Restaurante, Hamburgueria, Blue Jeans – Burger and Bar
©Duarte Drago | Six baby do Blue Jeans
©Duarte Drago

Os melhores restaurantes em Oeiras

Dar uma voltinha na marina e ir do Alentejo a Macau: há muitas viagens para fazer nos melhores restaurantes em Oeiras

Publicidade

Passar o dia a saltar de praia em praia citadina e aproveitar para comer como deve ser? Confere. Passar umas horas no Parque dos Poetas de barriga para o ar e fechar a tarde com uma barrigada de dim sum como deve ser? Fácil. Espreitar o Palácio do Marquês e encontrar a saída dos jardins labirínticos num ensopado de borrego como deviam ser todos? Com certeza. Meta-se no comboio ou apanhe a marginal e vá à confiança. Preparámos uma lista dos melhores restaurantes em Oeiras para que nada lhe falte.


Recomendado: Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Entre na Linha e nos melhores restaurantes em Oeiras

  • Italiano
  • Oeiras
  • preço 3 de 4

É uma referência em Paço de Arcos, instalado num edifício pombalino, desde 1996. O chef napolitano Rosario Corsa está há mais de 20 anos em Portugal e diz ter vindo cá parar por amor. O menu é variado e cheio de pratos de diferentes regiões de Itália. O ambiente aconchegante, a simpatia do pessoal e a bonita esplanada no centro histórico são óptimos argumentos a favor do espaço numa altura tão delicada como esta. As pizzas são altas e fofas nas bordas, a tradicional burrata chega de Itália todas as semanas, há risotos de espargos e cogumelos (15€), de polvo e camarão (15€) e de caranguejo encontra no cardápio variadas pastas, desde o tradicional spaghetti com manteiga, parmesão e trufa negra (22€), a lasanha de beringela (15€), ou pratos de carne – são eles a cotoletta alla milanese (14€) ou o filetto masaniello (20€).

  • Oeiras

Na zona histórica de Paço de Arcos há um pequeno estabelecimento que o leva através da gastronomia até Espanha. Lá dentro, encontra pratos de inspiração galega, basca e de outras regiões do país vizinho. É uma instituição e continua a servir com qualidade clássicos como o mexilhão de vinagrete, as setas al ajillo (5,50€), a paella valenciana (24€) ou a sopa de peixe com lagosta (44€, 2/p).

Publicidade
  • Oeiras

Comer fondue a olhar para o mar tem sido a receita perfeita para manter o Marginalíssimo sempre cheio. Os menus incluem entradas, fondues, sobremesa, café e bebidas. Custam entre 23,50€ (o de carne) e 26€ (o de carne e camarão) por pessoa. No final, quando chegar a casa, não se esqueça de pôr a roupa no cesto da roupa suja: o cheiro a fritos vai consigo, tal como uma barriga bem acomodada.

  • Mexicano
  • Oeiras

É um restaurante isolado que goza de uma fama invulgar, dado o local onde está instalado. A resposta para tal fenómeno pode estar no ambiente do restaurante, com uma decoração colorida, ou na vista desimpedida que tem para o Tejo. Por outro lado, a comida, com tacos (a partir de 14,80€), ceviches (a partir de 6,30€) e chili com carne (14,20€) são outros dos chamarizes. E, claro, as margaritas (a partir de 5,50€) e os mojitos (5,90€) sempre a saírem. Se for o dia do seu aniversário e se se fizer acompanhar de outra pessoa, o restaurante oferece-lhe a refeição.

Publicidade
  • Belém
  • Recomendado

Tomoaki Kanazawa abriu, no final de 2015, o restaurante com que sempre sonhou: oito lugares apenas, cozinha japonesa de degustação, sazonalidade e proximidade com os clientes. Em meados de 2017, voltou para o Japão e deixou a cozinha nas mãos de Paulo Morais, conhecido chef da nossa praça. Com 30 anos de carreira, é o português que há mais tempo trabalha a cozinha japonesa. Começou em 1990, num restaurante japonês no Tamariz, passou pelo Midori, do Penha Longa, e pelo extinto Bica do Sapato, antes de abraçar o Umai e o Rabo de Pêxe, em Lisboa. Além dos jantares, há menus de almoço entre os 20 e os 40€. Para este mês, Paulo Morais irá servir sukiyaka aos almoços – um fondue japonês com carne wagyu. Convém notar que o chef mantém a filosofia original do restaurante, com menus criativos que mudam todos os meses. Há quatro, entre os 60€ e os 150€. Prepare-se para uma experiência única inspirada na cozinha kaiseki, o equivalente ao fine dining ocidental.

  • Oeiras
  • Recomendado

Saiba de antemão que nesta casa o que é bom vem do mar, e que tem de ser cozinhado à maneira tradicional portuguesa. Neste clássico de Paço de Arcos, além do bom marisco – se não souber o que pedir, aposte nas amêijoas e nas santolas –, têm iguarias típicas como o robalo no capote, a açorda de gambas (31€, 2 pessoas) ou o arroz de lagosta (34€). Para pratos menos convencionais, a carta oferece umas gambas panadas com arroz de alho (21,50€) ou o bife do lombo em folhado à General Wellington (24€). O serviço, esse, é eficiente e atencioso, como se quer.

