Filmes que ganharam o Óscar de Melhor Filme e que pode ver na Netflix

A Netflix muda o catálogo várias vezes mas filmes vencedores do Óscar de Melhor Filme há sempre para ver. Estes são os títulos a não perder
Argo, Ben Affleck
Por Cláudia Lima Carvalho |
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Nunca é tarde para se pôr a par dos filmes que no passado foram eleitos os melhores do ano pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Todos os títulos desta lista ganharam o Óscar de Melhor Filme. Estão na Netflix e são bons à primeira, à segunda e à terceira. Mas não se esqueça que o catálogo do serviço de streaming vai sofrendo alterações e por isso alguns filmes desaparecem ao fim de algum tempo. Ou seja, não se deixe dormir e ponha o cinema em dia. Aproveite para rever agora estes filmes vencedores do Óscar.

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Filmes na Netflix que ganharam o Óscar de Melhor Filme

Eva (1950)

Um clássico é um clássico e Eva (All About Eve) é um clássico que merece ser visto por todos. O filme, que conquistou seis Óscares, é protagonizado por Bette Davis e realizado por Joseph L. Mankiewicz, nome maior dos anos de ouro de Hollywood. Davis é Margo, uma diva da Broadway que tem como assistente pessoal uma fã, que é na verdade uma oportunista. Vale a pena referir que Marilyn Monroe tem aqui um dos seus primeiros papéis de destaque.

Forrest Gump (1994)

Foi um êxito de bilheteira e arrebatou a Academia de Hollywood, que nomeou o filme para 13 Óscares, dos quais conquistou seis, entre eles Melhor Filme, Melhor Realizador (Robert Zemeckis) e Melhor Actor (Tom Hanks). Forrest Gump é um inocente cidadão que adora contar histórias, percorrendo as grandes mudanças sociais nas décadas de 1960 e 1970. Nas suas histórias, Gump esteve em todos os acontecimentos históricos e conheceu pessoas tão importantes como o Presidente Kennedy ou John Lennon, tornando-se ele próprio num herói americano. O filme deixou-nos várias referências. Quem nunca gritou: “Corre, Forrest, corre”?

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Braveheart – O Desafio do Guerreiro (1995)

Foi o filme que deu a glória a Mel Gibson, que acabaria por vencer também o Óscar de Melhor Realizador. Um retrato do guerreiro escocês William Wallace (interpretado pelo próprio Gibson), que mata os soldados de um senhor feudal inglês, acabando por impulsionar uma revolta épica. Um enredo histórico sobre como os povos escoceses lutaram contra a opressão inglesa no século XIII.

 

Beleza Americana (1999)

Se Kevin Spacey se tornou quase um tabu em Hollywood, depois das acusações de assédio sexual, não é possível falar de Beleza Americana sem mencionar o actor, que acabou por levar o Óscar para casa. O filme de Sam Mendes retrata na perfeição o falhanço do sonho americano, representado aqui pela existência confortável, conformada, vazia, da classe média suburbana. Lester Burnham (Kevin Spacey) vive uma crise de meia-idade. Está farto da mulher, do trabalho e até da própria família, mas encontra um novo sentido na vida quando conhece uma amiga da filha.

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Gladiador (2000)

Estava nomeado para 12 Óscares, varreu cinco, incluindo o de Melhor Actor para Russel Crowe, o general romano que cai em desgraça e se torna escravo e gladiador, quando o imperador Marco Aurélio (Richard Harris) é assassinado sem antes o ter nomeado para regente do império. Gladiador é realizado por Ridley Scott.

