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Comic Con: há um mundo invertido onde a cultura pop é estrela

O primeiro dia da Comic Con Portugal, a arrancar a uma quinta-feira, é sempre o mais calmo. Mas nem por isso faltaram heróis do cosplay.

Raquel Dias da Silva
Escrito por
Raquel Dias da Silva
e
Manuel Manso
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Depois de trocar o Porto por Lisboa o ano passado, a Comic Con Portugal regressou pela segunda vez consecutiva ao Passeio Marítimo de Algés, mas o recinto, apesar de parecer o mesmo, não é. A reconfiguração feita às diferentes áreas mudou a forma como a experiência é vivida. Com os auditórios concentrados todos do mesmo lado, já não precisa ir de uma extremidade à outra para usufruir do programa, mas há todo um percurso a fazer até ao Geek Market, a nova área que junta a antiga Artist's Alley ao restante espaço comercial. É caso para avisar que, se quiser ir às compras entre um painel e outro, o melhor é não se distrair. 

Durante as pausas, poderá optar por visitar a área de gaming ou, apesar das filas, as activações das muitas marcas presentes, dos canais AXN à Netflix: pode tirar uma fotografia no carro do Watchmen ou dentro da boca de um exemplar do Mundo Jurássico; arriscar ser empaladinho, como na cena mítica da 9.ª temporada de The Walking Dead, só para comer a sua própria cabeça em versão chocolate; e andar aos murros para ver se é tão forte quanto Os Anjos de Charlie. A vontade de abrir os cordões à bolsa pode deixá-la para o final da tarde. Depois de comprar duas ou três ilustrações, uns livros ali, outros acolá, mais um merchandisingzinho, vá jantar e termine o dia com uma sessão de cinema ao ar livre.

Esta quinta-feira, dia 12, o festival arrancou tranquilo, como é habitual em eventos durante a semana, mas com o fim-de-semana à porta espera-se mais agitação. Se estiver curioso com o que por lá se passa, espreite a galeria em cima. Andámos à caça do espírito da cultura pop e encontrámos famílias inteiras, bandos de amigos em amena cavaqueira e os habituais cosplayers, prontos para desfilar.

Recomendado: Comic Con 2019: guia para não se perder

Roteiro alternativo por Lisboa

  • Coisas para fazer

O termo geek é agora uma palavra usada com orgulho por toda a gente que tem uma relação semi-obsessiva (apaixonada?) com videjogos, cinema, banda desenhada e outras expressões da cultura popular. Este parágrafo inteiro para dizer que em Lisboa não faltam sítios para geekalhar alegremente.

  • Compras

Há muitos portugueses a desenhar e a escrever BD. Não falando de obras, mas das lojas onde as podemos encontrar, há na cidade muitas sugestões sem fronteiras, onde comprar BD portuguesa, francófona, japonesa ou americana. Aventure-se nestas lojas de BD em Lisboa. 

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  • Coisas para fazer

Há pessoas que acham que os adultos não devem brincar. Mas a diversão está descentralizada, democratizou-se, e a infância é um estado intermitente que nos visita de vez em quando. Fizemos o roteiro 
da Lisboalândia, um parque de diversões disfarçado de cidade onde há muito mais para fazer.

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