucas na cidade que preocupa 
em dar visibilidade a DJs, artistas e produtores que nem sempre encontram representatividade em Lisboa. “Nas agências de artistas na área da música electrónica não há praticamente mulheres representadas nem pessoas queer”, explica. Além de colmatar isso, o objectivo da Suspension é também reunir pessoas que se preocupem com a política do espaço e igualdade de géneros, como acontece na festa que organizam regularmente, a Mina.

Dama de Copas
Dama de Copas
©Ana Luzia

Dama de Copas

Compras Baixa Pombalina

O negócio de bra fitting e consultoria de lingerie foi criado em 2009 por Inês Basek e Margarida Furst depois de uma conversa sobre tamanhos de soutien certos. De acordo com as duas amigas, 90% das mulheres não usa o tamanho adequado. Começaram com workshops pela cidade até abrirem uma primeira loja na Rua do Carmo e tornarem-se 
“as primeiras bra fitters de Portugal”, dizem. Hoje, além das vendas online, têm lojas
em Lisboa (Saldanha e Baixa), Porto, Braga, Madrid, Barcelona e Valência.

Avenida Fontes Pereira de Melo, 47 C (Saldanha) e Rua de Santa Justa, 87 (Baixa). +info em www.damadecopas.com

Mulheres de armas

Vinganças femininas no cinema

Filmes

São violadas, brutalizadas, matam-lhes os maridos, os noivos ou os namorados, tiram-lhes ou os raptam-lhes os filhos, arruinam-lhes as vidas. As mulheres destes "revenge movies" (e "rape and revenge movies") têm motivos muito fortes para irem atrás daqueles que as maltrataram, e àqueles que mais amavam, e darem cabo deles, por vezes com requintes de malvadez.

Mulheres no cinema: a luta continua em cinco filmes

Filmes

Lutas sindicais, ambientais e políticas, o altruísmo de servir, mas também de conservação da memória e do património, e principalmente de reivindicar a verdade. Lutas, pessoais e colectivas, que o cinema acolheu em muitos filmes. A propósito do Dia da Mulher, juntamos estes cinco. 

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