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Sete cenas românticas clássicas do cinema

Algumas das cenas mais inesquecíveis e eternas da história do cinema, são cenas românticas. E não é preciso que as histórias de amor onde se incluem acabem bem. Eis sete cenas românticas de antologia, pertencentes a outros tantos filmes.

Casablanca entre os melhores filmes românticos de todos os tempos

Beijos assolapados, traições, finais trágicos. O cinema está cheio de cenas de amor inesquecíveis e estas sete derretem os corações mais insensíveis e fazem chorar as pedras da calçada. 

Sete cenas românticas clássicas do cinema

E Tudo o Vento Levou (1939)

Há muitas cenas sentimentalmente intensas no clássico de Victor Fleming que adapta o livro de Margaret Mitchell, mas a escolher uma, será sem dúvida a do primeiro beijo entre Rhett Butler (Clark Gable) e Scarlett O’Hara (Vivien Leigh), enquanto a cidade de Atlanta arde em fundo e tinge de vermelho toda a tela, figurando a paixão que consome o par.


Casablanca (1942)

Rick Blaine (Humphrey Bogart) e Ilse Lund (Ingrid Bergman) formam, no filme de Michael Curtiz, um dos pares românticos mais imorredoiros de sempre. E a cena mais poderosa entre os dois é aquela em que, no final, eles se despedem e separam, para que Ilse possa seguir viagem para Lisboa com o marido resistente. Rick perde a amante, mas ganha um amigo.


Até à Eternidade (1953)

Romance e erotismo confundem-se na mais famosa cena do filme de Fred Zinnemann baseado no livro de James Jones: a do beijo adúltero e tórrido entre Burt Lancaster e Deborah Kerr, enquanto na praia são cobertos pela rebentação do Pacífico. A cena contribuiu, e muito, para a reputação de “ousado” que o filme ganhou na época.



Sentimento (1954)

Veneza, 1866. Uma aristocrata italiana (Alida Valli) malcasada envolve-se numa inflamada e trágica relação com um oficial (Farley Granger) das tropas austríacas ocupantes, responsável por ter enviado para o exílio o primo desta, um nacionalista radical. Uma obra-prima de Luchino Visconti, que exibe várias cenas memoráveis entre os amantes.


Tudo o que o Céu Permite (1955)

Douglas Sirk assinou alguns dos maiores melodramas de Hollywood, e este, onde Jane Wyman interpreta uma viúva que se apaixona por um homem mais novo e de condição social inferior, o seu jardineiro, personificado por Rock Hudson, é sem dúvida um dos melhores. Tal como a cena íntima entre ambos, numa cabana, no Inverno.



Um Homem e uma Mulher (1966)

Anne (Anouk Aimée), que trabalha no cinema, e Jean-Louis (Jean-Louis Trintignant), um corredor de automóveis, ambos viúvos, conhecem-se na escola dos filhos e tornam-se amigos. Começam a sentir-se atraídos um pelo outro, mas a memória do marido pesa sobre Anne. Uma das grandes cenas do filme é a final, na estação de comboios.


Titanic (1997)

James Cameron pegou no naufrágio do Titanic e incrustou-lhe uma história de amor ficcional entre pessoas de diferentes classes sociais, Rose (Kate Winslet), uma jovem passageira da Primeira Classe que vai ser obrigada a casar por dinheiro, e Jack (Leonardo Di Caprio), um artista pobre que a dissuade de se suicidar. A cena com os dois na proa do paquete já entrou para a história.

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