Santa's Slay

Os piores e mais estranhos filmes com o Pai Natal

Toda a gente já viu bons filmes em que o Pai Natal é o herói ou protagonista. Estes são os outros, maus e menos conhecidos

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Um filme mexicano em que o Pai Natal e o mago Merlin enfrentam um demónio trapalhão; uma fita americana onde os marcianos raptam o Pai Natal; uma produção francesa na qual uma bondosa fada e o Pai Natal vão procurar os pais de um menino a África; uma comédia infantil em que um milionário amnésico se toma pelo Pai Natal. Estes são alguns exemplos de filmes com o Pai Natal que foram feitos com as melhores das intenções, mas redundaram em enormes desastres. E alguns dos que constam nesta lista são tão indescritivelmente maus, que se tornaram de culto.

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Os piores e mais estranhos filmes com o Pai Natal

'Santa Claus', de René Cardona (1959)

Esta produção infantil realizada no México pelo cubano René Cardona, especializado em cinema de série Z, é considerado não só o pior filme de Natal de sempre, como o pior sobre o Pai Natal. A história envolve o Pai Natal e o mago Merlin, que, ajudados por algumas crianças bem-comportadas, têm que impedir um diabo trapalhão de estragar o Natal. Santa Claus é um daqueles raros filmes tão espantosamente maus, que acaba por se tornar irresistível e fascinante – embora da forma errada.

'Santa Claus Conquers the Martians', de Nicholas Webster (1964)

Mais um clássico do clube dos piores filmes natalícios envolvendo o Pai Natal. Aqui, os marcianos (que são verdes, como é óbvio), preocupados por não haver Natal no seu planeta e as crianças marcianas não terem brinquedos, decidem raptar o bom velhinho que vive no Polo Norte, mais um casal de miúdos que os guiaram até ele. No final, o Pai Natal acaba por espalhar a felicidade e dar presentes a todas as crianças de Marte.

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'Santa and the Ice Cream Bunny', de R. Winer (1972)

Um dos mais bizarros, desastrados e risíveis filmes de toda a história do cinema, que acabou por ganhar estatuto de culto nos EUA. O trenó do Pai Natal cai na Florida e ele pede a um grupo de crianças que o ajudem a voltar ao Polo Norte. Pelo meio, há canções, danças, uma bruxa, um sujeito disfarçado de gorila, o coelhinho branco do título e uma toupeira antropomórfica, entre outras coisas. O realizador disto devia fumar coisas muito estranhas.

'J’ai Rencontré le Pére Noel', de Christian Gion (1984)

Os franceses também são capazes de fazer filmes estranhos e comicamente falhados sobre o Pai Natal, como se prova por este. Os pais do pequeno Simon desapareceram misteriosamente numa expedição a África, e o menino quer que eles regressem e passem o Natal com ele. Uma fada bondosa e o Pai Natal vão ajudar Simon a encontrar os pais, e a história a ter um final feliz. Não contente em ser má de doer, esta fita também tem canções. Daquelas de fugir.

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'Pai Natal: O Filme', de Jeannot Szwarc (1985)

Apesar de ser interpretado por actores tão estimáveis como John Lithgow, Dudley Moore ou Burgess Meredith, Pai Natal: o Filme, é uma castástrofe das grandes (e não só cinematográfica, já que deu um monumental estouro nas bilheteiras quando da estreia). É a história das origens do Pai Natal, um fabricante de brinquedos que descobriu um reino mágico de elfos no Polo Norte e se transformou no dito. Um filme abismalmente mau até à gargalhada, e com efeitos especiais de saldo.

'Santa with Muscles', de John Murlowski (1996)

Concebida como um veículo natalício para o célebre wrestler Hulk Hogan, esta comédia infantil natalícia foi considerada pela crítica americana como um dos piores filmes de sempre. Hogan faz um milionário que tem um acidente, fica amnésico e convence-se de que é o Pai Natal. Ao mesmo tempo, um cientista maléfico procura destruir um orfanato sob o qual existem uns cristais mágicos de que se quer apoderar. Santa with Muscles é ainda pior do que parece.

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'Matança de Natal', de David Steinman (2005)

Uma comédia de terror que parte da seguinte premissa: o Pai Natal é na realidade o único filho do diabo. Por ter perdido um jogo com um anjo, foi condenado a ser bonzinho e a distribuir presentes às crianças na noite de Natal durante mil anos. Quando as condições da aposta expiram, o demoníaco Pai Natal (interpretado por Bill Goldberg, mais um wrestler) pode enfim compensar o tempo perdido e começar a matar pessoas a torto e a direito. É difícil dizer o que é pior nesta fita, se a comédia, se o terror. Se o Pai Natal existisse mesmo, Matança de Natal dava processo em tribunal.

Natal no cinema

  • Filmes

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  • Filmes

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