Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Fizemos-lhe uma lista com os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa onde comer bom peixe e inspirar maresia.
Restaurante Praia
Fotografia: Arlindo Camacho Um roteiro que cria água na boca
Por Catarina Moura, Mariana Correia de Barros e João Pedro Oliveira |
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O melhor que se come nesta terra chega do mar, dizem muitos, mas para comer bem é preferível não chegar muito perto dele. Restaurante onde dá para ir ao banho é, muitas vezes, sinónimo de banhada, porque quem serve com boas vistas acha por vezes que o resto é paisagem, toma o cliente por garantido e pouco cuida do que serve e da qualidade do serviço. Da Comporta à Ericeira, passando pela Linha, fomos à procura dos melhores restaurantes de praia perto de Lisboa. E percebemos que, felizmente, são cada vez mais as excepções que contrariam esta regra.


Recomendado: Os melhores restaurantes de peixe e marisco

Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Bambu Bar
Fotografia: Manuel Manso
Bares

Bambu Bar

icon-location-pin Grande Lisboa

É o último da linha de praias da Fonte da Telha, e por momentos, sentado na esplanada, o mais provável é que
 se esqueça que estamos à beira da praia–há um muro que nos separa da areia e este é quase um refúgio para quem é arrastado para a praia mas não é assim tão fã. Tem sempre uma brisa agradável e espreguiçadeiras (com consumo mínimo de 5€ por pessoa), onde pode comer refeições ligeiras, das tostas às saladas, ou optar por um peixe grelhado. Se as bolas de Berlim não chegarem a esta ponta da praia, o Bambu Bar tem uma vitrine cheia delas.

Kailua
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Kailua

icon-location-pin Grande Lisboa

É o restaurante-bar de praia mais concorrido para casamentos mas durante os meses de Julho e Agosto dedica-se aos clientes que vêm aqui para petiscar, antes, durante ou depois de um dia no areal. Esta temporada acrescentaram novidades ao menu: um ceviche de salmão (16€), outro tropical, com frutas marinadas com especiarias (9€), e um carpaccio de polvo (10€). O resto das ofertas mais clássicas mantêm-se, das amêijoas
 à Bulhão Pato (16€) para petiscar, linguini do mar com camarões selvagens e mexilhões (15€) às carnes, hambúrgueres ou saladas frescas. Há opções de pequeno-almoço, como o açaí e o iogurte e a granola, e cocktails de assinatura para os finais de tarde.

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Retiro do Pescador
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes, Português

Retiro do Pescador

icon-location-pin Grande Lisboa

Este retiro honesto na Fonte da Telha fica mesmo na praia e está aberto todo o ano. Servem bom peixe fresco – quando lá chegar e disser que é isso que quer comer, chegam-lhe com uma travessa à frente para ver o peixe do dia (vá à confiança, que se não estiver fresco avisam). Há cadelinhas, amêijoas
 e outros petiscos para começar a refeição com o pôr-do-sol no horizonte. A caldeirada à Pescador ou a massada de tamboril (35€ para duas pessoas) também são apostas seguras.

Borda D'Água
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Borda D'Água

icon-location-pin Grande Lisboa

João Carreira apresenta-se como o “beach boy” da Praia da Morena desde 1995 (ao lado, o Waikiki, na Praia da Sereia, é da sua responsabilidade desde 1986), portanto não está aqui a brincar. O Borda d’Água está aberto de Janeiro a Novembro e todas as quartas-feiras ao final da tarde começa a servir feijoada à brasileira (14€). Fora este cartão de visita, tem “os melhores petiscos da Margem Sul”, garante o responsável, e peixe grelhado do bom. Há serviço de mesa em toda a concessão, por isso pode escolher se quer comer no deck, no lounge ou nas camas.

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Praia da Princesa
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Praia da Princesa

icon-location-pin Grande Lisboa

O restaurante da Praia da Princesa renasceu há três anos. O chef 
Miguel Simões de Almeida começou por fazer a consultoria mas agora está a tempo inteiro neste espaço com um deck de cores claras. Esta temporada há mais mesas na praia e uma grande aposta nos finais de tarde com DJs, para andar sempre de cocktail na mão. A carta foca-se muito no peixe grelhado em carvão, mas tem novidades, como o tártaro de atum com guacamole e tomate cherry (13€) ou um arroz negro de choco com aioli de alho e coentros (38€ para dois) ou um chuletón basco de carne maturada (50€ para dois) para quem precisa de algo mais consistente depois de um dia de praia. Há saladas frescas e sumos de fruta natural com propriedades desintoxicantes.

Delmare Café
Fotografia: Manuel Mansoo
Restaurantes

Delmare Café

icon-location-pin Grande Lisboa

Nos dias quentes de Verão vai ter
 de esperar se quiser ficar numa
 das camas brancas com dossel esvoaçante, imagem de marca deste espaço. Mas este restaurante-bar é bastante desafogado no lounge 
e no interior, onde se pode atirar a saladinhas de polvo ou de ovas (10€), pregos de picanha no pão (7,50€), tostas e hambúrgueres. Há sumos naturais de quase todas as frutas,
 da melancia à papaia, e todos os cocktails clássicos. Tem menus de grupo para o caso de querer celebrar o Verão com os amigos.

