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Caça-Fantasmas (1984)
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Dez filmes para ver em família na Netflix

Há bons filmes para toda a família na Netflix, ideais para aqueles dias em que o melhor programa é ficar em casa.

Por Editores da Time Out Lisboa
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Estes filmes não são só para crianças. São mesmo para toda a família. Seja pequena ou numerosa, qualquer unidade familiar pode passar um bocado a ver (ou rever) estes dez títulos obrigatórios para filhos, pais e até avós. Há desde produções animadas, como Wallace & Gromit: A Maldição do Coelhomem ou Madagáscar, a clássicos dos anos 80, como Caça-Fantasmas ou O Rei dos Gazeteiros, passando por filmes de super-heróis, como o primeiro Homem-AranhaÉ só escolher um destes filmes para ver em família na Netflix.

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Dez filmes para ver em família na Netflix

Os Caça-Fantasmas (1984)

Quando Nova Iorque é invadida por uns fantasmas viscosos quem é que se há-de chamar? Toda a gente sabe a resposta. Chamam-se os Caça-Fantasmas, quatro cavalheiros capazes de detectar e pulverizar qualquer espírito maligno até ao esquecimento. Boa parte do charme desta comédia de ficção científica deve-se aos seus anti-heróis, esses pés-rapados subitamente debaixo dos projectores graças aos seus excelentes resultados na caça ao mal, e sobretudo ao cientista mulherengo interpretado por Bill Murray.

O Rei dos Gazeteiros (1986)

A geração que cresceu durante a década de 1980 decerto não esquece este filme escrito, produzido e dirigido por John Hughes, o autor predilecto dos sub-20 da época (por este e, em grande parte, por causa de O Clube). Aqui, Matthew Broderick é Ferris Bueller, o gazeteiro mais popular da sua escola, que engendra e opera, com Mia Sara e Alan Ruck à ilharga, a mais bem sucedida e divertida balda às aulas da história das baldas às aulas.

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Pom Poko (1994)

Uma comunidade de guaxinins está ameaçada por um grande projecto urbano que vai ser construído nas terras em que vive, e os seus membros decidem levar a cabo uma série de acções contra a presença dos humanos. Partindo desta premissa, o realizador Isao Takahata não se limita a fazer um filme de mero entretenimento, deixando uma mensagem de aviso sobre os efeitos do progresso no meio ambiente e sobretudo na fauna, que decorre naturalmente da história, em vez de ser metida à força. (E a conclusão da história não é lá muito optimista a este respeito.)

Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)

Na primeira adaptação dos populares livros de J. K. Rowling para o grande ecrã, por Chris Columbus, o pequeno órfão Harry (Daniel Radcliffe) é convidado para estudar na escola de magia de Hogwarts, onde conhece dois amigos para a vida em Ron Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson). É o início de uma longa história que se estende por mais seis filmes, todos eles disponíveis na Netflix.

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Homem-Aranha (2002)

Depois de vários projectos para levar o Homem-Aranha ao cinema, que envolveram realizadores como Roger Corman, Tobe Hooper ou James Cameron, o super-herói da Marvel chegou finalmente às telas com Sam Raimi ao leme, e a tempo para o 40.º aniversário da personagem, em 2002. Tobey Maguire é Peter Parker/Homem-Aranha, Kirsten Dunst interpreta Mary Jane Watson, Cliff Robertson e Rosemary Harris são tios Ben e May, e Wilem Dafoe, o vilão Green Goblin. Raimi, que realizaria duas continuações, manteve-se bastante próximo do espírito do comic original, naquele que ainda hoje é o melhor filme do herói aracnídeo.

Elf – O Falso Duende (2003)

Nas personagens de Will Ferrell existe sempre uma mistura entre vulgaridade (facção bronca), realidade, ingenuidade e (com dificuldade se afirma) ternura, que torna difícil levá-lo a sério. Ora, desta vez, quem duvidava deixou de duvidar pois o actor abandona, ou usa exemplarmente a favor da interpretação, os seus tiques habituais e, mais do que tudo, o ar geralmente boçal. Nesta farsa bem intencionada de Jon Favreau, Ferrel é um dos elfos do Pai Natal. Um particularmente optimista que, carregadinho de espírito natalício e distribuindo boa vontade, parte numa jornada em busca do seu pai biológico espalhando amor terra afora.

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Madagáscar (2005)

Os animais do jardim zoológico de Central Park são bem tratados e levam uma vida boa, dentro dos possíveis. Porém, os bichos não foram feitos para viver em cativeiro e, certo dia, um grupo foge do zoo e vai parar a Madagáscar. O que não se revela tão bom como estavam à espera, neste filme de Eric Darnell e Tom McGrath, com um elenco vocal de luxo que, na versão original, inclui Ben Stiller, Chris Rock, Sacha Baron Cohen ou Andy Richter. Em Portugal também não nos podemos queixar: temos Bruno Nogueira e os Gato Fedorento. As continuações também se encontram na Netflix.

Charlie e a Fábrica de Chocolate (2005)

Juntar Tim Burton, Johnny Depp e umas quantas câmaras costuma dar bons resultados. E esta adaptação da história de Charlie e a Fábrica de Chocolate, escrita originalmente por Roald Dahl, é mais um exemplo da sintonia criativa entre o realizador e o actor americanos – mesmo que não esteja entre os melhores filmes que já fizeram juntos. É uma fábula macabra, educativa e colorida que vai agradar a miúdos e graúdos.

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Wallace & Gromit: A Maldição do Coelhomem (2005)

A primeira longa-metragem de Wallace e o seu cão Gromit, as míticas personagens dos estúdios Aardman, conta com ilustres no elenco de voz, como Helena Bonham Carter e Ralph Fiennes, na versão original, ou Nuno Markl, em Portugal. Com realização de Steve Box e Nick Park, esta produção anglo-americana levou para casa o Óscar num ano em que também estavam apontados desenhos animados como Noiva Cadáver (de Tim Burton) e O Castelo Andante (de Hayao Miyazaki). O que diz muito sobre o seu real valor.

Jumanji: Bem-vindos À Selva (2017)

Jake Kasdan, com argumento de Chris McKenna e Erik Sommers, dirige esta nova aventura pela selva de Jumanji, protagonizada por Dwayne "The Rock" Johnson, Karen Gillan, Jack Black e Kevin Hart. Desta vez, um grupo de adolescentes descobre um velho jogo de vídeo e, claro, é arrastado para o interior da acção, descobrindo, como Alan Parrish, 20 anos antes, que Jumanji não se joga, sobrevive-se. Mas só quando se consegue mudar a maneira como olhamos para nós próprios.

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