Uma dúzia de caixas de música clássica para oferecer este Natal

As grandes obras-primas da música pelos mais conceituados intérpretes a um preço unitário muito razoável, é o que oferecem estas caixas antológicas que dão para anos a fio de degustação

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Uma dúzia de caixas de música clássica para oferecer este Natal

Vladimir Ashkenazy: Complete Piano Concerto Recordings (Decca/Universal, 46 CDs e 2 DVDs)

Vladimir Ashkenazy: Complete Piano Concerto Recordings (Decca/Universal, 46 CDs e 2 DVDs)

O pianista e maestro Vladimir Ashkenazy nasceu em 1937, em Gorky (que entretanto, voltou a chamar-se Nizhny Novgorod), mas, como outros músicos soviéticos de renome, acabou por achar o ambiente do seu país claustrofóbico e instalar-se no Ocidente – no seu caso, tudo começou com o casamento com Thorunn Jóhannsdóttir, uma islandesa que estudava piano em Moscovo. Tendo obtido permissão para visitar os sogros em Londres, Ashkenazy optou por não regressar à URSS e obteve a cidadania islandesa em 1972.

Por esta altura já tinha uma extensa e aclamada discografia, iniciada em 1963 na Decca, editora à qual se tem mantido fiel e para a qual continua a gravar. Durante estes 54 anos de contrato exclusivo com a editora britânica, Ashkenazy gravou quase todo o repertório canónico para piano, a solo, em contexto de câmara e de concertos.

A presente caixa reúne, em edições remasterizadas, e com cada disco num envelope de cartão reproduzindo a capa original, os seus registos de concertos para piano. Entre eles há a destacar três gravações completas (mais uma em DVD) dos concertos de Beethoven, duas gravações dos concertos de Prokofiev e Rachmaninov com a Sinfónica de Londres e André Previn e com Concertgebouw e Bernard Haitink, os concertos de Mozart com a Sinfónica de Londres ou a Philharmonia Orchestra, dirigidas por ele a partir do piano, e os concertos de Brahms com a Concertgebouw e Bernard Haitink.

[Ashkenazy rememora a experiência de tocar com grandes maestros]

A qualidade sonora não merece reparos, pois os registos de música orquestral da Decca dos anos 60 e 70 pedem meças às gravações dos nossos dias.

[Excerto do Concerto para piano n.º 2 de Rachmaninov, com a Orquestra Sinfónica de Londres e André Previn]

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Vladimir Ashkenazy: The Solo & Chamber Recordings (Decca/Universal, 56 CDs)

Vladimir Ashkenazy: The Solo & Chamber Recordings (Decca/Universal, 56 CDs)

O complemento da edição acima é a caixa de 56 CDs com gravações no domínio do piano solo e da música de câmara. No primeiro grupo há Bach, Chopin, Mozart, Prokofiev, Rachmaninov, Ravel, Schubert, Schumann, Scriabin e Shostakovich; no segundo, colaborações com Itzhak Perlman, Pinchas Zukerman e Lynn Harrell, e canções de Rachmaninov e Tchaikovsky com Elizabeth Söderstrom e de Schumann com Barbara Bonney.

[Ashkenazy reflecte sobre a importância de tocar com músicos com quem se tem uma relação de amizade]

[Nocturno op.9 n.º 2 de Chopin]

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Paul Badura-Skoda: The Paul Badura-Skoda Edition (Deutsche Grammophon/Universal, 20 CDs)

Paul Badura-Skoda: The Paul Badura-Skoda Edition (Deutsche Grammophon/Universal, 20 CDs)

Paul Badura-Skoda (n. 1927, Viena) fez 90 anos em Outubro passado mas continua activo como pianista. Esta caixa da DG provém do outro extremo da sua carreira: compila gravações realizadas para a etiqueta Westminster na década de 1950 – só a Fantasia Wanderer e os Momentos Musicais, de Schubert (CD13), foram registados em 1964.