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Casablanca Beach Lounge
Fotografia: Manuel Manso
Bares

Casablanca Beach Lounge

icon-location-pin Grande Lisboa

Organiza, desde 2011, casamentos, despedidas de solteiro ou jantares românticos. Mas o Casablanca Beach Lounge é mais do que isso e durante o dia serve especialidades como as amêijoas à Bulhão Pato (17,50€), apanhadas pelo marido da cozinheira todas as manhãs, e a acompanhar com pão torrado. Prove a sangria de espumante com morangos ou a de vinho verde e vá-se estender numa das espreguiçadeiras (se consumir mais do que 10€, pode usufruir do chapéu e cadeiras sem ter de pagar mais por isso).

Restaurante da Praia do Castelo
Fotografia: Francisco Santos
Restaurantes

Praia do Castelo

icon-location-pin Grande Lisboa

A especialidade vê-se de longe, afinal 
a grelha está ali logo à vista de todos, e por lá vão passando linguados (46€/ kg), besugos, chocos ou ovas de pescada (28€/kg). Na lista de entradas e petiscos estão lá os clássicos quase todos, dos pipis (o prato é a 6,50€) ao choco frito (12,50€), portanto é só escolher a sua receita preferida.

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Choco Frrito
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Choco Frrito

icon-location-pin Grande Lisboa

A primeira temporada desta barraquinha de Choco Frrito foi o ano passado e correu tão bem que voltaram e cheios de novidades, que isto do choco frito não é nada básico. Francisco Poças, da escola de surf Fy, também na Praia da Saúde, aproveitou a remodelação do restaurante O Golfinho – que substituiu a tenda de praia por uma estrutura envidraçada e ganhou um deck – para chamar o amigo Nuno Mourão, da Hamburgaria 
da Parada de Campo de Ourique, para esta empreitada. Nesta casinha às riscas amarelas e brancas, a combinar com as remodeladas e modernas casas da Praia da Saúde, há uma “reinterpretação do choco frito de Setúbal”, explica Francisco. Leva uns entalões antes ser frito e é muito macio. Há na versão mais tradicional (em balde pequeno ou grande, 6€ ou 9€), em wrap (4,50€) ou choqrretes, uma espécie de croquete de choco com tinta (1,20€ cada). A acompanhar, claro, com batatas fritas, maionese caseira com ou sem picante, imperial ou limonada.

Sentido do MAr
©DR
Restaurantes

Sentido do Mar

icon-location-pin Grande Lisboa

Fica no paredão da Costa, na linha do Barbas, o restaurante do benfiquista ferrenho, e aqui é o sushi que está em sentido. Existe a versão mais tradicional e combinados de fusão (a partir de 14€), mas também propostas para quem não é fã do peixe cru. Nesse campeonato é boa ideia atirar-se aos lagartos (12,50€) ou à tábua mexicana (15€).

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Leblon
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Leblon

icon-location-pin Grande Lisboa

Pede emprestado o nome ao bairro do Rio de Janeiro e traz o ambiente carioca para a esplanada, com chapéus de palha e palmeiras a emoldurar a praia. O menu é do pequeno-almoço ao final da tarde: tem taças de fruta com iogurte ou açaí (a partir de 7,5€), senhores hambúrgueres de picanha (9,5€), carne de vaca, frango e farinheira ou salmão (8,75€), pratos mais tradicionais, como o arroz de polvo e os mais asiáticos nasi gorengs, um arroz negro frito ora com camarão, ora com frango (16€). As tostas, saladas e petiscos, do pica-pau às gambas na frigideira, também lá estão. Só fecha em Janeiro e durante os meses de Inverno serve cozido à portuguesa em formato buffet aos sábados e domingos (20€).

Koa
Fotografia: Duarte Drago
Restaurantes

Koa

icon-location-pin Grande Lisboa

O novo café da Costa da Caparica entrou ali naquele limbo entre o saudável e o instagramável, com opções de pequeno-almoço e brunch a qualquer hora do dia. O menu de brunch (13€) inclui café ou chá, sumo do dia, uma taça de iogurte com fruta e granola, tosta de abacate, bacon
e ovo ou de salmão fumado e uma panqueca. Há tudo isto à carta e ainda bowls, com opções vegan e gluten free.

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Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Bar dos Gémeos
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Bar dos Gémeos

icon-location-pin Cascais

No interior deste bar gerido por dois
irmãos gémeos, há um conjunto de 
bancos e mesas de madeira assim
 ao estilo taberna. Mas aqui a comida 
é bem mais leve do que a decoração
 sugere: servem-se saladas, tostas em pão rústico, hambúrgueres (a partir de 4,85€) e cachorros (4,10€) acompanhados de sumos naturais e batidos de manga, banana e morango.

Windsurf Café
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Português

Windsurf Café

icon-location-pin Cascais

Há espreguiçadeiras viradas para o areal e até uns cadeirões suspensos, portanto este é o sítio para ficar e comer uns wraps (a partir de 7,5€), tostas e saladas ou ser mais exigente e ir para o peixe do dia (13,5€). Há também petisquinhos, como os anéis de lula salteados ou a bruschetta de rosbife, e um balcão virado para a rua que promete bebidas noite fora.

