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Caça-Fantasmas (1984)
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Dez filmes para ver em família na Netflix

Há bons filmes para toda a família na Netflix, ideais para aqueles dias em que o melhor programa é ficar em casa.

Por Editores da Time Out Lisboa
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Estes filmes não são só para crianças. São mesmo para toda a família. Seja pequena ou numerosa, qualquer unidade familiar pode passar um bocado a ver (ou rever) estes dez títulos obrigatórios para filhos, pais e até avós. Há desde produções animadas, como A Viagem de Chihiro ou Madagáscar, a clássicos dos anos 80, como E.T. – O Extra-TerrestreO Momento da Verdade ou Regresso ao Futuro, passando por bons filmes de super-heróis, como Homem-Aranha: Regresso a CasaÉ só escolher um destes filmes para ver em família na Netflix.

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Dez filmes para ver em família na Netflix

E.T. – O Extra-Terrestre (1982)

Diz a lenda que nas filmagens de Encontros Imediatos de 3º Grau, François Truffaut sugeriu a Spielberg que o seu próximo trabalho devia ser algo de pessoal e honesto como “um pequeno filme sobre crianças”. Quando o cineasta francês, continua a lenda, soube que essa película familiar envolvia um alienígena perdido, partiu-se a rir – longe de saber como E.T. – O Extra-Terrestre se tornaria o filme mais bem sucedido de sempre. Eventualmente, a obra tornou-se vítima do seu próprio êxito, pois todos aqueles brinquedos amorosos e T-shirts com “phone home” estampados ajudaram a esquecer como, realmente, este é um filme de pequena escala, concentrado na humanidade das personagens e no seu sentido de solidariedade.

Karate Kid – O Momento da Verdade (1984)

Daniel (Ralph Macchio) muda-se com a mãe Lucille (Randee Heller) para o sul da Califórnia, mas é rapidamente alvo de um grupo de bullies ligados ao dojo Kobra Kai. Felizmente, neste filme de culto de John G. Avildsen, Daniel faz amizade com Miyagi (Noriyuki "Pat" Morita), um reparador despretensioso que é mestre de artes marciais. Miyagi acaba por se tornar um mentor para Daniel e prepara-o para um confronto que procura solucionar os problemas do jovem através do karaté.

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Os Caça-Fantasmas 2 (1989)

Cinco anos depois do primeiro Caça-Fantasmas (1984), que desgraçadamente já não se encontra na Netflix, Bill Murray, Ernie Hudson e os argumentistas Dan Aykroyd e Harold Ramis voltaram a vestir a pele de Peter Venkman, Winston Zeddemore, Raymond Stantz e Egon Spengler, neste filme de Ivan Reitman. A acção passa-se mais uma vez em Nova Iorque e, apesar desta sequela ficar aquém do original, não deixa de ter a sua graça.

Regresso ao Futuro (1985)

Quem nunca quis viajar no tempo ou está a mentir ou não tem ambição. Talvez por isso, Regresso ao Futuro, de Robert Zemeckis, é um dos maiores filmes de culto de sempre. E perfeito para ver em família. Perfeito, sobretudo, para convencer os seus filhos a não se cruzarem consigo no passado. Se para Marty McFly (interpretado pelo enorme Michael J. Fox) não deu bom resultado, imagine para os seus pequenos. É que nem todos vão ter um Dr. Brown (Christopher Lloyd) para resolver a questão. 

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Pom Poko (1994)

Uma comunidade de guaxinins está ameaçada por um grande projecto urbano que vai ser construído nas terras em que vive, e os seus membros decidem levar a cabo uma série de acções contra a presença dos humanos. Partindo desta premissa, o realizador Isao Takahata não se limita a fazer um filme de mero entretenimento, deixando uma mensagem de aviso sobre os efeitos do progresso no meio ambiente e sobretudo na fauna, que decorre naturalmente da história, em vez de ser metida à força. (E a conclusão da história não é lá muito optimista a este respeito.)

