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Fotografia: Duarte DragoMAAT

Queda de parte do tecto obriga MAAT a fechar “nos próximos tempos”

Por
Hugo Torres
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O mau tempo destruiu parcialmente o tecto falso da entrada do museu da Fundação EDP. Estragos ainda estão por avaliar.

A depressão Elsa está a deixar marca um pouco por todo o país e Lisboa não é excepção. Nesta quinta-feira ao final do dia, a chuva intensa e os fortes ventos que se sentiram junto ao Tejo fizeram desabar parte do tecto falso que cobre a entrada principal do MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, em Belém. O que vai obrigar a manter a estrutura encerrada por tempo indefinido.

O acesso foi vedado ainda esta noite, do lado do rio, e o espaço deverá permanecer de portas fechadas “nos próximos tempos”, ficou a saber a Lusa junto de fonte da Fundação EDP, que detém o museu. O plano de acção imediato passa por avaliar os estragos e depois proceder à recuperação do que ficou destruído – aparentemente, uma secção das placas de gesso (pladur) na parte inferior da pala.

A MAAT tem em agenda oito exposições, visitas guiadas e um leque de actividades pensadas para a época festiva. O museu foi inaugurado há pouco mais de três anos. O projecto de arquitectura da britânica Amanda Levete tornou-se num dos edifícios da década que agora termina, em Lisboa. Ao lado, e a funcionar em articulação, encontra-se a Central Tejo; do lado de cá da estrada, fica o também novo Museu dos Coches (uma ligação que é feita por uma ponte pedonal estreada em Setembro).

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