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Musica, Festivais, Paredes de Coura, 2016
© Hugo LimaFestival Paredes de Coura

Os melhores festivais deste Verão

Os festivais de Verão são uma peça importante do puzzle estival. Com música para todos os gostos de norte a sul do país.

Escrito por
Editores da Time Out Lisboa
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É desta. O mundo pode até nem estar na melhor forma, mas consola-nos que 2022 traga de volta a liberdade de ouvir música ao ar livre, de dançar sem restrições, de cantar sem um pano nas ventas. A espera foi longa, e muita gente segura um bilhete há mais de dois anos, mas ainda há lugares. A pensar nisso, resumimos as paragens obrigatórias no circuito de festivais de Verão, a começar pelo NOS Primavera Sound – que não se realiza mesmo, mesmo no Verão, como o nome indica – e a terminar no final de Agosto, em Vilar de Mouros.

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Os melhores festivais de Verão

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Repete-se o cenário: dois anos de espera, passes esgotados, bilhetes já só para algumas datas. Por exemplo, se só agora decidiu ver a tão antecipada reunião dos Da Weasel, no dia 9, resta-lhe esperar pelo DVD. A grande notícia também já é de 2020: nesta edição, adiada dois anos, o festival estende-se por mais um dia. Pelos dois palcos do Passeio Marítimo de Algés passam The Strokes, The War on Drugs, Florence + The Machine, Jorja Smith, Alt-j, Metallica, Stormzy, Royal Blood, M.I.A., St. Vincent e Imagine Dragons, entre outros.

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É a receita da felicidade adiada para tantos: dias de praia e noites de espectáculo. Metronomy e Sports Team foram dos últimos nomes confirmados no cartaz da 26.ª edição do Super Bock Super Rock, onde figuravam já nomes como A$AP Rocky, Leon Bridges, Hot Chip, Nathy Peluso, Metronomy, Capitão Fausto, C. Tangana ou David & Miguel. Contas feitas, uns 40 concertos ao longo de três dias, em quatro palcos espalhados pela Herdade do Cabeço da Flauta.

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Retomemos a conversa onde a deixámos: a última edição do Marés Vivas foi a mais bem sucedida em 13 anos de festival, esgotando a bilheteira com 35 mil entradas diárias. As expectativas para a 14.ª edição eram altas e assim se mantêm, depois de dois anos de adiamentos. Dino d’Santiago foi a última confirmação de um cartaz onde se destacam Bryan Adams, James, Maxïmo Park, Miguel Araújo, The K’s, Bárbara Tinoco, Maluma, Anitta, Jessie J, Rita Rocha, Diogo Piçarra e Angie Mcmahon.

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Em meados de Abril, anunciaram-se os 20 primeiros nomes do cartaz, mas uma só grande novidade sobressaiu: tudo mulheres. Letrux e Marina Sena (Brasil), Dulce Pontes e Sara Correia (Portugal), Hindi Zahra (Marrocos), Pongo (Angola/Portugal), Omara Portuondo (Cuba) e Dominique Fils-Aimé (Canadá) estão entre as primeiras confirmações de um festival que continua a ser a nossa melhor janela para a diversidade cultural da música que se faz por esse mundo fora. E tudo acontece à beira-mar, entre Porto Côvo e o admirável Castelo de Sines.

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Numa pequena aldeia, cabem mais de 50 espectáculos, entre concertos, DJ sets e live acts, espalhados por oito palcos. E pelo meio da rua também: uma das novidades desta edição é a animação com bandas a vaguear pelas vielas centenárias de Cem Soldos, programada pela associação A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria. O festival reforça assim a sua matriz comunitária, envolvendo ainda mais a aldeia na festa que é sua desde 2006. Lena d’Água, Rui Reininho, B Fachada, Pluto, Rita Vian, Maria Reis, David Bruno e A Garota Não são destaques num cartaz que, como sempre, aposta na produção nacional.

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Sam the Kid e Orelha Negra, Mão Morta, Linda Martini, Moullinex, Samuel Úria, Pluto, You Can’t Win Charlie Brown, Conjunto Corona, Benjamim, Bruno Pernadas, Noiserv: eis os destaques do dia extra (16 de Agosto) inteiramente reservado à música portuguesa, a grande novidade da 28.ª edição do Paredes de Coura. Pixies, Beach House, King Gizzard & The Lizard Wizard, Slowthai, Arlo Parks e BADBADNOTGOOD serão os cabeças de cartaz neste regresso da música à Praia do Taboão.

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É talvez o único festival com a particularidade de ser mais velho do que a maioria do seu público. Há 51 anos, Vilar de Mouros marcou o início da era moderna de festivais em Portugal (numa edição inaugural que contava com Elton John e Manfred Mann) e ajudou a abrir o país ao mundo. Neste regresso pós-Covid, o cartaz minhoto destaca Iggy Pop, Bauhaus, Wolfmother, Gary Numan, The Legendary Tigerman, Placebo, Suede, Limp Bizkit, Hoobastank ou Battles.

Mais música

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A autorreferência é um mecanismo relativamente banal na arte. Por exemplo, poemas que se queixam de como as palavras não lhes bastam para dizerem tudo o que precisam dizer, é mato. Nos textos cantados é especialmente frequente encontrar esse tipo de truque estilístico, em particular em canções que se põem a falar sobre canções de amor para, de forma mais ou menos discreta, fingirem que não são elas próprias canções de amor, bajoujas e piegas como todas as canções de amor devem ser.

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Não consta de nenhuma das letras, mas a palavra da moda atravessa todas estas canções. Aqui fala-se de resistência e esperança, optimismo e perseverança, confiança e tenacidade: em suma, fala-se de resiliência, palavra que por estes dias se consome mais do que álcool gel. Eis então uma playlist feita de canções inspiradoras e motivacionais, espécie de vacina contra toda a sorte de atribulações, borrascas, contrariedades, dissabores, e outros sinónimos de coisas chatas, que podíamos continuar a ordenar alfabeticamente até chegarmos a zaragatoa.

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No tempo em que não havia Internet e a globalização ainda se fazia ouvir com delay, era comum uma canção fazer sucesso numa língua, sem que a maioria do público alguma vez percebesse que estava a trautear uma toada estrangeira. O caso mais frequente, como se adivinha, é o de uma canção que se celebriza em inglês apesar de ter sido composta em italiano, francês ou outra língua que não gruda bem nos ouvidos americanos. Mas não só. Por exemplo, “Les Champs Élysées”, que foi popularizada por Joe Dassin, fez o percurso contrário.

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