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A Pastorinha
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

A Pastorinha

icon-location-pin Cascais

Instalou-se aqui nos anos 70 e é já 
um clássico da praia de Carcavelos. Hoje tem esplanada com mesas e cadeiras de palhinha mesmo sobre a praia e um restaurante com piano-bar. Mantém o misto de peixe (53€/kg), um combinado dos peixes frescos do dia, que é coisa para empregar os esforços de quatro pessoas na tarefa. Do robalo ao sal ao peixe no pão, os pratos de mar são reis nesta casa, incluindo aqui os mariscos ao natural, fritos ou grelhados.

Villa Tamariz Utopia
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Villa Tamariz Utopia

icon-location-pin Cascais

Foi novidade em 2016 e trouxe uma esplanada cheia de pinta para o Tamariz, especialmente aos finais de tarde quando há festas ao pôr-do-sol bem animadas. A ementa do restaurante, parte do palacete-hotel do grupo Penha Longa, é de pratos
 e petiscos de base portuguesa com apresentação mais contemporânea. Dos petiscos fazem parte os ovos verdes (6€), pataniscas de polvo crocantes (6,50€), rolinhos de cavala, mostarda e ikura (4,90€) e os croquetes de novilho (2,90€). Mas para comer à colherada, ainda em jeito de entrada, há feijoada de bacalhau (6,90€), moelas (6€), saladas e mariscos acompanhados por pão tostado. Os arrozes (22€) são para duas pessoas e há malandro de marisco, de polvo e gambas ou paellas. Vá regando o dia com cocktails. Há brunch ao fim-de- semana: come um grande pequeno-almoço e segue para o areal.

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Camera
Noite

Tamariz Summer Club

icon-location-pin Cascais

Se preferir não andar a correr as capelinhas todas quando sai da praia e está uma noite de Verão daquelas, este é o sítio onde ir: o Tamariz Summer Club desdobrou-se em três e agora é restaurante, lounge e discoteca.

Opíparo
©DR
Restaurantes

Opíparo

icon-location-pin Cascais

Um restaurante de praia não tem de servir apenas peixe grelhado e marisco. E a prova disso é o Opíparo, que
 desde 2010 serve pratos de cozinha tradicional portuguesa mas reinventada, como o bacalhau fresco corado com batata doce, grelos e chutney de tomate (13,85€), o folhado de pato com maçã caramelizada em vinho da Madeira (13,30€). Como não podia deixar de ser, há sandes, tostas e petiscos para partilhar.

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Bar de Praia
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Bar da Praia

icon-location-pin Cascais

Depois de uma temporada com 
ascendência italiana, o bar da praia da 
Conceição volta a uma vertente mais clássica, com lapas, o bife de atum como 
prato da casa e saladas frescas. Além
disso, esta temporada serve um menu de pequeno-almoço completo, entre as 09.30 e as 11.30, que inclui ovos mexidos ou estrelados, waffles ou panquecas, bacon, salsichas caseiras, torrada, sumo natural, café ou chá e uma taça de fruta. Tudo para comer com os pezinhos na areia ou deitado numa espreguiçadeira, que o serviço chega até lá. Há cocktails XXL.

Camera
Restaurantes

Bar das Avencas

icon-location-pin Grande Lisboa

Este snack-bar em cima das Avencas funciona como café de apoio à praia. Tem uma esplanada sobre a praia, perfeita para aquelas horas de maior calor ou para o final da tarde sentir a brisa do mar. Servem tostas de frango ou de banana para matar a fome entre mergulhos e sumos naturais, sempre sem gastar nota grande. Nas noites quentes de Verão também é bar.

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Bar do Guincho
Fotografia: Manuel Manso
Bares, Cafés/bares

Bar do Guincho

icon-location-pin Cascais

Restaurante incontornável na vila, o Bar do Guincho recebe aqui quem gosta de almoçar um bom peixe grelhado ou petiscar em frente ao mar. Na ementa tem as obrigatórias amêijoas à Guincho (14,90€), pimentos Padrón(7€), saladas de polvo (9,90€) ou cones de batata frita (5€).

Fortaleza do Guincho - Esplanda
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Esplanada da Fortaleza do Guincho

icon-location-pin Cascais

Um restaurante estrelado como a Fortaleza do Guincho, chefiado por miguel Rocha Vieira, consegue ter lugar junto a restaurantes e snack-bars de praia A esplanada trata de lhe garantir isso mesmo, com uma ementa de snacks e outros pratos menos elaborados, que são servidos de manhã à noite com vista para o mar, e muito bem protegida do vento. Há chocos fritos com maionese de sriracha (16€), salada de polvo grelhado e batata doce de Aljezur (16€), amêijoas da Ria Formosa à Bulhão Pato (18€) ou uma club sandwich (18€).

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Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

O Búzio
©DR
Restaurantes, Frutos do mar

O Búzio

icon-location-pin Sintra

No início não era o verbo, era a taberna. Foi assim que nasceu o Búzio no final dos anos 50, para passar a cervejaria
 e restaurante na década seguinte. E é isso que pede a localização: de frente para o areal, esta casa espaçosa mantém-se do outro lado da estrada, depois de anos a ver a zona crescer. As especialidades da casa vêm todas do mar, todas boas de dividir por duas pessoas: há lagosta frita (120€/kg) ou suada por encomenda (125€/kg); açordas ou arroz de marisco (38€ e 45€), várias cataplanas e a frigideira do chefe, com garoupa, camarão, ameijoas e mexilhão (52€).

