Lisboa icon-chevron-right Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver

Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver

Não foi só nos últimos anos que se fizeram boas séries de televisão. Eis sete clássicos que gostávamos de voltar a ver.
Bonanza e Get Smart
©DR
Por Eurico de Barros e Tiago Neto |
Publicidade

É certo que adoramos escolher os melhores lugares no cinema para que nos possamos empanturrar com um balde de pipocas enquanto assistimos a um pedaço de ficção. Mas se há coisa que a pequena caixa mágica nos deu foi uma mão cheia de boas razões para ignorar o mundo e, de pijama — ou não, mas preferencialmente sim —, tomar conta do sofá sem filas e sem remorsos. A televisão pode ter sido engolida pela internet nos dias de hoje mas, algures no passado, assistimos a algum do melhor storytelling, demos as maiores gargalhadas ou sonhámos ser um qualquer personagem maior que a vida graças a ela. Temporada atrás de temporada, ficaram as saudades na altura do adeus. Por isso, venha connosco e relembre estas sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver.

Recomendado: As melhores séries românticas para ver na Netflix

Sete séries clássicas que gostávamos de voltar a ver

"Bonanza"

Prolongou-se por 14 temporadas (1959-1973), sendo a segunda série western mais duradoura de sempre, ultrapassada apenas por Gunsmoke. Foi a primeira deste género a ser exibida na televisão portuguesa, onde as aventuras da família Cartwright (pai e três filhos, interpretados por Lorne Greene, Michael Landon, Dan Blocker e Pernell Roberts, o quarteto de actores originais), estabelecida no seu rancho, a Ponderosa, no Nevada, conheceram um imenso sucesso.

"Olho Vivo"

Mel Brooks e Buck Henry foram os criadores, em 1965, desta paródia televisiva genialmente absurda aos filmes (e às outras séries) de agentes secretos, como os de James Bond e o Inspector Clouseau de Peter Sellers logo à frente. A personagem do Agente 86, Maxwell Smart (Don Adams), que enfrentava as forças da maléfica Kaos com a sua parceira, a Agente 99, é uma das grandes criações da história da comédia do pequeno ecrã.

Publicidade

"Daktari"

É provável que o público desta série se lembre melhor das personagens animais do que das humanas: Clarence, o leão vesgo e manso, e a chimpanzé Judy. A trama nasceu em 1966, precisamente de um filme que tinha como principal protagonista o leão Clarence. A palavra “Daktari” significa “médico” em swahili, e a acção passa-se numa clínica veterinária situada algures no Quénia, com Marshall Thompson no papel do Dr. Marsh Tracy.

"Os Invasores"

Muito antes de Ficheiros Secretos houve Os Invasores, uma história de curta duração (apenas duas temporadas em 1967 e 1968), mas que foi suficiente para se transformar numa série de culto. Roy Thinnes interpreta David Vincent, um arquitecto que descobre que está em curso uma invasão alienígena secreta da Terra. Os extraterrestres assumem o aspecto humano, e quando descobertos e agredidos ou alvejados, emitem um intenso brilho e desintegram-se.

Publicidade

"Os Vingadores"

Steed e a Sra. Peel. Um chapéu de côco e guarda-chuva, botas e fatos de couro, Rolls Royce e Lotus Elan, distinção e erotismo, tudo muito, muito “british”. A série, interpretada por Patrick Macnee e Diana Rigg no seu zénite, entre 1965 e 1968 — havia começado em 1961 com outros actores —, fugia a todas as tentativas de classificação e tipificação. É espionagem mas também paródia, tem elementos de policial, de ficção científica, de fantasia, e um pronunciado paladar surreal.

"Espaço: 1999"

Esta série de ficção científica inglesa, criada pelo casal Gerry e Sylvia Anderson — responsáveis por clássicos como Thunderbirs — passou em Portugal pouco após o 25 de Abril e entrou logo para o imaginário colectivo da geração que a viu originalmente. Nunca mais ninguém esqueceu os Eagles, personagens como a mutante Maya, de Catherine Schell, e o kitsch dos anos 70 aplicado aos cenários de ficção científica.

Publicidade

"A Balada de Hill Street"

Uma das mais inovadoras séries de televisão americana (1981-1987), do tom à forma, da organização narrativa ao realismo da acção. A Balada de Hill Street é talvez a melhor criação de Steven Bochco, que aqui fez parceria com Michael Kozoll. Começa logo pelo genérico e pelo tema musical de Mike Post, que são inesquecíveis, seguidos pelo ritual do roll call matinal na esquadra, rematado pelo “Vamos ter cuidado lá fora!” do sargento. Um cop show para a posteridade.

More to explore

Publicidade