Os concertos mais aguardados até ao final do ano

2018 aproxima-se do fim, mas ainda há muita música para ouvir. Eis os melhores concertos em Lisboa nos próximos meses
Anna Calvi
©DR Anna Calvi
Por Editores da Time Out Lisboa |
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Desde figurões do samba como Zeca Pagodinho a históricos cantauroes portugueses como Fausto Bordalo Dias (ainda por cima a cantar a sua trilogia sobre a diáspora), passando por nomes cruciais da música anglo-saxónica como os Low, há muita música para ouvir até ao final do ano. Portanto, tem de se organizar. Não faz contas para as suas contas? Não cria tópicos e lembretes telefónicos para bater tudo certo e o orçamento esticar até ao final de cada mês? É encarar os concertos como o IMI ou o IUC e escolher ao que vai.

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Os concertos mais aguardados de 2018

Beach House
Photograph: Courtesy Shawn Brackbill
Música

Beach House

icon-location-pin Santa Maria Maior
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Mergulhando dentro de si mesmos, os Beach House deixam a música a marinar na melancolia. Fazem canções para olhar para dentro e recolher do mundo, ronronando num oceano de reverberações psicadélicas. Neste regresso a Lisboa, Victoria Legrand e Alex Scally trazem o álbum 7. Poucas vezes a música deles soou tão épica e intensa.

Mercury Rev
©DR
Música, Rock e indie

Mercury Rev

icon-location-pin São Vicente 
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Os americanos Mercury Rev vão tocar o clássico Deserter’s Songs na íntegra. Lançado há 20 anos, foi um sucesso inesperado e ainda hoje é tido como uma referência – é a razão pela qual o nome da banda é lembrado e outros artistas são comparados a eles, um disco de pop-rock orquestral mas vulnerável, ao mesmo tempo acessível e arrojado. Mais próximo de Van Dyke Parks ou Brian Wilson do que de qualquer outra banda de indie rock dos anos 90.

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Low
©DR
Música, Rock e indie

Low

icon-location-pin Marvila
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E eis que estão de volta os Low. A banda de Duluth, no Minnesota, lança o novo álbum, Double Negative, já na sexta-feira e passados 15 dias toca em Lisboa. O disco e o concerto coincidem com a celebração dos 25 anos de trabalho deste grupo de indie rock pesaroso e sonhador, e o mais certo é que o alinhamento da actuação reflicta essa longevidade.

Zeca Pagodinho
©Guto Costa
Música

Zeca Pagodinho

icon-location-pin Santa Maria Maior
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De origem pobre, com coração nobre, Zeca Pagodinho ilustrou uma história de amor ao samba. Com canções de sabor romântico e crónicas do quotidiano, a música do carioca enobrece o povo. Ao longo dos mais de 30 anos de carreira, manteve uma coerência rara, acompanhando os tempos sem perder o seu perfume. No Coliseu, vai percorrer as canções que fizeram dele um ícone do samba.

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Tribalistas
©DR
Música, Brasileira

Tribalistas

icon-location-pin Parque das Nações
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O trio de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown juntou-se este ano pela primeira vez para uma digressão. Românticos, porventura lamechas, os Tribalistas procuram a frescura pueril de cantigas de amor e de amizade. Mas o segundo álbum, lançado no ano passado, 15 anos depois da sua estreia, traz maturidade e preocupações políticas a uma sintonia natural entre três grandes artistas da música brasileira.

Anna Calvi
© Roger Deckker
Música, Rock e indie

Anna Calvi

icon-location-pin Avenida da Liberdade
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Numa luxuriante lascívia, Anna Calvi atravessa os trilhos sombrios da alma. Plena de paixão e perigo, canta o amor e a morte na bruma do negrume gótico. A sua música é elevada por uma habilidade gutural para tocar guitarra e extrair fúria do som das cordas. Acaba de editar Hunter, um disco galvanizante na sua busca da liberdade, onde confronta a sua sexualidade e desafia as convenções de género.

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Fausto Bordalo Dias
©DR
Música, Portuguesa

Fausto Bordalo Dias

icon-location-pin Belém
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Concertos de Fausto são raros, por isso é aproveitar. Mais ainda quando vai revisitar a sua trilogia sobre a diáspora lusitana: Por Este Rio Acima (1982), Crónicas da Terra Ardente (1994) e Em Busca das Montanhas Azuis (2011). Três discos que devem ser lidos nas entrelinhas e escutados em cada preciosidade melódica e instrumental.

Unknown Mortal Orchestra
Photograph: Dusdin Condren
Música

Unknown Mortal Orchestra

icon-location-pin Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
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A turma psico-indie neo-zelandesa liderada por Ruban Nielson já conhece os cantos a esta grande casa que é Portugal. Ainda em Junho estiveram no NOS Primavera Sound e já estão praticamente de volta, agora por conta própria, para mostrarem mais uma vez as canções do álbum deste ano, Sex & Food. Mas agora com mais tempo e requinte.

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Ryley Walker
©DR
Música

Ryley Walker

icon-location-pin Bairro Alto
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Ouvem-se ecos da folk psicadélica britânica das décadas de 60 e 70  na música de Ryley Walker. Mas não só, cada vez menos só. Também escutamos e sentimos a influência do jazz de Chicago e das experiências pós-rock de bandas da terra como os Tortoise e Gastr Del Sol. Tudo filtrado por uma sensibilidade cada vez mais singular, autoral mesmo. Apresenta o álbum Deafman Glance em Lisboa.

Concertos em Lisboa

mallu magalhães
©Gonçalo F. Santos
Música

Concertos em Lisboa em Outubro

As temperaturas começam a baixar, as folhas começam a cair e os concertos sucedem-se. O  Verão que nos perdoe, mas não há nada como ver concertos em Lisboa no Outono. De preferência dentro de uma boa sala.  Além do OUT.FEST, logo no início do mês, destacam-se os concertos do cantor e compositor indie-folk sueco José González com The String Theory, a brasileira Mallu Magalhães ou os Kodaline, todos no Coliseu dos Recreios. Ainda há Xavier Rudd ou Unknown Mortal Orchestra, ambos na Aula Magna. Ou, entre outros, Anna Calvi, Kurt Vile & The Violators e Fausto Bordalo Dias.

ryley walker band
©DR
Música

Concertos em Lisboa em Novembro

O festival Super Bock em Stock (outrora Vodafone Mexefest) é o principal destaque da agenda musical do mês de Novembro, mas há outras coisas boas para ver e ouvir. Como Ryley Walker, que tem um disco novo para mostrar na Zé dos Bois. Ou Rodrigo Leão, que celebra "O Aniversário" (o espectáculo chama-se mesmo assim; são 25 de carreira) com duas datas no Coliseu dos Recreios. Ou David Fonseca, que apresenta finalmente o álbum Radio Gemini no Coliseu. Ou ainda a fadista Maria Emília, nascida no Brasil mas devota de um fado tradicional e com carreira feita em casas de fado alfacinhas.

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Música

Concertos em Lisboa em Dezembro

Dezembro, já se sabe, é um mês complicado. As depressões, diz-se, aumentam sempre nesta altura; as compras e os jantares de Natal dilapidam a paciência e o orçamento familiar. Mas pelo menos há sempre um ou outro concerto em Lisboa para nos animar. E não nos referimos apenas aos incontornáveis concertos natalinos, em igrejas e não só. Por regra há todo o tipo de música para ver e ouvir ao vivo e este ano não há-de ser excepção. Por agora, o principal concerto do mês é o dos Kikagaku Moyo na Galeria Zé dos Bois. Tiago Bettencourt também vai ao Coliseu.

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