Petiscaria do Maçãs
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Petiscos

Petiscaria do Maçãs

icon-location-pin Grande Lisboa

Este vai ser o segundo Verão do Petiscaria do Maçãs, casa que ainda não fez um ano. Paulo tem uns quantos negócios no quarteirão (entre eles a discoteca) e o mais recente é este, uma sala e esplanada para comer petiscos portugueses, como as amêijoas à Bulhão Pato (12€), as saladas de polvo (4,75€), caracóis e moelas (4,50€ cada) ou espargos com presunto (5,90€), conservas (a partir de 2,50€) e carne maturada. É Paulo que se ocupa de grelhar as carnes (algumas maturadas na casa) no MiBrasa, um forno e grelhador muito semelhante
 ao Josper. Um bom exemplo do que pode fazer esta alfaia é o prego de vazia maturada (6,90€).

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Neptuno
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Neptuno

icon-location-pin Sintra

De imprensa percebe o Neptuno, que já correu mundo na tinta dos jornais
— das crónicas de Miguel Esteves Cardoso às reportagens do The New York Times. Há razões para isso, além do que se serve à mesa e da vista sobre a praia e o mar. A sua história é igualmente boa: está ali desde o século XIX, quando foi aberto pelo bisavô de Nuno Jorge, que hoje está à frente deste restaurante. Se o dia é de festa, o melhor é pedir o robalo à Bulhão Pato, que se come com um certo preceito: primeiro vem o peixe com batata, cenoura e ovo e no final o seu caldo. Para rematar, uma receita de strudel com 30 anos.

Bar do Fundo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Bar do Fundo

icon-location-pin Sintra

O espaço está aqui há mais de 20 anos mas só há dez funciona como restaurante e não como bar da praia. Agora Manuel Cotta e José Cotta, irmãos, têm-no aberto durante o Inverno, até que chega a altura de apagar a lareira lá dentro e pôr as mesas e chapéus-de-sol cá fora. Muito do que se come aqui é obra
da mãe, Madalena Cotta – “é como estar a comer em casa”, diz José. E o que é isso? É por exemplo um buffet de cozido à portuguesa ao domingo, no Inverno, e um bife tártaro no Verão como prato do dia. A partir do próximo fim-de-semana, 15 de Julho, há um balcão de bebidas e cocktails, outro de sushi e um apoio de praia.

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Azenhas do Mar
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Azenhas do Mar

icon-location-pin Sintra

Quando estacionar ao cimo das piscinas naturais das Azenhas do Mar vai ficar com pouco fôlego e é natural: por um lado a vista sobre o mar e a praia vai ser de postal, por outro, há uma longa escadaria para descer, um areal para atravessar e outras escadas para subir ao restaurante Azenhas do Mar. Aí, já sem fôlego, volta a olhar-se para a vista nas janelas panorâmicas. A seguir é pedir marisco ao quilo e peixe da nossa costa no carvão ou ao sal. Para uma experiência para duas pessoas, deve acautelar 60€. Mas vale cada cêntimo.

Água e Sal - Lapas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Água e Sal

icon-location-pin Sintra

Ainda o restaurante à beira da Praia das Azenhas do Mar não 
tinha aberto, já Pedro Silva tinha percebido que a ideia de base 
era ambiciosa: cozinhar somente com água e sal. Ficou o nome e a intenção nos mariscos servidos 
ao natural — há percebes, ostras e mexilhões servidos no ponto. E por muito bom que o marisco seja por si só, não vamos rejeitar o sabor
 de uma manteiga de ervas sobre umas lapas ou o potencial de uma salada russa com maionese caseira a que se acrescentam rabanetes, algas e as estrelas da companhia: lavagante, lagosta e camarão. Aponte a 45€ para duas pessoas.

Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Camera
Restaurantes, Frutos do mar

O Lagoeiro

icon-location-pin Grande Lisboa

A oferta na praia da Lagoa, separada
do mar por dunas enormes, não é forte, portanto o melhor que tem a fazer é subir a rua, saído do areal, e dirigir-se ao Lagoeiro. da esplanada construída no alto, vê as águas tranquilas da lagoa e ao fundo a rebentação das ondas, isto enquanto come peixe fresco na grelha, cataplanas de peixe (38€ para dois) ou, para quem é mais carnívoro, o tachinho de carne de porco à alentejana (12€).

Bar do Peixe
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes, Frutos do mar

Bar do Peixe

icon-location-pin Grande Lisboa

Está aberto desde 1992, altura em
 que não era mais do que um barracão com bom peixe. entretanto foi alvo de empreitada e sofisticou-se: um deck grande foi construído sobre a areia – o palco ideal para o pôr-do-sol – e o espaço interior envidraçado. O atendimento é simpático e a ementa faz-se de petiscos, mariscos e bons peixes no carvão, da dourada (40€/kg) ao salmonete (50€/ kg). Tome nota: este Verão, o Bar do Peixe declarou guerra ao lixo na praia e por cada quilo de lixo apanhado na praia, oferecem um gin, um mojito ou um sumo.

