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Sete séries fantásticas e de FC clássicas que gostávamos de rever

Eis sete clássicos televisivos do reino da ficção científica e da fantasia que mereciam ser repetidos

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Desde muito cedo que começaram a ser feitas na televisão séries de ficção científica, terror e fantástico, várias das quais se tornaram títulos de referência dentro destes géneros, onde se destacaram as produções americanas e inglesas. A Quinta Dimensão, Thunderbirds ou Contos da Escuridão marcaram décadas e gerações numa altura em que a televisão se ia afirmando como meio de excelência face à rádio e serviram igualmente de inspiração a outros títulos no grande ecrã. Hoje, a televisão mudou, e a programação adaptou-se aos tempos, mas os géneros continuam de boa saúde dentro das plataformas de stream. Porque o fantástico e a ficção científica não devem nunca ser esquecidos, estas são as sete séries que gostávamos de rever.

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Sete séries fantásticas e de FC clássicas que gostávamos de rever

‘O Homem Invisível’ (1958)

Esta série inglesa, inspirada pela personagem do clássico de ficção científica (FC) de H.G. Wells, foi das primeiras a ser transmitidas pela RTP nos seus inícios. O herói, o Dr. Peter Brady (voz do actor Tim Turner, que nunca aparece), permanentemente invisível depois de uma experiência que correu mal, vive uma série de aventuras policiais e de espionagem. A série só durou duas temporadas, mas ganhou um estatuto de culto que se mantém até hoje entre os aficionados do género.

‘A Quinta Dimensão’ (1959)

Basta ver a quantidade e a qualidade dos autores de FC, fantástico e terror que escreveram, ou tiveram contos adaptados a episódios de A Quinta Dimensão, para percebermos que estamos perante um monumento da televisão, que transcende o género que privilegiou. E tudo graças a Rod Serling, o seu criador, produtor executivo e apresentador. A Quinta Dimensão durou seis temporadas, o suficiente para fazer história da televisão e para se transformar na maior referência do género no meio televisivo.

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“No Limiar da Realidade” (1963)

Bastante influenciada por A Quinta Dimensão, esta série criada por Leslie Stevens, muito mais virada para a FC do que para o fantástico e para o terror, sofre quando comparada com a de Rod Serling, de que parece uma versão “série B””. Apesar de nunca ter sido tão popular como a anterior, da sua qualidade ser menos consistente e ter durado menos tempo, é mesmo assim um título bastante importante e influente, com vários episódios que se tornaram clássicos.

“Thunderbirds” (1964)

De todas as séries criadas pelo casal inglês Gerry e Sylvia Anderson, com o seu processo de animação Supermarionation, em que eram utilizadas marionetas tradicionais com elementos electrónicos embutidos, evoluindo em cenários à escala, Thunderbirds, passada em 2065, é a melhor, mais entusiasmante e mais memorável. A geração que cresceu a ver as aventuras dos astronautas da família Tracy nas suas naves Thunderbirds e da sua aliada Lady Penelope, com o seu Rolls-Royce futurista, nunca mais as esqueceu.

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“O Túnel do Tempo” (1966)

Dois cientistas americanos (Robert Colbert e James Darren) fazem parte da direcção do ultra-secreto Projecto Tic-Toc, com instalações subterrâneas situadas algures no Arizona, e que tem como objectivo viajar no tempo, através de uma máquina com a forma de um túnel. Graças a ela, a dupla de protagonistas vive aventuras em diversas épocas dos EUA e da humanidade. Esta série criada por Irwin Allen só teve duas temporadas, mas deixou recordações duradouras nos apreciadores de antecipação científica. 

'O Caminho das Estrelas' (1966)

O facto de a série que Gene Roddenberry criou em 1966 ser hoje uma marca de alcance mundial, ter passado para o cinema, e se ter prolongado por sucessivas incarnações na televisão, diz bem do seu valor intemporal e da sua importância. Apesar de passada no futuro, falava para o seu tempo e, dentro do seu formato narrativo, antecipou muito daquilo que se veria mais tarde na televisão. A FC televisiva nunca mais foi a mesma.

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'Contos da Escuridão' (1983)

Criada pelo realizador George Romero, esta série foi uma das poucas que conseguiu, nos seus episódios, todos autónomos uns dos outros, abranger de forma equilibrada o terror, o fantástico e a ficção científica. Tal como havia sido feito em A Quinta Dimensão, muitos dos episódios de Contos da Escuridão foram assinados por grandes autores da especialidade, ou então adaptados de contos dos mesmos, entre os quais Stephen King, Fredric Brown, Clive Barker, Harlan Ellison ou Robert Bloch.

Mais do pequeno ecrã

  • Filmes

Há comédia na poítica e a prova disso são estas belíssimas séries. Entre as melhores encontram-se as clássicas produções da BBC, Sim, Senhor Ministro e Sim, Senhor Primeiro Ministro, ambientadas nos corredores do poder de Inglaterra. Mas também bons exemplos americanos, como Parks and Recreation ou Veep, a mais recente série de Armando Iannucci, passada na Casa Branca. Sem esquecer uma raridade portuguesa, A Mulher do Senhor Ministro, escrita e protagonizada por Ana Bola.

  • Filmes

A Inglaterra isabelina, Roma antiga, os EUA da Guerra Civil, a Rússia da invasão napoleónica ou a Índia colonial são alguns dos cenários destas séries históricas inesquecíveis, que ficaram como referências televisivas deste género. Uma história que, neste caso, vai de Isabel, estreada em 1971, ao fenómeno mais recente que foi Downton Abbey, exibida entre 2010 e 2015 pela ITV. Pelo meio, estão clássicos como Eu, Cláudio, Norte e Sul ou Irmãos de Armas, entre outras produções fulcrais do género.

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