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Dez filmes para ver em família na Netflix

Há bons filmes para a família na Netflix, ideais para aqueles dias em que o melhor programa é ficar em casa

Por Editores da Time Out Lisboa |
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Steven Spielberg movies, E.T. The Extra Terrestrial
E.T. The Extra Terrestrial

Estes filmes não são só para crianças. São mesmo para toda a família. Seja pequena ou numerosa, qualquer unidade familiar pode passar um bocado a ver (ou rever) estes dez títulos obrigatórios para filhos, pais e até avós. Há desde produções animadas da Disney, como Zootrópolis, e da Pixar, como Up – Altamente, a clássicos dos anos 80, como E.T. – O Extra-TerrestreCaça-Fantasmas ou O Rei dos Gazeteiros, passando por filmes de super-heróis, como o primeiro Homem-AranhaÉ só escolher um destes filmes para a família na Netflix.

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Dez filmes para ver em família na Netflix

E.T. – O Extra-Terrestre (1982)

Diz a lenda que nas filmagens de Encontros Imediatos de 3º Grau, François Truffaut sugeriu a Spielberg que o seu próximo trabalho devia ser algo de pessoal e honesto como “um pequeno filme sobre crianças”. Quando o cineasta francês, continua a lenda, soube que essa película familiar envolvia um alienígena perdido, partiu-se a rir – longe de saber como E.T. – O Extra-Terrestre se tornaria num dos filmes mais bem sucedidos de sempre.

Os Caça-Fantasmas (1984)

Quando Nova Iorque é invadida por uns fantasmas viscosos quem é que se há-de chamar? Toda a gente sabe a resposta. Chamam-se os Caça-Fantasmas, quatro cavalheiros capazes de detectar e pulverizar qualquer espírito maligno até ao esquecimento. Boa parte do charme desta comédia de ficção científica deve-se aos seus anti-heróis, esses pés-rapados subitamente debaixo dos projectores graças aos seus excelentes resultados na caça ao mal, e sobretudo ao cientista mulherengo interpretado por Bill Murray.

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O Rei dos Gazeteiros (1986)

A geração que cresceu durante a década de 1980 decerto não esquece este filme escrito, produzido e dirigido por John Hughes, o autor predilecto dos sub-20 da época (por este e, em grande parte, por causa de O Clube). Aqui, Matthew Broderick é Ferris Bueller, o gazeteiro mais popular da sua escola, que engendra e opera, com Mia Sara e Alan Ruck à ilharga, a mais bem sucedida e divertida balda às aulas da história das baldas às aulas.

Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)

Na primeira adaptação dos populares livros de J. K. Rowling para o grande ecrã, por Chris Columbus, o pequeno órfão Harry (Daniel Radcliffe) é convidado para estudar na escola de magia de Hogwarts, onde conhece dois amigos para a vida em Ron Weasley (Rupert Grint) e Hermione Granger (Emma Watson). É o início de uma longa história que se estende por mais seis filmes, todos eles disponíveis na Netflix.

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Homem-Aranha (2002)

Depois de vários projectos para levar o Homem-Aranha ao cinema, que envolveram realizadores como Roger Corman, Tobe Hooper ou James Cameron, o super-herói da Marvel chegou finalmente às telas com Sam Raimi ao leme, e a tempo para o 40º aniversário da personagem, em 2002. Tobey Maguire é Peter Parker/Homem-Aranha, Kirsten Dunst interpreta Mary Jane Watson, Cliff Robertson e Rosemary Harris são tios Ben e May, e Wilem Dafoe, o vilão Green Goblin. Raimi, que realizaria duas continuações, manteve-se bastante próximo do espírito do comic original, naquele que ainda hoje é o melhor filme do herói aracnídeo.

Charlie e a Fábrica de Chocolate (2005)

Juntar Tim Burton, Johnny Depp e umas quantas câmaras costuma dar bons resultados. E esta adaptação da história de Charlie e a Fábrica de Chocolate, escrita originalmente por Roald Dahl, é mais um exemplo da sintonia criativa entre o realizador e o actor americanos – mesmo que não esteja entre os melhores filmes que já fizeram juntos. É uma fábula macabra, educativa e colorida que vai agradar a miúdos e graúdos.

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Wallace & Gromit A Maldição do Coelhomem (2005)

A primeira longa-metragem de Wallace e o seu cão Gromit, as míticas personagens dos estúdios Aardman, conta com ilustres no elenco de voz, como Helena Bonham Carter e Ralph Fiennes, na versão original, ou Nuno Markl, em Portugal. Com realização de Steve Box e Nick Park, esta produção anglo-americana levou para casa o Óscar num ano em que também estavam apontados desenhos animados como Noiva Cadáver (de Tim Burton) e O Castelo Andante (de Hayao Miyazaki). O que diz muito sobre o seu real valor.

Up – Altamente (2009)

Premiada com o Óscar de Melhor Filme de Animação em 2010 (também estava nomeada na categoria de Melhor Filme), a longa-metragem de Pete Docter agrada a toda a gente. Os miúdos vão querer entrar para os escuteiros. Os pais vão delirar com a casa a voar, puxada por balões. As mães vão choramingar com a mais bela história de amor alguma vez contada pela Pixar, ao estilo de “até que a morte nos separe”. Amizade, velhice, amor e sonhos – tudo em apenas 96 minutos.

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Zootrópolis (2016)

Num mundo imaginário habitado por animais antropomórficos, uma coelha chamada Judy sonha ser polícia, uma profissão normalmente destinada a poderosos predadores e um estereótipo que a pequena Judy quer mudar em Zootrópolis. Inicialmente é destacada para a Divisão de Trânsito, mas com a ajuda do vigarista Nick, uma raposa matreira, tem uma missão importante para si e para a comunidade: procurar uma lontra que desapareceu juntamente com outros treze predadores. Com realização de Byron Howard e Rich Moore, foi vencedor de um Óscar de Melhor Filme de Animação.

Jumanji: Bem-vindos À Selva (2017)

Jake Kasdan, com argumento de Chris McKenna e Erik Sommers, dirige esta nova aventura pela selva de Jumanji, protagonizada por Dwayne "The Rock" Johnson, Karen Gillan, Jack Black e Kevin Hart. Desta vez, um grupo de adolescentes descobre um velho jogo de vídeo e, claro, é arrastado para o interior da acção, descobrindo, como Alan Parrish, 20 anos antes, que Jumanji não se joga, sobrevive-se. Mas só quando se consegue mudar a maneira como olhamos para nós próprios.

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