Badura-Skoda entrou cedo para a alta-roda da música clássica – em 1949, aos 22 anos já tocava com Herbert von Karajan e Wilhelm Fürtwangler – e gravou mais de duas centenas de discos. Hoje é conhecido sobretudo como pioneiro e “ideólogo” da interpretação em instrumentos de época, mas nestas gravações dos anos 50 recorria ainda a pianos modernos. A caixa inclui os cinco concertos de Beethoven com Hermann Scherchen, os concertos de Chopin com Artur Rodzinski, alguns concertos de Mozart, trios com piano de Beethoven, Haydn e Schubert com Jean Fournier e Antonio Janigro e obras para piano solo de Bach, Beethoven, Brahms, Chopin e Schubert.

[II andamento do Trio com piano n.º 2 D.898, de Schubert, por Paul Badura-Skoda, Jean Fournier (violino) e Antonio Janigro (violoncelo), gravação de 1953]

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Paul Badura-Skoda: Schubert: Sonatas para piano (RCA/Sony, 12 CDs)

Paul Badura-Skoda: Schubert: Sonatas para piano (RCA/Sony, 12 CDs)

Foi também em pianos modernos que Badura-Skoda registou esta panorâmica integral das sonatas de Schubert em 1967-71, nos estúdios da RCA, em Nova Iorque, e nos da Westminster, em Viena. Embora sejam consideradas como uma referência, a par das leituras de Alfred Brendel ou Wilhelm Kempf, é a primeira vez (por incrível que possa parecer) que estas gravações, que ocupavam 13 LPs são editadas em CD, numa edição remasterizada sob a orientação do pianista e que, além dos 9 CDs com as sonatas de 1967-71, tem como bónus 3 CDs com uma nova leitura de algumas das sonatas.

A quem queira ter a integral das sonatas em instrumentos de época, recomenda-se a versão que Badura-Skoda gravou, em cinco fortepianos construídos entre 1810 e 1846, para a editora Arcana, que em 2013 reuniu os discos numa caixa de 9 CDs.

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Stephen Kovacevich: Beethoven: Sonatas para piano + Bagatelles (Warner Classics, 9 CDs)

Stephen Kovacevich: Beethoven: Sonatas para piano + Bagatelles (Warner Classics, 9 CDs)

O pianista Stephen Kovacevich nasceu em 1940, em Los Angeles, de pai croata e mãe americana, e durante parte da carreira apresentou-se como Stephen Bishop e Stephen Bishop-Kovacevich, antes de regressar ao nome original. Fez tournées com a violoncelista Jacqueline du Pré e foi o terceiro marido da pianista Martha Argerich.

É um dos mais aclamados intérpretes de Beethoven e Kovacevich registou algumas das suas obras magnas para piano para a Philips, nos anos 70 (disponível na caixa The Complete Philips Recordings, editada pela Decca em 2015), mas este registo integral das 32 sonatas que fez para a EMI, em 1992-2003, é que costuma ser considerado entre as versões de referência destas obras, ao lado das de Wilhelm Kempf, Alfred Brendel ou Paul Lewis.

[Sonata n.º 30 op. 109, gravação de 1994]

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Herbert von Karajan: Complete Recordings on Deutsche Grammophon and Decca (Deutsche Grammophon/Universal, 330 CDs + 24 DVDs + 2 Blu-rays)

Herbert von Karajan: Complete Recordings on Deutsche Grammophon and Decca (Deutsche Grammophon/Universal, 330 CDs + 24 DVDs + 2 Blu-rays)

Esta não se enquadra no conceito de “caixa económica” – é uma edição de luxo, limitada e numerada, que se anuncia como “a maior caixa [de discos] da história” e o seu alvo serão antes os coleccionadores e, mais precisamente, os coleccionadores com espaço nas estantes.

A caixa encerra tudo o que o maestro Herbert von Karajan (1908-1989) gravou para a Deutsche Grammophon (uma relação que começou em 1938!) e, em menor proporção, para a Decca (mas não tudo o que Karajan gravou, pois também deixou discografia na EMI e na RCA Victor). Além de retomar muito do material anteriormente reeditado em caixas parcelares pela DG, há nela raridades, como as primeiras gravações dos anos 30 e 40 (6 CDs) e gravações para a rádio dos anos 40 (2 CDs). Note-se que os 2 Blu-rays não contêm imagens, mas gravações de alta resolução (24 bit/96 KHz) do seu primeiro ciclo das sinfonias de Beethoven para a DG (1963) e de O Anel do Nibelungo.