O Senhor dos Anéis – O Regresso do Rei (2003)

À terceira foi de vez. É um dos três filmes mais premiados de sempre na história dos Óscares, ao lado de Titanic e Ben-Hur com 11 estatuetas, mas foi preciso chegar ao último episódio da saga para a Academia o eleger o melhor do ano. Quase que soube a prémio de carreira para o produtor e realizador Peter Jackson, que a começou nos anos 80 com os filmes de culto Carne Humana Precisa-se (Bad Taste) e Feebles. Principalmente, porque entre O Senhor dos Anéis – A Irmandade do Anel (2001), que chegou a ser nomeado para melhor filme e melhor realizador, e O Senhor dos Anéis – As Duas Torres (2002), a equipa da Terra Média acumulou 30 nomeações e guardou seis Óscares no bolso. Às quais acrescentaram as de O Senhor dos Anéis – O Regresso do Rei que venceu tudo o que tinha para vencer, incluindo preciosas estatuetas para Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado.

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The Departed: Entre Inimigos (2006)

Para derrubar a máfia irlandesa de Boston, a polícia envia um dos seus homens para trabalhar como agente infiltrado, não se apercebendo de que a organização fez o mesmo. O filme valeu a Martin Scorsese o Óscar de Melhor Realizador. O elenco conta com Leonardo Di Caprio, Mark Wahlberg e Jack Nicholson. 

Este País Não É Para Velhos (2007)

Melhor filme, melhor argumento adaptado e melhor realizador para os irmãos Ethan e Joel Coen e melhor actor secundário para Javier Bardem. Este País Não É Para Velhos, baseado no romance homónimo de Cormac McCarthy, sobre um negócio de droga que corre mal no deserto árido do Oeste do Texas, confirmou a importância dos irmãos Coen, que já antes nos tinham dado filmes como Fargo ou O Grande Lebowski.

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Argo (2012)

Ben Affleck não foi nomeado para melhor realizador mas acabou a conquistar a estatueta mais desejada da noite dos Óscares, a de melhor filme. Argo, sobre a crise dos reféns norte-americanos no Irão, teve direito a anúncio da então primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama. O filme recua a Novembro de 1979 quando os militares iranianos invadem a embaixada dos Estados Unidos em Teerão, em retaliação ao apoio ao recém-deposto Xá. Nesse dia, 52 pessoas são tomadas como reféns, mas no meio do caos seis norte-americanos conseguem fugir, escondendo-se em casa do embaixador canadiano. É então que Tony Mendez (Ben Afleck), um especialista da CIA, desenvolve um plano surpreendente para os salvar: entrar no Irão como uma equipa de filmagens e retirar os diplomatas sãos e salvos.

Cinema para cinéfilos

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Os 100 melhores filmes de terror de sempre

O cinema de terror é monstruoso. Destratado, incompreendido e alvo de virulentos ataques críticos, consegue ainda assim andar para a frente, deixado um rasto de destruição no seu caminho. Para alguns, os filmes de terror são pouco melhores do que pornografia, preocupando-se apenas em gerar uma reacção no público – seja horror, desassossego ou repugnância – e sem tempo a perder com aspirações mais elevadas. Para outros, são filmes que se vêem bem, engraçados até: uma oportunidade de gritar e/ou rir dos pesadelos alheios. Mas quem presta atenção reconhece que a história do terror é uma história de inovação e inconformismo cinematográfico, um lugar onde ideias perigosas podem ser exprimidas, técnicas radicais exploradas, e onde realizadores afastados da corrente dominante conseguem ter impacto cultural. Se o cinema tiver um inconsciente, um lugar escuro de onde emergem novas ideias, trémulas e deformadas, tem de ser o terror. A verdadeira questão é: quais são os melhores filmes de terror? Depois de consultarem um painel de actores, realizadores, argumentistas e fãs do género, os críticos da Time Out elegeram os 100 melhores filmes de terror de sempre. 

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Os 100 melhores filmes de comédia de sempre

Qualquer lista de melhores filmes de comédia de sempre é discutível (mas qual é que não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. Então como é que se escolhem os melhores? Com seriedade e abrangência. Mais concretamente, falando com peritos, desde cómicos a actores, realizadores e escritores.  Desde películas clássicas a outras mais recentes e de sucessos de bilheteira a filmes mais experimentais, por assim dizer, estas comédias são fonte contínua de gargalhadas ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir.

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