Publicidade
  • Cervejarias
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Depois de décadas à frente do Klass Bar, também em Paço de Arcos, Rui Barbosa olhou para este edifício, que já foi casa de um restaurante e de um banco, e pensou que seria o local perfeito para um estabelecimento de petiscos. Os amigos, contudo, disseram-lhe que o que faltava mesmo na zona era uma marisqueira – e assim nasceu a Praia Velha. O lingueirão à Bulhão Pato (15€), a sapateira (27,50€/kg) ou o camarão de Moçambique cozido (41€/kg) escorregam melhor com uma cerveja gelada.

  • Japonês
  • Oeiras
  • Recomendado

Tomoaki Kanazawa deixou a sua herança em Lisboa, tanto que tem dois restaurantes com o seu nome. O Tomo foi a sua primeira morada em nome próprio, um sítio onde muitos iam para o ver ao balcão a manejar a faca e criar. Antes de regressar ao Japão, passou-o aos antigos colaboradores, que seguiram a sua linha tradicional e ainda é um sítio onde se comem dos melhores pratos ao estilo Edomae em Lisboa. Há menus de almoço a partir dos 14€, que vão até aos 22€.

Publicidade
  • Português
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Em Caxias encontra um restaurante em que a veracidade da cozinha alentejana é objecto de extrema devoção. As doses são fartas, o atendimento acolhedor. O cardápio anda à volta de sabores da região e de pratos de grelha. A sopa de beldroegas com queijo e ovos escalfados (12,50€), o arroz de cabidela de frango do campo (12,90€) ou o arroz de lebre malandrinho são algumas das iguarias no cardápio. Mas há mais: o cozido de grão, a sopa de cação ou o cabrito assado vão figurando no menu. Quer um conselho? Vá com fome.

  • Oeiras

Nesta casa na zona residencial de Oeiras, meio escondida de baixo de umas arcadas, a palavra de ordem é petiscar. António e Fernando Leão, pai e filho, têm aqui um balcão e pouco mais de uma dezena de mesas onde se servem porções pensadas para encher a mesa e partilhar. Há um bacalhau fumado com queijo de ervas, há salmão marinado com hummus de beterraba e há frigideiras com moelas, lulinhas e ovos escalfados ou tiras de novilho; além disso, tem uma lista de pratos vegetarianos e, claro, tábuas. Tudo acompanhado com o vinho com o nome da casa.

Publicidade
  • Hambúrgueres
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Fernando Matos e Marina Alonso olhavam com insistência para o prédio da Rua Costa Pinto à procura de inspiração para o nome do espaço. Encontraram-na na cor das paredes. Os proprietários da Casa Galega, que fica a uns metros, pensaram num conceito para clientes mais jovens e criaram esta hamburgueria e bar. A carta é longa mas, para não se perder, damos uma ajuda: peça o six baby (19,50€), um tabuleiro que junta seis hambúrgueres da carta em miniatura com batatas fritas. Ideal para partilhar.

  • Português
  • Oeiras
  • preço 3 de 4
  • Recomendado

Antes de se lançar neste projecto em Junho de 2020, Hugo Dias de Castro passou pela Casa da Dízima e pela Casa de Pasto, em Lisboa. N’O Pastus é posta em prática “uma cozinha de mercado e de proximidade”, assegura o chef. O peixe chega-lhe pela mão de Quim, afamado pescador da zona. Os enchidos, queijos, frutas e legumes são-lhe assegurados pela Dona Rosa, comerciante veterana do Mercado de Paço de Arcos. De há um ano para cá, em Oeiras, dedica-se a praticar uma cozinha com técnica, que revisita o passado “mas sem grandes floreados”. Prova disso, exemplifica, é a aposta num prato tão típico como o bacalhau, em que a azeitona é desconstruída numa pasta e colocada sob a batata palha, exemplificando bem o que Hugo quer transmitir. Que um prato banal do quotidiano pode ser executado com modernidade. Mas há mais: seja um tártaro de lírio dos Açores (13€) ou uma empada de perdiz e mexilhão em escabeche (8€).

Publicidade
  • Pizza
  • Oeiras

Mesmo no centro da vila de Oeiras, a Salti Vera Pizza pode facilmente passar despercebida, já que fica numa rua estreita e sem grande movimento. O espaço em si é pequeno, com uma primeira sala onde se encontra o forno a lenha, uma espécie de mezzanine e ainda um pequeno pátio. No menu encontra aperitivos e saladas, pratos de massa, pizzas variadas de massa artesanal e sobremesas, tudo feito “com ingredientes de alta qualidade e produzidos exclusivamente em Itália, como a mozarela de bufala ou a burrata di Puglia”.

  • Bares
  • Oeiras
  • preço 2 de 4

Não tenha medo das travagens bruscas. Este comboio não sai do sítio e tem as portas sempre abertas para quem quiser embarcar. Há lugar nos sofás junto às janelas da carruagem ou na esplanada, onde até os cães são bem-vindos. O bar foi renovado no Verão de 2018 e, além de cocktails e sumos, passou a ter hambúrgueres em bolo do caco.

