O que tem de saber sobre o Cantinho do Avillez no Parque das Nações

José Avillez abriu o terceiro Cantinho do Avillez no Parque das Nações. Saiba o que pode comer, beber e as diferenças para os outros Cantinhos.
Cantinho do Avillez (©Arlindo Camacho)
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Cantinho do Avillez (©Arlindo Camacho)
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o chef José Avillez (©Arlindo Camacho)
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Moqueca (©Arlindo Camacho)
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Cantinho do Avillez (©Arlindo Camacho)
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Por Inês Garcia |
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Desde Dezembro, o chef José Avillez já abriu seis espaços na cidade – três restaurantes no moderno e renovado food court do El Corte Inglés, a Pitaria, no Chiado, a Cantina Zé Avillez, no Campo das Cebolas e agora este terceiro Cantinho do Avillez, o restaurante com que se estreou no Chiado em 2011.

“Têm sido meses intensos”, ri-se o chef, sentado à mesa do seu mais recente espaço, no dia da abertura oficial ao público, depois de uma semana em soft opening. “Cinco meses, seis restaurantes. Nunca achei que fosse possível. Aliás, depois de termos aberto os primeiros quatro restaurantes há uns anos, achei que era impossível voltar a fazer isto assim. Só é possível por causa da equipa”, reforça.

Ao contrário do Cantinho do Avillez no Chiado – e do Cantinho do Avillez do Porto, que abriu com outras nuances em 2014 –, este tem 170 lugares, divididos entre salas interiores e esplanada com vista para o Tejo, todo decorado num tom terra, num projecto assinado por Joana Astolfi. “O ambiente é bastante diferente, também por características físicas do espaço mas mantivemos o conceito. Temos alguns pratos tradicionais do Cantinho mas também novidades. É a mesma linha, uma cozinha portuguesa com influências de viagens”, explica.

Entre as novidades da carta estão o ceviche de vieiras marinadas em leite-de-tigre com batata-doce e abacate (9€), os tacos al pastor, com carne de porco com molho de malagueta chipotle servida numa tortilha de milho (7€). Nos pratos principais há uma moqueca brasileira de corvina e camarão com amendoim, servida com um tachinho de cobre com arroz (14€) ou um tagliatelle com gambas, malagueta e manjericão (14,50€). Mantêm-se os clássicos do Cantinho do Avillez, como as lascas de bacalhau com migas soltas, ovo a baixa temperatura e azeitonas explosivas (18,25€), os carabineiros do Algarve com molho thai (39,50€), o porco alentejano com batata frita, farofa e feijão-preto (19€) ou o prego México-Lisboa, com tiras de bife do lombo, tortilhas caseiras, guacamole, maionese de chipotle, cebola roxa e coentros (12,50€). Nas sobremesas está, claro, a sobremesa Avelã3, celebrizada no primeiro restaurante.

“Estamos a arriscar áreas mais desconhecidas”, admite Avillez, que se estendeu do Chiado para o Campo das Cebolas e agora para o Parque das Nações – já tem outro restaurante na calha em Cascais, onde comprou o antigo Lucullus (no Porto, a abertura do Mini Bar está para breve). “Abrimos o Cantinho no Chiado há sete anos e na altura aquilo era uma rua totalmente deserta, muita gente dizia que ia ser um buraco. Aqui estamos mais ou menos na mesma altura. Não sei se vai crescer como o Chiado cresceu, mas temos esta proximidade com o rio como vantagem também”, diz.

Com tanto restaurante e já a empregar mais de 500 pessoas, o chef admite que não consegue já passar tanto tempo a cozinhar mas cozinha “muito mentalmente”. “Penso muito em cozinha, nas combinações, relações com as quantidades, equilíbrios, temperaturas. Isso fascina-me muito”, acrescenta.

Até ao final de 2018, há mais restaurantes na calha e o mais provável é abrirem quase de um dia para o outro aos olhos do comum mortal. “A não ser que haja uma fuga de informação”, ri-se o chef. Em entrevista à Time Out no final de Março, Avillez confirmou a um novo projecto de cozinha étnica, à semelhança da Cantina Peruana no seu Bairro do Avillez, com Diego Muñoz. É esperar.

Rua do Bojador, 55 (Parque das Nações). Seg-Sex 12.00-15.00/19.00-00.00, Sáb-Dom 12.00-00.00.

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Fotografia: Arlindo Camacho
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