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Eternal Sunshine of The Spotless Mind
©IMDB Kate Winslet e Jim Carrey em O Despertar da Mente

Onze cenas românticas clássicas do cinema

Algumas das cenas mais inesquecíveis e eternas da história do cinema são cenas românticas. Prepare os lenços

Por Eurico de Barros e Tiago Neto
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Beijos ardentes, traições dilacerantes, momentos de arrebatamento sentimental, finais trágicos. O cinema está cheio de cenas de amor inesquecíveis ao longo da sua história; de chorar, chorar a rir, franzir o sobrolho, apertar a manta, apertar a pessoa ao lado. É certo que a nostalgia de clássicos como Casablanca ou Tudo o Que o Céu Permite adensa as palpitações e transporta-nos a décadas que gostavamos de ter vivido. Mas a cronologia mais recente também não fez reféns na qualidade do romantismo, oferecendo-nos cenas que replicamos ou queremos muito replicar. Abrace o romantismo e perca-se nestas onze cenas românticas clássicas do cinema.

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Onze cenas românticas clássicas do cinema

'E Tudo o Vento Levou', Victor Fleming (1939)

Há muitas cenas sentimentalmente intensas no clássico de Victor Fleming que adapta o livro de Margaret Mitchell, mas a escolher uma, será sem dúvida a do primeiro beijo entre Rhett Butler (Clark Gable) e Scarlett O’Hara (Vivien Leigh), enquanto a cidade de Atlanta arde em fundo e tinge de vermelho toda a tela, figurando a paixão que consome o par.

'Casablanca', Michael Curtiz (1942)

Rick Blaine (Humphrey Bogart) e Ilse Lund (Ingrid Bergman) formam, no filme de Michael Curtiz, um dos pares românticos mais imorredoiros de sempre. E a cena mais poderosa entre os dois é aquela em que, no final, eles se despedem e separam, para que Ilse possa seguir viagem para Lisboa com o marido resistente. Rick perde a amante, mas ganha um amigo.

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'Até à Eternidade', Fred Zinnemann (1953)

Romance e erotismo confundem-se na mais famosa cena do filme de Fred Zinnemann baseado no livro de James Jones: a do beijo adúltero e tórrido entre Burt Lancaster e Deborah Kerr, enquanto na praia são cobertos pela rebentação do Pacífico. A cena contribuiu, e muito, para a reputação de “ousado” que o filme ganhou na época.

'Sentimento', Luchino Visconti (1954)

Veneza, 1866. Uma aristocrata italiana (Alida Valli) malcasada envolve-se numa inflamada e trágica relação com um oficial (Farley Granger) das tropas austríacas ocupantes, responsável por ter enviado para o exílio o primo desta, um nacionalista radical. Uma obra-prima de Luchino Visconti, que exibe várias cenas memoráveis entre os amantes.

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'Tudo o que o Céu Permite', Douglas Sirk (1955)

Douglas Sirk assinou alguns dos maiores melodramas de Hollywood, e este, em que Jane Wyman interpreta uma viúva que se apaixona por um homem mais novo e de condição social inferior, o seu jardineiro, personificado por Rock Hudson, é sem dúvida um dos melhores. Tal como a cena íntima entre ambos, numa cabana, no Inverno.

'Um Homem e uma Mulher', Claude Lelouch (1966)

Anne (Anouk Aimée), que trabalha no cinema, e Jean-Louis (Jean-Louis Trintignant), um corredor de automóveis, ambos viúvos, conhecem-se na escola dos filhos e tornam-se amigos. Começam a sentir-se atraídos um pelo outro, mas a memória do marido pesa sobre Anne. Uma das grandes cenas do filme é a final, na estação de comboios.

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'Titanic', James Cameron (1997)

James Cameron pegou no naufrágio do Titanic e incrustou-lhe uma história de amor ficcional entre pessoas de diferentes classes sociais, Rose (Kate Winslet), uma jovem passageira da Primeira Classe que vai ser obrigada a casar por dinheiro, e Jack (Leonardo Di Caprio), um artista pobre que a dissuade de se suicidar. A cena com os dois na proa do paquete já entrou para a história.

'10 Coisas Que Odeio em Ti', Gil Junger (1999)

A serenata ilegal que Patrick Verona (Heath Ledger) decide encenar para Kat Stratford (Julia Stiles) no estádio da escola é mítica na história do cinema. A proeza resulta, mas não sem que Verona seja enviado para "o castigo". Ainda assim, fica aqui provado que o ditado inglês go big or go home faz muito sentido.

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'O Despertar da Mente', Michel Gondry (2004)

A obra oscarizada de Michel Gondry tem muitos e bons motivos para ser vista, ainda que o conteúdo possa não ser aconselhável a pessoas em pós-separação. Esta, uma das cenas finais, reconstrói uma memória de Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) que os dois lutam por mudar, à medida que o seu mundo vai literalmente caindo em bocados. "Meet me in Montauk" há-de sempre ecoar na cabeça. 

'500 Dias Com Summer', Marc Webb (2009)

"Esta é uma história de rapaz conhece rapariga. Não é uma história de amor". É desta forma que 500 Days of Summer nos dá a entender o que aí vem: romantismo, desordem, desespero, conforto. A montanha sobe e desce e pelo meio não faltam bons bocados para derreter os mais sensíveis. Lamechice à parte, a cena do primeiro encontro, num Ikea, funciona bastante bem na temática romântica.

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'Submarino', Richard Ayoade (2010)

Musicado pelo homem forte dos Arctic Monkeys, Alex Turner, Submarine é uma espécie de cliché adolescente coming of age precoce, construído à volta do observacional e cauteloso Oliver Tate (Craig Roberts) e da despreocupada e complexa Jordana Bevan (Yasmin Paige). O primeiro relacionamento, a primeira vez, os planos e ideais e frustrações. São estes os ingredientes para o filme do britânico Ayoade ser uma peça de culto, pejado de momentos românticos e/ou enternecedores.

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Fotografia: Arlindo Camacho

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