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Como fazer amigos em Lisboa

Nas redes sociais é tudo muito mais fácil, mas temos o guia perfeito para o ajudar a fazer amigos em Lisboa
Fazer amigos
Inês Félix
Por Luís Leal Miranda |
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Hoje em dia é muito fácil “adicionar como amigo” nas redes sociais. Mas fora da internet, sem rede que nos proteja, as coisas complicam-se. Há o mito de que os cidadãos das capitais são distantes e arrogantes ‒ e há a certeza de que fazer amigos no pós-universidade é muito mais difícil do que na pré-primária: “Gostas de comer plasticina? Eu também! Vamos ser amigos”. Por isso partimos nessa expedição tortuosa à procura, não do Santo Graal, mas de quem queira partilhar um cálice connosco.

E sabia que pode ser, oficialmente, um Amigo de Lisboa? Existe uma associação ‒ “instituição de utilidade pública” ‒ chamada Amigos de Lisboa. Fundado em 1936, este grupo de apreciadores da cidade tem como missão “defender o património artístico monumental e documental olisiponense”. Foram estes amigos que, na década de 30, se bateram pela recuperação do Castelo de São Jorge e, nos anos 80, lutaram pela recuperação dos chafarizes da cidade.

Actualmente, os Amigos de Lisboa organizam conferências, visitas guiadas e o célebre concurso de quadras populares de Santo António. O último tinha como mote “O Santo António quer alugar/ ao turista o seu quartinho” e um valor monetário de 500€ para o primeiro lugar. Quem quiser ser oficialmente um amigo de Lisboa só tem de preencher a ficha de inscrição no site e pagar uma quota anual de 40€. Antes que perguntem: não, não há nenhuma farda. Acham que isto é o quê? Os escuteiros?

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Como fazer amigos em Lisboa

Peixaria Centenária
Fotografia: Arlindo Camacho
Restaurantes

As melhores mesas comunitárias e semicomunitárias

Ninguém tem dúvidas: é à mesa que se fazem os melhores amigos. Uma boa maneira de começar a adicionar amigos na vida é real é sentar-se num destes restaurantes, que seguem as tendências de aposta em mesas comunitárias – ainda que os portugueses continuem a sofrer constrangimentos e fiquem com medo de falar alto no meio de desconhecidos. Ora, um desconhecido é apenas um amigo em estado larvar. Para os fazer sair do casulo nada melhor do que partilhar um cesto de pão, uma garrafa de azeite ou um pratinho de azeitonas. Ou um espaço apertadinho. Não se ponha com conversas delicadas e faça antes novos amigos num destes restaurantes com mesas comunitárias em Lisboa. 

Desbloqueador de conversa: O bacalhau espiritual é um bacalhau assombrado ou um bacalhau que consegue prever o futuro?

A Cevicheria
Fotografia: Ana Luzia
Restaurantes

Cinco balcões para roçar cotovelos com desconhecidos

Nunca estamos sozinhos quando vamos ao Galeto. O WC deste mítico snack bar é o único sítio em que os seus clientes podem estar a solo. Em todos os outros lugares há sempre companhia. Com o avançar da noite, a clientela vai ficando mais jovial e é mais fácil encontrar um vizinho conversador. Não podemos, contudo, garantir a qualidade das conversas. No Tapisco encontra um ambiente mais sofisticado e pode ser que pelo menos o empregado lhe dê trela. Mas se o que quer mesmo é galhofa experimente o Trevo, perto do Bairro Alto. Passados uns dias a ir ao balcão não garantimos que faça amigos, mas conseguirá ganhar a simpatia de alguns empregados. Se quer ficar sozinho e parecer uma pessoa intensa a beber o seu copo de vinho, experimente o By The Wine. Pode até levar um moleskine e fazer-se passar por uma pessoa muito interessante.

Desbloqueador de conversa: Se pudessem escolher alguém, vivo ou morto, para jantar connosco, quem seria? Eu escolhia o vivo.

