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As melhores séries sobre política para rir

O riso de fundo político tem escola na televisão e já deu origem a algumas séries clássicas e premiadas, como estas sete

Veep
©DR Julia Louis-Dreyfus, como Selina Meyer na série Veep
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Há comédia na poítica e a prova disso são estas belíssimas séries. Entre as melhores encontram-se as clássicas produções da BBC, Sim, Senhor Ministro e Sim, Senhor Primeiro Ministro, ambientadas nos corredores do poder de Inglaterra, e um par de bons exemplos americanos, como Parks and Recreation, uma sátira aos serviços públicos e ao governo local com o coração no sítio certo, ou Veep, a mais recente série de Armando Iannucci, passada na Casa Branca. Sem esquecer uma raridade portuguesa, A Mulher do Senhor Ministro, escrita e protagonizada por Ana Bola. Estas são as melhores séries sobre política para rir.

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As melhores séries sobre política para rir

Sim, Senhor Ministro

Criada por Jonathan Lynn e Antony Jay para a BBC em 1980, esta série passada nos gabinetes, corredores e bastidores de Whitehall é uma hilariante e certeira sátira ao funcionamento dos ministérios e dos governos, dominados e manipulados pelos mandarins da administração pública, de que o secretário permanente Sir Humphrey Appleby (Nigel Hawthorne) é um exemplo consumado. Os políticos como o atarantado ministro Jim Hacker (Paul Eddington) passam, os burocratas ficam, carregados de privilégios. Também com Derek Fowlds no papel do subsecretário Bernard.

Sim, Senhor Primeiro Ministro

Na senda do imenso sucesso obtido por Sim, Senhor Ministro (era a série favorita de Margaret Thatcher), a BBC e o duo de criadores decidiram continuá-la por mais algum tempo e promover Jim Hacker ao cargo de primeiro-ministro, levando com ele, naturalmente, o maquiavélico Sir Humphrey e o sorna Bernard. Hacker chega ao Número 10 de Downing Street após a demissão do primeiro-ministro, e a confusão política continua, agora ao mais alto nível governamental.

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Benson

Interpretada por Robert Guillaume, que autonomizou aqui a sua personagem do mordomo refilão da memorável série Soap, Benson é uma boa combinação de sitcom cómica tradicional e de paródia política, uma vez que a personagem principal trabalha como director de assuntos domésticos na mansão de um governador estadual, um político bem-intencionado mas distraído e trapalhão. Benson durou de 1979 a 1986, e na temporada final, o protagonista meteu-se na política e concorreu contra o seu antigo patrão ao cargo de governador.

A Mulher do Senhor Ministro

Eis uma raríssima série de humor político com produção portuguesa, mesmo que obviamente inspirada nas duas de Jonathan Lynn e Antony Jay acima referidas. Passou na RTP entre 1994 e 1997 e foi realizada por Nicolau Breyner. Contou com a participação de Ana Bola (também autora) no papel de Lola Rocha, a ignorante, bronca e pirosíssima mulher do ministro Américo Rocha (Vítor de Sousa), um poço sem fundo de burrice, incompetência e indolência. Em 2000 teve uma continuação, A Senhora Ministra, com Lola a chegar ao poder, e em 2013 surgiu A Mãe do Senhor Ministro.

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The Thick of It

Concebida por Armando Iannucci, The Thick of It é uma digna sucessora de Sim, Senhor Ministro e Sim, Senhor Primeiro Ministro para o século XXI (esteve no ar entre 2005 e 2012). A acção passa-se num departamento ficcional do governo inglês, encarregue da supervisão de vários outros, metendo ao barulho uma série de personagens, entre políticos, funcionários públicos, consultores, assessores, spin doctors e jornalistas. Em 2009, a série gerou um filme, Em Inglês, S.F.F. (In the Loop, no original), centrado na política internacional.

Parks and Recreation

Criada por Greg Daniels e Michael Schur, com Amy Poehler à frente de um elenco onde figuram também Aziz Ansari, Rashida Jones, Nick Offerman, Aubrey Plaza e Chris Pratt, entre outros, Parks and Recreation é uma sátira política com o coração no sítio certo. E uma das melhores sitcoms americanas do século XXI. Inicialmente inspirada em The Office, a série não tardou em revelar uma identidade própria, centrando-se nos desafios e elementos ridículos da administração política local. Sempre com empatia e sem nunca ceder ao cinismo.

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Veep

O sucesso de The Thick of It levou Armando Iannucci aos Estados Unidos, com a intenção de criar uma versão desta série adaptada à realidade política americana. E foi ela Veep, para a HBO, onde a muito popular Julia Louis-Dreyfuss interpreta a veep (Vice-Presidente dos EUA) do título, uma antiga senadora chamada Selina Meyer. A Vice e o Presidente não se dão lá muito bem e depois de várias peripécias, Selina consegue chegar ao cargo supremo, quando aquele abdica do lugar. No entanto, na quinta temporada, Selina perde as eleições.

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A lista de melhores comédias de sempre é discutível (qual não é?), que isto do humor varia muito de pessoa para pessoa. No entanto é garantido serem estes 20 filmes, senão os melhores de sempre, garantidamente uma contínua fonte de gargalhadas, ou sorrisinhos sarcásticos, tanto faz, perante a imaginação cómica ou o puro disparate transformado em arte de fazer rir em qualquer época. 

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As listas, como quase tudo nesta vida, são relativas. Mas depois de enchermos uma espécie de conselho de administração com loucos de séries televisivas e outros consultadores da redacção da Time Out, chegámos a estas 25. Mais um alerta à tripulação: elas estão ordenadas apenas por ordem alfabética, que não queremos alimentar ainda mais a polémica. Ria-se connosco (e desculpa às que ficaram de fora).

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