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Ribamar
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Ribamar

icon-location-pin Grande Lisboa

Não está em cima da areia, mas só 
tem de atravessar uma rua para chegar ao areal. O Ribamar é um clássico de Sesimbra, nas mãos da mesma família há mais de 60 anos. É preciso largar uma nota, mas vale a pena. Há uma lista completa de mariscos, servidos cozidos ou ao natural ou peixes para comer na grelha, para encher a barriga antes de voltar a pôr o corpinho ao sol.

Portofino
©DR
Restaurantes, Mediterrâneo

Portofino

icon-location-pin Grande Lisboa

Hélder de Jesus abriu este restaurante com esplanada em cima da areia
 da Praia do ouro, para dar aquela visão-postalinho da baía de Sesimbra. Todos os dias há uma montra de peixe diferente, com o resultado da pesca da noite anterior. Mas as opções vão além dos grelhados, com pratos portugueses reinventados, como o bacalhau fresco com creme de espinafres e canele de tremoço (13,50€) ou o tornedó de espadarte com chutney de cebola roxa

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O Canhão II
©DR
Restaurantes

O Canhão

icon-location-pin Grande Lisboa

Há dois canhões a disparar em Sesimbra: o primeiro e mais icónico fica na rua da fortaleza, o segundo abriu quando a zona da Praia da Califórnia foi requalificada, em 2006. o interior tem capacidade para 160 pessoas,
 a esplanada para outras 135. Das especialidades da casa fazem parte a caldeirada de lagosta (60€), o arroz de robalo (30€ para duas pessoas), raia 
à bulhão Pato e o tamboril com laranja (16€). Mas é o sítio certo também para uma mariscada ou para um fondue de lombo.

Rodinhas - Amêijoas à Bulhão Pato
©DR
Restaurantes, Frutos do mar

O Rodinhas

icon-location-pin Grande Lisboa

Não vai sentar-se logo a comer o bom casco de sapateira à Rodinhas (8€), as cadelinhas ao natural (12€) nem as lapas na chapa com manteiga (8€). Vai ter de esperar para ter mesa (tente reservar), mas vai valer a pena. Há rodas de marisco, que é como quem diz, pratadas com um mix de tudo (a partir de 30€).

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Camera
Restaurantes, Petiscos

Tasca do Domingos

icon-location-pin Grande Lisboa

Se fez como o caracol e foi pôr as antenas ao sol durante o dia, agora é altura de ir procurar o petisco rastejante nas tasquinhas da zona e melhorar a sua perícia com o palito. Bom caracol, na zona do Meco, come-se no Sr. Domingos, uma tasca de atendimento simples, serviço para lá de descontraído – é provável que acabe a pôr a sua própria mesa e vá já avisado que vai haver gritos: o Sr. Domingos há-de chamar por si em voz alta quando o petisco estiver pronto e é só chegar-se à frente. Além de caracóis tem saladinhas frias, amêijoas, mexilhões, lambujinhas.

Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Batareo
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Frutos do mar

Batareo

icon-location-pin Grande Lisboa

É um altar do peixe e do marisco, únicas coisas que chegam à mesa. Cinco degraus que nos elevam até uma varandinha com esplanada (um batareo) ou para a sala que começa junto ao santuário em forma de vitrine. Siga o conselho do João, o homem da casa,
 aceite qualquer peixe da vitrine e mande-o para a grelha. O pão vem da Lagoinha, o vinho da casa vem de Palmela e serve-se gelado e ao litro. Não evite as sobremesas, pergunte pela torta de laranja. E não se esqueça dos cinco degraus à saída.

Marisqueira O Miguel
©DR
Restaurantes, Frutos do mar

O Miguel

icon-location-pin Grande Lisboa

Como no caso do João no Batareo, o segredo de Miguel Peixoto também começa na lista de contactos: boa parte do peixe chega pela mão de pescadores conhecidos. É outro ponto obrigatório a marcar na lista do peixe em Setúbal. Comece com as sardinhas de escabeche, as saladinhas de ovas e de polvo ou a raia fria de cebolada e prepare o estômago para uma caldeirada rica (35€ para duas pessoas)
 ou uma massinha de sapateira desfiada com camarão (29,50€ para duas pessoas).

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©arlindo camacho
©arlindo camacho
Restaurantes

Casa Morena

icon-location-pin Grande Lisboa

Se vir ovas, mande grelhar de entrada. Peça branco da casa (é do Sado) e uma salada com pimentos assados. Esta casa tem 20 lugares lá dentro, mas o ideal é ficar na esplanada, ali junto ao grelhador comunitário que serve todo o largo da Fonte Nova. Vai sentar-se numa cadeira de plástico, comer numa toalha de papel e perceber que assar peixe é uma arte sadina. Mesmo com algum excesso, não vai pagar mais que 15 euros por pessoa.

Camera
Restaurantes, Frutos do mar

Tasca do Xico da Cana

icon-location-pin Grande Lisboa

Se não estivéssemos em Setúbal, terra onde se come bom peixe em sítios de aspecto duvidoso, o mais provável era passar e ignorar este sítio de cadeiras de plástico e toalhas de papel. O peixe chega da lota diariamente, portanto será fresco garantidamente e para todas as carteiras, dependendo da espécie. Comece pelas amêijoas ou faça um corta-mato e escolha o pregado com amêijoas, coberto das ditas quando chega à mesa. Também há caldeirada e massadas. Guarde espaço para sobremesa e peça as farófias.