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Casa de Pasto
©DR
Restaurantes

Restaurantes com mesas redondas

As mesas redondas são, toda a gente sabe, a melhor maneira de sentar grupos de amigos em jantaradas. É a forma mais democrática ‒ sem cabeceira, sem emparelhamentos ‒ de juntar pessoas à volta de comida. Permitem ver toda a gente de todos os lugares e ainda mirar (e invejar) os pratos dos outros. Em Lisboa algumas das melhores circunferências onde jantar estão em restaurantes asiáticos, como o The Old House ou Mr. Lu. Quem prefere comida portuguesa de qualidade pode dirigir-se ao Solar dos Presuntos e os fãs de petiscos têm na Taberna Moderna o menu e a mobília perfeita para partilhar. No caso das pizzas, há um restaurante em que as mesas repetem a forma do prato principal, o Zero Zero.

Desbloqueador de conversa: Quem tem coragem para dividir comigo um paté de sardinha?

Paredão do estoril
Fotografia: Manuel Manso
Coisas para fazer

Fazer amigos a correr

O treino ao ar livre e em grupo deixou ser uma moda para passar a ser parte do cenário lisboeta. Depois de ler as nossas propostas, se vir um pelotão à beira-rio ou gente a subir e descer bancos de jardim, já sabe de onde vêm. Praticar exercício físico fora de quatro paredes pode ser a solução perfeita para quem não gosta de treinar enfiado dentro de um ginásio. À beira-mar ou tirando partido dos altos e baixos de Lisboa, conheça mais de dez grupos para treinar ao ar livre e aproveite para fazer amigos. Mas sem pressas, porque a amizade é um músculo que tem de se treinar (e as analogias são como um apêndice que, se calhar, é melhor extrair).

Desbloqueador de conversa: Fazer caminhadas com coletes amarelos vestidos já foi mais pacífico, não foi?

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Dog Park do Jardim Fernando Pessa, Areeiro
Inês Félix
Coisas para fazer

Fazer amigos entre os animais

Ou seja, não é fazer amigos com os animais, mas através deles. E, claro, aproveitar para fortalecer os laços com companheiros não-humanos. Um cão é um dos melhores dínamos de amizade que existe. Primeiro porque obriga os seus donos a sair à rua várias vezes ao dia, expondo-se à possibilidade de conhecer outros humanos. E depois porque andar com o bicho na rua é andar com um desbloqueador de conversa superportátil. Os parques e jardins da cidade são bons para encontros fortuitos com outros animais e seus donos, mas os parques caninos juntam vários entusiastas dos animais mais dispostos a dialogar. Experimente levar o seu mais-que-tudo ao dog park do Campo Grande, do Jardim Fernando Pessa ou do Campo dos Mártires da Pátria. Os cães praticamente socializam por nós, mas se calhar devíamos dar alguma coisa em troca. Eis uma ideia: voluntariado em associações de proteccção de animais. Não só ajudamos animais de estimação como também conhecemos bípedes que adoram bicharada. A Associação Animais de Rua faz um trabalho essencial em Lisboa. Há, pela cidade, autênticos enclâves de bichanos a precisar de ajuda. A União Zoófila também precisa de voluntários que gostem de trabalhar no duro: é preciso alimentar, limpaar e mimar umas centenas de cães e gatos. A UPPA, União para a Protecção dos Animais, é outra associação com um vasto canil que precisa sempre de uma mão amiga. É impossível sair de lá sem pelo menos um amigo ‒ de duas ou mais patas.

Desbloqueador de conversa: Calvin Esparguete é o nome de um gato lisboeta que “escreveu” um livro.

Jardim do Campo Grande
ManuelManso

Fazer amigos entre as plantas

Às nossas amigas plantas só lhes falta falar. Mas há quem fale por elas. Que conte as suas histórias e que nos ensine os seus nomes ‒ o primeiro passo antes de fazer um amigo é “um como é que te chamas?”. Um Café e Uma Árvore é uma iniciativa da arquitecta paisagista Vera Ramos que nos aproxima das plantas que nos fazem sombra. Os encontros duas vezes por mês (domingos, 11.30) sempre à volta de uma árvore de um jardim da cidade. Este grupo informal começou a juntar-se na Primavera de 2017 e não pára de crescer. Um como como os pinheiros.