A Viagem de Chihiro (2001)

Distinguida com o Urso de Ouro no Festival de Berlim e com o Óscar de Melhor Filme de Animação, esta produção do Studio Ghibli, assinada pelo mestre japonês Hayao Miyazaki, é uma referência do cinema de animação e de fantasia. Conta a história de uma rapariga de dez anos, sozinha num mundo estranho, tão influenciado pelo folclore japonês como pelo terror ecológico contemporâneo.

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Elf – O Falso Duende (2003)

Nas personagens de Will Ferrell existe sempre uma mistura entre vulgaridade (facção bronca), realidade, ingenuidade e (com dificuldade se afirma) ternura, que torna difícil levá-lo a sério. Ora, desta vez, quem duvidava deixou de duvidar pois o actor abandona, ou usa exemplarmente a favor da interpretação, os seus tiques habituais e, mais do que tudo, o ar geralmente boçal. Nesta farsa bem intencionada de Jon Favreau, Ferrell é um dos elfos do Pai Natal. Um particularmente optimista que, carregadinho de espírito natalício e distribuindo boa vontade, parte numa jornada em busca do seu pai biológico espalhando amor terra afora.

Madagáscar (2005)

Os animais do jardim zoológico de Central Park são bem tratados e levam uma vida boa, dentro dos possíveis. Porém, os bichos não foram feitos para viver em cativeiro e, certo dia, um grupo foge do zoo e vai parar a Madagáscar. O que não se revela tão bom como estavam à espera, neste filme de Eric Darnell e Tom McGrath, com um elenco vocal de luxo que, na versão original, inclui Ben Stiller, Chris Rock, Sacha Baron Cohen ou Andy Richter. Em Portugal também não nos podemos queixar: temos Bruno Nogueira e os Gato Fedorento. As continuações também se encontram na Netflix.

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Jumanji: Bem-vindos À Selva (2017)

Jake Kasdan, com argumento de Chris McKenna e Erik Sommers, dirige esta nova aventura pela selva de Jumanji, protagonizada por Dwayne "The Rock" Johnson, Karen Gillan, Jack Black e Kevin Hart. Desta vez, um grupo de adolescentes descobre um velho jogo de vídeo e, claro, é arrastado para o interior da acção, descobrindo, como Alan Parrish, 20 anos antes, que Jumanji não se joga, sobrevive-se. Mas só quando se consegue mudar a maneira como olhamos para nós próprios.

Homem-Aranha: Regresso a Casa (2017)

Nem que fosse por uma questão de estatística, tinha que haver um filme de super-heróis que fugisse à média miserável, ao gigantismo imbecilizante, à dependência dos efeitos digitais, à falta de sentido de humor e ao massacre visual e sonoro em jacto contínuo que caracterizam o género. Esse filme é Homem-Aranha: Regresso a Casa, o reboot da série protagonizada pelo herói criado por Steve Ditko e Stan Lee. O realizador Jon Watts devolve Peter Parker (Tom Holland) à adolescência, aos tempos do liceu, a Queens e a casa da tia May (Marisa Tomei).

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©IMDB

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Foto: Cortesía Netflix

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Nem só de grandes séries se faz a gigante do streaming. Os documentários são, nos últimos anos, outras das razões do sucesso da Netflix e parecem despertar cada vez mais atenção; pelo factor humano, pela curiosidade, porque as grandes histórias precisam sempre de ser contadas, mas nem sempre precisamos de um filme ou, lá está, de uma série. A crueza da realidade é muitas vezes a receita necessária ao sucesso, e o registo documental é o epicentro desse olhar. Estes são os documentários na Netflix que tem de ver.

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Não há volta a dar: a criação e aquisição de conteúdos originais é a grande aposta da Netflix (e de outros serviços de streaming). Só assim se explicam os contratos milionários para produção de conteúdos exclusivos assinados com vários criadores de topo. Mas, antes de todos estes desenvolvimentos, houve House of Cards, a série de intriga política que em 2013 confirmou a validade deste modelo. Desde então estrearam-se dezenas de séries originais Netflix. Estas são as que tem mesmo de ver.

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