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Casa Santiago - Rei do Choco Frito
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Petiscos

Casa Santiago

icon-location-pin Grande Lisboa

Setúbal é terra do choco. Come-
se assado, com ou sem tinta, em ensopado, à antiga, em caldeirada, estufado, ao alhinho, de pitéu, 
em feijoada de ovas e de todas as maneiras que a imaginação permite. Mas foi embrulhado num polme e mergulhado em gordura a ferver que ganhou fama. A Casa Santiago, ali mesmo em frente ao cais de embarque dos ferries para Tróia, é conhecida há mais de 40 anos como Rei do Choco Frito. Coma-o no prato ou em sandes, mas sempre com q.b. de maionese.

Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

o gervásio
©DR
Restaurantes

O Gervásio

É um ponto de paragem obrigatório para o petisco pós-praia, e se ainda tem areia nos pés, é muito bem-vindo assim mesmo. O Gervásio está aqui porque
 é um dos poisos de maior afluência da Comporta, com petiscos e saladinhas a preços em conta. Está aberto e a trabalhar bem há 50 anos e neste tempo tem-se mantido despretensioso e descontraído. Serve caracóis, choco frito, doses de amêijoas com respectivo cesto de pão alentejano barrado em manteiga (para afogar no molho à Bulhão Pato, claro) e ainda bitoques, febras e um conhecido frango grelhado. Não conte pagar mais que 15€ por cabeça.

Ribamar Troia
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Ribamar Tróia

icon-location-pin Grande Lisboa

“Ribamar” leva-o para Sesimbra? Com razão. Em Tróia há um irmão mais novo há uns oito anos e tem uma esplanada abrigada impecável para almoçar 
e jantar. Tal como o restaurante de Sesimbra, também não lhe faltam os aquários cheios de bichinhos a saltar para as mesas. Se é cliente do restaurante mais antigo sabe o que pedir aqui, porque as especialidades são as mesmas: arroz de marisco e sopa rica de peixe (ambos a 40€/2 pessoas) e marisco ou tamboril com molho de lavagante (16,5€). 
Se o peixe no carvão é demasiado óbvio, aqui também se come sushi
 e ceviches.

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Comporta Café
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Comporta Café

Sunset é coisa a que as praias 
da comporta estão habituadas (costumávamos chamar-lhe pôr-do-sol, lembra-se?). E não só porque o Sol se põe todos os dias, mas porque, se é Verão, é muito provável que a essa hora mágica haja um dJ a passar música. Acontece no Comporta Café, que vive as estações quentes desde 2002 mesmo em cima do areal da Praia da Comporta. Para comer, há produtos da região, especialmente em arrozes ou nos peixes grelhados e receitas de tacho. Espere pagar uns 30€ por pessoa. Entre os imperdíveis estão o arroz de choco com tinta, o camarão com molho comporta café ou o misto de cogumelos salteados servidos com fumeiro.

Restaurante Sal
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Sal

Aqui, na melhor das hipóteses (leia-se: se reservar e chegar a horas), senta-se nas mesas mesmo em cima da areia a olhar para o mar azul e para o céu limpo. Para a mesa vêm anéis de lulinhas (15,90€), arroz de peixe (procure o de nero, que vale a pena — 21€), o peixe no carvão, os camarões ao alhinho, a sopa de peixe, as saladinhas frias (a partir de 7,50€). Vai sentir a qualidade no preço do bar de praia mais famoso da zona – não será exagero dizer que a fama é mundial, já que ganhou em 2015 
o prémio de melhor bar de praia do mundo, eleito pelos leitores da Condé Nast Traveler.

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Soul Bar
ManuelManso
Restaurantes

Soul Bar

Não se incomode com a areia. Em
 vez disso, aceite-a e sente-se de
pés descalços numa das mesas da 
esplanada do Soul Bar, o bar de apoio 
do Sal, no areal da praia do pego; ou
 então estenda a toalha e sente-se no 
chão, que a comida é leve e presta-se a
isso. A começar nos cones de croquetes, 
redondinhos, servidos com mostarda e 
às vezes ainda quentes (5€). Para encher 
a mesa (ou a toalha) há ainda uma carta de sandes compostas, saladas e açaí. E já há programa de DJs para os finais de tarde dos meses de Julho e agosto.

Pica Peixe
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Pica Peixe

Na rua principal do carvalhal está
 a meca das chamuças que não dão azia. Quem garante é Augusto, o dono do pica peixe, que vende estes fritos triangulares em versões de carne, vegetais e até peixe (1,50€). Se não estão pelo balcão é porque estão a sair quentinhas, feitas por Teresa, a mãe
 de Augusto, nascida em moçambique 
e dona da melhor receita de caril de caranguejo do mundo (35€), garante o dono do Pica Peixe. O restaurante existe há 18 anos e é também conhecido pelas caracoletas assadas (travessa grande 12€) e pela sandes de carne assada(4€), bom snack para a praia.