Desbloqueador de conversa: Em caso de doentes, está comprovado que a recuperação é mais rápida quando rodeados de flores e plantas.

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Erasmus Corner
Fotografia: Said Karlsson
Bares, Bares

Fazer amigos estrangeiros

Ter amigos de outros países é a maneira mais pelintra de viajar: aprendemos outras línguas, outros costumes e outra gastronomia sem sair da nossa cidade. Atenção, senhor de cinquenta anos e um rabo de cavalo que nos está a ler agora: estas dicas são válidas para jovens cronologicamente aptos a fazer Erasmus e não devem ser aplicadas à sua crise de meia-idade. Sim, o seu carro descapotável é muito impressionante, mas deixe-nos em paz. Adiante. É possível fazer Erasmus na nossa próxima cidade, basta saber como. 

Desbloqueador de conversa: Gostam da famosa luz de Lisboa? Então experimentem a igualmente famosa sombra de Lisboa.

banca de cozinha
©Katie Smith/Unsplash

Tecnologia para ajudar a enturmar

Há duas aplicações que unem estrangeiros interessados em conhecer a nossa cultura e lisboetas cheios de vontade de a partilhar: o Showaround e o EatWith. O primeiro é uma espécie de AirBnb para guias turísticos. Escolhe-se uma cidade, selecciona-se um guia consoante o perfil e já está ‒ temos um amigo em Lisboa. O segundo é mais completo e permite, entre outras coisas aprender a cozinhar no país que estamos a visitar e comer tal como comem os residentes ‒ na compnhia dos próprios. Em ambas as aplicações podemos inscrever-nos como anfitriões, mas atenção: os processos de triagem são rigorosos.

Desbloqueador de conversa: Sim, Lisboa foi a primeira “aldeia global”. Nós inventámos a internet, mas na altura havia barcos em vez de modems.

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Companhia das Agulhas - Estamparia em tecido
©DR
Coisas para fazer

Fazer amigos que gostam de arregaçar as mangas

Faça amigos enquanto se torna uma pessoa melhor. Ir às compras é um bom passatempo, mas é quase sempre uma actividade solitária. E se em vez de comprar uma jarra de barro ‒ quem é que nunca deu por si a precisar de uma jarra de barro? ‒ fizesse a sua própria jarra? O processo é menos solitário e muito mais enriquecedor. Mas há alternativas para pessoas que não conseguem enxergar os encantos de uma jarra de barro (insensíveis!), como marcenaria e serigrafia. O atelier de cerâmica Sedimento tem workshops de cerâmica para adultos cinco vezes por semana. E não, não pode tentar reproduzir aquela cena de “Ghost, o Espírito do Amor”.

Desbloqueador de conversa: Mar largo, rabo de pavão e malhete são técnicas de calçada portuguesa ou nomes de marisqueiras?

Maria Modista
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer, Aulas e workshops

Fazer amigos que não têm medo de agulhas

Ai chegue, chegue, chegue a sua agulha, e nem pense em afastar o seu dedal. Isto é o bê-á-bá do corta e cose. Comece por aí antes de se aventurar por caminhos nunca antes costurados. Quando finalmente conseguir pôr a linha no cu da agulha, faça umas bainhas e vá somando técnicas a partir daí (e compare as suas com os dos seus novos amigos). Passe pela modelagem e teste conhecimentos a fazer um vestidinho (não é tão fácil quanto parece). Preferindo, dedique-se ao tricot, à estampagem em tecido (tudo com técnicas manuais), ao crochet ou até ao macramé. Na escola de costura Maria Modista tem cursos que vão desde os que duram um dia a um mês. As aprendizagens ficam para a vida, tal como os amigos que se faz pelo caminho.

Desbloqueador de conversa: Um chuleado é um acabamento que evita o tecido desfiar.

