Novos Olhares na Cinemateca – Parte II

Concluída a primeira jornada, está tudo a postos para o início do segundo mês e da parte II do ciclo Cinema Português: Novos Olhares, na Cinemateca, dedicado ao cinema feito em Portugal

©DRRio Corgo

Curtas e longas-metragens, realizadores mais e menos conhecidos, mais e menos premiados. Mas, neste início de novo programa, a mesma constante maneira de ver o país.

Novos Olhares na Cinemateca – Parte II

O Dom das Lágrimas/ John From

Estes dois recentes trabalhos dirigidos por João Nicolau abrem, por assim dizer, as hostilidades desta nova porção do ciclo. Ambos são exemplares da disposição de um autor em vias de criar um universo próprio, cheio de “fantasia e histórias de amor, feitas de música e fábulas, ancorado na nossa realidade”, quer o pretexto seja uma encomenda de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, ou a singela paixão de uma adolescente por um fotógrafo, naturalmente mais velho.

Terça, 4, 19.00

 

Plutão/ A Guest + A Host = A Ghost/ Infinito/ Aula de Condução/ Pedro

Três realizadores para duas séries de curtas-metragens. Na primeira, é a multidisciplinaridade de Jorge Jácome – cujos interesses se passeiam entre o cinema, o vídeo e a dança – movendo-se entre a narrativa clássica e experimental, “que se unem aos moldes da ficção científica para explorar as zonas sentimentais e sensoriais das suas personagens”. Na segunda série de filmes desta sessão, André Santos e Marco Leão percorrem um caminho mais dado ao realismo e à intimidade, que os leva a explorar “os motivos que unem e separam as relações de amor e de família.”

Quarta, 5, 21.30

 

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Rio Corgo

A última sessão da semana apresenta o cinema de Sérgio da Costa e Maya Kosa. Ou melhor: Rio Corgo, obra vencedora, em 2005, do prémio Melhor Documentário Português no DocLisboa. O filme, “um olhar que junta realidade e fantasia”, acompanha a vida do senhor Silva, vagabundo com casebre em aldeia do Douro, que conhece uma adolescente e com ela começa a desenvolver uma relação que estes cineastas, documentando com olhar ficcional, revelam em jeito de western trágico.

Sexta, 7, 19.00

 

Assim tem sido o ciclo do cinema português na Cinemateca

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