Publicidade
  • Frutos do mar
  • Oeiras

É uma popular cervejaria/ marisqueira de Algés com mais de 50 anos. Tem sempre óptimos mariscos e, na devida época, até tem o raro camarão da Quarteira (de rabo azul). Em tempos garantiu à Time Out que há sempre percebes na lista, não interessa quão bravo está o mar, já que trabalha com vários fornecedores. Mas antes de se encher de marisco, tenha em conta dois factores: os salgados de entrada são divinais, as carnes idem. E agora?

  • Português
  • Oeiras
  • Recomendado

Todos sabemos como se come de norte a sul de Portugal: muito, e muito bem. N’O Caçador também é assim: as especialidades tradicionais chegam à mesa em doses monumentais e bem apuradas. Destaque para os arrozes (de coelho, bacalhau ou lingueirão).

Publicidade
  • Português
  • Oeiras

Por mais restaurantes étnicos que apareçam em Lisboa, ainda há uma pontinha de orgulho em cada um de nós que vem ao de cima quando se fala de um restaurante português de comida tradicional. Este Farol da Torre, casa minhota em Linda-a-Velha, é um daqueles que não gostaríamos de ver trocados nem por uma estrela Michelin. Tem peixes e carnes na brasa, algumas especialidades de forno, bons pratos de caça, lampreia na devida época e até caracóis para picar nos meses de Verão. Às quintas há cozido com carnes fumadas.

  • Português
  • Oeiras

A Confraria do Polvo em Oeiras tem polvo para todos os gostos, mesmo para aqueles que não gostam do nobre molusco. Para esses há pratos sem polvo como lasanha ou lombo de porco à Confraria com batata no forno. Instalado em pleno centro histórico de Oeiras, num espaço acolhedor, simples e familiar, é especialista nas saladas, ceviches, rissóis e pataniscas de polvo. Caso ainda haja espaço para mais tentáculos, avance para os filetes ou para a feijoada, vire para o polvo à Confraria ou à lagareiro e dê a volta no caril ou no polvo à minhota.

Publicidade
  • Oeiras
  • Recomendado

O nome foi herdado de um imposto medieval. Era neste edifício, que mantém a traça originária do século XV, que era cobrado a quem desembarcava no porto mais próximo. Há muitos clássicos na carta, mas peça as gambas de Moçambique em massa kataifi sobre risoto maracujá (18,50€). As gambas são marinadas e envoltas em massa kataifi; o risoto é Carnaroli, originário do Norte de Itália. É cozido num caldo de legumes e depois acrescenta-se o maracujá fresco e em polpa. O mais importante é o queijo: usa-se parmigiano reggiano com 24 meses de cura. Do lado dos doces, há cornetos estaladiços de pastel de nata com gelado de canela (6,50€) e mil-folhas de framboesas frescas com creme mascarpone para provar (7€). O melhor fica para o fim, ou para o topo, melhor dizendo. Tudo pode ser servido no terraço com 60 lugares e vista para o oceano.

  • Hambúrgueres
  • Oeiras
  • preço 1 de 4

São hambúrgueres artesanais portugueses. Daí que se inspirem nas várias regiões do país: o de Portalegre tem ovos mexidos com farinheira (7,45€), o do Porto tem, naturalmente, molho de francesinha (9,95€), o de São Miguel é servido com queijo da Ilha (8,95€) e o de Seia com queijo da Serra (8,45€). Para os fãs de tomatada alentejana com chouriço há o Alentejo (7,95€). E isto tudo com pão de brioche, bolo lêvedo ou bolo do caco. Tem ainda a opção de fazer o seu próprio hambúrguer de carne, peixe ou vegetariano e juntar os ingredientes que bem entender.

O melhor de Cascais

  • Coisas para fazer

Desde o primeiro dia que Cascais é um ponto cardeal na atenção da Time Out que se diz de Lisboa. É por isso que procuramos estar atentos a tudo o que por ali nasce de novo. Vai daí, pusemo-nos em linha e corremos as capelinhas todas para reunir tudo o que há de novo, isto porque não queremos que lhe escape nada. Fica a meia hora de Lisboa e tem algumas boas novidades para descobrir, das lojas aos restaurantes. Siga as nossas pistas e rume à linha para ver o que há de novo em Cascais.

  • Coisas para fazer

O que é que toda a gente sabe sobre Cascais? Que tem praias para todos os gostos, que tem óptimos restaurantes (principalmente para comer peixe), que tem uma agenda cultural muito animada e que está sempre a surpreender com novidades que vale a pena visitar. O que é que (quase) ninguém sabe sobre Cascais? Que teve a primeira ferrovia do país, que tem um relógio do sol em pleno Paredão e que continua a ser a morada do Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, que preferiu manter-se no centro da vila do que mudar-se para a residência oficial em Belém. 

Juntámos dez curiosidades sobre Cascais para enriquecer a cultura geral de todos os que gostam de ir até ao fim da linha para mergulhar e comer bem. 

Recomendado
    Últimas notícias
      Publicidade