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Coisas para fazer

Fazer amigos bons garfos

Aqueles que são uns nabos na cozinha (mas orgulham-se de ser bons garfos, como quem diz gostar mesmo de comer) têm uma maneira simples de deixar de o ser e, no processo, conhecer outros nabos com quem podem, quem sabe, fazer uma sopa. Estamos prontos para sermos arrebatados por um prato feito como mandam as regras, um petisco inesperado ou um cocktail conversador. Qualquer altura é boa. A Academia Time Out, por exemplo, tem workshops e masterclasses para todo o tipo de cozinheiros. As pessoas conquistam-se pelo estômago, não é? Outro poderosos lubrificante social, o vinho, tem muito que se lhe diga e há por aí cursos com sommeliers e tudo. Mas para quem quer é aprender a comer de forma saudável o melhor é ir ao Instituto Macrobiótico, que tem uma vasta oferta de workshops, incluindo um sobre as taças da moda.

Desbloqueador de conversa: Sabiam que o Bacalhau à Brás foi inventado em Lisboa?

Casa Fernando Pessoa
Fotografia: Ana Luzia
Coisas para fazer

Fazer amigos a páginas tantas

Não se deve julgar um livro pela capa, mas pode-se ajuizar as pessoas através daquilo que andam a ler. Não pode? Um livro é um amigo, costuma dizer-se. Mas um daqueles amigos que traz muitos outros amigos atrás. Se leva a sério a máxima amigo do meu amigo, meu amigo é, então junte-se a um clube de leitura para debater as suas obras preferidas ‒ ou descobrir o seu próximo autor-fetiche. A livraria Tigre de Papel, em Arroios, mobiliza a sua comunidade de leitores todos os meses à volta de um livro. A Leituria, livraria e minicentro cultural na Estânia, vai fechar para reabrir em Fevereiro noutra morada. É uma ligeira hibernação que também implica uma paragem nos Clubes de Leitura que também se repetiam todos os meses, a meio do mês. Aguardamos novidades. A nova morada é perto da antiga: Rua José Estevão, 45A, no espaço Misturado. Estamos também em pulgas para saber que livros constam na Comunidade de Leitores da Culturgest para o ano que aí vem. Até lá, pode ir descendo até ao Desterro, o bar onde todas as terças há leituras de poesia, as Terças de Poesia Clandestina. A última sessão antes da pausa para o Natal teve como convidados José Maria Vieira Mendes e Rita Loureiro. A Ler Devagar entra no roteiro da poesia com as Tertúlias dos Poetas sem Rede, onde várias pessoas se juntam para ouvir poesia. 

Desbloqueador de conversa: A livraria mais antiga do mundo é a Bertrand do Chiado.

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quiz
Ilustração: Rui Pita
Coisas para fazer

Fazer amigos com respostas na ponta da língua

Os pub quizzes são uma interessante tradição irlandesa que tem vindo a ganhar raízes em Lisboa. Cafés, bares e restaurantes enchem-se de gente com respostas na ponta da língua. É uma boa desculpa para se reunir com os seus amigos noite dentro e, por que não, fazer amizade com a mesa do lado. Não há quarta nem quinta-feira que não encha de gente o Apple House, na Avenida Elias Garcia. Às quartas, de 15 em 15 dias às 20.30, é o dia do quiz de Ricardo Baptista. Curiosidade: a primeira pergunta é sempre, mas sempre sobre a 1.ª página do jornal Expresso da semana anterior. Carlos Santos é outro quiz master que às quintas assume o comando da coisa (às 20.30). No Deja Vu Coffee House os quizzes são regulares, às segundas e terças. O Al Café, na Estefânia, é procurado pelos fãs do cachimbo de água, mas às quartas o entretém é outro. O tunisino Aymen, proprietário do local, diz que “a casa está sempre a abarrotar em noite de quiz”. Vá lá espreitar (e deite o olho também ao resto das sugestões que temos para si).

