Um roteiro das melhores lojas na Rua Augusta

Depois de Santa Catarina, no Porto, a Rua Augusta é a rua pedonal com mais tráfego do país. É verdade que está cheia de turistas, mas sugerimos várias paragens muito recomendáveis para lisboetas

Fotografia: Arlindo Camacho

Entre toldos estridentes, montras atafulhadas de souvenirs e esplanadas lotadas, resistem lojas históricas e alguns espaços contemporâneos que merecem uma paragem na Rua Augusta. Esta rua é para percorrer a pé, de olho no comércio local, à cata do trigo entre o joio e tentando desviar-se dos turistas. Venha daí com todo o fair play: este é um roteiro pelas melhores lojas na Rua Augusta, em Lisboa. 

Um roteiro das melhores lojas na Rua Augusta

Paul

"Lisboa, não sejas francesa..." Sim, tudo bem, mas um pouco da recente Paul não faz mal a ninguém. Pelo contrário. Numa rua onde confortar o estômago pode provocar indigestas discussões, a pastelaria e padaria de inspiração gaulesa é um simpático enclave, com os seus menus de pequeno-almoço, almoço ou lanche, entre sanduíches frias, hambúrgueres e saladas.  

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Baixa Pombalina

Madeira House

Azulejos, cerâmica, bordados. É um facto que os turistas têm tudo para ser o público alvo da Madeira House, mas não há razão para ficar à porta a suspirar por aquela toalha que ficava mesmo a matar lá em casa, nem que seja numa ocasião especialíssima. 

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Baixa Pombalina
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Casa Macário

São mais de cem anos de actividade, uma actividade que se enche de garrafas, cafés, chás e uma série de outras especialidades. Muito antes da moda moderna das mercearias finas já dava cartas a Casa Macário, fundada em 1913. E se nos primeiros tempos de vida esta instituição da Baixa se dedicava apenas à venda de cafés e chás, acolhendo os lotes acabados de chegar das antigas colónias portuguesas, desde 1970 que o catálogo se alargou a vinhos do Porto, aguardentes e whiskeys.    

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Baixa Pombalina

Londres Salão

Sedas naturais, lãs, algodões, piquet e lantejoulas. O tecido a metro ganha outra vida no Londres Salão, casa fundada em 1950, no espaço anteriormente ocupado por uma alfaiataria inspirada nos espaços congéneres de Piccadilly. É daqueles destinos de interesse público, devidamente classificado, onde nenhum pormenor é deixado ao acaso, da decoração à proveniência das matérias-primas. A exuberância da montra não passou despercebida à rainha D. Isabel II, aquando da sua visita a Portugal em 1957. 

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Baixa Pombalina
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MUDE – Museu do Design e da Moda

Está fechado para obras e reabre apenas em Setembro de 2017, mas mantém a sua programação fora de portas e é impossível deambular pela rua ignorando a sua prensença. A colecção Francisco Capelo reúne peças de moda e design que reflectem o período entre os anos 1930 e actualidade. O acervo reúne peças de Alessandro Mendini, Alexander Mc Queen, Balenciaga, Courrèges, Charlotte Perriand, Irmãos Campana, George Nelson, Gio Ponti, Jean Royère, Jean-Paul Gaultier, Joe Colombo, Le Corbusier, Marc Newson, Paco Rabanne, Ron Arad, Viviene Westwood e ainda de criadores portugueses. 

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Baixa Pombalina

Sapataria Lord

Corria o ano de 1941 quando a Lord abriu portas como chapelaria para cavalheiros. Não tardou a que o calçado, as gravatas e as malas se juntassem ao recheio da loja. Tempos houve em que o chapéu estava para a indumentária como hoje o telemóvel está para o kit de sobrevivência diária. De tal forma que tinha uma oficina de chapelaria e as suas caixas altas para chapéus faziam furor. 

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Casa Frazão

Chegaram a contabilizar-se pelo menos 20 casas dedicadas à venda de tecidos a metro na baixa de Lisboa e a Rua Augusta era especialmente fértil neste segmento. A Casa Frazão é um dos exemplares resistentes. Foi fundada por Manuel Alves Frazão, em 1933, e para além da variedade de tecidos, pode sempre vasculhar os acessórios para senhoras, como chapéus, écharpes, lenços e luvas. Também há lenços e gravatas para os senhores. 

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Baixa Pombalina

Typographia Lisboa

Vestem-se desde 2010, estão entre as t-shirts mais cool da capital, já chegaram a Espanha e livre-se de pensar que servem apenas para os forasteiros levarem para casa em forma de recordação da cidade. Está a ver aqueles formatos "I (inserir coração) Lisboa"? Esqueça, isto é todo um outro mundo.

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Baixa Pombalina
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Sapataria Lisbonense

As suas origens fazem-nos recuar a 1887 e quando falamos de "calçado para a vida" (ou pelo menos para boa parte dela) convém referir a Lisbonense, uma verdadeira instituição da rua, ou ruas, uma vez que se estende para os Correeiros e Assunção. Linha ortopédica, modelos para desporto, sapatos para criança e linhas clássicas para homem e mulher continuam a definir esta morada. 

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Baixa Pombalina

Casa da Sibéria

Já terá notado que há uma predilecção especial nesta rua, e em Lisboa em geral, pela adopção de nomes que aludem a outras latitudes. Pois bem, desta Sibéria, que vai tentando sobreviver ao frio dos encerramentos na zona, como tantos outros endereços, chegam artigos em couro desde o longínquo ano da graça de 1918. 

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