Museus e monumentos a não perder em Belém

É uma das zonas de Lisboa mais solicitadas pelos turistas. Siga os museus e monumentos que sugerimos
MAAT
Fotografia: Arlindo Camacho
Por Francisca Dias Real e Maria Ramos Silva |
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De antigos coches a peças modernas, de edifícios que se perdem nos tempos a estruturas que ainda cheiram a fresco em Lisboa – então agora que já inaugurou a ponte pedonal do MAAT, mais ainda. Reserve um tempo na sua agenda para explorar a zona e arredores que é um verdadeiro epicentro cultural – como há poucos em Lisboa , isto porque há muito mais para além dos pastéis de Belém. 

Siga o nosso roteiro de museus e monumentos, e faça o favor de compor a ordem da visita a seu gosto. 

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Museus em Belém

Actividades para crianças no Museu Berado
©Museu Berardo
Museus

Museu Colecção Berardo

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Vai ficar mais uns anos no Centro Cultural de Belém, depois de algum pára-arranca no final de 2016, ano em que recebeu mais de um milhão de visitantes. A viagem pelos principais movimentos artísticos dos séculos XX e XXI inicia-se com Tête de Femme, uma pintura cubista de Pablo Picasso, e estende-se por cerca de 1000 obras de mais de 500 artistas, entre os quais Marcel Duchamp, Piet Mondrian, Francis Bacon, Andy Warhol, Sol LeWitt, Fernando Botero e Andreas Gursky.

Maat open day
©DR
Museus

MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia

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Projecto da Fundação EDP, o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia já está mais do que consagrado nas iniciais MAAT. As suas formas arquitectónicas marcaram o ano de 2016 na cidade, justificando frutíferas romarias à zona de Belém. Afinal, mais que não fosse, aquela estrutura assinada pela britânica Amanda Levete e o pôr-do-sol em fundo ficam mesmo a matar numa foto para partilhar nas redes. Claro que a visita não deve terminar aqui, recomendando-se que consulte as exposições programadas na agenda.

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Museus

Museu Nacional de Etnologia

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É perfeito para seguidores da história da antropologia portuguesa e ainda por cima tem uma vista fabulosa sobre o rio Tejo. Fica no Restelo, por cima do estádio d’Os Belenenses, e inclui uma exposição permanente com sete núcleos temáticos. O bilhete de entrada dá também acesso às reservas visitáveis (visita guiada), casos da Galeria de Vida Rural (diariamente às 10.30 e às 14.30) e da Galeria da Amazónia (diariamente às 11.30 e às 15.30). O museu tem cerca de 40 000 objectos, entre doações e recolhas próprias.

Museu nacional dos coches
©MNCoches
Museus

Museu Nacional dos Coches

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É uma colecção única no mundo e agora respira melhor desde que em 2015 passou para um novo edifício na Avenida da Índia, a poucos metros do antigo Picadeiro Real, a primeira morada dos coches a partir de 1905, onde ainda existe um núcleo expositivo. Quase desde a sua fundação que se sentia a necessidade de um espaço maior, o que só aconteceu mais de 100 anos depois. O primeiro coche a entrar no novo museu foi o landau do Regicídio, talvez o mais icónico da colecção composta por viaturas de gala e de passeio dos séculos XVI a XIX, provenientes da Casa Real Portuguesa, Igreja e colecções particulares.

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Museus

Museu da Presidência da República

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Olhando para a actual presidência, museologia é tudo o que talvez não venha à cabeça. Se não andar entretido na rua a tentar tirar uma selfie com o professor Marcelo Rebelo de Sousa, aproveite para visitar o Museu da Presidência. Este vive de uma exposição tradicional de peças de colecção com sistemas interactivos de informação e conhecimento. O percurso inicia-se com os símbolos nacionais e termina numa abordagem dos poderes, funções e actividade dos Presidentes.

Museu Nacional de Arqueologia
©MNA IMC
Museus

Museu Nacional de Arqueologia

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Foi fundado em 1893 por José Leite de Vasconcelos, e o acervo, alojado no Mosteiro dos Jerónimos, reúne as suas colecções iniciais, bem como as de Estácio da Veiga. A estas somaram-se muitas outras, casos das colecções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, ou das colecções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes. Outras aqui chegaram por doação ou legado de coleccionadores e grandes amigos do museu, como Bustorff Silva, Luís Bramão e Samuel Levy.

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Museus

Museu de Arte Popular

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A boa nova, ainda que a meio gás, chegou em Dezembro, quando o Museu de Arte Popular reabriu portas. Esteve encerrado, deu brado quando um movimento de cidadãos se opôs ao seu desaparecimento da paisagem de Belém e da cidade de Lisboa, e por fim voltou a dar um ar de sua graça. Apresenta-se sem as colecções etnográficas originais, recolhidas por António Ferro durante o Estado Novo, e pretende valer-se de exposições mais pequenas.

Monumentos em Belém

Torre de Belem
© Lydia Evans / Time Out
Atracções

Torre de Belém

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Considerado um dos monumentos mais expressivos da cidade de Lisboa, a Torre de Belém começou por ser uma estrutura de defesa da barra do Tejo e hoje é um ícone da arquitectura do reinado de D. Manuel I. Classificada em 1983, como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi eleita em 2007 uma das Sete Maravilhas de Portugal.

Mosteiro dos Jerónimos
Fotografia: Arlindo Camacho
Atracções

Mosteiro dos Jerónimos

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Mandado erigir pelo rei D. Manuel I em memória do Infante D. Henrique, é Monumento Nacional desde 1907 e Património Cultural da Humanidade desde 1983. Edificado no século XVI, foi na altura doado aos monges da Ordem de São Jerónimo, em 2016 ganhou o estatuto de panteão nacional. Na igreja do mosteiro (Igreja de Santa Maria de Belém) encontram-se, entre outros, os túmulos de Luís de Camões, Vasco da Gama e do rei D. Sebastião, cujos restos mortais foram trazidos por D. Filipe I numa tentativa de aniquilar o mito sebastianista. Mas são poucos os que acreditam que se trata efectivamente do corpo do rei desejado.

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Padrão dos descobrimentos
Fotografia: Arlindo Camacho
Atracções

Padrão dos Descobrimentos

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Não há quem passe por ali que não aproveite para tirar uma foto básica para as redes sociais, com o Infante D. Henrique. Erguido pela primeira vez em 1940, de forma efémera e integrado na Exposição do Mundo Português, e só em 1960, por ocasião da comemoração dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique, o Padrão é reconstruído em betão para ficar de pedra e cal por Belém. Por fora, uma caravela faz-se ao mar, levando à proa o Infante e alguns dos protagonistas, no total são 33 figuras. Por dentro, pode sempre visitar a exposição permanente sobre a aventura marítima portuguesa ou as temporárias que vão inaugurando.

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©DR
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