Desbloqueador de conversa: Na Biblioteca Nacional estão todos os livros editados em Portugal desde 1931 até hoje.

©Pixabay
Coisas para fazer

Fazer amigos tagarelas

Já marcou a viagem e está de malas aviadas para dar de frosques e conhecer outras paragens? Isso, ou tem vontade de falar a língua dos vizinhos do AirBnb ou a do turista ao seu lado na rua. Vá, esqueça lá a premissa de que burro velho não aprende línguas. Aprende e nós ajudamos. Os básicos para praticar levam-se na ponta da língua, prontinhos a despejar e a surpreender quem está à espera que daí só saia o universal inglês. Por aqui encontra linguarudos que o ensinam a dar bailinho tanto em espanhol como em russo. Inscreva-se.

Desbloqueador de conversa: A segunda língua mais falada em Lisboa é o Portunhol.

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Lisbon Meets Fetish
©DR
Gay

Fazer amigos às cegas

icon-location-pin São Sebastião

Há alturas em que o melhor é ir directo ao assunto. E o Mise en Scène é o mais directo possível ‒ e é um clube de sexo, assim mesmo, sem falinhas mansas. Este “segredo público”, escondido à vista de todos em Arroios, é muito criterioso na selecção da sua clientela e organiza uma série de festas temáticas. Ter uma mente aberta é essencial, mas se está a ponderar visitar o Mise en Scène é porque já deve ter uma mente bastante escancarada. Os homens que querem conhecer homens têm vários serviços à sua disposição ‒ das saunas aos quartos escuros ‒, mas um dos mais originais é a Festa da Mensagem, onde vários desconhecidos trocam mensagens escritas a papel e caneta. Mais analógico é impossível. A festa acontece aos domingos.

Desbloqueador de conversa: Costumas dizer “Costumas vir aqui muitas vezes?”

Programas a dois em Lisboa

Café Principe Real
DR
Restaurantes

Os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa

Nem todos os jantares a dois têm de ser necessariamente românticos e sossegados (e por vezes aborrecidos até). Nesta lista estão os melhores restaurantes para um jantar a dois em Lisboa: daqueles que têm uma vista incrível e servem um fine dining perfeito para ocasiões especiais – mesmo que sejam mais descontraídos, com muita pinta e muitas vezes cheios, mas ideais para aquele boost a meio da semana ou no fim-de-semana. É como quiser. Não deixe é de reservar mesa num destes restaurantes. Não se vai arrepender.

Casal a andar de bicicleta em belém
Fotografia: Arlindo Camacho
Coisas para fazer

Coisas românticas para fazer em Lisboa

Passeios de barco ou de bicicleta, jantares românticos, massagens a dois, danças sensuais, leituras à beira-rio, flores e chocolates. Seja às prestações ou para abraçar de uma assentada só, mais ou menos lamechas, com direito a clichés e sem, Lisboa tem alguns dos elixires obrigatórios para um romance sempre muito bem regado e duradouro. Pode ser da luz, do sol de Inverno – e de Verão, na verdade – da arte, dos miradouros, as razões são muitas e boas. Só tem de ter atenção a uma coisa: o que se segue não é aconselhado a corações insensíveis. Descubra as melhores coisas românticas para fazer em Lisboa.

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Chalet da Condessa d'Edla
PSML_Luis_Duarte
Coisas para fazer

Sítios românticos em Lisboa para casais apaixonados

Está complicado encontrar um sítio com poucas pessoas em Lisboa e que ao mesmo tempo consiga derreter corações. Mas é possível. Seja no escurinho do cinema, no meio do rio Tejo, num canto de um jardim, a olhar para as estrelas ou num hotel que mais parece destinado a príncipes e princesas sem ser da Disney, há opções que até podem convencer cépticos corações empedrados. Se tem um desses, está na altura de baixar a guarda e espreitar estes sítios românticos em Lisboa. Se tem um amor mais caseirinho, descubra as melhores séries românticas para ver na Netflix ou inspire-se nestas sete cenas românticas clássicas do cinema.

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