[IV andamento da Sinfonia n.º 9 de Beethoven, na gravação de 1977, com a Filarmónica de Berlim]

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Georg Solti: Solti/Chicago: The Complete Recordings (Decca/Universal, 108 CDs)

Georg Solti: Solti/Chicago: The Complete Recordings (Decca/Universal, 108 CDs)

A parceria entre o maestro húngaro Georg Solti (1912-1997) e a Orquestra Sinfónica de Chicago não foi tão longa e célebre como a de Herbert von Karajan com a Filarmónica de Berlim, mas os frutos que gerou não foram menos numerosos e suculentos.

Solti nasceu em Budapeste numa família judaica, numa altura em que o regime conservador do almirante Horty (que mais tarde se aliaria a Hitler) fazia pressão para “hungarizar” os judeus – e foi assim que o seu nome de família mudou de Stern para Solti. O jovem György estudou na Academia Ferenc Liszt de Budapeste, onde teve como professores Béla Bartók e Erno Dohnányi, prosseguiu os estudos na Alemanha, de onde regressou em 1933 (devido à ascensão de Hitler) e estreou-se como maestro em 1938. Após a II Guerra Mundial, dirigiu a Ópera Estatal da Baviera, em Munique, e firmou contrato com a Decca em 1946, associação que seria longa e frutuosa. Após dirigir a ópera de Frankfurt e a Companhia de Ópera de Covent Garden, Solti assumiu em 1967 a direcção da Orquestra Sinfónica de Chicago, cargo que ocuparia até 1991. Continuou a dirigir a OSC regularmente até à sua morte em 1997, dando um total de 999 concertos e produzindo numerosas gravações de referência, agora reunidas nesta caixa. Entre elas estão os ciclos integrais das sinfonias de Beethoven, Brahms, Bruckner e Mahler.

[I andamento da Sinfonia n.º9 de Mahler]

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Leonard Bernstein: Leonard Bernstein Remastered (Sony Classical, 100 CDs)

Leonard Bernstein: Leonard Bernstein Remastered (Sony Classical, 100 CDs)

Leonard Bernstein (1918-1990) não só foi um notável maestro como também se distinguiu como compositor e como divulgador. Esteve à frente da Filarmónica de Nova Iorque entre 1958 e 1969, onde contribuiu para a redescoberta de Mahler pelo público americano, e dirigiu orquestras um pouco por todo o mundo, deixando um impressionante acervo de gravações.

Em 2014 e 2016 a Deutsche Grammophon já tinha editado duas caixas (de 60 e 64 CDs, respectivamente) com as gravações do maestro americano (e para Fevereiro de 2018 anuncia-se uma caixa de 158 CDs com todos os registos do maestro para a DG e Decca), mas a Sony também detém um importante acervo: as gravações para a Columbia das décadas de 40, 50 e 60, que ressurgem agora em edição restaurada e remasterizada. Nelas dirige obras suas, o inevitável Mahler e um ramalhete de compositores que vai de Vivaldi a Gershwin.

[Rhapsody in Blue, de George Gershwin, com a Columbia Symphony Orchestra e Leonard Bernstein (piano e direcção), 1959]

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Maria Callas: Live: Remastered Recordings 1949-1964 (Warner Classics, 42 CDs + 3 Blu-rays)

Maria Callas: Live: Remastered Recordings 1949-1964 (Warner Classics, 42 CDs + 3 Blu-rays)

A mais famosa cantora de ópera do século XX nasceu em 1923, em Nova Iorque, no seio de uma família grega e foi baptizada como Anna Maria Sophia Cecelia Kalogeroupoulou. A separação dos pais fez com que a mãe regressasse à Grécia e levasse a filha consigo. A estreia em palco deu-se em 1942, em Atenas, e no final dos anos 40, com a ajuda de Giovanni Battista Meneghini, que assumiu a gestão da sua carreira e se tornou no seu primeiro esposo, ascendeu rapidamente no firmamento operático, que a levou a firmar um contrato exclusivo com a EMI em 1952. A década de 1950 é aquela em que está no zénite da pujança vocal, tendo rubricado interpretações antológicas, entre as quais está a célebre “Traviata de Lisboa”, gravada no Teatro Nacional de São Carlos a 27 de Março de 1958, sob a batuta de Franco Ghione.