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Sem Porta
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Sem Porta

O restaurante do Hotel Sublime, na comporta, vai buscar à região os produtos que põe à mesa — até porque há uma horta a dar legumes mesmo ali ao lado. A inspiração vem dos celeiros da zona e quem transforma estas ideias em matéria é o chef Tiago Santos, chegado de Londres para esta casa no meio de um paraíso escondido. aqui comem-se pratos como choco grelhado, crocante de tapioca e gel de maracujá (17€), vichyssoise de ostra (ostra glaceada, creme de alho francês assado e funcho, 21€) ou carré assado, acompanhado com puré de fava, wasabi e jus de enchidos (29€).

Pizzeria Nella Sabia
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Pizzeria Nella Sabia

Saindo do ferry que chega a Troia é só seguir s placas que dizem Nella Sabia. Lá chegados, está-se numa esplanada com vista para o pinhal e à mão de semear estão saladas, massas e pizzas como a Spiaggia (15€), com camarão, creme de gorgonzola e coentros, a de presunto e mel, a Alentegénia, com mousse de farinheira, espargos bravos, azeitonas, cogumelos, ovos, parmesão e salsa (15€) ou a simples, mas sempre boa, margarita (8€).

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Dona Bia - Arroz de Marisco
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Dona Bia

Duas dificuldades: arranjar mesa, que esta casa antiga na comporta está sempre à pinha, e escolher um entre os muitos arrozes que aqui se preparam. depois de uma (longa) caminhada desde a praia da Torre, chega-se a este restaurante de beira de estrada que prepara tudo com o arroz cultivado na região. Aqui comem-se os mais caldosos e gulosos: tem bons linguadinhos fritos com
 arroz de berbigão e um óptimo arroz
 de lingueirão, tomate e coentros. 
Não deixe de provar também os carapauzinhos, os filetes de peixe galo, as pataniscas e outros snacks fritos. Vai pagar uns 25€ por pessoa (para uma refeição já regada com vinho).

Cavalariça
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Cavalariça

Uma antiga cavalariça é habitada por mesas corridas para que as travessas rodem entre os comensais. Na cozinha estão o chef Bruno caseiro e Filipa Gonçalves como chef de pastelaria. Bruno voltou de Londres para trabalhar com tudo fresquinho e feito com tempo: os legumes de melides, as carnes de Grândola, e para fazer o seu próprio pão a partir de massa-mãe e fermentação longa. Há choco (12€); para três e quatro pessoas há frango do campo ao sal (45€), polvo inteiro grelhado (49€) ou o peixe do dia (60€/kg). Se o mar estiver de feição, a grelha pode ainda receber uma lagosta inteira (100€/kg).

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Os melhores restaurantes de praia perto de Lisboa

Camera
Restaurantes

Gota d'Álcool

icon-location-pin Sintra

Gostar de praia na Ericeira é não se importar com a distância que separa o areal dos bares no topo das arribas e com os gémeos a estalar com as subidas em direcção a um gelado a meio da tarde. Na praia de São Julião, ponto obrigatório nos roteiros do surf, tudo igual. Só que a viagem do mar ao bar da praia Gota d’Álcool faz-se a pensar nas bolas de Berlim grandes de massa leve, ou nos pastéis de massa tenra que se podiam comer uns atrás dos outros, recheados de carne bem temperada. Lá em cima, nos dias de meteorologia disfórica, pode olhar-se a praia da esplanada panorâmica, protegida dos temporais, enquanto se trata de uns caracóis ou amêijoas à Bulhão Pato.

Esplanada das Furnas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Esplanada das Furnas

icon-location-pin Grande Lisboa

Nuno Lourenço, gerente da casa, já 
teve de evacuar o barco em dias de tempestade em que, como um bom capitão, foi o último a sair. A Esplanada das Furnas está mesmo em cima do mar e vêem-se dos janelões panorâmicos
 as rochas e as ondas a baterem-lhes. Mesmo em dias de temporal pode ser bonito, especialmente porque se está lá dentro. A decoração completa a ilusão de que se está dentro de um barco: há um leme, uma escotilha, cordas penduradas, tudo resultado do desmantelamento de um veleiro. À entrada, recebem-nos as capturas do dia, que se podem escolher logo ali, para grelhar, pedindo acompanhamentos à parte. Incluindo vinhos, conte gastar 50€ para dois.

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Marisqueira das Furnas
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Marisqueira das Furnas

icon-location-pin Grande Lisboa

Aqui cabem trezentas e tal pessoas, entre a sala, na vizinhança dos aquários com lagostas e afins, e os lugares na esplanada, mesmo à beira dos antigos viveiros da Ericeira. Isto implica umas dezenas de litros de sopa rica do mar (10,50€) e uma centena de litros de recheio de sapateira (10€) por semana. Se na casa irmã, do outro lado da rua, se abre o caminho para o peixe na grelha, deste lado da estrada, o assunto é marisco como o nome deixa prever. Tendo dificuldade em escolher, deixe-se nas mãos dos artistas que compõem as mariscadas - travessas que parecem naturezas-mortas dignas da Gulbenkian. Há as que levam creme de sapateira, búzios, camarão, outras que levam arroz de marisco, percebes, mexilhões (entre 40€ e 95€).

Marisqueira Mar à Vista
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes, Frutos do mar

Marisqueira Mar à Vista

icon-location-pin Mafra/Ericeira

No início desta esquina virada para a Praia dos Pescadores, uma senhora vendia lagostas e outros mariscos saídos dos viveiros nas rochas da praia. Dalí seguiam para o centro de Lisboa, para cervejarias como a Brilhante ou a Portugália. Hoje, ainda se vêem as grades dos viveiros nas rochas, e no Mar à Vista ficou só o feitio da sala, que enche a todas as refeições. Boa parte dos empregados está aqui há mais de 20 anos e, no caso de ser cliente habitual, já sabem com segurança o que se vai pôr na mesa; noutro caso, é olhar para
 a ementa e ver que não há aqui carne nem peixe, só mariscos ao natural, arroz, açorda (22€), massada (35€), feijoada (38€) e cataplana de marisco (45€).

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Golfinho Azul
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Golfinho Azul

icon-location-pin Mafra/Ericeira

Se mais gente se conhecesse e casasse no Golfinho Azul, menos gente se divorciava, garante João Barreiros, gerente do restaurante. E as estatísticas parecem dar-lhe razão. Diz-se que todos os casais que se conheceram aqui se mantêm juntos e um deles acabou até por investir nele quando a fundadora, Mena, precisou de ajuda. Ana e João remodelaram o Golfinho Azul em 2016 para alargar o espaço de refeições e dar
à sala vista panorâmica sobre a praia de São Lourenço. Lá fora há umas quantas mesas mesmo em cima da praia onde uma refeição deve durar pelo menos duas horas, aconselha João. É para vir com calma, e se à chegada for preciso esperar pode ir dar uma volta à praia — ligam-lhe quando estiverem prontos para servir, por exemplo, a moqueca de Rosi, que está pela cozinha há 16 anos. Entreo almoço e o jantar há carta de petiscos. Faça contas a 45€ para dois.

Cucina 37
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes, Italiano

Cuccina Azul

icon-location-pin Mafra/Ericeira

Michele, italiano, e Renata, brasileira, abriram o Cucina 37 na Primavera. Têm um cozinheiro italiano, Riccardo Marchegiani, enquanto o casal prepara bebidas e conversa com os clientes sobre os pratos. Andam muito pelo mercado, ali a dois passos, a ver o que há de fresco para pratos fora do menu. Na carta, há pratos simples 
e tradicionais, da salada do mar, com camarão, lulas, cenoura e aipo (9€), gnocchi com pesto de rúcula (13€), ou a lasanha de beringela (13€). Para começar a noite há tábuas de enchidos com focaccia feita na casa.

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Magic Quiver
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

Magic Quiver

icon-location-pin Mafra/Ericeira

No Magic Quiver Surf Deli vende-se praticamente tudo em bolo do caco 
(entre 6,80€ e 8,80€): a sandes de atum, numa pasta com sementes de chia,
 menta, chilis e coentros, a de falafel, com maçã verde e couve ou a de salmão, com maionese de wasabi, rúcula, pickles de cebola e pepino. Para beber há umas quantas cervejas artesanais portuguesas
e café de especialidade — para tomar nas espreguiçadeiras no lado de fora da loja ou enquanto escolhe a prancha que vai alugar aqui na loja.

Nalu bowls
Fotografia: Manuel Manso
Restaurantes

Nalu Bowls

icon-location-pin Mafra/Ericeira

Em Bali “onda” diz-se nalu e se há coisa que a vila piscatória portuguesa tem
em comum com Bali, do outro lado 
do mundo, são as boas ondas para o surf. Alexandre Rosa conheceu a marca Nalu Bowls na Indonésia e trouxe este franchising para a Ericeira. Tem, por exemplo, taças de casca de coco com pitaia, de cor rosa forte (a partir de 6,5€). É a comida ideal para o surf: nutritiva, mas leve, para as mães e pais não obrigarem a entrar na água três horas depois da refeição.

Verão à porta

Cantê
©Salvador Colaço
Compras

As melhores lojas de marcas portuguesas de fatos de banho

As marcas já começaram a disparar em barda as novas colecções de fatos de banho e biquínis para o Verão que está quase à porta (21 de Junho é a data a assinalar nos calendários como dia oficial para começar a época balnear). Dos modelos mais arrojados aos mais discretos, dos mais decotados aos fatos de banho mais tapadinhos, escolha já aquele com que vai apanhar banhos de sol e de mar na praia. Na dúvida escolha já mais do que um e use como desculpa o facto das tiras, recortes e folhos ficarem logo marcados na pela na primeira ida para o sol. Fizemos um roteiro pelas melhores lojas de marcas portuguesas de fatos de banho. Haja calor para ir desfilar o modelito para os areais.

FESTIVAL SUPER BOCK SUPER ROCK 2014
Fotografia: Arlindo Camacho
Música

Festivais de Verão: o que vem aí

Os festivais de música estão para o Verão como a chuva está para o Inverno: sabe bem de vez em quando, e mesmo quem não gosta reconhece que faz falta. Ao contrário da chuva, no entanto, há cada vez mais e maiores festivais. E há para todos os gosto. Desde mega-produções como o Rock in Rio Lisboa ou o NOS Alive, a festivais um pouco mais pequenos mas ainda assim grandes, como o Super Bock Super Rock ou o Vodafone Paredes de Coura, e eventos mais especializados como o Jazz em Agosto ou o FMM Sines. É só escolher.

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