A “Traviata de Lisboa” faz parte desta caixa que foi lançada em Setembro de 2017, assinalando o 40.º aniversário da morte da diva e funciona como complemento à caixa Maria Callas Remastered, que reúne em 69 CDs as suas gravações de estúdio entre 1949 e 1969. As gravações ao vivo naquele tempo dificilmente têm qualidade sonora comparável com as gravações de estúdio, mas algumas interpretações têm uma electricidade que dificilmente se gera em estúdio e, para mais, a nova caixa contém 12 óperas que Callas nunca registou em estúdio, bem como cinco récitas de óperas completas em Blu-ray.

[“Ah Fors’è Lui... Sempre Libera”, de La Traviata, de Verdi, na versão gravada em Lisboa em 1958]

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Luciano Pavarotti: The Complete Operas (Decca/Universal, 101 CDs)

Luciano Pavarotti: The Complete Operas (Decca/Universal, 101 CDs)

Se Maria Callas é a cantora mais famosa do século XX, Luciano Pavarotti (1935-2007) ocupa posição similar entre os cantores. Nasceu numa família modesta – o pai era padeiro, a mãe trabalhava numa fábrica de charutos – e durante algum tempo considerou a carreira de guarda-redes. A sua instrução musical foi tardia e pouco formal, mas as suas qualidades naturais suplantaram rapidamente essas deficiências. Estreou-se no placo da ópera em 1961 e em 1963 já a carreira seguia a todo o vapor, graças à associação com a soprano Joan Sutherland e o seu esposo, o maestro Richard Bonynge. A sua associação com a Decca iniciou-se em 1966, com uma Beatrice di Tenda (com Sutherland e Bonynge) e terminou, no que a gravações integrais de óperas diz respeito, em 1996, com I Lombardi alla Prima Crociata, dirigida por James Levine. É esse vasto legado que preenche este robusto paralelepípedo lançado pela Decca.

[“Che Gelida Manina”, de La Bohème, de Puccini, na gravação de 1972 com a Filarmónica de Berlim e Herbert von Karajan]

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Amadeus Quartet: The Complete Recordings on DG (Deutsche Grammophon/Universal, 70 CDs)

Amadeus Quartet: The Complete Recordings on DG (Deutsche Grammophon/Universal, 70 CDs)

O Amadeus Quartet formou-se em 1947 em Londres, reunindo Norbert Brainin (violino), Siegmund Nissel (violino) e Peter Schidlof (viola), três jovens judeus austríacos que acharam prudente deixar o país quando Hitler o anexou em 1938, ao violoncelista britânico Martin Lovett.

O quarteto dissolveu-se 40 anos depois, com a morte de Peter Schidlof, deixando um notável legado discográfico, iniciado em 1951 e que inclui uma parte substancial da música de câmara de Beethoven, Brahms, Dvorák, Haydn e Mozart, Schubert, bem como Britten, Smetana e Tchaikovsky.

Entre os músicos que colaboraram nas gravações do quarteto estão os pianistas Clifford Curzon, Emil Gilels, Christoph Eschenbach e Benjamin Britten e os clarinetistas Karl Leister e Gervase de Peyer

[Quarteto de cordas op.76 n.º 3, de Haydn]

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Haydn: 25 Quartetos de cordas (Warner Classics, 7 CDs)

Haydn: 25 Quartetos de cordas (Warner Classics, 7 CDs)

O quarteto de cordas Pro Arte, fundado em Bruxelas em 1912 por Alphonse Onnou e Laurent Halleux (violinos), Germain Prévost (viola) e Robert Maas (violoncelo), foi o primeiro a lançar-se na intimidante empresa de registar os 68 quartetos de Haydn, mas a II Guerra Mundial interrompeu o projecto antes de chegar a meio. Os 25 quartetos gravados em 1931-38 surgem agora em edição remasterizada. A qualidade de som é, dada a vetusta idade, fraca, pelo que é uma caixa para coleccionadores de edições históricas.

[Quarteto de cordas op.20 n.º 5, de Haydn, gravação de 1934]

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